Isso acontece uma vez por mês.
E hoje, é um desses dias.
O ritual já foi cumprido, seguido religiosamente como sempre. Uma semana antes do dia da minha consulta com a doutora Danielle, eu paro de me masturbar e transar com minha esposa, Jéssica. Não que isso seja uma tarefa fácil, pois minha esposa é jovem, atraente e como acabamos de ter uma filha há poucos meses ela está com os peitos inchados, pesados e suculentos.
Explodindo de leite materno!
Que eu gosto muito de tomar...
Recusar sexo com minha companheira fogosa é uma questão que exige muito autocontrole, mas vale a pena. Eu deixo meu “tanque cheio” para que todo meu leite produzido na semana acabe no fundo da garganta da minha gulosa dentista. Ejacular nos lábios quentes da doutora Danielle é sem igual. Minha esposa me tem nos outros dias... tenho três semanas no mês para foder a bucetinha da minha preciosa Jéssica...
Hoje estou carregado, sete dias sem ejacular.
Como nos últimos seis meses eu venho fazendo.
Outra coisa que a doutora gosta, é do sabor adocicado do meu sêmen e que meus pelos estejam bem espessos. Nos dias anteriores melhoro a minha dieta evitando comidas gordurosas e foco em comer frutas, especialmente abacaxi, para deixar meu esperma bem docinho e saciar o desejo dela. Eu também deixo de me depilar e tenho a sorte de ser agraciado com um crescimento acelerado dos pelos pubianos, o que para minha esposa é um incômodo. Jéssica sempre quer que eu fique “lisinho”, pelo menos nas partes íntimas. Ela odeia me chupar e se engasgar com pelos, porém, minha dentista ama pelos grossos, é uma tara dela.
O envolvimento entre nós começou cerca de um ano atrás, quando iniciei meu tratamento odontológico no centro de São Paulo, próximo ao meu trabalho. Fiz um plano daqueles que cobrem aparelho (que eu precisava colocar já tem um tempo) e procurei uma especialista. Claro, como sou safado, daria preferência para uma dentista mulher e de preferência, bonita. Quando me deparei com a ficha de Danielle e vi sua foto do whatsapp tive certeza de que seria ela. Marquei uma avaliação e fiquei deslumbrado quando a encontrei pela primeira vez.
Alta, magra, com longos cabelos lisos castanhos, dona de um sorriso cativante e um rosto atraente, de linhas suaves. Uma mulher madura e elegante no auge dos seus 40 anos. Logo descobri que ela tem dois filhos e é casada, com um outro dentista. Um belo casal dedicado à essa profissão. Danielle sempre estava perfumada e muito bem vestida, desde a primeira consulta, e eu fui me encantando com o jeito extrovertido e falante dela, sempre simpática e interessada em puxar papo.
Combinamos o tratamento e tudo aconteceu normalmente, coloquei o aparelho e fazia minhas manutenções regularmente, às vezes algumas limpezas que o plano também cobre. Nos primeiros atendimentos tudo foi tranquilo, eu não notava olhares maliciosos nem algum tipo de flerte, mas aos poucos Dani foi me dando mais abertura e conversando mais. Não chegávamos a conversar por whatsapp, não ainda, mas no consultório trocávamos vários papos sobre trabalho, vida financeira e outros assuntos triviais, cada vez nos aproximando mais.
Foi no terceiro ou quarto mês eu comecei a perceber os olhares.
Eram sutis, porém, evidentes. Como se ela quisesse que eu notasse.
Não tenho frescura ou medo durante os atendimentos e sempre fico de olhos bem abertos enquanto ela mexe em minha boca, a princípio, fiz isso para tentar espiar os peitos dela, mas a bonita sempre usava um jaquetinha que a cobria até o pescoço e não daria para eu ver nada, porém, foi aí que percebi algumas espiadas dela no volume em minha calça, manjando meu pacote. Achei que fosse coisa da minha cabeça, mas os olhares foram se tornando constantes e em seguida, começaram os “leves esbarrões”.
Qual desculpa uma dentista tem para tocar frequentemente nas pernas de um paciente, ou esbarrar o cotovelo próximo do seu pênis?
Pois é, nenhuma.
Só que Danielle começou a dar essas brechas, que eu, é claro, fingia não perceber. Assim que notei esse comportamento, foi quando a gata começou a me contar um pouco mais sobre sua vida pessoal e seu casamento. Eu contei a ela que era recém casado, menos de dois anos, e que minha esposa ainda estava grávida, quase para ganhar a neném (isso alguns meses atrás). Dani ficou muito empolgada e me contou que era casada haviam quase dez anos e foi me falando um pouco mais sobre como era a vida de casado. Me contando a parte boa e a parte ruim... e não demorou muito para começar com reclamações sobre como tudo cai na rotina, não acontece nada de novo e era ainda mais estressante pelo fato dela trabalhar junto com o marido no mesmo consultório, afinal, seu esposo atendia na sala ao lado. Quase todos os dias que eu ia na consulta eu o via e o cumprimentava. O consultório deles era alugado em um prédio e na maioria das vezes estavam atendendo no mesmo dia. Mesmo assim, Dani não se importava em conversar cada vez mais comigo, mesmo falando alto e com seu marido tão perto. Claro, a porta fechada dos dois consultórios abafava o som, mas eu ainda ficava um pouco ressabiado com o rumo daquelas conversas. E a cada nova consulta, conversas e troca de olhares sutis, Danielle avançava com os toques em meu corpo. O clima estava esquentando.
Eu ainda não falei sobre mim, não é?
Me chamo Cristian e tenho 25 anos. Sou branco, cabelo curtinho castanho-claro, tenho olhos escuros e não tenho o corpo em forma não. Sou o estilo “papito”, com aquela barriguinha charmosa que as mulheres não resistem. Me cuido bem em questão de roupas, passo perfume, tenho a barba bem feita, uma boa postura e me considero charmoso.
E meu amigão é o meu orgulho!
Tenho um pau grosso, não muito grande, tem 17cm, mas a circunferência dele e a cabeça rosada com a pele não circuncidada chama atenção das mulheres.
Minha esposa, Jéssica, a qual eu mencionei antes, é da mesma idade que eu. Namoramos desde a adolescência e casamos cedo, eu fui o primeiro e único homem dela. Tirei a virgindade daquela ruivinha, possuindo-a por inteira e hoje ela me ama verdadeiramente, perdidamente apaixonada por mim. Ela faz academia, tem um corpo saudável e é toda “fitness”, ao contrário de mim. Jéssica é uma delícia de mulher, toda mignon. Eu fodo essa ninfeta desde os 16 anos e sou apaixonado na minha mulher, mas... todo homem precisa ter umas aventuras por fora...
Mesmo sendo evangélico e indo com ela na igreja todos os domingos, eu dou minhas escapadas. Fodo com algumas colegas de trabalho, com mulheres que conheço em aplicativos e até uma ou outra GP de vez em quando. Não me orgulho disso, é somente uma necessidade que tenho. Gosto muito de sexo.
Vocês não fazem ideia o quanto sofro na semana anterior aos meus encontros mensais com minha dentista, quando fico em abstinência.
Bom, voltando, foi só eu começar a elogiar Danielle, comentando sobre seu perfume, como eu gostava de vê-la sempre arrumada e calçando saltos altos que a casada se rendeu de vez. Os “esbarrões acidentais” foram deixando de ser acidentais até o dia em que, enquanto me atendia na cadeira odontológica, Dani descansou sua mão sobre o meu pau, sem disfarçar.
Ao sentir meu volume pela primeira vez por mais tempo, minha dentista deu um sorriso sacana. Seu marido estava simplesmente no consultório ao lado e para manter a situação fluindo, continuei conversando normalmente enquanto minha dentista ia me fazendo um carinho sútil.
Aquilo foi tão excitante!
Danielle estava se tremendo de emoção... olhando para a porta fechada a todo momento com medo de seu marido entrar de surpresa. Nós já estávamos bem íntimos e a gostosa sabia que eu a desejava, a queria, e não levou muito tempo para que ela abaixasse meu zíper e tirasse meu para fora.
Sentir sua mão com aquelas luvas de látex foi revigorante.
Com discrição e ritmo, a casada movimentava sua mão direita para cima e para baixo, me encarando com um carinha de danada e com sua outra mão fazendo o sinal universal de silêncio, com o dedo entre os lábios. É claro que eu não daria um pio. Retribuí o sorriso malicioso dela e relaxei. Minha dentista continuou com aquela punheta silenciosa por alguns minutos, espirrou algum tipo de lubrificante que tinha por perto e deveria usar para os tratamentos bucais e eu senti meu pênis ficar melecado e levemente anestesiado, melhor para a punheta render mais. Quando a doutora lambeu os beiços eu sabia o que estava por vir. Ela iria cair de boca e fazer uma chupeta em mim.
Fechei os olhos e me preparei mentalmente para a sensação deliciosa que os lábios dela iriam me proporcionar e me concentrei para não gozar. Só que não rolou.
Foi só ela abaixar a cabeça um pouco que seu marido fez barulho na sala ao lado, se despedindo do paciente e abrindo a porta. Em segundos, demonstrando uma agilidade impressionante, Dani fechou meu zíper colocando meu membro duro de volta dentro da calça. Instantes depois, seu marido abriu a porta para falar com ela e eu me virei de lado para disfarçar minha ereção.
Quase que o corno pega a mulher dele com a boca na minha pica!
Fiquei frustrado naquele dia, fui embora de pau duro e morrendo de tesão, e depois do que ocorreu, Dani me dispensou rapidinho da consulta, sem me encarar, envergonhada por seu momento de excitação e descontrole. Achei que na próxima consulta o clima seria bem constrangedor... se é que haveria próxima consulta... tudo podia ter ido pro vinagre.
Então, um mês inteiro se passou e minha dentista agendou a manutenção do aparelho novamente, depois de conversar bem pouco comigo por mensagem naqueles dias e eu fui até o consultório sem muita expectativa. No final da consulta, comigo novamente na mesma posição na cadeira odontológica, ela se inclinou, abaixou a máscara e cochichou em meu ouvido.
- Hoje meu maridinho está fazendo uma extração na sala ao lado. Ele vai demorar e não vai nos atrapalhar...
Enquanto a danada tirava a máscara do rosto, meu pau já endurecia. Danielle tinha seus cabelos castanhos presos em um coque naquele dia e como sempre seu perfume me seduzia, me deixava maluco por ela.
A bela dentista foi com sede ao pote, estava ansiosa por aquilo.
Mal tirou meu pênis meia-bomba para fora da calça e caiu de boca, sedenta! Chupando como se fosse um pirulito, até meio sem jeito. Minha esposa paga um boquete muito guloso, profundo, bem melhor... também, eu coloco minha ruivinha para mamar direto né, então, ela tem habilidade. Minha dentista claramente estava um pouco enferrujada... e ainda mais com o fator do seu marido estar por perto.
A chupeta foi aos poucos melhorando, com Danielle babando e cuspindo no meu pau. Ao contrário da consulta anterior, quando bateu punheta me encarando, ela evitava olhar para mim e só queria saber de chupar minha rola e lamber minhas bolas. Quando a gata terminou de me chupar e bebeu todo o meu leite, me fazendo tremer de tesão, ela lambeu os lábios e sussurrou em meu ouvido novamente, dizendo que minha porra estava “saborosa” querendo saber como eu tinha deixado meu esperma tão docinho.
Foi também nesse dia que descobri sua preferência por pelos pubianos. Ao sair do consultório ela me mandou mensagem dizendo que foi um prazer me atender e que gostou de eu não me depilar, pois amava os pelos. Ela havia dado sorte, Jéssica estava menstruada e eu não estava transando com ela, e sim com uma outra gata da igreja, amiga da minha mulher e que também gosta de uns pelos... por isso eu os havia mantido, mas agora já tinha anotado a dica.
Pelo menos uma vez por mês aquela safada merecia um leite de qualidade! Já que o idiota do marido claramente não dava mais atenção.
Uma gostosa como aquela... elegante, refinada, estudada.
Danielle merecia àquela aventura e tiver sorte dela me escolher.
E foi assim que virou rotina...
Nos meses seguintes eu ignorava Jéssica quando a consulta estava chegando, dando alguma desculpa para não meter nela e somente chupava sua bucetinha de mel, fazendo a gostosinha se gozar toda enquanto eu me guardava para Danielle.
E valia muito a pena.
No final da consulta, a safada caía de boca na minha rola, mamava com vontade e me fazia gozar bem fundo em sua garganta. Infelizmente, nos dois meses seguintes seu marido estava novamente ali por perto, e por mais que eu e ela conversássemos por whatsapp, com o corre-corre da rotina não conseguíamos marcar alguma transa. Ela me contava que ainda tinha alguns receios... que nunca havia traído o marido e que eu era o primeiro caso dela em seus 10 anos de casada. Estava um pouco indecisa e não sabia se teria coragem de avançar e foder pra valer, por mais que quisesse muito.
Eu ouvia aquele papo todo pensando que não passava de lorota... enfim, um boquete eu estava ganhando e isso já era bom demais. Qual homem nunca teve vontade de pegar alguma profissional da área da saúde? É muito fetichista.
Chegar no consultório e ver aquela casada toda arrumada, cheirosa e doidinha pra tomar meu leite me fazia me sentir muito macho.
Ela fazia o marido de corno, bem ao lado dele, que ordinária!
Me diverti muito com Dani naqueles meses, até que em uma das consultas aconteceu algo melhor do que os boquetes rotineiros.
- Hoje o corno não veio... tinha um compromisso. Vamos lá?
O sorriso intrigante dela prometia.
Eu já me preparava mentalmente para foder aquela tesuda ali no consultório, mas não era isso que ela queria, não ainda.
Dani me atendeu sem pressa, fez o serviço que era paga para fazer e no final me surpreendeu: descalçou seus saltos altos.
Toda desinibida, a doutora me fez olhar para seus belos pés, que eu já tinha reparado desde as primeiras consultas. Estava com as unhas feitas, pintadas de vermelho vivo. Dani colocou um deles sobre o meu colo e exigiu uma massagem.
- Hora de você me retribuir um pouco pelo que venho fazendo...
E eu retribuí.
Dei o meu melhor, mesmo não tendo muito tesão em pés.
Entendi que, com ela, as coisas iriam acontecer no tempo que ela determinasse, e eu respeitaria isso, não tinha pressa... afinal, já estava muito satisfeito com minha esposa ingênua e gostosa e com as outras cadelas fogosas que eu metia a rola.
Com aquela dentista... a parada era diferente. Era um jogo.
Eu precisava merecer, conquista-la cada vez mais. Aceitar as manias dela, que se dizia ser uma esposa padrão e que estava apenas se aventurando comigo.
Fazer massagem nos pés de Danielle foi muito excitante, mais do que eu pensava. Ver sua expressão de relaxamento e excitação com meu toque em suas solas foi interessante. Com os dois pés no meu colo, encostada em sua cadeira de atendimento e bem à vontade, a casada se abriu mais ainda comigo. Ouvi-la meter o pau no marido foi muito divertido. Dani me contava como nos últimos anos o sexo era escasso, como os pacientes flertavam e ela lutava para resistir e disse que comigo foi a gota d’água. Ela gostou mesmo de mim, me achou um gostoso e não conseguia tirar a ideia de me chupar de sua cabeça. Eu fui o único que a escutava e demonstrava genuíno interesse em suas conversas triviais e isso foi mexendo com ela.
Sério, eu mesmo fiquei “?”
Pois não achava que tinha feito nada demais e que ela só estava se justificando para trair o marido com a consciência mais tranquila, jogando a culpa nele e na sua falta de atenção, e em mim que a seduzi simplesmente por prestar atenção nela e elogia-la.
Só que eu não tinha nada com isso.
Terminei a massagem naqueles pés macios e longos, solas maduras, e bem cuidadas, sem chulé. Acabei me rendendo e chupei os dedinhos dela, um por um e beijei sua sola, lambendo o peito do pé e a casada se arrepiou toda, completamente excitada por sentir aquilo, talvez, até pela primeira vez. Em seguida, Dani fez o que imaginei que faria. Me mandou abaixar as calças, passou um lubrificante no meu pau e com seus pezinhos babados com minha saliva ela mandou ver fazendo um footjob. Que talento aquela safada tinha para fazer aquilo! Ela disse que via alguns vídeos há um tempo e sempre quis fazer, mas que seu marido frouxo não gostava de nada diferente...
Bom, eu fui o sortudo.
Danielle colocou meu pau grosso entre suas solas e me fez gemer de prazer com seus movimentos, mexendo seus dedinhos sobre minhas bolas, esfregando sua sola suavemente na cabeça do meu pau e me punhetando com maestria até que eu me explodi em gozo! Melequei as duas solas dela com minha porra grossa, fazendo escorrer sêmen por todo seu pezinho e até pingar no chão do consultório. Danielle estava ofegante, muito excitada. Enquanto limpava a sola dos pés ela não parava de me encarar e eu a peguei pelo pescoço, com firmeza e a encarei nos olhos.
- Na próxima consulta eu vou te foder. E quero fazer isso com seu marido aqui ao lado, entendeu?
Ela assentiu, excitada e entregue.
Fiquei contando os dias para a próxima manutenção, ansioso. Doido pra meter o pau naquela buceta casada e que mal era comida. Danielle precisava de uma foda bem dada e aquele corno frouxo merecia levar um belo chifre, bem ao lado dele. Passei o mês trocando mensagens picantes com Dani, mandando fotos e vídeos e recebendo também. Fazíamos até chamadas de vídeo quando dava e eu batia uma para aquela gostosa que passou a confiar tanto em mim que se mostrava todinha na câmera. Eu ainda não a tinha visto nua pessoalmente e naquele mês foi um deleite ver seu corpo, enquanto me preparava para foder com a safada.
Virei Jéssica até de ponta-cabeça naqueles dias. Estava com tanto desejo acumulado e tanto fogo que precisei descontar muito na minha doce esposa. Peguei ela com força, fodi de quatro, comi o cuzinho apertado e rosinha dela. Fui até mais bruto do que sou normalmente. Minha mulher é mais “sensível”, não gosta de violência na cama, por isso que eu desconto na amiga dela e nas garotas de programa que saio. Com essas eu fodo sem dó! Com minha esposinha, porém, costumo pegar leve, mas naqueles dias não teve como. E a danada até que estava se acostumando a ser tratada com mais rigor e começando a pedir por tapas, por pisadas na cabeça... quem diria!
Uma semana antes, parei.
Deixei-a de lado, fazendo a gata subir pelas paredes de tesão, mas meu foco era completo em Danielle. Comprei até um tadala um dia antes, queria arregaçar a buceta dela sem margem para erro.
Seria meu pau grosso entrando e saindo sem pena, sem descanso.
Cheguei no consultório ereto, em ponto de bala.
Por ironia do destino, quem me recebeu na porta foi o idiota do corno... quase dei risada da cara dele, mas fiquei concentrado em disfarçar minha ereção. Quando passei da porta do consultório, Dani nem estava de máscara, ela mal me viu e se jogou nos meus braços me abraçando e beijando calorosamente, estava morrendo de tesão. Até esqueci de encostar a porta e que sorte nós demos do corno não ter passado ali bem naquele instante. Minha dentista estava maquiada e cheirosa como sempre. Após recobrarmos um pouco o juízo, a danada trancou a porta, passou a chave e me empurrou até que eu ficasse apoiado na beira da mesa dela.
Dani chegou pertinho de mim, tirando seu jaleco branco e ficando apenas de calça jeans, salto alto e uma camiseta preta bem justa. Ela estava uma gata, com os cabelos castanhos soltos.
- Hoje eu quero que você me foda! Eu preciso tanto disso...
Sem nem me deixar responder ela voltou a me beijar. Escutamos os passos de seu marido passando bem em frente a porta e nossos corações aceleraram com a ousadia do que estávamos fazendo. O corno entrou no consultório ao lado que estava vazio, mas segundo Dani, logo chegaria um paciente. Apressada, minha dentista se ajoelhou submissamente e abaixou minha calça com agilidade, começou a beijar minha cueca e fazia um coque improvisado para iniciar a chupeta. Ela me mamou gostoso, como sempre, mas não por muito tempo. Dessa vez, o foco era outro. Quando já tinha borrado bem o seu batom de tanto me chupar com pressa, Dani se levantou e sussurrou em meu ouvido.
- Me pega de jeito... me come!
Que cadela safada!
Estava doidinha pra dar a buceta no consultório, bem ao lado do marido.
Não precisei ouvir duas vezes e troquei de lugar com ela, apoiando a gostosa na beira da mesa larga de madeira e me agachando atrás dela. Tirei o cinto da calça jeans dela e abaixei até o meio das pernas, revelando uma calcinha fio dental rosinha, socada entre suas nádegas pequenas. Lambi aquela bundinha, que não era carnuda, mas tinha seu charme, bem redondinha e pequena e me levantei, roçando meu pau duro contra minha dentista e grudando meu corpo quente e excitado no frágil corpinho da gata.
- Eu vou estourar essa calcinha, vai voltar sem pra casa!
Puxei a calcinha rosa até que ela rasgasse e empurrei as costas de Dani, forçando-a a empinar o bumbum para mim e encostar sua cabeça na mesa de madeira. Enfiei um dedo na buceta dela para checar como estava a situação ali e a cadela estava ensopada, pegando fogo. Eu estava com uma puta vontade de chupar aquela bucetinha molhada, mas tinha receio de Dani não se conter e gemer alto.
Percebendo minha indecisão, ela me encarou.
- Não me chupa... só me come... anda logo!
Então eu meti a rola!
Entrei de uma vez e ela teve que tapar a boca pra não gritar.
Fiquei bombando devagar, curtindo a sensação de comer uma xereca tão apertada. Jéssica de tanto que eu fodia já estava ficando larga e as outras cachorras que eu saía, nem se fala...
Agora, aquela buceta casada e quase virgem de tanto tempo sem uso...
Puta que pariu! Estava deliciosa!
Nunca vi uma mulher tão excitada e lutando tanto para não gemer. Danielle se segurava na mesa de madeira e tapava sua boca, com os olhos fechados e uma expressão de prazer genuína, gemendo abafado, respirando rápido. A transa precisava ser discreta, mas a minha vontade era de puxar o cabelo dela, judiar da gostosa e meter até aquela mesa quebrar, só que isso, seria mais pra frente. Naquele dia seria somente uma foda rápida para dar o sexo que ela tanto merecia e necessitava.
E bem pertinho do marido...
Metendo ritmado eu comia com tesão aquela xoxota melada com a calcinha estourada no chão, aos meus pés. A calça jeans de Dani estava na metade das pernas dela e ela aguentava bem a pressão das minhas estocadas contra seu bumbum magro, afundando meu pau em sua vagina. Ficamos fodendo assim por alguns minutos e escutamos o marido dela sair do consultório dele, ir atender a porta e receber seu paciente, conversando alegremente sem nem sonhar com o adultério bem debaixo do seu nariz.
Mudei a casada de posição, mandando ela ir se apoiar na cadeira odontológica e ficar de frente para mim, queria olhar na cara dela enquanto a comia. Danielle adorou a ideia e ficou virada de frente, me encarando e sorrindo. Entrei nela novamente com meu pau latejando sob o efeito do tadala e consegui me abaixar um pouco para beija-la na boca, enquanto metia fundo.
Nessa hora o tesão já estava demais e eu estava quase gozando...
Não daria pra segurar por muito tempo.
Percebendo que eu estava perto de atingir o clímax, a danada levantou sua camiseta sem sutiã por baixo o máximo que conseguiu e me exibiu seu belo par de seios.
Que delícia de tetinhas!
Não muito grandes, mas branquinhas e com bicos marrons-claro. Ela havia ficado grávida por duas vezes e amamentado no peito e seus seios eram um pouco caídos e com bicos redondos, do jeito que eu gosto, bem naturais.
Enfiei a cara neles e suguei com força! aí não teve jeito...
Com minha dentista gemendo baixinho e delirando de prazer, gozamos.
- Esposinha adultera... – eu sussurrava - ...dando do lado do marido!
Jorrei meu leite dentro dela e a lambuzei toda enquanto ela se tremia gozando junto comigo e se segurando com força na cadeira odontológica.
Ficamos nos tremendo, extasiados e realizados até que a maçaneta da porta rangeu.
Puta que pariu.
O maridão havia terminado a consulta e tentou abrir a porta duas vezes, por sorte, minha dentista havia trancado, mas isso era estranho e o corno bateu na porta, desconfiado.
- Amor, tudo bem?
Com meu pau dentro de sua buceta, e ofegando, Danielle lutou para responder o mais normalmente que pode.
- Sim... sim, amor... Acabei trancando a porta sem querer. O que quer?
- Nada, não. Só estou avisando que vou na padaria aqui ao lado pegar um lanche pra gente.
- Está bem! Volte logo! – e me encarando com um olhar debochado, completou – Te amo!
O corno se afastou e ao escutarmos ele saindo do consultório a gente desatou a rir. Tirei meu pau de dentro dela e minha porra escorreu por suas pernas. Dani me apontou uns lencinhos e eu entreguei para que ela se limpasse e depois subisse sua calça jeans.
- Seu safado... agora vou ficar toda suja e sem calcinha!
Sorri e dei um beijo na boca gostosa dela e finalmente sentei na cadeira para o meu atendimento. Como o corno ia demorar um pouco, depois de fazer minha manutenção a casada ainda me mamou mais uma vez, Danielle não conseguia sossegar enquanto não bebesse meu leite. Gozei bastante na garganta dela e me despedi, realizado. Feliz da vida por ter fodido aquela dentista tesuda.
Na saída do prédio, dei de cara com o idiota do marido chegando com os lanches. O cumprimentei educadamente e saí de lá dando risada.
E hoje... bom, hoje tenho mais uma consulta...
Já segui meu ritual religiosamente e estou indo ao encontro da minha putinha casada.
Quem sabe, dessa vez eu coma o cuzinho dela.
Luxúria Contos Eróticos.
