O Início de Tudo
Vou começar por esse conto, pois foi o berço de onde muita "putaria" começou para mim. Sempre fui meio inocente com essa ideia, mas, desde que comecei a conhecer um pouco da pornografia, virei um punheteiro nato. Por causa disso, descobri conteúdos que me davam mais tesão, e o principal era o exibicionismo — algo como ser flagrado ou me masturbar com alguém que naturalize a situação ao ponto de não ligar. Isso me fazia gozar demais.
Quando fui pôr em prática, comecei ficando pelado em casa sozinho (hoje em dia, tenho diversas histórias). E bom... Meus pais são separados. Moro de forma fixa com a minha mãe, mas, sempre que meu pai está na folga do trabalho de caminhoneiro, eu passo um tempo na casa dele; às vezes uns quatro dias, às vezes apenas um. Tudo começou quando eu fui visitá-lo.
Quis experimentar a viagem de ônibus com o pau para fora, então decidi ir sem cueca. Geralmente, eu o pego na integração, então está sempre vazio. Tive a ideia de pôr em prática a primeira punheta em público; comecei a bater uma enquanto o ônibus não chegava na parada, mas, infelizmente,ele chegou antes que eu pudesse gozar entao tive que parar quando uma mulher entrou e sentou na última cadeira também. Só que, por mais que eu não quisesse ser explícito, não fiz esforço para disfarçar o quão duro eu estava, passei a viagem toda alisando meu pau duro e fingindo que nada tava acontecendo, percebi olhares de cantinho e as vezes apertava meu pau.
Na Casa do Meu Pai
Cheguei à casa do meu pai com o pensamento a mil. Ele ainda não tinha chegado. Já fui entrando e pensei em ficar pelado e me masturbar na sala. Nunca tinha feito isso na casa dele, então a adrenalina estava altíssima. Decidi ir pra janela aberta e comecei a bater uma e quando eu estava sentindo os primeiros espasmos pra gozar veio a ideia de ser flagrado por meu pai. Isso me fez segurar a onda de gozo. Eu estava muito nervoso, pois só tinha ficado pelado sozinho em casa. O desejo de ser flagrado era forte, mas eu nunca pensei em fazer isso com alguém da família; porém, meu tesão era tão alto que fazer com meu pai parecia uma opção viável.
Peguei meu celular e liguei para ele, fingindo que ainda estava chegando, e perguntei onde ele estava. Para minha sorte, ele estava saindo do mercado próximo, o que significava que em breve estaria em casa. Fiquei estimulando o pau para que permanecesse duro, pois o nervosismo o fazia baixar. Felizmente, ele é grande e, mesmo em "meia bomba", o visual impressiona. Fiquei na dúvida: deixo ele me ver pelado ou deixo me flagrar no ato? Escolhi as duas opções.
O banheiro era dentro do quarto dele. Decidi fingir que ia tomar banho, mas deixei a porta entreaberta e a toalha na mesa da cozinha. Assim, ou eu poderia sair do banheiro com a desculpa da toalha perdida, ou ele poderia trazer para mim — o que já havia acontecido antes, mas sempre de um jeito singelo que respeitava minha privacidade (o que eu não queria naquele momento).
O Flagrante
Escutei o barulho da moto. Liguei o chuveiro, me molhei um pouco, coloquei um pornô no celular e comecei a fingir que não esperava a chegada dele. O nervosismo aumentou, mas mantive a mente focada. Comecei a me masturbar. O problema foi que, por causa da concentração, eu realmente não percebi que meu pai já estava ali na porta.
— Eita porra! — exclamei.
— Isso é hora de bater punheta, tarado? — ele perguntou, soltando uma risadinha e me zoando.
Aquilo me deu certeza de que dava para agir com naturalidade. Para render a conversa, eu falei:
— E tem hora para punheta, é?
— Tem não. Trouxe hambúrguer, está lá na mesa — ele completou e saiu em seguida.
Quando decidi sair do banheiro, fui para o quarto dele apenas com a toalha enxugando a nuca, completamente pelado. Para minha sorte, ele estava sentado na cama mexendo no celular. Cheguei mais perto e puxei assunto:
— O senhor vai trabalhar amanhã?
— Vou não, só daqui a uns seis dias — ele disse, começando a tirar a bota.
Eu fui para a frente do espelho me enxugar. Quando ele levantou, percebi que ele deu uma olhada enquanto tirava o cinto e em seguida falou:
— Tem gilete ali naquele móvel, se você quiser.
— Por quê? Está peludo demais? Eu gosto desse meio-termo: nem depilado, nem peludo — respondi.
— Achei que você gostasse depilado.
— Para mim tanto faz, mas não deixo tão peludo também.
— Quem precisa depilar agora sou eu — disse ele.
— Por quê? Está muito peludo? — perguntei rindo.
— Está muito não, mas estou a fim de tirar.
Nesse momento, ele abaixou a calça e ficou só de cueca. Tive problemas para controlar o pau para não subir; sentei na cama e deitei enquanto fingia mexer no celular. Foi quando ele pegou minha toalha e abaixou a cueca na minha frente. A única vez que eu tinha visto o pau do meu pai foi na infância; para mim, era enorme. Vendo de novo agora, percebi que, além do tamanho, era praticamente igual ao meu. Notei que os pelos estavam entre o médio e o grande e deixei escapar:
— Pô, pai, sua pica está bonita assim.
Ele já sabia que eu curtia homens, então o comentário dele foi:
— Está mesmo? Achei que gostavam depilado, então vou deixar assim mesmo.
— Deixa alinhado com o barbeador que fica mais bonito também.
A Aproximação
Eu estava louco de tesão, mas não queria deixar explícito ainda. Meu plano era naturalizar nós dois pelados naquela casa.
— Alinhar como? — ele perguntou.
Eu expliquei, mas ele não parecia entender. Tive a ideia de perguntar se ele queria que eu fizesse para ele. Ele riu, achando estranho, mas eu insisti que era besteira e que faria rápido. Ele foi para o banheiro e eu disse para ele passar sabonete ou shampoo para facilitar. Um tempo depois, eu me levantei e perguntei:
— Vai querer que eu faça?
— Toma aqui — ele respondeu.
Entrei no box, peguei o shampoo e apliquei no púbis dele. A espuma escorria pelo pau. Eu tentava me acalmar para não ficar duro, mas me abaixei, deixando minha cabeça perto da pica dele; sentia até o calor da no meu rosto. Comecei a passar a gilete devagar, fingindo ser detalhista para ganhar tempo. O pau dele é muito bonito e com veias marcantes. Quando terminei, ele se enxaguou e eu fiquei para me molhar um pouco. Saí do banheiro e fiquei um tempo nu até me vestir.
A Madrugada
Passei a tarde toda na vontade. Quando deu cerca de 1h40 da manhã, vi que ele estava dormindo. Saí do computador e decidi colocar pornô na TV da sala. Eu estava louco demais para pensar nas consequências. Meu plano era me masturbar, mas eu já estava pronto para ser flagrado: tirei a roupa toda e a deixei jogada. Até passei pelado pelo quarto até o banheiro algumas vezes apenas para ver se algum barulho o acordava ou pelo menos instigava. Nada deu certo. Fiquei um tempinho batendo uma do lado dele, mas vi que ele não iria acordar, Desisti e pensei em gozar logo para dormir, voltei pra a sala mas nenhum porno estava bom o suficiente pra me levar a gozar daquele jeito gostoso então fiquei um tempinho rodando e me concentrando em gozar mas nada me satisfazia 100%.
Foi quando meu pai surgiu só de cueca, me pegando completamente desprevenido e como se fosse a coisa mais comum do mundo ele se sentou no sofá com um copo de água.
— Eita porra, que susto! — falei, fazendo menção de tirar o vídeo.
— Precisa tirar não, pode deixar — ele disse.
Parecia um sonho lúcido. Imaginei que meu pai fosse tão safado quanto eu. Não tive coragem de continuar a punheta de imediato; fiquei mudando de vídeo, esperando ele reagir. Ele ficou um tempo no celular, Não sei o que ele estava fazendo ,mas ele tratar aquilo com uma certa naturalidade era algo que eu sempre sonhei e eu não tava acreditando que fora do porno e das histórias isso aconteceria de verdade comigo. Foi aí que ele se acomodou no sofá, olhou para a TV e finalmente disse algo:
— Aquele ali embaixo com a morena... bota aquele ali.
Era um pornô a três, um porno simples, nada que pudesse me levar ao ápice, mas o fato de ele ter escolhido me deu muito mais tesão nesse vídeo. Foi quando apareceu uma cena de interação entre os homens, o cara ajudava o outro a por a pica dele na buceta da mulher mas ele começou a chupar os dois ao mesmo tempo e depois um cara mamava o outro enquanto fodia a puta, comecei a me masturbar de forma explícita para ver se a brincadeira começava. Demorou um pouco até o momento em que a mulher era fodida ao mesmo tempo por dois e aí sim foi quando ele tirou o pau para fora do short, completamente duro, e começou a se masturbar também, aquela pica não fugia da semelhança com a minha mas era mais madura ,mais imponente,uma versão premium do meu. Aquilo fez meu coração saltitar e meu pau pulsar incontrolavelmente Abri mais a perna até que entrelaçamos as nossas enquanto continuávamos.
— Você gosta disso? — ele perguntou.
— O quê?
— O que os caras estão fazendo ali, um mamando o outro?
— Gosto.
— Você já chupou uma buceta?
— Não, só comi mesmo.
— E uma pica? — ele questionou.
— Já.
Aproveitei a deixa e perguntei:
— E o senhor, gosta?
— Nunca fiz com outro cara, não. Mas se fosse com uma mulher no meio, acho que eu iria.
Ele parou um pouco, provavelmente para não gozar rápido. Na loucura do tesão,com a mente a mil e louco pela pica do meu pai eu só fingi naturalidade e alcancei o pau dele. Comecei a bater para nós dois ao mesmo tempo enquanto olhávamos para a tela. Acredito que ele estava com tanto tesão que apenas deixou acontecer, não houve protesto nem inquietação. Quando ele segurou a própria mão sobre a minha e apertou o ritmo, eu não aguentei. Gozei ali mesmo, na perna dele. Levantei cambaleante e fui para o chuveiro,não consegui ver se ele tinha gozado. Poucos minutos depois, ele apareceu lá e entrou comigo, apenas para se molhar, o pau já estava mole o meu ainda meia bomba pois meu tesão ainda era imparável porém mais contido agora que gozei. Depois disso, ele deitou e eu, já sem forças, deitei pelado ao lado dele e dormi.
No dia seguinte, a conversa fluiu normal. E há muito mais histórias com ele e outras além que pretendo contar, mas não aqui pra não ficar muito longo