Hoje sou uma adulta e já entendo um pouco das coisas. Tenho 19 anos e sou uma bela safada. Adoro ser uma putinha do meu macho e, principalmente, ser desejada pelos olhares famintos à minha volta.
Mas isso não começou agora, não.
A história começa lá atrás…
Quando era bem novinha - não vou mencionar a idade por restrições daqui - tanta coisa aconteceu que resolvi contar. Se você acha essa coisa de filha e mãe bizarra, pesada, obscena…bem, recomendo pular o conto.
Meu nome é Denise. Tenho cerca de 1.60m, e sou do tipo baixinha gostosa: cheia de curvas, peitos redondos, bonitos, rosados (combinando com minha pele branquinha), cintura modelada e uma bunda grandona, pra fora, emendando com minhas coxas.
Se hoje sou a safada que eu sou, agora eu sei o porquê.
Vim contar minhas histórias aqui e espero que gostem…vou adorar saber.
Certo dia, uns bons anos atrás, meus pais ainda eram casados e estávamos em casa. Depois de jantar, a gente via TV, e logo ia dormir. Essa era a rotina e, de algum jeito, era bom.
Nesse dia, depois da TV, era a hora de ir pra cama, e assim fiz.
Boa noite, papai. Boa noite, mamãe.
Boa noite, bebê! Durma bem!
Nunca encostava a porta do quarto porque eles não gostavam, então só a fechava até sobrar uma frestinha, que entrasse alguma luz.
Os dois também foram pro quarto, apagaram as luzes da casa e o silêncio pairou.
Mas não foi bem assim.
Já pegava no sono quando ouvi uns barulhos e então, acordei. Até tentei pegar no sono novamente, mas não dava. Aquele barulho insistia e martelava na minha cabeça.
“Pá…pá…pá…”
Achei muito estranho.
Levantei da cama e tentei não fazer nenhum barulho. Na ponta dos pés, segui até a porta, e o barulho aumentava.
Puxei minha porta e estava tudo apagado.
Ainda em silêncio e na ponta dos pés, tentei meu melhor caminhar em silêncio, e conforme avançava pelo corredor, o barulho aumentava. Agora, seguido de alguns outros sons.
Grunhidos.
Um som meio de…dor
Ahn…ahn…
(pá…pá…pá…)
Continuei caminhando e, ao seguir na direção do quarto dos meus pais, ouvia ainda mais nitidamente.
Vai…fode…vai…fode, fode, fode!
Chegando na porta, parei e agachei.
Do lado de fora, sabia que eles também nunca fechavam a porta, era o nosso combinado.
Estiquei a cabeça e ao olhar pela fresta - que inclusive, era maior que a do meu quarto - entendi o que era.
Minha mãe é uma mulher atraente até hoje.
Naquela época, então, estava no auge. Ela é um pouco mais alta que eu, tem peitos redondos, grandes, maiores que os meus, e uma bunda redondinha, perfeita. Sempre a admirei por sua beleza.
E era ela. Ali. De quatro. Sua bunda redondinha? Empinada, com as costas pra baixo, e as mãos apoiadas, com seus peitos redondos balançando.
De 4. Como uma cachorra. Talvez a melhor palavra aqui seja…uma cadela!
Atrás dela, a cena ficava mais séria.
Meu pai, de joelhos, a segurava pela cintura. E fazia movimentos intensos, fortes, provocando o barulho que eu ouvia lá do meu quarto…
Pá…pá…pá…
A cada vez que ele afastava, seu membro aparecia, e dava pra ver até de longe.
Fiquei impressionada!
Era grande…bem grande. Não sabia exatamente como devia ser, mas hoje pensando, eu sei. Era grande de modo que ele podia entrar, bater lá no fundo, e voltar, sem sair de dentro. E a cada vez que ele socava até o fundo da buceta da minha mãe, ela gemia, e pedia mais:
Vai…seu cachorro…me fode! Ahn…ai meu útero…ai…fode…fode!
Por um momento, voltei para atrás da parede. Minha bucetinha dava choquinhos…eu sentia e não entendia o que era aquilo…já estava melada minha calcinha…era estranho.
Então, se mexeram. Fiquei bem quietinha e esperei.
Minha mãe, de repente, mudou seu gemido.
Gemia mais longo…mais alto…como se doesse. E dizia:
Aaaaahhhhhh puta que pariu! Aaaaahhhhhhh…isso….isso!
Eu tinha que olhar. Precisava entender.
Olhei pela fresta e então vi.
Era ela…a mamãe…já deitada, de frente, barriga pra cima, com as pernas abertas…e enquanto as abria, seus pés, bem pra cima, segurava por trás da panturrilha, e pedia:
Vai…isso…aí…assim…aí mesmo!
Meu pai, agachado na cama, enfiava a cabeça na buceta dela.
Não sabia bem o que acontecia, mas sei que eu gostava.
Ela gemia tão gostoso que eu me molhava toda.
E ele não parava.
Meus olhos, que se acostumaram com o escuro, já viam perfeito o que os dois aprontavam.
Não sei bem porque…mas eu não conseguia. Tremia. Respirava ofegante.
Tentei me controlar, mas não deu.
Voltei para o quarto.
Deitei rapidinho.
E terminei de ouvir.
Era bom, bom demais.
Virei-me de bruços.
Comecei a me esfregar…até adormecer.
…
Se gostaram, me avisem, que tenho bem mais pra contar.
