A madame e o mendigo.

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 1402 palavras
Data: 02/02/2026 14:33:59
Assuntos: Heterossexual

Fanny é uma linda mulher, casada, 32 anos, mãe de dois, pele morena bronzeada, cabelos pretos longos, olhos castanhos escuros, corpo voluptuoso com bunda gigante tatuada e tatuagens coloridas no braço esquerdo. Morava numa casa grande e bonita no bairro de Boa Viagem, Recife: fachada branca impecável, jardim bem cuidado com palmeiras, sala ampla com sofá de couro branco, cozinha americana organizada, quartos com ar-condicionado e piso de porcelanato brilhante. Vida de madame: rotina de compras no shopping, academia, filhos na escola particular. Tudo perfeito por fora.

Tudo mudou naquela tarde de quinta-feira. Voltando do supermercado, virou a esquina e viu o mendigo mijando na sarjeta. Feio de doer: rosto marcado por rugas profundas e sujeira acumulada, dentes faltando, barba rala encardida, cabelo oleoso grudado na cabeça, cheiro forte de suor azedo, cachaça barata e urina velha. Roupa rasgada, pés descalços pretos de lama. Mas o pau que saía da calça era grosso, pesado, pendurado mesmo mole, balançando com o jato amarelo batendo no chão. Fanny parou. A imagem grudou na mente dela como cola quente. Seguiu para casa, mas não conseguia apagar a cena.

Dias depois, viu o mesmo homem passando na rua da casa dela, pedindo esmola com voz rouca. Algo a impulsionou. Chamou da janela da sala.

— Ei, senhor… quer almoçar? Tem feijão com arroz e carne.

Ele olhou desconfiado, mas aceitou. Fanny trouxe o prato fumegante na porta. Ele comeu ali na calçada, sentado no meio-fio. Ela ficou olhando da janela, coração acelerado, sem saber por quê.

No dia seguinte, ele passou de novo. Fanny saiu com uma garrafa de água e um sanduíche de pão francês com mortadela.

— Toma. Pra não passar fome.

Ele pegou, murmurou um “obrigado” rouco. Fanny notou as roupas rasgadas, o cheiro forte que chegava até ela. Sentiu uma mistura estranha de pena e curiosidade.

Semana seguinte, chovia forte. Ele apareceu encharcado, tremendo. Fanny abriu a porta da varanda coberta.

— Entra. Pode esperar a chuva passar aqui.

Ele hesitou, mas entrou. Ficou sentado num banquinho de ferro da varanda, pingando água no piso limpo. Fanny trouxe uma toalha velha e uma camisa do marido que não usava mais.

— Toma. Pode ficar com isso. Tá limpa.

Ele pegou, trocou ali mesmo na varanda, sem cerimônia. Fanny viu de relance o corpo magro, marcado pela rua, e o pau grosso balançando. Virou o rosto, mas a imagem voltou forte.

Dias se passaram. Ele aparecia quase todo dia. Fanny dava comida, roupa velha, café quente. Conversavam pouco: ele contava pedaços da vida na rua, ela ouvia em silêncio, sentada na varanda. O cheiro dele incomodava no começo, mas virou parte da rotina.

Uma tarde quente, ele chegou suado e fedendo mais que o normal.

— Tá um forno hoje — disse ele, enxugando o rosto com a manga rasgada.

Fanny olhou para ele, hesitou, depois falou baixo:

— Quer tomar um banho? Lá dentro tem chuveiro. Pode usar. Tem sabão, toalha limpa.

Ele parou, olhos vermelhos fixos nela.

— Sério, madame?

— Sério. Vai lá. O banheiro de serviço é por ali.

Ele entrou na casa pela primeira vez. Fanny mostrou o banheiro pequeno de empregada, com azulejo branco e chuveiro simples. Fechou a porta, ficou na cozinha ouvindo a água correr. Imaginou o corpo sujo dele sob o jato, o pau grosso molhado. Sentiu um calor subir entre as pernas. Sem pensar, foi até a porta do banheiro, encostou o ouvido. Ouviu ele gemendo baixo, água batendo, respiração pesada.

Curiosa, abriu uma fresta mínima. Viu ele de costas, mão direita no pau grosso, masturbando devagar, água escorrendo pelo corpo encardido. Ele gemia rouco, olhos fechados, provavelmente pensando nela — na madame que dava comida, roupa, banho. Fanny sentiu a buceta pulsar. Ficou ali, mão dentro da calcinha, se masturbando devagar, olhos fixos no pau dele inchando na mão suja.

Ele acelerou, corpo tremendo. Gozou forte: jatos grossos e brancos espirrando na parede do box, no chão, na cortina plástica. Sem mulher há anos, o volume era absurdo — porra escorrendo pelas pernas dele, misturando com a água. Fanny gozou junto, mordendo o lábio para não gemer alto.

Quando ele terminou, ela fechou a porta devagar, voltou para a cozinha, coração disparado, calcinha encharcada.

Minutos depois, ele saiu enrolado na toalha branca, cabelo molhado pingando no pescoço, cheiro de sabão barato misturado ao odor azedo que ainda grudava na pele dele. A toalha mal cobria as coxas magras, e o volume grosso se marcava bem visível na frente, esticando o tecido.

Fanny estava na sala, de pé perto da mesa de centro, e quando ele apareceu, os olhos dela foram direto para lá. Fixos. Hipnotizados. Não piscava. A boca entreabriu ligeiramente, um fio de saliva escapou sem que ela percebesse, escorrendo devagar pelo canto do lábio inferior.

Ele parou, coçou a barba encardida e franziu a testa.

— Tá tudo bem aí, madame?

Fanny piscou devagar, como se acordasse de um transe. Limpou a baba com as costas da mão, rosto queimando.

— Tô… tô sim. Quer água? — perguntou, voz baixa e trêmula.

Ele deu um passo à frente, olhando para ela de cima. Notou o peito subindo e descendo rápido, os mamilos marcados no vestido fino, as coxas apertadas uma na outra. Sorriu torto, dentes faltando.

— Não precisa. Mas você tá olhando muito.

Fanny baixou os olhos, envergonhada, mas logo voltou a olhar. Ele foi até a varanda, pegou a camisa velha que ela tinha dado antes e vestiu. Quando voltou, sentou no sofá de couro branco da sala, toalha ainda na cintura, pernas abertas. Fanny ficou parada, mordendo o lábio.

Ele quebrou o silêncio.

— Pode falar. Tá com cara de quem quer perguntar alguma coisa.

Ela hesitou, cruzou os braços por baixo dos seios, empinando sem querer.

— Eu… eu vi você urinando na rua outro dia. De relance. E… — engoliu em seco — você tem pau grande, né?

Ele riu baixo, som rouco e sujo.

— Grande? Não sei se é isso tudo. Mas tem uns caras que acham que sim. Uns viados me pagam pra meter neles. Dizem que é o maior que já viram. Eu deixo, pego o dinheiro e vou embora.

Fanny se aproximou um passo, depois outro. Parou bem na frente dele, voz quase um sussurro.

— Você… guarda segredo?

— Guardo. Ninguém acredita em mendigo mesmo.

Ela se abaixou devagar, ajoelhando entre as pernas dele, olhos fixos na toalha.

— Posso… ver?

Ele ficou quieto por alguns segundos, depois abriu a toalha devagar. O pau caiu pesado entre as pernas, grosso, veias saltadas, ainda meio mole mas já impressionante.

Fanny arregalou os olhos, respiração acelerada.

— Meu Deus… posso medir? Só pra ver o tamanho.

Ele deu de ombros.

— Pode.

Ela pegou a fita métrica da bolsa de costura na mesa ao lado. Com dedos trêmulos, segurou a base do pau. No instante em que tocou a pele quente e grossa, ele gemeu rouco. O pau pulsou forte uma, duas vezes — e explodiu.

Jatos grossos e quentes saíram com pressão absurda, acertando direto no olho esquerdo dela, na testa, nos cabelos pretos longos, escorrendo pelo rosto como leite morno. Fanny fechou o olho afetado por instinto, mas abriu a boca automaticamente. O pau ainda jorrava. Ela avançou, engolindo a cabeça inteira, sugando com fome enquanto o resto saía direto na garganta. Bebeu tudo, engolindo convulsivamente, o volume absurdo enchendo a boca e descendo quente até o estômago.

Quando parou, ela recuou um pouco, rosto melado de porra, cabelo grudado na testa. Pegou a fita de novo, mediu com cuidado: 28 cm de comprimento por 17 cm de circunferência. Olhou para ele, olhos castanhos escuros brilhando de tesão.

Ele riu, voz rouca.

— Nunca imaginei que uma madame fina dessas era uma puta safada. Olha só… toda melada, bebendo porra de mendigo como se fosse água.

Fanny não respondeu. Apenas voltou a boca no pau ainda duro, chupando com fome, língua rodando na cabeça suja. Ele segurou os cabelos pretos dela com força, fodeu a boca devagar, depois mais rápido.

— Isso, sua vadia de luxo… mama direito… toma mais porra na cara.

Ele gozou de novo, jatos fartos enchendo a boca e transbordando pelo rosto, escorrendo pelo queixo e pingando nos seios. Fanny engoliu o que pôde, o resto escorrendo pelo pescoço tatuado.

Ele saiu da boca dela, limpou o pau nos cabelos pretos molhados de porra.

— Se quiser mais, me chama quando o marido sair.

Fanny ficou ali, ajoelhada, rosto e cabelos melados, barriga cheia, vestido manchado. Olhou para ele e sussurrou:

— Amanhã eu chamo.

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