O beijo roubado
Eu era novo, história daquela época em que sentíamos medo de filmes de terror quando passava na TV aberta e tínhamos pesadelo e corríamos para o meio da cama de nossos pais.
Eu sempre entendi que gostava de homens, principalmente os mais velhos, voz grave, peludo, cheiro de suor e cerveja. Homens que exalam masculinidade.
Meu pai sempre foi assim, apesar de calado, um olhar era necessário para entender ou um simples gesto.
Quando novo, adorava me esfregar na minha cama e, escondido, do lado que ele dormia. Com meu pênis pequeno, era um tesão saber que o suor dele estava ali.
Sempre fui tarado por meu pai.
Principalmente depois de ouvir ele e minha mãe fodendo comigo ao lado. Eu estava num colchão do lado da cama é só ouvi a voz dele, pedindo sexo.
Foi muito gostoso ouvir, e tive que me esconder, pois ao mesmo tempo foi estranho. Mas o suficiente para querer saber como ele é sem sua roupa.
Desde aquele dia comecei a me colocar em situações simples para vê-lo nu, até que consegui.
Uma vez meu pai estava no banho, eu pedi insistentemente para entrar pois estava apertado. Ele abriu a porta e voltou ao chuveiro, quente estava um vapor. Sentei no vaso, e logo ele desligou. E pude ver o pênis de meu pai mole, levemente escuro, tamanho médio, balançando enquanto secava.
Meu coração disparou, eu vi ele por inteiro, o corpo peludo, pênis, o cheiro de sabonete barato sobre o banheiro e a cena dele se enrolando na toalha. Tive que me segurar muito naquele dia para não ficar duro.
O tempo passou, fiquei um pouquinho mais velho, estava ainda cheio de tesão, com professor de Artes na escola, um colega que mesmo jovem era uma delícia.
Mas quando voltava pra casa, via meu pai trabalhando após ser demitido, com aquela pele queimado de sol, o cheiro forte de suor , bermuda larga e camisa molhada. Ficava com pena e tesão. Queria muito pegar ele e colocar em meu colo e proteger.
Numa noite, minha mãe precisou ficar fora, cuidando de meus avós. Eu tinha aula e fiquei em casa com meu pai.
Foi um dia normal, eu voltei da escola, fiz minhas tarefas e vi tv. Meu pai fez a janta e ficamos vendo jornal.
Só quando estávamos indo dormir que notei que estávamos sozinho, e minha cabeça não parava de pensar nele de outra forma.
Passou um tempo e sem pensar fui para o quarto ele estava roncando, sem camisa, com short curto.
Eu deitei ao seu lado,e passei a mão sobre seu peito levemente sentindo o seu peito, e o corpo estava quente.
Ele parou de roncar e virou um pouco para o meu lado, eu me aproximei devagar, com os olhos abertos e o beijei, sem língua, mas senti os lábios finos se tocando.
Eu estava ficando excitado, e fui chegar perto, encostando pênis com pênis, devagar eu fui fazendo pequenos movimentos para deixar ele duro também. E foi ficando e sem pensar eu beijei com força, língua e notei que estava sendo recíproco. Ele estava me beijando também, me segurando pela cintura , esfregando o pênis.
Dizendo que não fazia sexo a muito tempo, e eu disse que ele poderia fazer o que quisesse.
Eu aproveitei e chupei ele todinho, o sovaco peludo ainda estava com cheiro e gosto forte de suor,e fui descendo até o pênis onde pude ver pela segunda vez e sentir pela primeira. Eu chupei como um picolé, era tão doce e cabeludo, aquela cabeça rosa molhada e pulsante.
Não cabia em minha boca, eu logo tirei a cueca,e pedi pra enfiar no meu cu e ele enfiou com força. Eu gemi muito aquele noite na rola do meu pai.
Ele me fudeu como uma puta, gostava muito de me colocar contra a parede e fuder de 4. Sem lubrificante, apenas cuspe, sangue do meu anus e muita força.
Eu amei cada segundo de brutalidade.
Foi uma delícia servir meu pai como puta.
Uma noite que sempre lembramos, numa mensagem ou quando vou no quarto beijá-lo escondido.
Dizem que é errado, mas estou fazendo meu pai feliz há anos e ele sempre me quer.
Acho que o que ele mais precisava eu dei para ele naquela noite. Carinho amor e atenção.
Relato de um amigo.
