Giovanna era uma jovem de 20 anos que parecia ter sido esculpida para o desejo: loira, de pele clara e macia, ela ostentava um corpo esguio, mas com curvas acentuadas nos lugares certos. Seus seios eram durinhos, com bicos sempre prontos para reagir ao menor toque, e seu bumbum era empinado, o tipo de atributo que rouba olhares por onde passava. Namorada de Paulo há alguns anos, já era costume ela passar longos períodos na casa dele, que morava sozinho com a mãe, Rita, de quem era filho único.
No entanto, a relação entre os dois já não era mais a mesma. O que antes era uma chama ardente havia se transformado em uma convivência morna e previsível. O desejo de Paulo parecia ter se acomodado na rotina, e o sexo tornou-se uma tarefa burocrática, rápida e sem qualquer vestígio de paixão. Giovanna, sentindo-se invisível e com uma libido que parecia gritar por algo mais visceral, começou a buscar refúgio em vídeos eróticos durante as tardes solitárias na casa da sogra.
Foi nessas explorações que ela descobriu o universo lésbico, fascinando-se pela forma como as mulheres se entregavam uma à outra. O gatilho definitivo ocorreu quando encontrou uma atriz com o mesmo porte físico de Rita; foi inevitável que, durante a masturbação, a imagem da sogra invadisse sua mente, transformando a fantasia em uma obsessão real.
No centro dessa nova percepção estava Rita, uma mulher que exalava uma presença magnética e autoritária. Aos 45 anos, Rita era o epítome da vaidade e da força; seus cabelos pretos, longos e brilhantes, emolduravam um rosto de traços marcantes. Entusiasta da academia, ela ostentava um corpo musculoso e tonificado, com coxas grossas e braços definidos que denunciavam treinos pesados, sem jamais perder sua elegância felina.
Giovanna já desconfiava que a sogra curtia mulheres, dado que Rita passara anos sem nenhum pretendente masculino por perto. Essa suspeita ganhou força quando a jovem notou que suas roupas no banheiro mudavam de lugar ou sumiam misteriosamente, especialmente as calcinhas usadas após uma caminhada ou vinda da academia. Além disso, Giovanna já havia percebido olhares diferentes vindo de Rita; a sogra encarava seus pés com uma fixação estranha, principalmente quando ela estava de salto com os pezinhos de fora. Os olhares de Rita também se tornavam mais intensos e profundos sempre que Giovanna estava de biquíni, ou quando usava calças e saias que deixavam o fio dental bem marcado em seu corpo.
O ponto de ruptura aconteceu em uma tarde silenciosa. Giovanna, ao passar pelo corredor, notou a porta do banheiro entreaberta. O que viu paralisou seus sentidos: Rita estava ali, em um momento de puro descontrole, inalando e lambendo com fervor a renda de uma de suas calcinhas. A sogra se masturbava freneticamente, com os dedos mergulhados em sua própria intimidade, enquanto sussurrava o nome da nora bem baixinho, como uma prece profana: "Giovanna... ah, Giovanna...".
A jovem observou de longe, escondida pelas sombras, sentindo um calor insuportável subir por suas coxas. Em choque e excitada, correu devagar para o seu quarto, trancou a porta e se tocou várias vezes, atingindo orgasmos múltiplos enquanto imaginava a boca da sogra em seu corpo. Ali, ficou decidido: ela precisava possuir aquela mulher. O jogo de sombras acabou; agora, começava o plano.
A oportunidade surgiu quando Paulo viajou a trabalho. Decidida a selar o destino das duas naquela noite de chuva, Giovanna preparou-se como se fosse para um ritual de conquista. Primeiro, dedicou horas ao próprio corpo: aparou os pelinhos da bucetinha com precisão, deixando apenas um contorno milimétrico e macio que realçava sua pele alva. Pintou as unhas das mãos e dos pés com um esmalte vermelho-sangue intenso. No banho, esfoliou cada centímetro de pele e espalhou um creme acetinado, finalizando com o perfume que sabia que Rita caçava em suas roupas. Escolheu um top tomara-que-caia preto e uma minissaia mínima. Comprou o vinho tinto preferido da sogra e preparou canapés de salmão e queijo brie. Com tudo pronto, convidou Rita para o sofá.
Enquanto o vinho diminuía nas taças, Giovanna iniciou o interrogatório íntimo. Rita atingiu um tom escarlate profundo. Sentindo a sogra à beira do colapso e notando seu estado de excitação visível, Giovanna, já um pouco ofegante, esticou as pernas e colocou os pezinhos sobre o colo de Rita. Com uma voz bem manhosa e safadinha, ela pediu uma massagem. No momento em que Giovanna fechou os olhos, Rita perdeu o controle. De forma passional e entorpeida pelo desejo, levou o pé da nora aos lábios e começou a dar beijinhos por todo o pezinho.
Foi então que Giovanna puxou o pé bruscamente: "Sogra! O que é isso? Você entendeu errado, eu queria só uma massagem... que coisa feia!".
Rita quase explodiu de vergonha, ficando perdida em seus próprios pensamentos, tentando entender como se deixou levar. Foi nesse momento que Giovanna se aproximou lentamente, sentando-se bem perto dela. De forma hipnotizante, começou a dar beijinhos suaves na pontinha da orelha de Rita. Ela notou imediatamente que a pele da sogra estava toda arrepiada. Entre os beijinhos, Giovanna pegou uma das mãos de Rita e a colocou sobre suas próprias coxas, dizendo: "Olha sogrinha, como eu estou arrepiadinha... será que é frio ou não?".
Rita, completamente hipnotizada, mal conseguia respirar e balbuciou: "Meu Deus, Giovanna... você não sabe o que está fazendo... isso é loucura, eu não deveria...". Mas era tarde; ela não sairia dali por nada. Giovanna então pegou a outra mão da sogra, levou o dedo do meio até a própria boca e começou a chupá-lo com vontade, olhando fixamente nos olhos de Rita de forma bem sexual. Aquilo endoidou a sogra de vez. Giovanna sussurrou no ouvidinho dela: "Diz para mim, Rita... você já teve desejo de ficar com mulher? Esse vinhozinho está dando um foguinho aqui embaixo... só estamos nós duas aqui. Conta para a sua norinha, vai... eu vi você com a minha calcinha, chamando meu nome".
A sogra disse: "Não aguento mais!", e puxou a nora para o seu colo com força bruta. Naquele impacto, Giovanna sentiu seus seios tocando os seios firmes de Rita. Enquanto se beijavam com uma sede animal, Rita usou as mãos para baixar o tomara-que-caia de Giovanna, revelando os seios fartos e jovens. A sogra não aguentou e abaixou a cabeça para lambê-los fervorosamente enquanto a nora ainda estava em seu colo. Giovanna se curvou totalmente para trás, entregue ao prazer e parecendo uma fêmea no cio. Rita segurava firmemente o rabo da nora, sussurrando que era louca por aquele rabo e que queria chupá-la toda com aquele fio dental enfiado. Entre um suspiro e outro, a nora confessou que já havia transado com o filho dela pensando na sogra e que havia gozado só com a imagem de Rita em sua mente, implorando para que ela fosse a sua primeira mulher.
Rita, querendo demonstrar seu domínio total, pegou Giovanna no colo como se fosse uma fêmea a ser abatida e a levou até o tapete. Giovanna estava com o tomara-que-caia abaixado, expondo os biquinhos rosinhas dos seios que estavam enormes de tanto serem chupados e mordiscados por Rita. A sogra terminou de arrancar o top e puxou a minissaia da nora, revelando o fio dental roxo que Giovanna havia comprado estrategicamente para aquele momento. Rita parecia que teria um ataque cardíaco diante daquela visão; a bunda perfeita com o fio enfiado na sua frente era demais para ela. A sogra agachou-se imediatamente, usando a língua para explorar o rabo e tudo o que havia imaginado durante meses. Giovanna gemia sem parar, dizendo palavras obscenas para enlouquecer Rita enquanto era linguada, chegando ao ponto de pedir tapinhas e rebolar freneticamente na cara da sogra.
Rita soltou um rosnado baixo, livrou-se de suas roupas revelando o corpo atlético da academia, e forçou Giovanna a ficar de quatro. Ao retirar a calcinha roxa, Rita começou a chupá-la freneticamente, em um transe de pura luxúria. Ela estava tão perdida no prazer que não percebeu quando Giovanna, movendo-se como uma fêmea no cio, escapou da posição. A nora, dominando a situação, pediu para que Rita se deitasse e fechasse os olhos, e a sogra obedeceu imediatamente, ofegante. Giovanna foi até o rosto de Rita e sentou-se, começando a esfregar sua bucetinha aparada diretamente no rosto da sogra, gerando um atrito quente e úmido. Às vezes, ela deslizava e passava o cu no rosto e na língua de Rita, que sentia o melzinho espesso e o cheiro inebriante da nora, devorando cada centímetro que lhe era oferecido.
O cheiro de sexo no ar era incrível, preenchendo toda a sala com uma fragrância crua de desejo. Os gemidos eram tão altos que Giovanna tinha a impressão de que iriam vazar para os vizinhos, mas ela não se importava. Nesse esfrega-esfrega frenético, Rita, em um delírio de prazer, usava uma das mãos para acariciar e apertar os seios de Giovanna, enquanto a outra mão ela enfiava com vigor na própria buceta, que estava queimando de tesão pela nora. O ápice veio de forma avassaladora: sentindo a língua e o rosto da sogra contra sua intimidade, a nora teve seu primeiro gozo na boca de uma mulher, sentindo as pernas tremerem até ficar um pouco amolecida e entregue sobre Rita.
Rita lambeu toda a fenda da nora de forma voraz, sem deixar escapar uma única gota daquele gozo. Antes de prosseguir com a luxúria, a sogra aproveitou aquele momento de entrega e puxou Giovanna para seus braços. Elas se beijaram profundamente, em uma pausa que transformou o sexo selvagem em algo quase sagrado; naquele instante, parecia que estavam fazendo amor. O beijo de língua era intenso, com uma troca deliciosa do gosto do mel de Giovanna que ainda estava na boca de Rita. Envolvidas naquele abraço, nora e sogra pareciam duas esposas se amando, esquecendo o mundo lá fora.
Após esse momento, Giovanna falou bem baixinho no ouvido da Rita: "Me come... me faz sua mulher". Nisso, Rita, possuída por um desejo incontrolável, começou a acariciar a bucetinha de Giovanna com força e urgência.
Em seguida, iniciou a penetração com um, depois dois e três dedos; o tesão era tanto que já não se sabia ao certo se foram mais dedos mergulhados naquela umidade quente. Giovanna gemia de puro prazer, sentindo-se preenchida como nunca antes. Giovanna estava em completo êxtase, e nisso Rita a puxou para conduzi-la a uma posição de "tesourinha". Mesmo um pouco desengonçadas pelo calor do momento, os corpos se colaram: a bucetinha com os pelinhos aparados de Giovanna encontrou a buceta peladinha da sogra, criando um atrito incrível que fazia as duas tremerem. Naquela posição, Rita ainda conseguiu levantar as pernas da nora e, enquanto esfregava as bucetas com vigor, voltou a chupar o pé de Giovanna, unindo todas as suas fantasias em um só ato.
Giovanna deu um gemido tão profundo e agudo que pareceu ter atingido um orgasmo transcendental. A sogra ficou louca de satisfação por possuir o sonho de tantas masturbações. Giovanna recuperou o fôlego e, de forma audaciosa, disse no ouvido da sogra: "Quero você gozando para mim, sogrinha...".
Invertendo as posições, Giovanna mergulhou entre as coxas musculosas da sogra. Ela penetrou Rita com os dedos e a língua, fazendo a sogra gemer alto, mas então, de forma surpreendente e audaciosa, Giovanna colocou um dedo no anus de Rita enquanto dedava a bucetinha dela e a chupava simultaneamente. Rita, apesar de experiente com mulheres, foi pega totalmente de surpresa, já que não é tão comum a prática anal entre elas. Aquela ousadia despertou um tesão colossal e inédito na sogra, um choque de prazer que nunca havia sequer imaginado. Rita perdeu completamente o controle e começou a xingar de puro deleite, com a voz embargada: "Isso, sua safada! Me usa... acaba comigo! Que delícia, caralho!". Ela se sentia uma fêmea sendo totalmente dominada pela nora. O orgasmo foi devastador; Rita gemia em transe, agarrando os cabelos loiros da nora e gritando "Vou gozar, vou gozar tudo na sua boca, sua vadia linda!", até que inundou Giovanna com seu prazer enquanto seu corpo convulsionava em espasmos violentos.
Selaram tudo com um último beijo apaixonado, trocando os sabores de ambas. Porém, assim que o êxtase passou, o remorso as atingiu. O silêncio da sala tornou-se ensurdecedor. Rita, esmagada pela traição contra o filho, vestiu-se e fugiu para o quarto. Giovanna ficou sozinha no tapete, sentindo-se mal por ter sido o gatilho que destruiu os princípios da sogra. O som da porta se fechando e a tranca girando ecoou pela casa, selando o segredo sombrio.
Continua…