Capítulo 5: Sangue do meu Sangue: Comi a minha Mãe no Carnaval

Um conto erótico de Bruno
Categoria: Heterossexual
Contém 2686 palavras
Data: 18/02/2026 09:23:41

O restante daquela segunda-feira foi um borrão de euforia e cansaço. Depois do casarão, mergulhamos na Praia do Forte para tirar o sal e o suor, disfarçando a adrenalina que ainda corria nas veias. Voltamos para casa, bebemos mais um pouco na piscina, mas o corpo pediu trégua. No quarto, eu e Letícia deitamos com a porta destrancada, como a Valéria mandou, mas a exaustão era tanta que mal trocamos um beijo de boa noite antes de desmaiarmos.

A terça-feira de Carnaval nasceu com uma promessa diferente. Decidimos fugir do movimento e pegamos o carro para uma praia mais afastada, um refúgio de areia branca e quase ninguém em volta. O cooler estava lotado de cerveja gelada e a caipirinha de limão circulava sem parar. Helena, minha mãe, estava radiante. O biquíni de Mulher-Maravilha da véspera deu lugar a um fio-dental branco que, molhado, não deixava absolutamente nada para a imaginação.

Lá para o final da tarde, com todo mundo já com a voz arrastada pelo excesso de álcool, a Valéria se levantou e me deu um toque discreto no ombro.

— "Bruno, me ajuda a buscar umas coisas lá no carro? Esqueci a bolsa de térmicos perto das dunas," — ela disse, com aquela voz de quem já tinha um plano traçado.

Letícia estava distraída com o celular e Helena continuava no papo com Jorge e o marido. Caminhamos até um ponto escondido pela vegetação. A Valéria não esperou. Ela se escorou em um tronco, levantou a saída de praia e já estava sem nada por baixo.

— "Me fode, Bruno... me arregaça antes que eu enlouqueça," — ela implorou.

Eu a peguei com vontade. O sexo estava selvagem, o som da carne batendo se misturava ao barulho das ondas. Eu a esfolava por trás, sentindo o aperto seco e viciante do seu cu, enquanto ela gemia palavras sujas, dizendo que eu era o único homem daquela família. Estávamos perdidos no prazer quando o mundo desabou.

— "Bruno? Valéria? Vocês..."

A voz de Helena morreu. Ela estava parada a poucos metros, com uma lata de cerveja na mão, trêmula. O choque nos olhos dela foi violento ao ver meu caralho enorme entrando e saindo da cunhada. Eu gelei. Foi um déjà vu do flagra da Letícia, mas com o peso de ser a minha própria mãe ali.

— "Meu Deus... Bruno! Valéria! Que nojo é esse?" — Helena gaguejou, a voz sumindo. — "Você está comendo a esposa do seu tio? Bruno, você enlouqueceu? E você, Valéria? Como você tem coragem de trair o Jorge com o sobrinho dele?"

Eu travei, tentando me cobrir, mas a Valéria, com a calma da experiência e o álcool na mente, saiu debaixo de mim devagar. Ela ajeitou o vestido, caminhou até a Helena e falou com uma suavidade assustadora:

— "Cunhada, respira... Olha pra ele. Olha o que você está perdendo trancada naquele casamento frio," — Valéria disse, parando na frente dela. — "Você acha que eu não sei? A gente desabafa no WhatsApp, Helena. Eu sei que o Otávio mal te toca, que você vive frustrada. O Bruno é a solução que você tem dentro de casa e finge que não vê."

— "Cala a boca! Isso é pecado, é meu filho!" — Helena recuou, as lágrimas de culpa começando a descer. — "Eu vou contar tudo pro Jorge, eu vou acabar com essa palhaçada!"

— "Vai contar o quê? Que ficou excitada vendo seu filho comer a tia?" — Valéria rebateu com frieza, segurando as mãos trêmulas da Helena. — "Olha pra ele, Helena. Olha o tamanho desse pau. Você quer sentir isso tanto quanto eu. Deixa a culpa pra quarta-feira. Hoje é Carnaval, ninguém é de ninguém."

Valéria se aproximou e selou os lábios nos da Helena. No começo, minha mãe resistiu, tentou empurrar, mas a cunhada persistiu, acariciando o rosto dela. O álcool e a carência de anos começaram a vencer. Helena soltou um suspiro pesado e, por um segundo, correspondeu ao beijo.

Valéria se afastou milímetros, apenas o suficiente para sussurrar: — "Assiste, Helena. Só olha o que ele faz. Não diz nada, só sente o clima."

Valéria voltou para mim e se ajoelhou na areia. Eu ainda estava zonzo, o sangue latejando na cabeça. Eu sabia que aquilo era o abismo, que transpor aquela barreira com a minha mãe era um caminho sem volta, um erro imperdoável. Mas o mormaço, o álcool e a visão daquelas duas mulheres ali, entregues ao proibido, anulavam qualquer resquício de moralidade no meu cérebro. Eu não conseguia — e não queria — resistir.

Valéria abocanhou meu pau com uma força animal, fazendo barulhos úmidos de sucção que ecoavam no silêncio da restinga. Eu olhava fixo para a minha mãe. Helena estava paralisada, a respiração curta fazendo o biquíni branco subir e descer rapidamente. Ela via cada centímetro da minha rola entrando na boca da cunhada; via as veias saltadas, o brilho do sêmen pré-ejaculatório. Vi quando a mão dela, involuntariamente, desceu e apertou a própria coxa, os dedos cravando na pele bronzeada.

— "Isso é doentio... Bruno, para..." — Helena sussurrou, mas a voz não tinha mais autoridade, era apenas um lamento de quem já estava derrotada pelo desejo.

— "Vem cá, mãe," — eu disse, a voz rouca, estendendo a mão. — "A senhora sempre foi a mulher mais linda que eu já vi. Deixa eu te mostrar o que é ser amada de verdade."

Valéria parou o boquete, se levantou e segurou Helena por trás, colando o corpo nela. — "Ele é seu, Helena. Saiu de você, mas agora ele é o homem que vai te dar o que nenhum outro deu. Esquece que é pecado por uma hora. Deixa esse caralho te preencher."

— "Eu vou pro inferno por isso..." — Helena choramingou, fechando os olhos enquanto eu a puxava para um beijo. Eu senti o gosto da cerveja e do suor nela. No início, os lábios dela estavam rígidos, mas quando minha língua invadiu, ela soltou um gemido abafado e se entregou, apertando meus ombros com força. A moralidade tinha morrido ali, enterrada na areia de Cabo Frio.

A resistência desmoronou de vez. Valéria ajudou a tirar o biquíni dela, revelando aquele corpo de elite, os seios firmes com bicos escuros e a bucetinha depilada, já encharcada. Eu a coloquei de quatro imediatamente. Ver a minha mãe naquela posição, com aquela bunda de atleta empinada para mim, foi o ápice da minha vida.

— "Minha vez de sentir a Mulher-Maravilha," — eu disse, entrando nela com tudo.

— "Aaaah! Meu Deus, Bruno! É muito grande!" — Helena gritou, perdendo todo o pudor. — "Me fode, filho! Me fode como seu pai nunca fez! Esquece que eu sou sua mãe, me usa como uma cadela!"

O sexo entre os três explodiu em uma selvageria que eu nunca imaginei. Eu as alternava sem dó. Enquanto eu esfolava a Helena por trás, a Valéria ficava na frente dela, as duas se beijando e se acariciando — uma cena que eu nunca imaginei ver, as duas matriarcas da família se perdendo em carícias lésbicas sob o meu comando.

— "Diz que você é minha safada, mãe! Diz!" — eu rosnava, dando tapas na bunda dura dela que faziam um barulho seco na areia.

— "Eu sou sua, Bruno! Sou sua safada! Me arromba!" — ela respondia, completamente fora de si.

Eu as coloquei para fazerem um boquete duplo. As cabeças se batiam enquanto elas disputavam cada centímetro do meu pau. Eu chupava os peitos rígidos da minha mãe enquanto enterrava na Valéria, e logo depois invertia, sentindo o contraste delicioso entre as duas.

No ápice, o prazer era uma queimação insuportável. Eu coloquei a Valéria de quatro e mirei no cu dela, com a Helena assistindo de camarote, com o rosto colado na bunda da cunhada.

— "Vou descarregar tudo na tia, mãe! Olha bem!"

Disparei jatos quentes e intermináveis dentro do cu da Valéria. Ela urrou de prazer, sentindo o preenchimento total. Quando terminei, olhei para a Helena com o olhar de quem tinha acabado de conquistar o mundo.

— "Mãe... agora limpa o que eu deixei na sua cunhada. Chupa o cu dela agora!"

Helena não relutou mais. O álcool e a depravação tinham tomado conta. Ela olhou para o cu da Valéria transbordando meu sêmen e mergulhou a língua ali com uma sede animal, limpando cada gota da minha porra, selando o segredo mais sujo da nossa linhagem.

Nos arrumamos rapidamente, limpando os restos de areia e suor. Saímos daquela vegetação tentando recompor a máscara de normalidade. Quando surgimos na areia clara, meu pai e o tio Jorge já estavam no final do cooler.

— "Pô, finalmente! Achei que tivessem ido fabricar a bolsa térmica na mão!" — meu pai riu, a voz já grossa pela cerveja.

— "A Valéria se enrolou com a bolsa, e eu ainda tive que ajudar a procurar a chave do carro que ela deixou cair na duna," — inventei, com a cara mais lavada do mundo.

Letícia, sentada na canga, me deu um olhar de soslaio, semicerrando os olhos. Ela não era boba; conhecia o meu faro e o da mãe. Helena, por outro lado, estava irreconhecível. A Mulher-Maravilha da véspera tinha dado lugar a uma mulher silenciosa, que mal conseguia encarar o próprio marido. Ela ficou o restante do dia quieta, mergulhando no mar sozinha e evitando qualquer contato visual comigo. A culpa a estava consumindo viva.

Voltamos para casa no fim de tarde. O clima era de fim de festa. Tio Jorge e meu pai continuaram na varanda, decididos a secar o estoque de latinhas. Valéria, exausta e satisfeita, foi direto dormir. Minha mãe se trancou na suíte, dizendo que o sol tinha "pesado" na cabeça.

Eu e Letícia ficamos na varanda, deitados na rede enquanto o céu de Cabo Frio ficava roxo.

— "Fala a verdade, Bruno... o que rolou naquela duna?" — ela perguntou, balançando a rede devagar.

Tentei desconversar, mas a Letícia me conhecia. Contei tudo. Falei do flagra, da reação da Helena e de como a Valéria a convenceu a se entregar. Contei que comi minha própria mãe ali na areia. A Letícia ficou boquiaberta, mas em vez de nojo, vi suas pupilas dilatarem.

— "Cacete, primo... você é um animal," — ela sussurrou, passando a mão no meu peito. — "Minha mãe e a sua juntas? Que safadeza... Isso me deixou com um tesão absurdo. Quando todo mundo apagar, eu quero que você me coma de um jeito que eu esqueça meu nome."

Dito e feito. Quando a casa finalmente silenciou, Letícia escorregou para a minha cama. O sexo foi selvagem, regado a sussurros imundos sobre o que eu tinha feito na praia. Eu a peguei de quatro, socando com força na boceta apertada, sentindo a urgência de uma ninfeta que queria provar que era melhor que a mãe e a tia.

— "Goza dentro, Bruno! Agora!" — ela implorou, as pernas trançadas na minha cintura. Descarreguei tudo, sentindo os espasmos dela envolverem meu pau enquanto gozávamos juntos. Dormimos exaustos.

De madrugada, acordei com a garganta seca. Fui até a cozinha e, ao passar pela sala, vi um vulto. Era Helena. Ela estava sentada no sofá, em um silêncio profundo, olhando fixo para a escuridão da varanda.

— "Mãe? O que a senhora tá fazendo aqui?" — perguntei, assustado.

— "Não consigo dormir, Bruno," — ela disse, a voz quebrada. — "A culpa está me matando. O que a gente fez... é errado demais. Me desculpa, filho. Eu perdi o controle, eu não devia ter deixado a Valéria me levar naquela loucura."

Me aproximei e sentei ao lado dela, sentindo o cheiro de banho e o calor da sua pele. — "Mãe, para com isso. A senhora é linda, é uma mulher maravilhosa e merece sentir prazer de verdade. O que aconteceu foi entre a gente, é o nosso segredo de Carnaval. Ninguém sai ferido se ninguém souber."

— "Mas eu sou sua mãe..." — ela tentou argumentar, mas eu a puxei pela cintura, colando nossos corpos.

Comecei com um beijo lento, mas carregado de uma posse que a fez estremecer. Helena segurou meu rosto com as mãos trêmulas, mas logo seus dedos se cravaram na minha nuca, cedendo à invasão da minha língua. O beijo tinha gosto de urgência e proibição. Nossos olhares se cruzaram no escuro; o dela, nublado pela culpa, mas queimando com uma necessidade que ela não conseguia mais esconder. Eu a beijava como se quisesse apagar todos os anos de frustração dela em uma única noite.

Desci para o seu pescoço, sentindo a pulsação dela acelerada. Minhas mãos subiram pela camisola de seda, descobrindo seus seios rígidos. Eu os chupei com vontade, sentindo Helena arfar e arquear o corpo contra o meu. Ela segurou uma das almofadas do sofá e a pressionou contra o rosto, abafando um gemido longo quando minha língua começou a descer pelo seu ventre.

Eu a abri no sofá e mergulhei entre suas pernas. Helena estava encharcada. Comecei a chupá-la com calma, explorando cada centímetro daquela intimidade que me dera a vida e que agora me pertencia. Ela se contorcia, a almofada abafando seus gritos de prazer, até que o corpo dela esticou todo e ela descarregou o primeiro gozo da noite, tremendo inteira enquanto eu bebia o mel dela.

— "Vem..." — sussurrei, puxando-a pela mão. — "Aqui dentro é perigoso. Vamos lá pra fora."

Arrastei-a para a área da piscina. O ar da madrugada em Cabo Frio estava fresco, mas nossos corpos ferviam. Sob o brilho da lua refletido na água, eu a prensei contra a mureta de pedra. A camisola dela já estava no chão. Eu a possuí de pé, com as pernas dela trançadas na minha cintura, sentindo cada estocada ecoar no silêncio da noite. Helena enterrava as unhas nas minhas costas, alternando entre sussurrar meu nome e pedir perdão a Deus, enquanto gozava repetidamente, com as pernas tremendo a cada impacto.

— "Mãe, olha pra mim..." — eu disse, girando-a e colocando-a de quatro na borda da piscina. Aquela bunda de atleta, firme e dourada, era um convite ao pecado absoluto. — "Quero seu cu. Quero que a senhora seja minha por inteiro."

— "Ai, Bruno... faz anos... eu não sei se aguento..." — ela arquejou, mas o quadril dela já empinava na minha direção, rendido.

Eu não tive pressa. Reuni o máximo de saliva e lubrifiquei bem o meu pau e a entrada dela, massageando com o polegar até sentir que ela relaxava sob o meu toque. Comecei a entrar milímetro por milímetro. Helena soltou um grito abafado, agarrando as bordas de azulejo da piscina com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos.

— "Relaxa, Helena... respira comigo," — eu sussurrava no ouvido dela, beijando suas costas enquanto meu pau vencia a resistência da carne.

Quando entrei todo, o silêncio da noite foi preenchido apenas pela respiração pesada dela. Comecei a me mexer devagar, aumentando o ritmo conforme via que a dor dava lugar a um prazer devastador. Helena começou a rebolar, o som da carne batendo se misturando ao barulho da cascata. Foi ali, dando o cu para o próprio filho, que ela atingiu o ápice mais intenso da sua vida. Ela gozou de forma violenta enquanto eu a esfolava, o corpo dela tendo espasmos ritmados enquanto ela gritava meu nome, entregue à maior depravação que já vivera.

Finalizei voltando para a boceta, pegando-a de frente, com as pernas dela nos meus ombros. Eu a possuía com um carinho agressivo, olhando no fundo dos olhos dela até descarregar tudo lá dentro, sentindo o calor do nosso gozo se misturando.

Fomos para o chuveirão externo. Sob a água gelada, nos abraçamos e nos limpamos em silêncio, trocando beijos que agora tinham um peso diferente: o peso de um segredo que nos uniria para sempre. Voltamos para dentro na ponta dos pés, trancando a casa. No corredor, trocamos um último beijo rápido e cada um entrou em seu quarto.

Deitei na cama, olhando para o teto, ouvindo o ronco distante do meu tio e respiração leve da minha prima que dormia ao lado. Meu coração ainda martelava. Eu não acreditava no que tinha acabado de acontecer. Em uma única viagem, eu tinha conquistado a alma e o corpo de todas as mulheres daquela casa. Era, sem dúvida, o melhor Carnaval da minha vida, mas o sol da quarta-feira de cinzas já começava a querer apontar no horizonte, trazendo o acerto de contas final.

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Comentários

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Maravilhoso!! Tomara que te continuação

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