A Lady e a Fera, Fome de Sexo nas Colinas Uivantes - Parte II

Um conto erótico de Henrique Thoreau
Categoria: Heterossexual
Contém 1787 palavras
Data: 17/02/2026 20:42:49

A lua ainda pairava alta, um disco prateado inchado e indiferente, quando Lady Eleanor se ergueu do chão úmido do bosque. Seu corpo tremia de exaustão e resquícios de êxtase, a pele perolada marcada por arranhões vermelhos que ardiam como beijos de fogo. A camisola de seda branca pendia em tiras rasgadas sobre seu corpo, expondo os seios cheios e altos, os mamilos rosados ainda endurecidos pelo frio e pela memória do prazer proibido. Entre as coxas longas e torneadas, o sêmen da besta escorria em fios grossos e quentes, viscoso como mel derretido, misturando-se ao suor dela e ao orvalho da noite, deixando rastros pegajosos que desciam pelas curvas internas das pernas até os tornozelos delicados. Cada passo era uma tortura sutil: o sexo inchado e sensível latejava a cada movimento, os lábios internos doloridos e vermelhos, o clitóris pulsando com ecos de orgasmos que ainda reverberavam em seu ventre.

Ela se esgueirou pelos jardins labirínticos da mansão Harrington, evitando os caminhos de cascalho iluminados pelas lanternas a gás, o coração martelando com pavor de ser descoberta. "E se um criado me vir assim? E se Reginald acordar e me encontrar nua, marcada, fedendo a sexo animal?" Pensou em gritar, em bater à porta do sogro ou correr para os braços do marido e implorar ajuda – "Uma besta me atacou, me possuiu!" – mas as palavras se dissolviam em vergonha profunda. Como confessar que o terror havia se transformado em luxúria? Que ela havia gemido, se movido ao encontro daquilo, gozado repetidamente sob o peso da pelagem negra? Sentia-se suja, profanada, uma lady caída em pecado carnal. Medo a paralisava: medo da maldição se espalhar para sua carne, medo de ser vista como uma adúltera devassa, medo de que o desejo ainda queimando entre suas pernas a denunciasse. Não, ninguém saberia. Ela entraria sozinha, como uma sombra culpada.

Subiu as escadas de serviço, pés descalços gelando no piso de pedra, o sêmen escorrendo em gotas quentes por suas coxas como lágrimas de luxúria. No quarto, trancou a porta e preparou o banho sozinha, sem chamar as criadas. Encheu a banheira de porcelana branca com água fumegante, o vapor subindo em espirais que embaçavam o espelho dourado. Despiu os farrapos, expondo o corpo atlético e curvilíneo à luz trêmula da lareira: seios fartos balançando levemente, cintura fina marcada por impressões de garras, ventre plano descendo para o triângulo dourado de pelos úmidos e colados, coxas longas brilhando de suor e sêmen. Entrou na água quente, um gemido baixo escapando quando o calor envolveu sua carne dolorida, aliviando o ardor mas despertando sensações traiçoeiras.

Com uma esponja macia e sabão de lavanda, lavou-se devagar, esfregando as coxas firmes para remover cada vestígio pegajoso. Os fios leitosos do sêmen da besta flutuavam na água, dissolvendo-se como pecados que se recusavam a desaparecer. Ao tocar o sexo, os dedos roçaram os lábios inchados e sensíveis – ainda vermelhos, abertos, latejando –, e uma onda de tesão a invadiu como um choque elétrico. "Não... pare...", sussurrou para si mesma, mas as mãos traíram-na. Dedos delicados circularam o clitóris endurecido, lentos e precisos, enquanto memórias inundavam-na: o membro grotesco e pulsante da besta forçando caminho dentro dela, esticando-a ao limite, as estocadas profundas que faziam seus quadris se erguerem involuntariamente, a pelagem áspera roçando seus mamilos, o rosnado gutural contra seu pescoço. A vagina dolorida protestava, mas o prazer crescia, quente e líquido, espalhando-se do ventre para os seios, endurecendo os mamilos acima da água. Ela mergulhou dois dedos dentro de si, sentindo o calor úmido e inchado, movendo-os em ritmo lento, imaginando as garras segurando seus quadris, o saco pesado batendo contra sua carne. Seus quadris largos ondularam na banheira, água espirrando em ondas suaves, seios balançando ritmicamente. O orgasmo veio forte e silencioso, um tremor que a fez arquear as costas, gemendo baixo enquanto as paredes internas contraíam em espasmos, leite quente misturando-se à água. Ficou ali, ofegante, envergonhada, lágrimas de culpa escorrendo pelas faces coradas. Depois, ao queimar a camisola rasgada em farrapos pelas garras da criatura esperava que as chamas da lareira consumissem também sua vergonha.

Nos dias que se seguiram, manteve a fachada impecável: vestidos de musselina, chás da tarde em companhia do marido, sorrisos educados para Reginald. Mas à noite, sonhos eróticos a consumiam. Sonhava com a besta a possuindo na floresta, o membro imenso preenchendo-a completamente, lambidas ásperas em seus seios, garras traçando linhas de fogo em sua pele. Acordava suada, mãos entre as coxas, dedos mergulhando no sexo úmido, gozando em silêncio enquanto se perguntava: "Quem é o homem por trás da pelagem? Algum criado? Alguém da vila próxima? Um estrangeiro que passava pela região e que nunca mais voltará ali?"

Uma tarde, vagando pelos corredores labirínticos, ouviu vozes baixas atrás de uma porta entreaberta na ala das cozinhas. Escondida nas sombras, escutou Mary, a jovem empregada de curvas generosas e cabelos castanhos soltos, sussurrando para a velha Jenkins: "Ah, senhora, o Kwame... aquele africano que o lorde trouxe das colônias... o pau dele é imenso, grosso como meu braço, veias pulsantes, e ele me fode tão forte, tão fundo, que fico tremendo horas depois. Me deixa toda aberta, molhada, implorando por mais." A velha riu, advertindo-a sobre pecados, mas Eleanor sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Kwame – alto, pele de ébano reluzente, músculos definidos sob o uniforme simples, olhos escuros que pareciam devorar quem os fitava. Sua força bruta, o porte imponente... e se fosse ele? A transformação na lua cheia explicaria tudo.

Daquele momento em diante passou a observar atentamente o camareiro que o sogro trouxera da Costa do Ouro na África alguns meses antes. Sempre que seus olhares se cruzavam por acidente um calor traiçoeiro subia entre suas pernas. Duas noites depois, insone e ardendo, Eleanor desceu à ala dos empregados. A porta do quarto de Kwame estava entreaberta, luz de vela vazando. Mary já estava lá, gemendo baixo enquanto Kwame a possuía contra a parede. Eleanor espiou, hipnotizada: ele nu da cintura para cima, pele escura brilhando, o membro colossal – grosso, longo, veias salientes – entrando e saindo da empregada com estocadas ritmadas e brutais. Mary arqueava as costas, seios balançando, gemendo "Mais forte... me fode como animal...". Eleanor sentiu o sexo pulsar, a mão deslizando sob a camisola, dedos circulando o clitóris inchado enquanto assistia. Kwame ergueu os olhos escuros, percebendo-a na fresta. Em vez de parar, sorriu lascivo e acelerou, fodendo Mary com força renovada, estocadas profundas que faziam a cama ranger e a garota gritar. Eleanor gozou em silêncio, mordendo o lábio até sangrar, o prazer intenso mas vazio.

Voltou ao quarto, corpo em chamas. Reginald lia à luz de vela. "Venha, meu amor", sussurrou ela, voz rouca. Masturbou-o devagar, sentindo o pau dele endurecer em sua mão delicada, depois montou-o, quadris largos girando, sexo úmido engolindo-o. Mas Reginald gozou rápido, jorros fracos e mornos que mal a preencheram. Insuficiente – ela fingiu êxtase, mas o vazio a consumia. Naquela noite, sonhou novamente: o lobisomem a possuindo na floresta, estocadas selvagens, pelagem áspera roçando sua pele, gozando dentro dela em golfadas quentes que a enchiam até transbordar. Acordou ofegante, insatisfeita, ansiando pelo verdadeiro êxtase.

Na noite seguinte, a porta de Kwame estava escancarada, um convite deliberado. Eleanor entrou, inicialmente retraída, mãos trêmulas apertando a camisola. "Milady...", murmurou ele, voz grave e profunda, erguendo-se nu, o membro imenso já ereto, brilhando de excitação. Ele a puxou para si, beijando seu pescoço com lábios quentes e possessivos, mãos grandes explorando suas curvas: apertando os seios fartos, roçando os mamilos endurecidos, descendo para os quadris largos. Rasgou a camisola com facilidade, expondo-a completamente. Deitou-a na cama simples, lambendo seus seios com fome, sugando os mamilos até ela arquear as costas e gemer. Sua língua desceu pelo ventre plano, traçando círculos no umbigo antes de mergulhar entre as coxas longas, lambendo o sexo úmido e inchado com lambidas longas e ásperas, o clitóris latejando sob a pressão. Eleanor agarrou os lençóis, gemendo alto, pernas tremendo enquanto ele a devorava, dedos grossos mergulhando dentro dela para massagear as paredes internas, preparando-a para mais.

Então, ele a virou de bruços, erguendo seus quadris largos, penetrando-a por trás com uma estocada lenta e profunda, o pau colossal esticando-a ao limite, veias pulsantes roçando cada nervo sensível. Eleanor gritou de prazer, unhas cravando no colchão enquanto ele acelerava, estocadas brutais que faziam seu corpo inteiro sacudir, seios balançando contra os lençóis, o saco pesado batendo contra seu clitóris a cada impulso. "Mais forte... me fode como uma besta...", murmurou ela, voz rouca, e Kwame obedeceu, mãos apertando sua cintura fina, puxando-a para trás para aprofundar cada penetração, o suor escorrendo por sua pele escura e misturando-se ao dela.

Virou-a novamente, de frente, erguendo uma perna longa sobre seu ombro para um ângulo mais profundo, fodendo-a com ritmo frenético, olhos escuros fixos nos dela enquanto lambia seus mamilos, dentes roçando a carne sensível. Eleanor gozou pela primeira vez assim, um orgasmo violento que a fez contrair ao redor dele, leite quente escorrendo pelas coxas, mas ele não parou. Montou nela agora, invertendo os papéis, guiando suas mãos para apertar seus músculos tensos enquanto cavalgava seu pau, quadris largos girando em círculos lentos e sensuais, moendo o clitóris contra a base grossa dele. "Você é tão grande... tão bom...", gemeu ela, mas em sua mente, flashes do lobisomem surgiam: a pelagem áspera, o rosnado primal, a ferocidade que a preenchia como nada mais.

Kwame a ergueu então, pressionando-a contra a parede do quarto simples, pernas dela enrolando em sua cintura enquanto ele a penetrava de pé, estocadas poderosas que faziam os quadros tremerem, seu corpo atlético quicando contra o dele, seios roçando o peito musculoso. O suor os cobria, peles reluzentes se colando, o cheiro de sexo preenchendo o ar. Ele variava o ritmo: lento e torturante, retirando quase completamente antes de empurrar fundo, depois rápido e impiedoso, como um animal em cio. Eleanor gozou novamente, unhas cravando nas costas dele, deixando marcas vermelhas, o prazer explodindo em ondas que a faziam tremer inteira. Finalmente, ele a deitou de lado, uma perna erguida, penetrando-a lateralmente com intensidade renovada, mão livre circulando seu clitóris enquanto fodia, prolongando o êxtase. Ela gozou uma terceira vez, gritando seu nome, paredes internas apertando-o em espasmos ritmados até que ele não aguentasse mais. Rugindo baixo, ejaculou dentro dela, enchendo-a com golfadas quentes e abundantes de sêmen, transbordando pelas coxas longas e pingando no chão.

Deitada ao lado dele, ofegante e suada, olhos azuis nublados de culpa e desejo, Eleanor soube que sua luxúria não se saciaria com humanos. A próxima lua cheia se aproximava, e os ventos uivantes da charneca pareciam chamá-la de volta para o bosque, para a besta que a havia marcado para sempre.

Continua...

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