Uma consulta ginecológica de rotina que começou com toques estranhos e demorados... e terminou com uma proposta que mudou tudo. Eu, Lucia, 28 anos, encorpada e cheia de curvas, descobri um lado meu que eu nem sabia que existia. Parte 1 do relato.
Eu sou a Lucia. Tenho 28 anos. Sou encorpada, mas não gorda — corpo cheio, curvas marcadas, seios grandes e pesados que sempre chamam atenção (mesmo quando uso blusa larga, eles se destacam), bunda grande e redonda que preenche qualquer shortinho ou calça, barriguinha macia que dá um ar gostoso de mulher madura mesmo sendo jovem. Tenho pele clara, cabelo castanho comprido, olhos castanhos grandes, e uma cara de “boazinha” que engana muita gente.
Tem um lado meu que ninguém sabe. Um lado que gosta de ser usada, de abrir tudo, de sentir buracos esticados até o limite, de ser reduzida a um buraco útil pra descarregar tesão alheio. E foi exatamente isso que começou quando marquei aquele exame ginecológico de rotina.
Eu tava atrasada com o preventivo. Marquei uma consulta com o Dr. Franco, um ginecologista da clínica particular. Cheguei nervosa, como sempre nesses casos: shortinho jeans curto, blusinha fina branca (sem sutiã, porque tava calor), calcinha preta simples. Entrei na sala 3, coração batendo forte.
Ele era grande. Pele negra profunda, uns 55 anos, corpo pesado e barrigudo (aquela barriga que ocupa espaço, ombros largos), mãos enormes, jaleco branco aberto sobre camisa social. Voz grave, calma, que preenchia o ambiente inteiro.
— Boa tarde, Lucia. Pode tirar a roupa toda e deitar na maca. Vamos começar o exame.
Tirei tudo devagar, nua, subi na maca, deitei de costas. Ele colocou os estribos, abriu minhas pernas, ajustou a altura. Senti o ar frio na bucetinha exposta, o cuzinho piscando de nervoso. Ele sentou no banquinho, mãos grandes nas minhas coxas internas, abrindo mais.
— Relaxe... exame externo primeiro.
Os dedos grossos roçaram os lábios externos, separando devagar. Demorou mais do que o normal. Circulou o clitóris com o polegar, como se estivesse “checando sensibilidade”.
— Bem cuidada... rosada, depilada... lábios simétricos, clitóris pequeno mas já aparecendo. Bem lubrificada , né? Normal, muitas ficam assim no exame.
Ele pegou o espéculo, lubrificou, inseriu devagar. Senti o metal frio abrindo minhas paredes, esticando. Girou, olhou com a lanterna.
— Colo do útero bonito... rosado, sem lesões. Mas vamos examinar mais fundo.
Tirou o espéculo, mas não parou. Dois dedos entraram na buceta, depois três, palpando as paredes internas, pressionando “pra ver se tem sensibilidade”. Mexeu devagar, curvando os dedos, barriga pesada roçando minha coxa enquanto ele se inclinava mais perto.
— Tá sentindo aqui? — perguntou, voz baixa. — Aqui ta bom, né? Tá apertando meus dedos... quente, molhada... relaxa mais, deixa eu examinar o fundo.
Eu gemi baixinho, involuntário. Meu corpo traiu na hora — bucetinha apertando os dedos dele, clitóris inchando, molhada escorrendo na maca. Ele percebeu, mas continuou “examinando”, dedos girando devagar, pressionando mais fundo, demorando demais.
Ele tirou os dedos devagar e disse com voz profissional:
— Tudo normal por enquanto. Mas vamos precisar de uma segunda consulta pra exame mais completo, Mama, palpação profunda. Semana que vem, mesmo horário?
Eu assenti, corpo ainda tremendo. Saí da clínica com bucetinha latejando, pensando “os toques dele foram... estranhos... demorados demais... mas eu gostei...”.
Segunda consulta
Voltei na semana seguinte, nervosa mas excitada. Ele me recebeu com o mesmo sorriso calmo.
— Boa tarde, Lucia. Deite na maca, pernas nos estribos. Hoje vamos completar o exame. Preciso de uma segunda opinião.
Eu perguntei, voz baixa:
— Como assim segunda opinião?
— Relaxa, às vezes é preciso — respondeu ele, sem dar muita explicação.
Ele chamou na porta:
— Dr. Carlos, pode entrar?
Carlos entrou: outro médico negro, uns 50 anos, barrigudo, mãos grandes, jaleco branco, sorriso safado mas profissional. Sentou do lado da maca.
Franco abriu minhas pernas de novo, dedos roçando os lábios externos.
— Vamos começar. — Três dedos entraram na buceta, mexendo devagar. — Tá mais molhada que da última vez... clitóris inchado, lábios rosados... tá respondendo bem.
Carlos se aproximou, mão na minha coxa:
— Deixa eu ver. — Dedos dele entraram junto, abrindo mais, palpando fundo. — Quente, apertada... paredes macias... tá relaxada, né?
Eu gemi mais alto, corpo tremendo. Eles examinaram demais, inventaram pretextos pra toques a mais (“preciso checar a profundidade”, “vamos ver a elasticidade”), e eu fingi que foi um exame normal.
O exame acabou e Franco perguntou, voz baixa e direta:
— Lucia... você gostou. A gente viu. Tá molhada pra caralho, gemendo baixinho... quer a terceira consulta pra “completar” o exame... ou quer que a gente te transforme em nossa pet já de uma vez?
Eu pisquei, confusa, ofegante:
— Como assim... pet?
— É, nós vimos que você gostou — disse ele, sem rodeios.
Carlos riu baixo, mostrou a aliança no dedo dele e no de Franco:
— A gente é casado... cada um com a sua esposa. Temos boa família, filhos em casa, vida normal, tudo certinho. Mas aqui... a gente tem esse lado. Compartilhamos mulheres como você pra descarregar o saco cheio quando bate vontade. Sem forçar. Você vem quando quiser, abre tudo, deixa a gente esticar, encher, gozar dentro até escorrer. Usa coleira se quiser, fica de quatro, gemendo baixinho enquanto a gente toma conta de você. Sem compromisso. Só prazer cru.
Franco completou:
— Você pode ser nossa pet. Liga quando bater vontade, ou a gente liga pra você. A gente usa você como depósito de porra fixo. Sem ameaça. Só o que seu corpinho tá pedindo agora.
Eu tremi, gelei.
— Pensa nisso. Liga quando decidir. Ou a gente liga pra você.
Eu saí sem acreditar, mas com um misto de sensações. Medo, vergonha, curiosidade... e um tesão que não saía do corpo.