Ser uma novinha safada como sou tem seu preço. Resolvi contar minhas histórias porque hoje entendi finalmente o que me trouxe até aqui.
Meu nome é Denise. Tenho cerca de 1.60m, e sou do tipo baixinha gostosa: cheia de curvas, peitos redondos, bonitos, rosados (combinando com minha pele branquinha), cintura modelada e uma bunda grandona, pra fora, emendando com minhas coxas.
Desde sempre me achei diferente. Eu via as meninas falando daquelas conversas e eu só pensava, no fundo, em transar.
Enquanto rolavam verdadeiras discussões, e até brigas, por motivos tão tontos, eu estava lá. No meio da roda. Em silêncio. Só imaginando e pensando…bom…como seria fazer certas coisas, que eu logo contarei.
De certo, minhas amigas de escola, não tiveram o que eu tive. Pensei que elas nunca sentiram o que eu já senti.
Há bons anos atrás, um dia, eu percebi, que existia uma coisa que fazia tão bem e que eu tinha ali, dentro de casa, a todo momento, em qualquer situação.
Num dia qualquer, fim de tarde, a noitinha, o papai finalmente chegou do trabalho. Cansado, esgotado, sentou no sofá, ligou a TV, e então ali ficou.
Percebi que mamãe, nada fez. Só falou:
Meu amor, vou fazer seu jantar! Quer comer?
Você leu meu pensamento, meu bem! Por favor!
Aquele era o momento dele. Ele queria paz.
Comecei a olhar, reparar, a notar.
Sua calça da empresa era solta e molinha. Como um tactel.
Resolvi chegar. Eu tinha saudade.
Cheguei bem pertinho e falei:
Papai, posso ficar?
Então, prontamente, ele me respondeu. Me olhando nos olhos com toda atenção:
É claro, bebê, vem cá, senta aqui!
Me pegou, com suas mãos, que eram grossas, e grandes, agarrou minha cintura e me ergueu. Me botou no seu colo, em sua perna esquerda. Como uma amazona em sua cela, ao sentar no cavalo.
Papai chegava no horário que eu já estava de banho tomado. Ele não sabia, mas aquilo que eu, ali, vestia, era meu pijaminha. Não tinha calcinha.
Ao me colocar, em suas coxas que eram grossas e peludas, soltou minha cintura. Talvez imaginou que era só o que eu queria.
Porém, aqueles pelos de suas coxas, esfregando na pelinha dos meus lábios, me fez me molhar. Apenas soltei o meu corpo, que então, deslizou, chegando bem perto da sua cintura. Minha perna direita chegou rapidinho em sua virilha.
Ficamos assim.
Minutos depois, acho que ele entendeu.
A filhinha novinha queria algo mais.
Comecei, devagar, olhando pra cozinha por cima do balcão - pra mamãe não me ver - a esfregar, cavalgar…pra frente, pra trás…como uma brincadeira, eu sorria e falava:
Tá pesado, papai?
…eh…não tá não, bebê
E conforme esfregava, eu sentia molhar.
Minha bucetinha escorria, passava no shortinho do pijama, chegava em sua calça, molhava o tecido, fininho, e chegava em seus pelos.
Não precisou muito. Minutos depois, olhei pro seu rosto e entendi. Fingindo uma pose, ele estava suado. A filhinha gostosa, montando, e ele ali, sem saber muito bem que era aquilo.
Senti que devia parar.
E parei.
Pulei rapidinho e saí, olhei pra sua coxa e vi a mancha, molhada, o formato certinho.
Anunciei:
Bom, vou tomar um banho!
Vai pra cama depois, meu amor? - perguntou minha mãe
Talvez sim, tô cansada, mamãe
Tudo bem!
Só olhei pro papai e ele seguia em choque. Sequer me olhou.
Não consegui ver se seu pau tava duro, mas provavelmente, eu diria que sim.
…
Se você não sabe o que eu ouvi outro dia, no meio da noite, indico voltar e ler meu outro conto.
Logo, conto mais…
