Ferro e Aço

Um conto erótico de Sr.Cócegas nos Pés
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1992 palavras
Data: 17/02/2026 20:38:55

A atmosfera na academia "Ferro e Aço" estava elétrica. No centro do tablado de levantamento de peso, Kiara terminava uma série de agachamentos com uma carga que fazia a barra de aço vergar. Seus músculos, esculpidos com precisão cirúrgica e banhados em suor, brilhavam sob as luzes de LED. Foi então que Tico, o anão mais audacioso da academia, atravessou o salão com um sorriso de quem guardava um segredo perverso.

​— Impressionante, Kiara. Realmente impressionante — disse Tico, cruzando os braços e olhando para cima. — Mas toda essa armadura de músculos é só fachada. Por dentro, você é tão vulnerável quanto qualquer um. Eu aposto que consigo te fazer implorar por misericórdia em dez minutos.

​Kiara soltou a barra, que atingiu o chão com um estrondo que interrompeu as conversas ao redor. Ela limpou o suor do pescoço, encarando-o com uma sobrancelha arqueada.

​— Misericórdia? Tico, eu aguento pressões que esmagariam seus ossos. Do que você está falando?

​— Estou falando de resistência real. Não contra o peso, mas contra si mesma — Tico desafiou, a voz subindo para que os outros ouvissem. — Um desafio de cócegas. Na sala de massagem. Se você se render e pedir para eu parar, admite para todo mundo que eu sou mais forte que você. Se aguentar sem desistir... bem, eu limpo seus pesos por um mês.

​Um coro de "Uhhhh!" ecoou dos amigos de Kiara, que já largavam seus equipamentos para acompanhar o desenrolar da cena. O orgulho de Kiara falou mais alto que sua razão. Ela não aceitaria ser chamada de fraca, nem por brincadeira.

​— Aceito. Mas aviso logo: você vai perder o seu tempo.

​O grupo seguiu em procissão pelo corredor estreito. No final, a porta da sala de massagem aguardava. Tico entrou primeiro, acendendo as luzes e ajustando a câmera de segurança que transmitia o sinal diretamente para o monitor da área de convivência.

​— Regras de engajamento, rainha — disse Tico, apontando para a maca. — Para o teste ser justo, precisamos de acesso total aos seus pontos sensíveis.

​Kiara não hesitou. Com movimentos decididos, ela retirou seus tênis de treino e as meias, revelando pés grandes e firmes, com arcos altos e pele tensa. Ela subiu na maca, deitando-se sobre o couro frio.

Tico pegou as cordas de nylon que já estavam preparadas. Com uma habilidade surpreendente, ele prendeu os pulsos de Kiara acima da cabeça, fixando-os nos suportes da maca. Depois, desceu para os tornozelos, imobilizando seus pés de forma que as solas ficassem perfeitamente expostas e voltadas para ele.

​— O que é isso, Tico? — Kiara perguntou, sentindo o aperto firme das cordas, sua pele negra contrastando com o branco do nylon.

​— Segurança, Kiara. Para você não me chutar para fora da sala quando o desespero bater — ele provocou, ajustando a câmera para que os amigos dela, que já faziam apostas no monitor lá fora, vissem cada detalhe. — E essa roupa... perfeita para o que eu planejei.

​Kiara vestia um top de alta performance e um short curto, deixando sua linha de cintura e costelas totalmente desprotegidas. Ela respirou fundo, sentindo o abdômen em gomos subir e descer.

​— Pode começar, pequeno. Estou pronta.

​Tico esfregou as mãos, o som da pele seca criando um presságio sinistro. — Então vamos lá. Vamos ver quanto tempo esse seu orgulho dura.

Tico posicionou-se na cabeceira da maca, pairando sobre o rosto de Kiara. Pelo monitor na área de convivência, os amigos dela pararam de rir por um segundo, fixos na tela. O contraste era absoluto: a massa muscular imponente de Kiara imobilizada e os dedos ágeis de Tico prontos para o bote.

​— Vamos começar por onde você guarda toda essa sua marra — sussurrou Tico, aproximando as mãos do pescoço dela.

​Ele começou com um leve roçar de unhas logo abaixo das orelhas, descendo em círculos lentos pelas laterais do pescoço. Kiara fechou os olhos e cerrou os dentes, os músculos do trapézio saltando como cordas de aço.

​— Hihi... Tico... isso... isso não é nada... — ela murmurou, mas sua voz já estava uma oitava acima.

​Subitamente, Tico mudou o ritmo. Ele começou a "atacar" com as pontas dos dedos na base da nuca e na "covinha" do pescoço, fazendo um movimento vibratório rápido.

​— AHAHAHA! NÃO! TICO! HIHIHIHI! — A cabeça de Kiara balançava de um lado para o outro, tentando escapar do toque. — KKKKKK! PARA! PARA COM ISSO! GUAHAHAHA!

​— O que foi, Kiara? Já está perdendo a linha? — Tico provocava, enquanto soprava o pescoço dela entre um ataque e outro. — No monitor o pessoal tá dizendo que você já está vermelha!

Sem dar tempo para ela recuperar o oxigênio, Tico deslizou as mãos para baixo. Ele parou diante do abdômen de Kiara, onde os gomos eram tão definidos que pareciam esculpidos em rocha.

​— Esse escudo aqui parece duro — ele disse, batendo levemente nos músculos abdominais. — Mas todo mundo tem um ponto onde a armadura falha.

​Ele começou a "caminhar" com os dedos pelas costelas dela, subindo e descendo com uma rapidez frenética. Depois, mergulhou os dedos profundamente nas laterais da cintura, logo acima do osso do quadril.

​— AUIUIUI! HEHEHEHE! KKKKKKKK! — Kiara deu um solavanco tão forte que a maca rangeu. Seu corpo se contorcia o máximo que as cordas permitiam. — TICO! NÃ-NÃ-NÃO! HAAHAHA! AS LATERAIS NÃO! GUAHAHAHAHA!

​— Olha só como a "Mulher de Ferro" derrete! — Tico exclamava, fazendo movimentos de "garra" e apertando levemente os gomos do abdômen, procurando cada terminação nervosa escondida entre os músculos. — Você treina o abdômen para aguentar pancada, mas e para aguentar isso aqui?

​— AHA-CA-CA-CA! HIHIHIHI! TÁ FAZENDO... MUITA CÓCEGAS! EU... EU VOU MORRER! KKKKKKKK! — As lágrimas de riso começaram a escorrer, borrando sua visão. No monitor, seus amigos gritavam e batiam palmas, vendo a campeã de bodybuilding se contorcer como uma criança.

​Tico não dava trégua. Ele alternava entre ataques rápidos nas costelas e pressões lentas no umbigo, fazendo com que o riso de Kiara se tornasse uma sinfonia de desespero e diversão.

​— KKKKKKKK! TICO! PARA! HEHEHEHE! MEU DEUS! EU NÃO CONSIGO... RESPIRAR! AHAHAHAHA!

Tico subiu novamente, posicionando-se ao lado dos ombros de Kiara. Com os braços dela presos acima da cabeça, as axilas estavam totalmente expostas, revelando a pele mais clara e sensível que contrastava com a densidade dos seus ombros musculosos. Pelo monitor, os amigos de Kiara faziam silêncio, sabendo que aquele era o "calcanhar de Aquiles" da atleta.

Sem aviso, ele mergulhou os dedos indicadores e médios profundamente no centro das axilas de Kiara. Ele não apenas roçava; ele fazia movimentos circulares rápidos e rítmicos, "cavocando" a área mais sensível.

​— GUAHAHAHA! NÃO! TICO! KKKKKKK! — O grito de Kiara foi imediato e agudo. Seus braços, presos acima da cabeça, esticaram as cordas ao limite enquanto ela tentava fechar os cotovelos. — PÁRA! HIHIHIHI! ISSO É MUITO PIOR! AHA-CA-CA-CA!

​— Olha só! A câmera tá pegando tudo! — Tico ria, mudando o ataque para um dedilhar frenético, como se estivesse tocando um piano em alta velocidade bem no fundo das axilas dela. — O pessoal lá fora tá adorando ver a "Rainha do Ferro" se debulhar em riso!

​— EHEHEHEHE! KKKKKKKK! SOCORRO! — Kiara arqueava as costas, os abdominais saltando em gomos rígidos enquanto ela lutava para respirar. — TICO... HIHIHI... EU VOU... HAHAHA... TER UM ESPASMO! KKKKKKK!

Tico então começou a usar os polegares para pressionar a borda do músculo peitoral enquanto os outros dedos continuavam o "ataque de formiguinha" na parte interna.

​— Desiste? É só dizer as palavras mágicas! "Tico, você é o mestre das cócegas"! — provocou ele, aproximando-se para ver as lágrimas de riso escorrendo pelo rosto dela.

​— JAMAIS! AHAHAHAHA! HIHIHIHI! — Ela soltou uma gargalhada tão alta que ecoou por toda a sala de massagem. — NUNCA! KKKKKKK! PODE... PODE FAZER... O QUE QUISER! GUAHAHAHAHA!

​Ela estava completamente entregue ao reflexo. Seus pés presos se contorciam no ar, e o suor fazia sua pele brilhar sob a luz da sala. Tico continuou por mais dois minutos inteiros, alternando entre ataques lentos e profundos e toques rápidos e superficiais, até que Kiara estivesse quase sem voz de tanto rir.

Finalmente, ele retirou as mãos. Kiara desabou na maca, soltando suspiros longos e trêmulos, o riso ainda borbulhando em sua garganta como um soluço.

​— Respira, Kiara. Aproveita esse ar — disse Tico, pegando a escova de cerdas duras que estava sobre a mesa e caminhando lentamente em direção aos pés dela. — Porque agora que os braços tiveram o descanso, os pés vão conhecer o verdadeiro terror. E eu trouxe uma "amiguinha" para ajudar.

Tico caminhou com passos lentos até a extremidade da maca, onde os pés de Kiara estavam firmemente imobilizados. Ele segurava a escova de cerdas firmes em uma das mãos, mas a deixou sobre o banco por um momento. Primeiro, ele queria sentir a resistência daquela pele com as próprias mãos.

​— Chegamos ao seu destino final, Kiara — disse Tico, com um tom de voz quase solene. — Você sobreviveu ao pescoço, às laterais e às axilas. Mas ninguém, nem mesmo a mulher mais forte do mundo, escapa do que eu vou fazer com essas solas.

Ele começou de forma insidiosa, usando apenas os polegares para descrever círculos lentos e profundos bem no centro dos arcos dos pés de Kiara.

​— AHA! HIHIHI! TICO, JÁ COMEÇOU MAL! HEHEHEHE! — Kiara tentou recolher as pernas, mas os tornozelos presos apenas fizeram as cordas estalarem.

​Tico mudou o ritmo para um ataque de "aranha", subindo com os dedos em movimentos frenéticos do calcanhar até a base de cada dedo do pé.

​— KKKKKKKKK! NÃO! GUAHAHAHAHA! — Kiara deu um solavanco que quase levantou o quadril da maca. — AÍ NÃO! HIHIHIHI! MEUS PÉS SÃO MUITO SENSÍVEIS! TICO! KKKKKKK!

​— Ah, é? Então vamos ver como eles reagem a isso aqui! — Tico começou a "tocar piano" nas pontas dos dedos dela, enquanto com a outra mão fazia cócegas rápidas e leves bem no meio da sola do pé.

​— AHAHA-CA-CA-CA! SOCORRO! HEHEHEHE! — No monitor, os amigos de Kiara estavam em polvorosa. Ela estava vermelha, suada, e seus dedos dos pés se abriam e fechavam como leques em um ritmo desesperado. — EU NÃO VOU AGUENTAR! KKKKKKKK! TICO, VOCÊ É UM DEMÔNIO! HIHIHIHI!

Tico então sorriu e pegou a escova. Ele testou as cerdas na palma da própria mão antes de encostá-las na sola direita de Kiara. No momento em que as cerdas ásperas roçaram a pele, Kiara soltou o maior grito de riso de toda a sessão.

​— NÃAAAAAAAAAAAO! GUAHAHAHAHAHA! KKKKKKKKK! — Ela se contorcia violentamente, os músculos das coxas saltando de tensão. — A ESCOVA NÃO! HIHIHIHI! TICO! PÁRA! HEHEHEHEHE! É DEMAIS! KKKKKKKK!

​Tico passava a escova em movimentos de "vaivém" rápidos e curtos, focando especialmente nos calcanhares e depois deslizando suavemente para as pontinhas dos dedos.

​— O que foi, Kiara? Cadê a força? Cadê o orgulho? — Tico provocava, aproximando a escova da curva do arco. — Admite que você se rendeu! Admite que o anão te venceu!

​— J-JAMAIS! AHAHAHAHA! — Ela mal conseguia falar, as lágrimas de riso agora molhando o travesseiro da maca. — EU... HIHIHI... EU NÃO VOU... DESISTIR! KKKKKKKK! GUAHAHAHAHA!

Para o toque final, Tico usou a escova em um pé e os dedos da outra mão no outro, alternando os estímulos para confundir o cérebro de Kiara. A sala era preenchida apenas pelo som das gargalhadas histéricas dela e pelas provocações de Tico.

​— KKKKKKKK! HIHIHIHI! AHA-CA-CA-CA! — Kiara estava em transe de tanto rir. Sua força bruta de nada servia contra o ataque sensorial implacável.

​Após alguns minutos que pareceram horas para Kiara, Tico finalmente parou. O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pela respiração pesada e ofegante da atleta. Ela estava exausta, trêmula, mas com um sorriso vitorioso no rosto molhado.

​Tico guardou a escova e soltou as cordas.

​— Você é louca, Kiara. Realmente louca. — Tico estendeu a mão para ajudá-la a sentar. — Dez minutos de tortura total e você não disse a palavra.

​Kiara sentou-se devagar, sentindo as solas dos pés ainda formigando intensamente. Ela olhou para a câmera, deu um sinal de "joinha" para os amigos e depois olhou para Tico.

​— Eu te disse... — ela ofegou, ainda soltando uma risadinha residual. — Músculos podem ter pontos fracos, mas meu orgulho é blindado.

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