Herdeiros da Submissão: A Disciplina de Cláudio

Um conto erótico de Afeminados
Categoria: Homossexual
Contém 810 palavras
Data: 17/02/2026 20:19:54

​📜 CAPÍTULO 01

​O condomínio de luxo em Alphaville era um oásis de silêncio e fachadas impecáveis, mas dentro da mansão da família Bittencourt, o ar estava carregado com uma tensão que o dinheiro não podia aliviar. Desde que a mãe dos rapazes, uma empresária do ramo têxtil, havia se casado com Cláudio, a dinâmica da casa mudou. Cláudio não era o tipo de homem que frequentava coquetéis; ele era um ex-militar de 48 anos, um bloco de músculos, barba cerrada e olhos que pareciam escanear fraquezas como um radar.

​No andar de cima, no quarto que dividiam para jogar e estudar, Léo (19) e Gabriel (18) tentavam manter a rotina. Eles eram a antítese do padrasto. Donos de uma genética delicada, tinham a pele branca como porcelana, totalmente desprovida de pelos, e traços que muitos descreveriam como andróginos. O que mais chamava a atenção, porém, eram seus corpos: quadris largos e nádegas redondas e proeminentes, um atributo que herdaram da linhagem materna e que, sob as roupas largas, tentavam esconder.

​A porta do quarto foi aberta sem qualquer cerimônia. O estrondo da madeira batendo contra o batente fez os dois pularem. Cláudio estava parado ali, ocupando quase todo o vão da porta, vestindo uma regata preta que evidenciava seus braços tatuados e peludos.

​— Fora da cama. Agora — a voz de Cláudio era um trovão grave que não admitia contestação. — Cansei de ver vocês dois mofando aqui dentro como se fossem as princesas da casa. A partir de hoje, a "educação" de vocês está sob o meu comando. Sua mãe já deu o aval.

​O Tribunal de Mármore

​Ele os conduziu até o banheiro principal, um ambiente amplo revestido de mármore e espelhos do teto ao chão. A luz branca dos refletores de LED era impiedosa.

​— Tirem tudo — ordenou Cláudio, cruzando os braços e encostando-se na pia. — Quero ver com o que estou lidando. Quero ver se há algum rastro de homem nesses corpos ou se eu vou ter que começar do zero.

​Trêmulos, os irmãos obedeceram. As roupas caíram no chão, revelando a nudez pálida e macia. Léo e Gabriel pareciam duas estátuas de marfim sendo julgadas por um deus bárbaro. Cláudio soltou uma risada nasalada, carregada de um desprezo que beirava a satisfação sádica.

​— Olhem para vocês... — ele disse, aproximando-se. — Pele de bebê, sem um único pelo. E esses rabos... — ele desferiu um tapa seco e ruidoso na nádega de Gabriel, que soltou um gemido agudo e viu a pele branca ficar instantaneamente vermelha. — Vocês têm corpos de fêmeas, mas o que carregam na frente é o que me diverte mais.

​Cláudio puxou uma trena de metal do bolso. Ele forçou Léo a ficar ereto e mediu sua virilidade retraída pelo medo.

— Sete centímetros. Exatos sete centímetros de inutilidade — Cláudio riu, jogando a trena sobre o balcão. — O mesmo para o Gabriel. Vocês não são homens, rapazes. Vocês são brinquedos biológicos que a natureza esqueceu de terminar. Com esse tamanho e esses rabos, o destino de vocês nunca foi mandar em ninguém. Foi servir.

​A Quebra da Vontade

​Cláudio agarrou os dois pelos cabelos, forçando-os a se ajoelharem diante dele no piso frio. O contraste era humilhante: a barba grossa e o corpo peludo do padrasto contra os rostos lisos e lacrimosos dos enteados.

​— A partir de agora, as regras mudaram — Cláudio sussurrou, a voz descendo para um tom perigosamente calmo. — Vocês não vão mais usar roupas íntimas masculinas. Vou providenciar algo que combine com o físico de vocês. E toda manhã, haverá uma inspeção. Se eu encontrar um único pelo crescendo, ou se vocês tentarem esconder esses rabos de mim, a punição será dobrada.

​Ele forçou as cabeças dos dois para baixo, fazendo-os sentir o cheiro de sua loção pós-barba e o calor de seu corpo massivo.

— Vocês são meus agora. Entenderam? Digam: "Sim, senhor".

​— Sim... senhor — Léo e Gabriel responderam em uníssono, as vozes falhando sob o peso da nova realidade.

​O Início da Servidão

​Cláudio não estava satisfeito apenas com palavras. Ele queria que a marca de sua autoridade fosse sentida. Ele passou a mão pesada pelas costas de Léo, descendo até as nádegas marcadas, apertando a carne com uma força que buscava o osso.

​— Léo, você vai começar limpando a academia no porão. Nu. Quero que você aprenda a não ter vergonha da sua natureza de objeto. Gabriel, você vai organizar meu escritório. Da mesma forma. Quero que vocês circulem pela casa sabendo que cada centímetro dessa pele branca pertence ao dono da casa.

​O capítulo termina com Cláudio saindo do banheiro, deixando os dois irmãos abraçados no chão, chorando baixo. Eles olharam para o espelho e não viram mais os jovens universitários que costumavam ser. Viram apenas a "Herança da Submissão" — dois corpos feitos para a exibição e o uso, sob o olhar vigilante de um padrasto que não teria piedade de suas fragilidades.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Uma Garota Tímida a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários