Milly se limpa minimamente, se levanta ainda trêmula, ajeita a roupa, me pede pra esperar e vai até a porta.
Coloca a cabeça pra fora e olha para os dois lados. Com o dedo sobre os lábios, me pede silêncio e me chama.
Vamos rápido e sorrateiramente para o carro e seguimos para minha casa que ficava a poucas quadras dali.
Milly senta no banco ainda trêmula e ofegante, sua pele alva ainda avermelhada tanto pelo orgasmo, quanto pelos tapas. O cheiro do gozo da minha pequena fêmea se mistura com o cheiro da minha porra que certamente ainda escorria da bucetinha e impregna o ar do carro.
Ela se vira pra mim e diz enquanto dirijo:
- Ufaaaaa... O quê foi isso? O quê eu gozei nesse tempinho nem se compara com as três transas de merda que eu tive... Um homem bruto e experiente é outro nível... Eu acordava melada imaginando como seria com você... Se você ia aceitar...
Eu:
- Como não aceitaria? Você é uma menina linda! Só achei que íamos transar... mas não daquele jeito... Er... Esqueci até da camisinha...
Milly:
- É que eu não sou normal... Quando me masturbo eu me auto asfixio, bato com o chinelo na minha cara, torço e perfuro meus biquinhos e... Errr.. bem... às vezes me corto... Só sinto prazer sentindo dor... Não se preocupe com a camisinha, sou saudável, tenho todos os exames e tenho pavor da idéia de ser mãe, então eu tomo injeção de anticoncepcional... Promete pra mim que vai me tratar pior na sua casa?
Agora ela falava toda manhosa, com uma voz e um jeito quase infantil, bem do jeito que a conheci... Prometeria qualquer coisa para aquela menina.
Estava louco de vontade de vê-la nua. Digo:
- Prometo!
Os olhos dela até brilham. Milly toda dengosa me faz um pedido:
- Você é bruto do jeito que eu imaginava... Como disse só transei três vezes e com carinhas inexperientes da minha idade, eu acho que perdi a virgindade com um que parecia gay... Me faz completa? Tira o cabaço do meu cuzinho? Eu só brinquei com ele com os dedinhos, consigo enfiar três e o cabo da minha escova de cabelo... Promete?
Eu:
- Prometo!
Chegamos em casa, abro a porta, acendo as luzes e a empurro pra dentro.
Tiro meu cinto, dou um tapa forte no rosto dela que vai no tapete da sala e ordeno:
- Verme! TIRA TUDO! NUA AGORA!!!
Milly se levanta se recuperando do tapa e começa a se despir desajeitada e olhando pro chão. Primeiro o coturno, depois a camiseta e por fim a sainha preta.
De pé, nua no meio da sala, seguia olhando pro chão. Linda, quase a perfeição de uma ninfa. Ordeno a ela:
- Mãos na nuca e afaste as pernas, vou examinar este traste inútil!
Milly fica imóvel na posição ordenada. Começo a inspeção.
Seios pequenos e delicados, mamilos rosa claros com piercing de argola, pequenas cicatrizes de corte de lâmina ou estilete nas laterais e embaixo, assim como nos braços e pulsos entre uma tatuagem e outra.
Barriguinha chapada, bucetinha pequenininha mas carnudinha e lisinha. Mais cicatrizes no interior das coxas, semelhantes às dos seios.
Dou um forte tapa que estala naquela xoxotinha, ela geme mas contém o grito, e sussurro em seu ouvido:
- Pra ser minha vagabunda, não depile mais, eu escolho o corte que eu quero que use.
Milly acena que sim com cabeça.
Dou a volta e paro atrás dela e agarro seu pescoço. A conduzo pelo pescoço até a parede da sala e digo:
- Mãos na parede, pernas afastadas que vou inspecionar a parte de trás desse verme.
O quê mais salta aos olhos é a tatuagem de Kitsune da nuca até o cóccix.
Pego o cinto e dou duas golpeadas nas nádegas dela. Sinto o suor dela escorrer.
Passo o cinto no pescoço e aperto, puxo pra trás. Milly empina a bunda.
Enfio dois dedos a seco direto no cu e digo:
- É esse cabaço de cu que vai ser meu? Vagabunda!
Continua...
