Será que fui Corno?

Um conto erótico de ISAFABI
Categoria: Heterossexual
Contém 1225 palavras
Data: 17/02/2026 21:53:52

SERÁ QUE EU FUI CORNO?

Bom… eu vou contar aqui um relato verídico que durou 1 ano.

Uma história cheia de aventura, mentiras, sumiços e um final que eu sinceramente não esperava.

E no final eu quero saber a opinião de vocês:

eu fui corno ou não?

Meu nome é Fábio, tenho 29 anos, 1,82, 78kg, corpo de academia, me cuido, sou atraente… não sou desses caras que “ninguém olha”.

Mas eu estava numa fase péssima.

Eu tinha acabado de me divorciar.

Minha cabeça estava frágil, eu estava meio perdido, sem vontade de me envolver com mulher nenhuma. Eu só queria ficar na minha.

E como eu sempre fui apaixonado por carros, eu tinha acabado de comprar uma Mercedes.

Para distrair, criei uma rede social só pra falar de carro com amigos, postar foto, comentar projetos, jogar conversa fora.

E foi aí que tudo começou.

A PRIMEIRA MENSAGEM

Um dia recebo uma solicitação.

De uma garota de 23 anos.

Nome: Isabel.

1,70.

Magra, uns 67kg.

Cabelo preto grande.

E uma bunda grande que chamava atenção até em foto.

Aceitei.

Passou uns dias e nada… até que do nada, recebo mensagem dela, na maior cara de pau:

— “Gostei do seu carro… posso te pedir um favor?”

Eu respondi:

— “Boa tarde. Pode falar.”

Ela falou:

— “Eu sou apaixonada por carro…, mas nunca andei numa Mercedes. Você não me levaria para dar uma volta?”

Eu vi a mensagem e fiquei uns dias sem responder.

Não era joguinho. Eu só estava sem cabeça.

Mas depois pensei:

“Ah… é só uma volta. Qual o problema?”

Respondi:

— “Me fala o dia e a hora que eu te encontro e você aproveita e faz umas fotos do carro pra postar.”

Ela respondeu na hora:

— “Sábado, 15h, no posto tal.”

Fechamos.

Trocamos número e, até chegar sábado, ficamos conversando no WhatsApp.

Sem maldade.

Sem segundas intenções.

Só papo normal.

O PRIMEIRO ENCONTRO

Chegou sábado.

Eu fui no local e encontrei ela.

E vou ser sincero: ela era mais bonita pessoalmente do que nas fotos.

A gente conversou, riu, ela parecia bem solta, bem simpática.

Eu a levei para dar uma volta, ela fez foto, vídeo, postou… e falou que amou a experiência.

Deixei-a em casa e pronto.

Só que quando eu cheguei em casa, ela mandou:

— “Fábio… gostei de você.”

— “Te achei lindo.”

E dali para frente a conversa começou a mudar.

Foi ficando mais quente.

E eu, que não queria me envolver… já estava envolvido.

Os dias foram passando e eu comecei a receber nudes.

E eu mandava também com menos intensidade.

E aquela boceta carnuda estava me deixando completamente louco.

O BARZINHO E O MOTEL

Marcamos de se ver.

Combinamos de ir a um barzinho e depois ir para o motel.

Chegando no motel, ela já foi tirando minha roupa logo na entrada e falando:

— “Vem… vamos tomar banho.”

Ela tirou minha blusa, começou a acariciar meu peito, e já foi descendo meu short.

Meu pau estava ali, normal, na média, 15cm começando a dar sinal de vida.

E eu, que não sou besta, já puxei a blusa dela, revelando o peito pequeno, rosadinho, bico duro… e desci a calça.

A bunda dela era grande mesmo.

Ela pegou meu pau e me levou pro banheiro, puxando por ele.

— “Eu vou te dar banho.”

Eu aceitei.

A gente se ensaboou, jogou água no corpo… e ela com aquela cara de safada falou:

— “Quero lavar seu pau, Fábio…”

Eu ri e respondi:

— “Lava…, mas se ele ficar duro, você vai ter que usar.”

Ela riu e começou.

Passou sabonete, fez movimento circular, e eu fiquei ali só olhando.

Os biquinhos daquele peitinho começaram a ficar duros.

Ela jogou água para tirar o sabão e logo falei:

— “Agora que você deixou ele duro… vai ter que usar, bb.”

Ela respondeu:

— “Com prazer.”

Virou de costas, abriu a bunda com as duas mãos, que visão.

Eu peguei a cabeça do meu pau e comecei a esfregar na boceta dela.

E fui enfiando devagar, até entrar tudo.

Ela soltou um gemido alto.

Comecei a bombar.

Fui metendo com vontade.

Até que as pernas dela começaram a tremer.

A gente cansou, desligou o chuveiro e fomos para a cama.

Na cama eu peguei óleo, passei na cabeça do meu pau e já cheguei metendo de novo, sem deixar ela nem respirar.

Metia fundo.

Sentia bater lá no fundo, perto do útero.

Ela ficou doida.

— “Tá sentindo bater? Tá me deixando louca…”

— “Eu vou gozar, Fábiooooo… vou gozar!”

Eu respondi:

— “Goza, meu bem. Goza gostoso no meu pau.”

E ela gozou mesmo.

Ela tremia.

E eu ainda não tinha gozado.

Ela pegou meu pau, mandou eu ficar em pé, deitou-se de barriga para baixo com a bunda empinada, e começou a me fazer um boquete com vontade, suas mãos grandes e sua bocona, meu pau sumia ali.

Mas eu via a bunda dela ali em cima, que visão e seus pés de princesa balançando… e ela chupando com vontade.

Deu uns minutos e eu gozei.

Eu sempre gozo muito.

Enchi a boca dela de porra, escorreu para os lados… mas ela tomou tudo.

A PAIXÃO

Depois a gente ficou deitado, conversando.

E eu comecei a perceber que estava ficando próximo dela.

E ela também.

Nos dias seguintes a gente ficou mais junto.

Se via com frequência.

E em pouco tempo a gente fez um acordo:

Mesmo meu divórcio ainda não tendo saído oficialmente, a gente ia ficar junto.

E assim que saísse, a gente assumiria um noivado, morar junto e casar-se.

Porque o sonho dela era casar-se.

Estávamos apaixonados.

7 MESES DE MENTIRAS

A gente ficou nesse acordo por uns 7 meses.

De junho até janeiro.

Só que nesse tempo teve de tudo.

Briga.

Vai e volta.

Sumidas.

Mentiras.

E o pior: eu me mantive fiel ao acordo.

A única pessoa que eu fiquei nesse tempo foi ela.

Mesmo quando eu não podia estar com ela por causa do trabalho.

E ela… sumia e voltava do nada.

Como se nada tivesse acontecido.

Até que um dia eu falei:

— “Isabel, chega. Agora a gente vai conversar sério.”

Eu a apertei.

Exigi verdade.

E ela não falava.

Desviava.

Inventava.

Aí eu fiz o que eu nunca imaginei que faria.

Eu tramei um plano.

Perguntei se podia dormir na casa dela.

Ela deixou.

Eu fui.

A gente transou gostoso, aquele dia, lembro que a noite foi longa, teve pau na boca, naquela bocetona gostosa e para encerrar, uma bela leitada dentro…, mas na cabeça, mesmo depois desta transa fingi que estava tudo bem.

Mas o plano não era esse.

O plano era pegar o backup das conversas do celular dela.

E eu consegui.

A DESCOBERTA

Dia seguinte, cheguei em casa, ansioso para ler e quando eu li…

meu estômago virou.

Porque eu descobri que nessa história tinha mais 4 pessoas.

Enquanto ela estava comigo…

ela também estava com eles.

1. Guilherme

O namorado oficial.

4 anos juntos.

2. Ricardo

Um amigo de anos.

Bonito, “aparência agradável” … e pelo jeito, não era só amizade.

3. Pedro

O rapaz que trabalhava com a mãe dela.

Parecia ser o “pra matar à vontade”.

4. William

O ex.

E esse foi o pior.

Porque ela pedia ajuda para ele arrumar o carro que vivia quebrando.

E eu lembro de ter pensado na hora:

William arrumava o carro… ou quebrava a boceta dela?

CONTINUA...

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