Nunca imaginei que algo assim fosse acontecer. Casado há 3 anos com a Hellenuma vida estável, uma rotina... gostosa, mas previsível. Até que a Jéssica, amiga mais nova da Hellen , começou a frequentar nossa casa com mais assiduidade.
Jéssica tem 24 anos, 10 a menos que a gente. Corpo magro, mas com um bundão empinado que qualquer legging denunciava. Cabelo cacheado, olhos verdes, um jeito meio inocente que escondia uma safadeza que eu ainda descobriria.
Ela tava passando por um término de relacionamento e a minha esposa, toda solidária, vivia convidando ela pra passar os fins de semana aqui em casa. Cinema juntos, vinho, conversa fiada. Eu sempre educado, mas confesso que de vez em quando meu olhar escapava pro decote ou pras curvas dela no sofá.
Até que num sábado, a minha esposa precisou viajar a trabalho. Passagem comprada de última hora, passaria o fim de semana fora. Antes de ir, me pediu: "amor, a Jéssica vai vir pra cá hoje à noite, coitada, tá tão mal. Faz companhia pra ela, pede uma pizza, vê um filme...". Eu, sem desconfiar de nada, topei.
Sábado à noite, ela chegou. Vestido preto curto, cabelo solto, um perfume doce que invadiu a sala. Abri um vinho, pedimos pizza, escolhemos um filme qualquer na Netflix. No começo, conversa normal, ela falando do ex, eu dando conselhos de amigo mais velho. Mas o vinho foi descendo, o sofá foi ficando mais confortável, e a distância entre a gente foi diminuindo.
Num determinado momento, ela riu de algo besta e encostou a mão no meu braço. Demorou um segundo a mais que o normal. Eu olhei pra ela, ela desviou o olhar, mas um sorrisinho ficou. Meu pau já tinha começado a endurecer na bermuda.
O filme acabou e nenhum dos dois ligou. Ficamos ali, conversando, até que o assunto morreu e o silêncio tomou conta. Ela olhou pra mim, eu olhei pra ela, e num impulso que veio não sei de onde, inclinei e beijei ela.
Juro que esperava um tapa ou um "o que você tá fazendo?". Mas ela correspondeu. A língua dela encontrou a minha, e a mão dela subiu pro meu peito. O beijo foi ficando mais quente, mais molhado, até que eu passei a mão na nuca dela e aprofundei.
Ela gemeu baixinho e sussurrou: "a gente não devia...". Respondi com a boca no pescoço dela: "devia sim". E ali acabou qualquer resquício de juízo.
Puxei o vestido dela pra baixo, os peitos dela saltaram pra fora. Peitos médios, durinhos, bicos claros que endureceram assim que passei a língua. Ela arfou, jogou a cabeça pra trás, me puxando pela camisa. Arranquei minha roupa, ela ficou só de calcinha, deitada no tapete da sala, me olhando com uma mistura de tesão e culpa que só aumentava minha excitação.
Desci a calcinha devagar. Ela tinha uma buceta lisa, quase sem pelos, completamente molhada. Passei o dedo e ela gemeu alto, segurando meu pulso. "Devagar...", pediu, mas eu já tava louco.
Deitei por cima, encaixei o pau na entrada e empurrei devagar. Ela tava tão molhada que entrou fácil, inteiro de uma vez. Ela gemeu, me agarrou pelas costas, cravou as unhas. Comecei a meter num ritmo gostoso, olhando nos olhos dela, vendo o prazer estampar a cara dela.
"Mete mais forte", ela pediu depois de um tempo. E eu obedeci. Virei ela de lado, depois de quatro, puxando o cabelo dela, vendo aquele bundão revidar cada estocada. A mesa de centro rangeu, o sofá balançou, a sala inteira virou um moto contínuo de gemidos, tapas na bunda e respiração pesada.
Ela gozou primeiro, tremendo, se agarrando no tapete. Eu continuei, sentindo a buceta dela apertar mais a cada espasmo. Gozei depois, fundo, esvaziando tudo dentro dela, enquanto ela mordia o braço pra não gritar.
Ficamos lá, deitados no tapete, suados, em silêncio. Depois de alguns minutos, ela riu. "A Hellen nunca pode saber." Eu ri junto, mas sabia que era verdade.
Ela dormiu no quarto de hóspedes. No dia seguinte, café da manhã junto, como se nada tivesse acontecido. Ela foi embora com um beijo no rosto e um sorriso maroto.
Até hoje, quando ela vem aqui e a Hellen tá por perto, trocamos olhares cúmplices. Ninguém nunca descobriu. E eu fico aqui, esperando a próxima oportunidade de repetir aquela noite no tapete da sala.
