O barzinho de esquina, com suas luzes de neon azul e cheiro de cerveja barata, era o último lugar onde alguém esperaria encontrar Lohana. Ela estava ali por um erro de percurso, um pneu furado em uma vizinhança que seu GPS não recomendaria. Vestia um vestido de linho branco, justo o suficiente para esculpir cada curva de seu corpo de deusa. Seus cabelos loiros caiam em ondas perfeitas sobre os ombros, e sua presença ali era como um diamante jogado em um monte de brita.
Ela se sentou no balcão, tentando manter a compostura enquanto esperava o guincho. Foi quando a porta rangeu e o ar do ambiente pareceu ficar mais pesado.
Draco entrou. Ele não usava camisa, apenas uma jaqueta de couro gasta aberta sobre o peito tatuado. Cada cicatriz em sua pele contava uma história de violência. Ele caminhou até o balcão, ignorando todos os outros, e parou exatamente ao lado de Lohana. O contraste era pornográfico: a brancura imaculada dela contra a pele castigada e marcada dele.
— Lugar perigoso para uma bonequinha de porcelana, não acha? — A voz de Draco era um rosnado baixo, vibrando diretamente na espinha de Lohana.
Ela tentou desviar o olhar, mas Draco segurou seu queixo com dois dedos calejados, forçando-a a encará-lo. Os olhos dele eram predatórios. Ele não viu uma mãe perfeita; ele viu uma mercadoria de luxo que precisava ser quebrada.
— Eu... eu só estou de passagem. Meu carro quebrou — Lohana gaguejou, sentindo um calor úmido começar a se formar onde não deveria. O perigo que emanava de Draco era um afrodisíaco que ela nunca se permitiu provar.
Draco soltou uma risada seca e deslizou a mão pesada pela cintura de Lohana, descendo até a curvatura absurda de sua bunda. Ele apertou a carne firme com uma força que deixou marcas instantâneas no linho branco.
— O carro quebrou, mas a sua sorte mudou, loirinha. Eu não sou de deixar uma joia dessas jogada na rua. Você vai vir comigo. E garanto que o "conserto" vai ser muito mais profundo do que você imagina.
O Início da Degradação
Draco a puxou pelo braço para o fundo do bar, onde uma cortina de plástico imunda separava o salão de um depósito escuro. Lohana tentou protestar, mas o medo foi substituído por um choque de realidade quando Draco parou diante dela e, sem dizer uma palavra, abriu o zíper da calça de sarja suja.
O que saltou para fora foi uma arma de destruição em massa. Um membro de 28cm, negro de veias, com uma cabeça larga e pulsante que parecia ter vida própria. Era uma visão que não pertencia ao mundo de jantares beneficentes e reuniões de escola de Lohana.
— Olha bem, Lohana. Esquece o marido, esquece a perfeição. A partir de agora, o seu único trabalho é servir essa fera aqui. — Draco a agarrou pelos cabelos loiros, forçando-a a se ajoelhar no chão de cimento batido. — Você tem essa boca linda, vamos ver se ela consegue dar conta do que um homem de verdade tem pra oferecer.
Lohana, a mãe perfeita, a mulher que todos admiravam, estava agora de joelhos diante de um ex-presidiário, sentindo o cheiro de couro e testosterona, prestes a ser batizada pela brutalidade de Draco. O vestido branco estava manchado, o cabelo desarrumado, e a descida para o abismo de trinta capítulos estava apenas começando.