Capítulo 6: Cinzas e Pecado: A Grande Orgia Familiar na Casa de Cabo Frio (FINAL)

Um conto erótico de Bruno
Categoria: Heterossexual
Contém 1598 palavras
Data: 18/02/2026 11:31:20

A Quarta-feira de Cinzas amanheceu com aquele mormaço pesado de Cabo Frio, o tipo de calor que gruda na pele e faz o sangue pulsar mais rápido. Logo cedo, meu pai, Otávio, e o Tio Jorge já estavam na varanda, animados com a ideia de uma "despedida de homens" em um canal afastado.

— "Bora, Bruno! Vamos pescar em um canal afastado daqui, o lugar é o paraíso dos pescadores," — convidou Jorge, ajeitando o material. Eu, com a voz mais cínica do mundo, recusei: — "Valeu o convite, tio, mas o sol de ontem me quebrou. Vou ficar por aqui, dar um mergulho na piscina e descansar o corpo pra estrada." Mal os dois saíram com o carro, o silêncio da casa tornou-se o prelúdio do caos.

Valéria trancou a porta principal com um estalo seco. Letícia desceu as escadas logo em seguida, completamente pelada, com a pele dourada brilhando. Helena, minha mãe, surgiu do corredor e paralisou: — "Meu Deus... a Letícia também? Bruno, o que é isso? Eles podem voltar a qualquer momento!" Valéria caminhou até ela com calma: — "Cunhada, relaxa. Eles foram pro canal longe. O Carnaval só termina quando a gente quiser. Deixa o Bruno ser o único homem dessa casa hoje e aproveita."

Assumi o papel de dominador e, sentado no sofá apenas de cueca e sentindo meu pau pulsar como uma pedra, dei a ordem: — "Quero as três no quarto agora. Vistam as fantasias do carnaval de novo. Quero o show completo." Enquanto elas subiam, esperei com o sangue fervendo. Quando elas desceram, o cenário era de perdição: Letícia de Diabinha, Valéria de Enfermeira e Helena de Mulher-Maravilha. Todas sem calcinha. Mandei as três ficarem de quatro, uma ao lado da outra no sofá. — "Que visão... o álbum de família tá completo," — eu rosnava enquanto as chupava alternadamente, sentindo o mel individual de cada uma.

A orgia na sala explodiu. Depois de arrancarem minha cueca e me mamarem em um círculo de línguas e batom, possuí a Letícia e a Valéria vaginalmente, mas reservei o tratamento especial para a enfermeira e a heroína: esfolia os cus da minha tia e da minha mãe enquanto elas se beijavam freneticamente. — "Gosta desse caralho no rabo, mãe?" — "Gosto, meu filho! Me arromba!" — ela gritava antes de ter um orgasmo violento que a deixou trêmula. No ápice, gozei na boca das três, mandando colocarem a língua para fora. Elas obedeceram com adoração, brincando com o meu sêmen entre beijos lésbicos.

Fomos para a cozinha buscar bebidas geladas. Meu vigor de 21 anos não dava trégua, embora eu sentisse as pernas pesarem. Prensei a Valéria contra o mármore gelado e a possuí ali mesmo. Depois, foi a vez da Letícia na mesa de madeira e da Helena encostada no freezer. — "Diz que você é minha safada, mãe!" — eu comandava. Gozei fundo na boceta da Helena enquanto minha tia chupava a intimidade dela. Valéria gozou logo em seguida com a chupada que a ganhava da filha, gritando de prazer enquanto limpava o rastro do meu sêmen. Eu sentia meu fôlego curto, o suor pingando do rosto, mas o tesão era um motor que não me deixava parar.

Na piscina, fizemos um sexo louco e molhado. Valéria usou os dedos para fazer a Letícia gozar repetidamente, enquanto eu entrava na Helena por trás, sentindo o vácuo do cu dela na borda. Houve muita cena lésbica; Valéria e Helena se devoravam com as mãos e línguas enquanto eu possuía a ninfeta sob a água, sentindo o encaixe perfeito. Eu sentia cada músculo do meu corpo reclamar, uma exaustão deliciosa que me fazia tremer, mas me mantinha firme, guiado pela luxúria que emanava daquelas três mulheres. Gozei ali mesmo, mergulhado no prazer, sentindo minha energia se esvair por um segundo para logo em seguida ser recarregada pelos beijos delas.

Depois, fomos para o chuveirão. Como o espaço era curto, nos revezamos em duplas, com muita mão boba enquanto eu recuperava o fôlego. Nos secamos e subimos para o quarto. A troca de carícias era intensa, até que olhei para a Letícia: — "Quero seu cu, prima. Quero levar essa lembrança virgem pra casa." Ela hesitou, com medo: — "Bruno... dói?" Helena se aproximou: — "Relaxa, Leti. A gente ajuda." Minha mãe passou o lubrificante com paciência, enquanto a Valéria segurava as mãos da filha e sussurrava: — "Tira a virgindade da sua priminha ninfeta, tira! Arromba ela, Bruno!"

Com o auxílio das duas, invadi. Entrei milímetro por milímetro, sentindo a resistência da carne. O grito de choque da Letícia logo deu lugar a um delírio. Alternamos as posições; eu a peguei de lado, sentindo o aperto absurdo, e depois de quatro, socando com um ritmo que unia dor e prazer. Eu estava no meu limite físico, o coração martelando, mas a visão da minha mãe e tia assistindo me dava uma força animal. Gozei fundo no cu da Letícia, vendo-a gozar junto comigo em um espasmo eterno. Ficamos ali deitados, os quatro, trocando carícias e sussurros.

— "Puta que pariu... eu nunca imaginei que uma Quarta-feira de Cinzas pudesse ser tão colorida," — eu disse, recuperando o fôlego enquanto a Letícia descansava a cabeça no meu peito.

Valéria deu uma risada rouca, acariciando o rastro de suor na minha barriga. — "Colorida é pouco, sobrinho. Você literalmente reescreveu a árvore genealógica dessa família hoje. Jorge e Otávio estão lá fora tentando fisgar peixe, e você aqui fisgou o aquário inteiro."

— "Eu ainda não consigo acreditar que fiz isso," — Helena murmurou, embora tivesse um sorriso satisfeito e os olhos brilhando. — "Olhar para vocês assim e saber tudo que fizemos.. Bruno, você é um perigo. A gente vai voltar para o Rio e eu não sei como vou olhar para o seu pai sem lembrar do gosto do seu leite. Acho que nunca mais serei a mesma"

— "A culpa é do sol de Cabo Frio, tia," — Letícia brincou, já mais relaxada, passando o dedo na borda da minha orelha. — "E desse pirata aqui que não aceita 'não' como resposta. Mas confessa, tia Helena, a minha mãe estava certa. O pacto de Carnaval é sagrado. O que aconteceu aqui fica enterrado na areia."

— "Enterrado nada," — Valéria retrucou, sentando-se e exibindo os seios fartos com orgulho. — "Isso é um vício. A gente vai ter que marcar muitas 'reuniões de família' de agora em diante. Bruno, você deu conta das três, mas olha o seu estado... parece que passou um trator por cima de você."

— "Um trator chamado família," — eu ri, sentindo cada músculo latejar. — "Mas eu ainda tenho um resto de munição guardado. A gente não vai embora sem uma última despedida."

Ficamos ali mais um tempo, trocando carícias leves e planejando como manteríamos o segredo. Por volta das 16h30, o mormaço começou a dar lugar a uma brisa leve. Fomos todos para a varanda, onde a rede balançava preguiçosamente. A vista para o mar era o cenário perfeito para o ato final.

A última orgia foi um espetáculo de sombras e pele. Começamos com Helena e Valéria se pegando na rede, os corpos se fundindo em um beijo lésbico profundo enquanto eu e Letícia assistíamos. Logo, a rede tornou-se o palco do meu último esforço. Deitei com a Valéria e a possuí ali mesmo, sentindo o balanço do tecido aumentar a pressão de cada estocada, enquanto a Helena se ajoelhava para me dar um boquete profundo e a Letícia masturbava a própria mãe.

O vigor estava no fim, mas o tesão era uma chama que se recusava a apagar. Saí da rede e prensamos a Helena contra o parapeito da varanda. De frente para o mar de Cabo Frio, eu a possuí uma última vez, as mãos dela agarradas na madeira enquanto a Valéria e a Letícia a ajudavam a gozar com carícias frenéticas. Eu sentia meu coração explodir, as pernas falhando, mas a visão daquelas três mulheres entregues, as fantasias agora em farrapos, me deu o impulso final.

Virei a Letícia de costas na poltrona da varanda e a penetrei com tudo o que me restava. O som do mar abafava nossos gemidos. Gozei jatos intermináveis, sentindo minha alma sair junto com a porra. Desabei sobre ela, acabado, suado e completamente esvaziado. Ficamos os quatro ali, amontoados na varanda, em um silêncio de quem tinha acabado de conquistar o mundo e destruir todos os tabus.

Às 17h30, os homens chegaram animados e bêbados, batendo as botas na varanda e exibindo os peixes. — "Perderam o melhor dia de pesca da vida!" — gritou meu pai, sem notar o cheiro de sexo que ainda pairava no ar ou o brilho exausto nos nossos olhos.

Na manhã de quinta, as famílias se despediram em frente ao portão. Entrei no carro com meus pais. Helena sentou ao meu lado no banco de trás. Assim que pegamos a estrada, ela jogou o lençol sobre nossas pernas e sua mão encontrou meu pau, iniciando uma masturbação frenética e silenciosa enquanto meu pai dirigia sorrindo, alheio ao fato de que o Carnaval de Cabo Frio tinha mudado nossas vidas para sempre.

**

Nota do Autor: Quero agradecer imensamente a todos os leitores que acompanharam essa aventura excitante e proibida do Bruno em Cabo Frio! Inicialmente, o plano era que este conto fosse uma aventura única de Carnaval, um "relato de viagem" isolado. No entanto, devido ao feedback incrível e ao recebimento tão positivo de vocês, estou considerando seriamente fazer uma continuação para mostrar como esse "vício familiar" vai se desenrolar no dia a dia no Rio de Janeiro.

Se vocês querem uma continuação para essa história, comentem aqui embaixo! O apoio de vocês é o que move a caneta. Até a próxima!

**

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Contos_do_Lobo a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Contos_do_LoboContos_do_LoboContos: 14Seguidores: 22Seguindo: 0Mensagem Onde o instinto encontra a escrita. Aqui, as fantasias mais profundas ganham vida em forma de contos. Entre e perca-se nas histórias de quem observa o desejo de perto.

Comentários

Foto de perfil genérica

Bom conto Lobo!

Apoio a continuação da história, acho que tem muita pularia boa pra rolar .

0 0