O ACIDENTE DE AVIÃO QUE MUDOU MINHA VIDA.

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Grupal
Contém 13358 palavras
Data: 17/02/2026 17:49:00
Assuntos: Grupal, Sexo, Traição

Meu nome é Sergio, tenho 51 anos, e se você me visse em uma sala de reuniões, provavelmente pensaria que sou o tipo de cara que domina o mundo com um terno bem cortado e um dom pra negociação afiado. Alto, magro, com uma careca que vai se espalhando devagar pelos lados da cabeça – nada que um bom corte não disfarce –, olhos castanhos penetrantes e um sorriso de quem já fechou contratos milionários. Sou executivo de sucesso , daqueles que viajam o mundo todo para selar acordos, e minha vida sempre foi assim: controlada, calculada, sem surpresas. Até aquele dia.

Minha esposa, Raquel, é o oposto perfeito de mim. Aos 40 anos, ela é uma loira natural que chama atenção sem nem tentar – cabelos sempre presos em um rabo de cavalo prático, que balança quando ela anda, como se estivesse dançando. Baixinha, com 1,66m, mas com um corpo que faz qualquer um parar e olhar duas vezes: corpudinha, com coxas grossas e firmes que se moldam perfeitamente em saias justas, seios médios para grandes que se destacam no decote de uma blusa simples, e uma barriguinha seca, reta, que mostra que ela cuida de si sem exageros. O rosto dela é o que mais engana: pele clara, macia, com maquiagem discreta que realça os olhos verdes e os lábios cheios. Parece ter uns 30 no máximo, e ela ri quando eu digo isso, corando um pouco. Raquel é religiosa, vai à igreja aos domingos, mas não é daquelas fanáticas que julgam todo mundo – ela vive a fé dela com uma serenidade que me acalma, e no dia a dia, é uma mulher prática, carinhosa, que adora planejar viagens e cozinhar pratos italianos em casa.

Estávamos animados com essa viagem para a Europa. Íamos para Paris, fechar um negócio grande com uma empresa francesa, e Raquel viria junto para curtir uns dias românticos depois. Saímos de São Paulo em um jato particular que consegui de última hora – um daqueles favores que a vida de executivo te dá. O voo era esquisito: de Guarulhos para Fortaleza, no Nordeste, para uma escala rápida de reabastecimento, e depois direto para Lisboa, mas o piloto mencionou que pegaríamos uma rota alternativa sobrevoando parte do Norte do Brasil para evitar uma frente de mau tempo no Atlântico. Isso incluía passar perto do Amazonas, o que me pareceu estranho, mas quem sou eu para questionar um piloto?

O jato era pequeno, mas confortável: couro nos assentos, uma mesinha para lanches, e espaço suficiente para esticar as pernas. Além de nós dois, tinha o piloto, um cara chamado Marcos, de 36 anos. Ele era o tipo clássico de aviador: alto, ombros largos, com um corpo atlético de quem malha para aguentar as horas no cockpit. Cabelo curto e castanho, barba por fazer que dava um ar de aventureiro, olhos azuis frios e um sorriso confiante que inspirava confiança. Usava o uniforme impecável, com as insígnias brilhando, e falava com uma voz grave, segura, como se o céu fosse o limite dele.

Ao lado dele, a copilota, uma jovem chamada Lena, de 25 anos. Morena escura, quase negra, com pele cor de chocolate que reluzia sob a luz da cabine. Cabelos pretos cacheados, presos em um coque apertado para caber no capacete, olhos escuros e expressivos que pareciam esconder segredos, e um corpo esguio, mas curvilíneo – magra, com quadris largos e seios firmes que se notavam mesmo sob o uniforme folgado. Ela era quieta, profissional, mas tinha um sorriso tímido que aparecia quando Marcos brincava com ela durante o check-in. Parecia recém-saída da academia de aviação, cheia de energia e determinação.

E então, os outros dois passageiros: dois homens negros que pegaram carona no jato porque iam para uma competição de fisiculturismo na Europa. O primeiro, Jamal, devia ter uns 28 anos, um gigante de 1,95m, com músculos que pareciam esculpidos em ébano – ombros largos como uma porta, braços grossos cobertos de veias salientes, peito definido que esticava a camiseta justa, e pernas como troncos de árvore. Cabelo raspado, barba fina contornando o queixo forte, e olhos pretos intensos que varriam o ambiente com uma confiança animal. Ele sorria pouco, mas quando o fazia, revelava dentes brancos perfeitos.

O outro, Tyrone, era um pouco mais velho, uns 32, mas não menos impressionante: 1,85m, corpo seco e rasgado de quem treina para competições, com abdômen marcado como uma tábua de lavar roupa, bíceps que inchavam a cada movimento, e coxas poderosas que faziam as calças de moletom parecerem apertadas. Pele negra profunda, com um brilho oleoso de quem se cuida com loções, dreads curtos amarrados para trás, e um piercing no nariz que dava um ar rebelde. Ele era mais falante, brincalhão, e trocava piadas com Jamal sobre dietas e poses no palco.

O voo começou tranquilo. Raquel sentou ao meu lado, com a mão na minha, folheando uma revista de viagens enquanto eu checava e-mails no laptop. Os fisiculturistas estavam no fundo, conversando baixo sobre estratégias de treino, e Lena passou distribuindo bebidas – água para eles, um suco para Raquel e um café para mim. Marcos anunciou pelo interfone que estávamos sobrevoando o Norte, e o céu lá fora era um tapete de nuvens brancas, com o sol batendo forte.

Mas aí veio o inferno. De repente, um barulho ensurdecedor, como se o motor tivesse engasgado. O jato tremeu violentamente, e as luzes piscaram. "Problemas no motor!", gritou Marcos do cockpit, a voz dele perdendo aquela calma habitual. Raquel apertou minha mão com força, os olhos verdes arregalados de pavor, murmurando uma oração baixa. Eu me levantei, mas o avião inclinou para o lado, jogando tudo para o ar. Jamal e Tyrone se seguraram nos assentos, os músculos tensos como cordas esticadas, xingando em voz alta.

Lena veio correndo do cockpit, o rosto pálido apesar da pele escura. "Cintos! Todo mundo nos cintos! Vamos tentar um pouso de emergência!" O jato mergulhava agora, cortando as nuvens, e lá embaixo, em vez de água ou terra firme, só via-se um mar verde infinito – a selva amazônica, densa, implacável. O cheiro de fumaça invadiu a cabine, e ouvi Marcos lutando com os controles, gritando ordens para Lena.

O impacto foi brutal. O nariz do avião bateu primeiro nas árvores, rasgando galhos com um estrondo que ecoou como trovões. Fomos jogados para frente, o cinto cortando minha barriga, e Raquel gritou, o rabo de cavalo se soltando em uma cascata loira. O jato derrapou, virando de lado, e tudo girou em um caos de metal rangendo e folhas invadindo as janelas quebradas. Senti um arranhão no braço, quente e ardido, mas nada comparado ao pânico que me sufocava.

Quando parou, o silêncio era pior que o barulho. Fumaça subia do motor, e o cheiro de querosene misturado com terra úmida enchia o ar. Raquel tremia ao meu lado, o rosto sujo de poeira, mas viva – só um corte superficial na testa. "Sergio... o que aconteceu?", sussurrou ela, a voz fraca, mas os olhos buscando os meus com aquela força que sempre admirava.

Levantei-me devagar, as pernas moles. Jamal e Tyrone já estavam de pé, os corpos musculosos cobertos de arranhões leves, ajudando um ao outro a se livrar dos destroços. "Ei, cara, você tá bem?", perguntou Tyrone, a voz rouca, estendendo a mão para mim. Assenti, e fomos para o cockpit.

Marcos... ah, Deus. Ele estava imóvel, o peito esmagado contra o painel, sangue escorrendo da boca aberta em um grito silencioso. Os olhos azuis vidrados, sem vida. Lena chorava baixinho ao lado dele, o braço esquerdo torcido em um ângulo estranho, mas nada quebrado – só uma luxação, talvez. "Ele... ele tentou salvar a gente", murmurou ela, a pele escura molhada de lágrimas, o coque desfeito deixando os cachos caírem sobre os ombros.

Olhei para fora: selva por todos os lados. Árvores altas como prédios, cipós pendurados como serpentes, o ar úmido e pesado, cheio de sons estranhos – pássaros, insetos, algo rugindo ao longe. Estávamos perdidos no meio do nada, sem sinal, sem resgate à vista. Raquel se encostou em mim, o corpo quente e trêmulo, e eu a abracei, sentindo o coração dela bater forte contra o meu peito. Jamal e Tyrone vasculhavam os destroços, procurando suprimentos, os músculos flexionando sob a luz filtrada pelas folhas.

A tensão no ar era palpável, como uma corda esticada prestes a romper. Ninguém falava, mas os olhares se cruzavam – o medo misturado com uma sobrevivência crua, primal. Raquel apertou minha mão de novo, e eu soube que isso era só o começo. O primeiro dia na selva foi um inferno de silêncio e suor. O avião estava destruído de vez: o rádio em pedaços, a parte elétrica queimada, fumaça ainda subindo do motor como se o metal estivesse respirando pela última vez. Conseguimos salvar poucas coisas das bagagens – algumas roupas, alguns cantil vazio, um isqueiro que milagrosamente funcionou, um kit de primeiros socorros improvisado. Lena fez curativos no próprio braço com faixas rasgadas de uma camisa minha; o inchaço diminuiu um pouco, mas ela andava mancando, o rosto escuro marcado por olheiras fundas.

Jamal e Tyrone pareciam imunes ao caos. Os dois já estavam de pé no dia seguinte, músculos brilhando de suor, sem um arranhão que merecesse preocupação. Lena, ainda com a voz baixa e rouca, nos disse o que lembrava do mapa antes da queda: estávamos a mais de 100 km da cidade mais próxima, talvez mais. Selva densa, sem trilhas conhecidas, sem rios navegáveis por perto. Resgate? Podia demorar semanas, meses.

No segundo dia, os dois saíram para caçar e pescar. Disseram que voltavam antes do anoitecer. Eu, Raquel e Lena ficamos no que restava do avião, tentando organizar o pouco que tínhamos. Mas o sol caiu e eles não apareceram. A fome já apertava – só tínhamos comido uns biscoitos velhos do kit de emergência. Raquel tremia de frio à noite, mesmo encostada em mim, e eu sentia o estômago roncar como um animal preso.

Decidimos sair para procurá-los. Andamos pela mata, seguindo rastros de galhos quebrados e pegadas fundas na terra molhada. Depois de quase duas horas, encontramos a caverna: uma abertura larga na rocha, escondida por cipós. Lá dentro, uma fogueira crepitava, iluminando os dois. Jamal estava sentado numa pedra, afiando uma lança improvisada com faca de cozinha do avião. Tyrone assava um peixe grande num espeto. O cheiro de carne queimando chegou até nós como uma tortura.

— Ei, o que vocês estão fazendo aqui? — perguntei, tentando soar calmo.

Tyrone riu baixo, sem olhar pra gente.

— Sobrevivendo A gente não vai voltar pro grupo.

Raquel deu um passo à frente, o rabo de cavalo suado grudado no pescoço.

— Por quê? A gente precisa ficar junto pra sobreviver.

Jamal ergueu os olhos pretos, frios.

— Grupo não acrescenta nada pra gente. A gente caça, pesca, faz fogo. Vocês só atrasam.

Raquel engoliu em seco.

— Pelo menos... podem dar um pouco de comida? A gente tá com fome.

Tyrone olhou pra Jamal, pedindo permissão com o olhar. Jamal acenou devagar.

— Se quiser comida, vai ter que pagar — disse Tyrone, a voz grossa, cheia de malícia.

Raquel piscou, confusa.

— Como assim?

— Com seu corpo, loirinha.

Ela recuou um passo, o rosto pálido. Eu entrei na frente dela.

— Vocês estão loucos? Isso não vai acontecer.

Tyrone riu alto, os dreads balançando.

— Então cada um tem sua função. A gente caça e protege. As mulheres satisfazem. O que acha, Sergio? Negócio justo.

Recusamos na hora. Saímos dali tremendo, voltando pro avião em silêncio. Contamos pra Lena. Ela ficou horrorizada, os olhos escuros arregalados.

— Meu Deus... eles não podem fazer isso.

Passamos a noite toda acordados, fome roendo por dentro .Raquel chorava baixinho no meu peito, murmurando orações que pareciam não chegar a lugar nenhum.

No dia seguinte, a fome virou desespero. Lena estava pior: pálida apesar da cor da pele, tremendo, lábios rachados. Raquel reclamava sem parar, a barriguinha que sempre foi seca agora parecendo mais funda de tanta fraqueza. Tentei pescar no riacho de águas turvas ali perto, mas não peguei nada. Não sabia nem por onde começar com armadilhas. Caçar? Nem pensar.

Raquel me puxou de lado, os olhos verdes cheios de lágrimas.

— Sergio, meu amor... você é um ótimo negociador. Não consegue convencê-los a nos dar comida?

— Não tem como, Raquel. O que eles querem é muito pra gente pagar. Jamais vou deixar você fazer isso.

Ela respirou fundo, tremendo.

— Negocia assim, amor. Eu deixo eles me ver nua. Sem tocar, sem chegar perto. Só por um pouco de comida e água. Estou faminta.

— Jamais! — gritei, mas minha voz saiu fraca.

Ela insistiu, a voz baixa, decidida.

— A gente vai morrer de fome, Sergio. Lena tá mal. Eu faço isso por comida pela gente.

Acabei cedendo. Fui sozinho até a caverna.

Eles me receberam com risos.

— Sabia que você vinha — disse Tyrone.

Expliquei a proposta: ela se mostra nua, sem toque, e levamos comida e água.

Jamal balançou a cabeça.

— Não é suficiente.

Tentei negociar como nos meus melhores dias: ofereci mais tempo, prometi ajudar na caça depois, qualquer coisa. Eles eram irredutíveis. Jamal, que claramente mandava, falou por fim:

— Vamos fazer assim. Só hoje, promoção especial. Ela faz uma chupeta pra gente. E a gente dá comida e água pra vocês.

Recusei na hora.

— Vou pensar — disse, e saí.

Voltei pro avião e contei. Raquel ficou branca, mas não disse nada. Lena ouviu em silêncio, os olhos baixos.

A tarde passou lenta. A fome apertou tanto que Lena desmaiou por uns minutos. Raquel chorava, segurando minha mão.

— Amor... vamos lá. Eu faço. Não aguento mais.

Eu disse não mil vezes. Mas no fim, aceitei. Fomos os dois pra quele inferno.

Chegando lá, eles riram alto.

— Sabia que viriam — repetiu Tyrone.

Mandaram Raquel tirar a roupa.

Ela cruzou os braços.

— Combinado foi só uma chupeta nos dois. Nada de nu. Ninguém falou nisso.

Eles se entreolharam, surpresos. Raquel era boa nisso também – negociadora igual o marido . Sem saída, Tyrone jogou um pedaço de peixe assado pra mim.

— Vai comendo enquanto assiste, corno.

Com a fome me rasgando, peguei o peixe e comecei a devorar, o suco quente escorrendo pelo queixo.

Jamal apontou pro chão: folhas grandes que eles tinham espalhado como tapete.

— Se ajoelha aí, loirinha.

Raquel hesitou, olhou pra mim. Eu não conseguia falar. Tava com a boca cheia de peixe. Ela se ajoelhou devagar, os joelhos afundando nas folhas úmidas.

Eles se aproximaram, abrindo as bermudas. Quando tiraram as cuecas, foi um choque até pra mim.

Tyrone tinha uns 23 cm, reto, grosso na base, veias pulsando como cordas. A cabeça escura brilhava de pré-gozo.

Jamal era pior: uns 25 cm, mas a grossura... parecia uma lata de refrigerante. A pele preta esticada, veias grossas subindo até a glande inchada, pesada. As bolas pendiam grandes, cheias.

Raquel arregalou os olhos verdes, a boca entreaberta.

— Meu Deus... — sussurrou, paralisada com a boca aberta, ela estava imóvel vendo isso.

Eles riram baixo um riso zombeteiro.

— Começa, vadia loira — disse Tyrone.

Ela estendeu as mãos trêmulas. Pegou um pau em cada mão. Mal conseguia fechar os dedos em volta. O de Jamal era tão grosso que a mão dela parecia de uma criança. Ela masturbava devagar, com medo, os olhos fixos naqueles monstros pulsando na frente do rosto dela.

— Chupa o meu primeiro — ,Mandou Tyrone.

Raquel abriu a boca devagar, hesitante. Encostou os lábios bem na cabeça mas. Não cabia. Ele agarrou o rabo de cavalo loiro dela com violência, puxando ela pra frente. Enfiou quase tudo de uma vez na boca dela. Raquel engasgou forte, os olhos lacrimejando na hora. O pau dele invadiu a garganta com força, esticando as bochechas ao máximo. Ela tentou falar, mas só saiu um som abafado, gorgolejante.

— Isso, engole gostoso, loirinha — ele riu, segurando a cabeça dela firme.

Raquel suava, com o rosto vermelho, lágrimas escorrendo. Ele começou um vai e vem lento, forçando mais fundo a cada estocada. Ela engolia boa parte daquela vara descomunal– talvez uns 15 cm –, mas menos da metade porque era descomunal mesmo. A baba escorria pelos cantos da boca, pingando nos seios dela por cima da blusa. O som era desesperador, obsceno: gluck, gluck, gluck. Ela gemia de desconforto, mas não parava.

Depois de uns minutos, Tyrone tirou. O pau dele brilhava inteiro de saliva dela.

— Agora o Jamal.

Raquel respirou ofegante, tossindo. Olhou pro monstro grosso e veiudo na frente dela. Tentou abrir a boca o máximo possível. Encostou os lábios na cabeça. Era impossível. A grossura esticava os cantos da boca até doer. Jamal segurou a nuca dela com uma mão enorme e empurrou devagar. A cabeça entrou com dificuldade, esticando os lábios dela como borracha. Raquel gemeu alto, os olhos arregalados de dor e choque. Ele continuou empurrando. Centímetro por centímetro, a grossura invadia. As bochechas dela inflaram, a mandíbula tremia. Ela babava sem controle, o queixo molhado escorrendo baba.

— Isso, abre mais, cadela — Jamal grunhiu.

Ele segurou com as duas mãos agora, fodia a boca dela devagar, mas fundo. Raquel engasgava a cada estocada, o nariz quase batendo na pelve peluda dele. O pau grosso esticava a garganta visivelmente – dava pra ver o volume descendo e subindo no pescoço dela. Lágrimas escorriam sem parar, misturadas com baba. Ela tentava respirar pelo nariz, mas o cheiro forte de macho, suor e pré-gozo enchia tudo. As mãos dela apertavam as coxas musculosas dele, unhas cravando na pele preta.

Tyrone se masturbava ao lado, esperando a vez de novo. Ele batia a vara na bochecha dela, deixando rastros úmidos.

Raquel alternava agora: chupava um, masturbava o outro. A boca dela doía, vermelha, inchada. Mas ela continuava, os movimentos ficando mais ritmados apesar do desconforto. Engolia o de Tyrone até onde dava, lambendo a parte de baixo com a língua, chupando a cabeça como se fosse um sorvete gigante. Quando voltava pro Jamal, abria a boca o máximo, deixando ele forçar até sentir a garganta ceder um pouco mais pra ir acostumando.

O tempo parecia parar. O som da fogueira crepitando misturava com os gemidos abafados dela, o barulho molhado da saliva. Eu comia o peixe devagar, o estômago embrulhado, mas a fome maior que tudo.

Tyrone gozou primeiro. Agarrou o rabo de cavalo dela com força, enfiou fundo e explodiu. Jatos grossos, quentes, enchendo a boca dela. Raquel arregalou os olhos, tentando engolir, mas era demais. A porra transbordou pelos cantos da boca, escorrendo pelo queixo, pingando nos seios. Ele mandou:

— Engole tudo, vadia.

Ela engoliu o que pôde, tossindo, o resto escorrendo. Era muita porra – viscosa, branca, grossa. Parecia leite condensado.

Deu uns 30 segundos pra ela respirar, tossir, limpar a boca com as costas da mão. Então veio Jamal.

Ele segurou a cabeça dela com as duas mãos enormes, como se fosse uma boneca. Enfiou devagar, forçando a grossura toda. Raquel gemeu alto, os olhos revirando um pouco. Ele fodia a boca dela com estocadas lentas, profundas e provocantes. A garganta dela inchava visivelmente a cada entrada. Baba escorria em fios longos. Ele acelerou, gritou baixo.

— Toma, loirinha... toma porra na garganta.

E gozou. Um jorro interminável. Jatos pesados, quentes, enchendo a boca dela até transbordar de novo. Raquel engolia desesperada, a garganta trabalhando visivelmente. Era ainda mais que o de Tyrone – parecia não acabar foi quase 1 minuto gozando. Quando ele tirou, a boca dela estava cheia, os lábios inchados, porra escorrendo pelo queixo, pescoço, molhando a blusa. Ela tossiu, engoliu o resto aos poucos.

Juntando as duas gozadas, devia ter mais de meio litro. Nunca vi homem gozar tanto. As bolas deles pareciam esvaziadas, mas ainda pesadas.

Eles riram, satisfeitos.

Deram um cantil improvisado com água – bastante, limpa, de um riacho que conheciam. Raquel perguntou da comida.

Tyrone sorriu.

— Seu marido já comeu um peixe. E você tá bem alimentada de porra. Isso é melhor que comida, loirinha.

Ela reclamou, voz rouca:

— Isso não foi o combinado...

— Acordo é acordo. A gente deu comida e água.

Saímos dali. Raquel andava devagar, o queixo ainda molhado, os olhos baixos. Chegamos no avião. Lena perguntou:

— Cadê a comida?

Raquel explicou tudo, voz baixa, sem olhar pra ninguém.

Lena ficou quieta um tempo. Depois disse:

— Realmente... sêmen dá muita sustância.

Raquel virou pra ela, surpresa.

— Como assim?

Lena respirou fundo.

— Eu estudei um pouco de nutrição na faculdade de aviação, pra entender dietas em missões longas. Sêmen tem proteínas, zinco, cálcio, magnésio, vitamina C, frutose... é calórico também, uns 5 a 25 calorias por ejaculação, dependendo do volume. Tem aminoácidos, e o zinco ajuda no sistema imunológico. Não é comida de verdade, mas em emergência... sustenta muito bem.

Raquel tocou o próprio estômago, pensativa.

— Realmente... melhorei da fome. Meu estômago tá mais calmo e me sinto mais forte.

Eu fiquei em silêncio, olhando pra selva escura, Aquela noite no avião destruído foi uma eternidade de sombras e sons da selva. O ar úmido grudava na pele como uma segunda camada, e o silêncio só era quebrado por insetos zumbindo e algo ao longe que parecia um rugido distante. Lena, coitada, acordou zonza no meio da madrugada, murmurando algo incoerente, os olhos escuros vidrados e perdidos. Ela tentou se sentar, mas desabou de novo no chão improvisado de folhas e roupas, o corpo magro tremendo como se estivesse congelando apesar do calor abafado.

Raquel acordou na hora, sempre atenta, e correu pra acudi-la. Ajoelhou ao lado dela, passando a mão no rosto suado de Lena, murmurando palavras de consolo. "Lena, acorda, minha querida... você tá bem?" Eu me levantei devagar, o corpo dolorido de tanto tempo no chão duro, e vi Raquel checando o pulso dela. "Ela tá desnutrida, Sérgio. Olha pra ela... a fome tá acabando com a gente."

Lena piscou fraco, mas não respondeu. Raquel me olhou com aqueles olhos verdes cheios de determinação e desespero. "Sérgio... você precisa gozar na boca dela." As palavras saíram baixas, mas firmes, como se ela estivesse falando de algo prático, como dividir água ou algo assim.

Eu recuei um passo, chocado. "O quê? Raquel, isso é loucura tá doida! Eu não vou..."

Ela me interrompeu, a voz tremendo um pouco. "Sei que não é certo, amor. Mas lembra do que ela disse? Sobre o sêmen... as vitaminas, as proteínas. Pode salvar ela agora. A gente não tem mais nada pra fazer."

Meu estômago revirou. Eu amava Raquel, mas isso era demais. Ainda assim, a fome e o medo me corroíam. Relutante, tirei o pau da cueca – meio mole, encolhido pelo cansaço e pelo frio noturno. Comecei a bater uma devagar, perto da boca entreaberta de Lena, que ainda estava semi-desmaiada. A sensação era estranha, forçada, o pau endurecendo aos poucos no ar úmido. Mas não gozava. A pressão era grande demais, o cérebro gritando que isso era errado.

Raquel viu minha dificuldade e se aproximou, pegando meu pau com a mão delicada, mas firme. "Deixa eu ajudar, amor, deixa eu bater uma punhetinha pra você." Ela bateu com mais força, o ritmo acelerando, a palma quente e suada deslizando pela pele. Eu gemi baixo, sentindo o sangue pulsar, mas ainda assim, nada. O gozo teimava em não vir.

Foi quando Lena acordou de vez. Piscou devagar, os olhos focando na cena à frente dela – meu pau ereto na mão de Raquel, perto dos lábios dela. Ela corou, a pele escura ficando mais ruborizada, mas não recuou. "Eu... posso tentar chupar", murmurou ela, a voz fraca, mas com uma determinação quieta. "Se vai ajudar..."

Raquel assentiu, soltando meu pau e se afastando um pouco. Lena se ergueu devagar nos cotovelos, o braço machucado doendo visivelmente, e se aproximou. A boca dela era como veludo – delicada, macia, os lábios cheios e escuros se abrindo devagar para envolver a cabeça do meu pau. Ela chupou suave no começo, a língua rodando em círculos lentos, explorando cada veia, cada contorno. Não era agressiva como as outras cenas que eu tinha visto; era quase carinhosa, como se ela estivesse provando algo novo, cuidadosa apesar da fraqueza.

Eu gemi, as mãos tremendo ao lado do corpo. Lena aumentou o ritmo aos poucos, a boca descendo mais fundo, engolindo metade do meu pau – que tinha 18 cm, nada comparado aos monstros daqueles dois, mas o suficiente pra me fazer ver estrelas. A saliva dela era quente, escorrendo pela base, e ela usava a mão livre pra massagear as bolas, apertando de leve, como se soubesse exatamente o que fazer e como fazer. Os cachos pretos caíam sobre o rosto, e ela olhava pra cima de vez em quando, os olhos escuros cheios de uma mistura de vulnerabilidade e curiosidade.

"Assim... isso, Lena...", murmurei sem querer, o quadril se movendo involuntário. Ela acelerou, a boca fazendo sons molhados, gluck-gluck baixos, a garganta relaxando pra me engolir mais. Raquel assistia em silêncio, mordendo o lábio, os seios subindo e descendo com a respiração pesada. Lena chupava com dedicação, a língua lambendo a parte de baixo enquanto a boca subia e descia, os lábios esticados em volta da grossura. Senti o gozo subindo devagar, como uma onda crescendo, e quando veio, foi explosivo.

Gozei bastante – não tanto quanto aqueles negros, mas o suficiente pra encher a boca dela. Jatos quentes, grossos, pulsando um atrás do outro, enchendo os cantos dos lábios dela até transbordar um pouco. Lena engoliu tudo, os olhos fechados, a garganta trabalhando visivelmente, como se estivesse bebendo um remédio necessário. Foi minha maior gozada em anos, o corpo tremendo inteiro, as pernas moles. Ela limpou o resto com a língua, lambendo devagar, e se deitou de novo, parecendo um pouco mais forte. "Obrigada...", sussurrou, antes de fechar os olhos.

Pela manhã, Lena parecia melhor – cor no rosto, menos zonza. Mas ao meio-dia, a fome bateu forte em mim e em Raquel. O sol queimava alto, e o estômago dela roncava audivelmente. "Sergio, eu não aguento mais...", murmurou ela, a barriguinha seca tremendo. Fomos até a caverna, os pés afundando na terra úmida.

Tyrone tinha saído pra pescar, só Jamal estava lá, sentado na pedra, afiando a lança. Os músculos dele brilhavam de suor, o peito largo subindo e descendo calmamente. "O que querem?", disse ele, os olhos pretos fixos em Raquel.

Eu tentei negociar, mas ele cortou: "Não tem acordo. Ou eu como ela aqui agora, dou peixe pra você e sêmen pra ela, ou nada."

Raquel engoliu em seco, mas antes que respondesse, Tyrone chegou com um peixe enorme, fresco, escamas brilhando. Colocou pra assar na fogueira, o cheiro de carne grelhada invadindo tudo – insano, torturante. Minha boca salivava, a fome me traindo, o estômago apertando como uma garra.

Raquel se endireitou, a voz firme: "O acordo é o seguinte então: 5 minutos na buceta cada um, gozam na minha boca, e um pedacinho de peixe pra mim e pro Sérgio."

Eles se entreolharam, rindo. Jamal assentiu. "Acordo fechado. Mas hoje vai ter nudez total." E riu baixo, malicioso.

Raquel hesitou, mas assentiu. Começou a se despir devagar sem minha aprovação, sensual apesar do medo. Primeiro, a blusa – ergueu os braços, o tecido subindo devagar, revelando a barriguinha seca, reta, depois os seios médios pra grandes, os mamilos rosados endurecendo no ar fresco da caverna. Balançaram levemente quando a blusa caiu no chão. Depois, a calça – desabotoou devagar, empurrando pros quadris, as coxas grossas aparecendo, firmes, a pele clara contrastando com a terra suja. A calcinha veio por último, deslizando pelas pernas, revelando a buceta, os lábios inchados de antecipação ou medo. Ela ficou ali, nua, o rabo de cavalo loiro balançando, o corpo corpudinho brilhando de suor, vulnerável e linda.

Eles se aproximaram, paus já duros nas bermudas. Raquel se ajoelhou primeiro, chupando um pouco cada um pra preparar. Pegou o de Tyrone, masturbando devagar, depois enfiou na boca – chupou a cabeça, lambendo, engolindo uns 10 cm com dificuldade. Depois Jamal – a grossura esticava os lábios, ela babava muito, mas chupou o que dava, os olhos lacrimejando.

Tyrone foi o primeiro a penetrar. Mandou ela se deitar nas folhas, pernas abertas. A cabeça do pau dele – grossa, 23 cm – encostou na entrada da bucetinha dela. Empurrou devagar, mas com dificuldade. Raquel gemeu alto, as coxas tremendo. "Devagar... por favor...preciso me acostumar com seu pau…", pediu ela, os olhos verdes arregalados. A buceta dela era apertada, não acostumada a algo tão grande. Ele forçou mais, a cabeça entrando centímetro por centímetro, esticando os lábios rosados até o limite. Ela gritou de dor, as unhas cravando nas folhas, o corpo arqueando. "Tá doendo... ah, Deus, tá rasgando minha buceta!" Tyrone riu, empurrando mais fundo, o pau deslizando aos poucos no molhado dela, mas com resistência. Cada estocada era uma batalha – ele saía quase todo e enfiava de novo, a fricção fazendo som molhado, alto. Raquel chorava, mas o corpo traía, a buceta se adaptando devagar, o quadril se movendo involuntário. Ele fodia com ritmo, os 5 minutos parecendo eternos, a dor virando uma mistura estranha de prazer forçado.

Depois veio Jamal. O pau insano dele – 25 cm, grosso como uma lata – se posicionou. Ele penetrou violentamente, sem aviso, como um animal. Enfiou a cabeça de uma vez, Raquel gritando alto: "Não! Devagar, por favor! Tá me destruindo!" Mas ele não parou, empurrando com força, o pau grosso esticando a buceta dela ao máximo, os lábios se abrindo como nunca. Ela chorava, as lágrimas escorrendo, o corpo convulsionando. "Para... ah, meu Deus, não aguento esse pau nao!" Eles riam, Tyrone ao lado masturbando. Jamal fodia brutal, cada estocada fazendo o corpo dela balançar, a barriguinha tremendo. Ele enfiava quase tudo – uns 20 cm –, o pau desaparecendo dentro dela, o volume visível na barriga baixa. Ela gritava de dor, mas não pedia pra parar de vez.

Tyrone me jogou um pedaço grande de peixe assado. "Come enquanto assiste, corno." Eu peguei, devorando inteiro, o sabor salgado e quente explodindo na boca, enquanto via Jamal foder Raquel com força, os músculos dele flexionando.

Tyrone se aproximou e colocou o pau na boca dela enquanto Jamal comia a buceta. Raquel chupava um e dava pro outro – a boca esticada no pau de Tyrone, engasgando com as estocadas, enquanto Jamal acelerava, passando dos 5 minutos, mas ninguém reclamava. Eu também não – a cena era hipnótica, o pau meu endurecendo apesar de tudo.

Eles trocaram. Jamal foi pra boca: o pau grosso, coberto de suco dela, enfiado nos lábios de Raquel. Dificuldade era imensa – os cantos da boca esticando até rasgar, os olhos dela cheios de terror. "Não cabe... ah, Deus!", murmurou ela antes dele forçar. Ele segurou a cabeça, empurrando devagar, a grossura invadindo a garganta da bichinha, o pescoço inchando. Ela babava rios, lágrimas escorrendo, o terror nos olhos misturado com submissão. Ele fodia a boca com estocadas profundas, ela engasgando, mas chupando o que dava, a língua lambendo por baixo.

Na hora da gozada, Jamal foi primeiro. Puxou pra fora e explodiu na boca aberta dela – jatos grossos, enchendo até transbordar. Raquel engoliu com gosto dessa vez, lambendo as sobras, pegando o que escorria com os dedos e colocando de novo na boca, bebendo como se fosse néctar. O rosto dela brilhava de porra, os lábios inchados.

Tyrone veio em seguida, gozando na boca dela – mais jatos pesados, ela engolindo tudo, lambendo os dedos sujos, os olhos semicerrados de satisfação estranha ate a ultima gota.

Eles pegaram um pedaço de peixe e deram pra ela. Raquel comeu ali mesmo, nua, com porra na boca, nas mãos, no queixo – misturando o salgado do sêmen com o peixe, devorando faminta, o corpo ainda tremendo.

Saímos dali, Raquel se vestindo devagar, o corpo fodido, mas viva.

Naquela noite eu deitei ao lado de Raquel, sentindo o calor do corpo dela contra o meu, mas era um calor distante, como se ela já estivesse em outro lugar. Ela adormeceu rápido, exausta, o rabo de cavalo loiro espalhado no chão como ouro sujo. Eu fiquei acordado, olhos fixos no teto amassado do avião, ouvindo a respiração dela ficar mais lenta, mais profunda.

Então veio o sonho. Primeiro foram bocejos baixos, murmúrios que eu tentava decifrar. Palavras soltas, enroladas na língua: “mais… por favor…”. Meu coração acelerou. Ela se mexeu, virou de lado, e aí veio claro, nítido, como um soco no estômago: “Jamal…”.

Eu congelei. O nome dele saiu da boca dela como se fosse natural, como se estivesse chamando um amante antigo. Depois veio “Tyrone…”, sussurrado, quase um gemido. E então, sem abrir os olhos, sem acordar, a mão dela desceu devagar pela barriguinha seca, enfiou por dentro da calcinha improvisada e começou a se tocar. Lento, circular, os dedos mexendo na buceta ainda inchada das fodas do dia. Ela gemia baixinho no sono, o quadril se movendo em espasmos leves, o nome deles escapando entre suspiros.

“Jamal… assim… mais fundo… Tyrone…me arrebenta...”

Eu senti o mundo desabar. Ciúme puro, cru, queimando como ácido no peito. Fúria contra eles, contra ela, contra mim mesmo por ter deixado chegar nisso. Mas o pior era o tesão traiçoeiro: meu pau endureceu na cueca só de ver a mão dela se movendo, imaginando aqueles paus monstros invadindo ela de novo. Chorei. Lágrimas quentes escorrendo silenciosas pelo rosto, pingando no chão. Eu amava aquela mulher mais que tudo, e sabia que uma hora ela ia se entregar de vez. O corpo dela já estava viciado naqueles machos, mesmo que a alma ainda lutasse.

Lena acordou. Estava deitada do outro lado, olhos escuros abertos na penumbra. Ela viu tudo: minhas lágrimas, a mão de Raquel se masturbando no sono, os nomes escapando. Não disse nada na hora. Só se levantou devagar, ainda fraca, mas com uma determinação quieta. Tocou meu ombro.

“Vem aqui fora”, sussurrou.

Saímos do avião. A selva estava escura, só o luar filtrado pelas árvores. Lena encostou numa árvore grossa, respirando pesado. “Eu sei que sua esposa tá fazendo isso por nós. Sei como deve estar se sentindo. E sei que não é suficiente o que vou pedir… mas me coma. Me coma com raiva. Desconta tudo em mim.”

Eu não pensei. A raiva era maior que qualquer razão. Tirei a calça num movimento brusco, o pau já duro, pulsando de ódio e desejo. Lena abaixou a calça jeans dela até os joelhos, virou de costas, empinou o rabo escuro e firme, as coxas magras tremendo um pouco. Encostei nela contra a árvore, a casca áspera roçando nas costas dela. Segurei os quadris com força, unhas cravando na pele, e meti com tudo.

Entrei de uma vez na buceta dela , sem aviso, sem carinho. O pau inteiro afundou na buceta quente e molhada dela. Lena mordeu o lábio pra não gritar, os olhos arregalados, mas o corpo dela reagiu na hora: apertou em volta de mim, como se quisesse mais. Comecei a foder com violência, estocadas profundas e rápidas, o som da pele batendo ecoando baixo na noite. Cada metida era um castigo – pra ela, pra mim, pros dois negros que estavam destruindo minha vida.

“Desgraçados…”, grunhi baixo, segurando o pescoço dela por trás, apertando de leve enquanto socava mais fundo. Lena gostava. Os olhos reviravam, a boca aberta em gemidos mudos, o corpo se curvando pra trás pra me receber melhor. Ela não podia gemer alto, pra não acordar Raquel, então mordia o próprio braço, abafando os sons. Mas o corpo traía: a buceta escorria, pingando pelas coxas, o rabo tremendo a cada estocada. Eu puxava o cabelo cacheado dela, forçando a cabeça pra trás, e mordia o ombro, deixando marca.

“Você gosta, né? Gosta de pau…”, rosnei, descontando tudo. Ela assentiu devagar, lágrimas nos olhos, mas o quadril empurrava contra mim, pedindo mais. Mudei o ângulo, metendo de baixo pra cima, acertando aquele ponto que fazia ela tremer inteira. Lena se contorcia, as unhas arranhando a casca da árvore, o corpo suado brilhando no luar. Eu acelerava, o pau pulsando dentro dela, sentindo a buceta dela apertar cada vez mais forte.

Quando gozei, foi como uma explosão. Enchi a buceta dela de porra quente, jatos grossos pulsando fundo, marcando ela por dentro. Lena gemeu baixo, abafado, o corpo convulsionando em orgasmo silencioso. Tirei o pau ainda gosado, pingando, e ela virou rápido, caindo de joelhos. Deu tempo de mais dois jatos fortes irem direto na boca aberta dela. Ela engoliu tudo, lambendo a cabeça, os olhos fixos nos meus, como se dissesse “eu aguento mais”.

Voltamos pro avião como se nada tivesse acontecido. Deitei ao lado de Raquel, que ainda dormia, a mão suja de si mesma. Lena se deitou do outro lado, quieta.

No dia seguinte, cedo, a fome era insuportável. As migalhas que eles davam mal sustentavam. O corpo tremia, a visão embaçava. Eu e Raquel fomos até a caverna, pernas cansadas mas sem escolha.

Eles estavam lá, Jamal sentado na pedra como um rei, Tyrone assando mais peixe e carne. O cheiro era tortura.

“Se ficarem aí no avião, vão morrer”, disse Jamal, sem rodeios. “Temos uma proposta. Vocês três vêm morar aqui na caverna. Raquel sustenta a gente sexualmente. Como a gente quiser, quando a gente quiser. Você, Sergio, ajuda na caça e na pesca. Mas só pode tocar na sua esposa uma vez por semana… ou quando a gente permitir. Em troca, Lena supre suas necessidades… se ela quiser ficar aqui.”

Eu questionei, voz rouca de raiva.

“Vocês estão loucos. Isso é escravidão.”

Tyrone riu.

“É sobrevivência, corno. Escolhe.”

Saímos de lá sem responder. Voltamos pro avião em silêncio. Conversamos com Lena. Ela ouviu tudo, olhos baixos.

“Eu concordo”, disse ela, simples. “Mas a resposta final é da Raquel.”

Raquel ficou quieta um tempo longo. Olhou pra selva, pro avião destruído, pro meu rosto marcado de lágrimas secas. Depois respirou fundo, os olhos verdes brilhando com uma mistura de tristeza e resignação.

“Vamos aceitar.”

As palavras caíram como uma sentença. Meu peito apertou. Raquel se aproximou, tocou meu rosto.

“É por nós, amor. Por sobreviver. Eu te amo….”

Eu não respondi. Só abracei ela forte, sentindo o cheiro dela misturado com o cheiro deles que ainda devia estar na pele. A selva ao redor parecia rir de mim. A partir de amanhã, a caverna seria nossa casa. E as regras deles, nossa lei.

Eu sabia que nada seria como antes.

No dia seguinte, acordamos já era meio tarde, por volta das 9 da manhã. O sol filtrava pelas fendas do avião destruído, quente e impiedoso, como se a selva quisesse nos lembrar que não tínhamos mais controle sobre nada. Raquel se mexeu primeiro, remexendo nas poucas bagagens que salvamos – roupas sujas, um cantil vazio, e ali, no fundo de uma mala, achou uma lâmina de gilette velha, daquelas que eu usava pra me barbear em viagens. Ela pegou, olhos verdes fixos, e começou a se depilar. Sentada no chão, pernas abertas, passando a lâmina com cuidado na buceta e nas axilas, raspando tudo lisinho. O corpo dela brilhava de suor, as coxas grossas tremendo um pouco com o esforço, os seios balançando levemente a cada movimento.

Lena, ainda fraca, deitada ali perto, viu e fez o mesmo. Pegou a lâmina depois, mãos tremendo, e depilou a própria buceta escura, os cachos pretos caindo no chão como se estivessem se rendendo. "Por quê?", perguntei, voz rouca, sentindo um aperto no peito. Raquel olhou pra mim, o rabo de cavalo loiro desgrenhado, e disse baixinho: "Assim pode forçar eles a gozar mais rápido. Pele lisa, sensível... diminui o tempo de sexo. A gente precisa sobreviver, amor, mas não vou virar brinquedo eterno deles."

As palavras doeram como faca. Eu sabia que ela ainda lutava, mas o corpo dela já estava marcado, acostumado àqueles monstros. Lena assentiu fraco, os olhos escuros cheios de uma resignação quieta. Arrumamos o pouco que tínhamos de bagagem e fomos pra caverna, pernas moles, estômago roncando. A selva zumbia ao nosso redor, pássaros gritando como se rissem da nossa fraqueza.

Chegamos lá e eles nos receberam com sorrisos predatórios. Jamal, o gigante de músculos esculpidos em ébano, ombros largos como uma parede, barba fina contornando o queixo forte, olhos pretos que pareciam engolir tudo. Tyrone, com os dreads curtos amarrados, corpo seco e rasgado, piercing no nariz brilhando na luz da fogueira. "Sabíamos que viriam", disse Jamal, voz grave ecoando na caverna. Tinham caçado um filhote de javali – pequeno, mas suculento, assando no espeto sobre a fogueira. O cheiro era divino: carne assando, gordura pingando e chiando, misturado com fumaça e ervas selvagens. Meu estômago apertou, a fome virando uma dor física.

Antes de qualquer coisa, eles reforçaram as regras, como se fossem donos da porra toda. Jamal cruzou os braços, músculos flexionando. "Raquel é nossa pra tudo, como quisermos, quando quisermos." Raquel acenou com a cabeça, baixando os olhos, o corpo corpudinho tremendo levemente. "E Lena vai satisfazer você, Sergio, pra você não ficar tão ciumento." Lena acenou também, fraca mas obediente. "Agora vamos comer", disse Tyrone, cortando pedaços grandes do javali.

Comemos como loucos. A fome era insana, roendo as entranhas. Rasgávamos a carne com as mãos, suco quente escorrendo pelo queixo, mastigando vorazmente. Raquel devorava o dela, os lábios cheios brilhando de gordura, olhos semicerrados de alívio. Lena comia devagar, mas faminta, o corpo magro tremendo com cada mordida. Eu enfiava pedaços na boca, sentindo o sabor salgado e defumado explodir na língua, mas o ciúme ainda queimava por dentro. Aquela carne era deles, caçada por eles, e agora nos sustentava – como tudo mais.

Ao acabarmos, veio o acordo. Eles se levantaram, paus já endurecendo nas bermudas improvisadas. "Agora paga o preço, loirinha", disse Tyrone, olhos nos seios dela. Raquel se levantou devagar, mãos trêmulas, e começou a se despir. Tirou a blusa suja, revelando os seios médios pra grandes, mamilos rosados endurecendo no ar fresco da caverna. Depois a calça, descendo pelas coxas grossas, deixando a buceta recém-depilada à mostra – lisa, rosada, inchada de antecipação ou medo. Ficou nua ali, baixinha e corpudinha, barriguinha seca tremendo, o rabo de cavalo balançando.

Eles observaram, olhos famintos. "Olha só, depiladinha... que vadia esperta", rosnou Jamal, grotesco, aproximando o rosto. "Bucetinha lisinha pra gente foder mais fácil, hein? Parece uma putinha novinha, pronta pra ser rasgada." Tyrone riu, tocando a própria vara. "Cu também? Aposto que sim. Tá pedindo pra ser enchida de porra, loira." Os elogios eram sujos, humilhantes, mas Raquel ficou quieta, corando, os olhos baixos.

Ela se ajoelhou nas folhas, como da última vez. Começou chupando os dois. Primeiro Tyrone: pegou o pau de 23 cm dele com as mãos pequenas, masturbando devagar, depois enfiou na boca. Chupou a cabeça, lambendo as veias, engolindo uns 10 cm com dificuldade, a baba escorrendo. Ele gemia baixo, segurando o rabo de cavalo dela. Depois Jamal: a grossura insana esticava os lábios dela até doer, a mandíbula tremendo. Ela babava rios, engasgando, mas chupava o que dava, olhos lacrimejando mas com um olhar mais sereno desta vez.

Tyrone foi o primeiro na buceta. Mandou ela ficar de quatro, rabo empinado. Enfiou devagar, a buceta dela se abrindo pra ele, molhada apesar de tudo. Fodia ritmado, estocadas profundas, ela gemendo alto, as coxas grossas tremendo. "Isso, toma pau preto, vadia." Depois trocou com Jamal: o pau grosso invadiu como uma invasão, esticando tudo, ela gritando de dor e prazer misturado. "Ah, fode... mas fode devagar!"

Então veio o pior. Tyrone pegou um pouco de óleo de javali – gordura derretida, quente e pegajosa – e passou no pau dele, brilhando. Foi em direção ao cu dela, a cabecinha encostando no anel apertado. Raquel protestou na hora, olhos arregalados: "Não! Por favor, no cu não... isso não tava no acordo!" Jamal riu, segurando a cabeça dela no pau dele. "Tava sim, loira. Você é nossa pra tudo. Lembra?" Ela hesitou, mas assentiu, a cara insana de medo e submissão.

Tyrone empurrou a cabecinha. Só a ponta, mas o cu dela resistia, apertado, virgem. Raquel gritou alto, o corpo arqueando, unhas cravando nas folhas. "Ah, Deus... tá doendo! Tira!" Mas ele não parou, forçando devagar, o óleo ajudando a deslizar. A cabecinha entrou com um pop, esticando o anel rosado até o limite. Ela gemia e gritava alto, mordendo o pau de Jamal na boca por acidente, dentes roçando a pele grossa. Ele gritou, deu um tapa sexy na cara dela – não forte, mas o suficiente pra arder. "Ei, vadia, cuidado com os dentes no meu pau!" Ela pediu desculpa, voz rouca: "Desculpa... ah, mas é... tá rasgando meu cu!" E riu, um riso nervoso, histérico, lágrimas escorrendo.

Tyrone colocou mais, devagar, centímetro por centímetro, até a metade – uns 11 cm dentro do cu apertado. O pau pulsava visivelmente, o anel esticado como borracha, vermelho de esforço. Raquel chorava, o corpo suado, tremendo inteiro, mas o quadril se movia involuntário, como se o corpo quisesse mais apesar da dor. "Vai devagar... por favor... tá me abrindo ao meio!"

Trocaram. Jamal veio pro cu: o pau mais grosso, como uma lata, dilacerando tudo. Era o primeiro anal dela na vida, e já com aquilo. Enfiou a cabeça com violência, ela berrando: "Não! Caralho, não cabe! Tá me matando!" O cu se dilatava forçado, rasgando devagar, suor misturado com óleo pingando. Ela gritava, unhas arranhando o chão, o rosto contorcido. "Caralho, eu demorei pra minha buceta acostumar com o pau de vocês... agora vai ser mais demorado pro cu! Ah, devagar... isso me destrói!"

Depois, a primeira DP dela: Tyrone na buceta, Jamal no cu. Ela no meio, sanduíche de músculos pretos. Tyrone enfiava fundo na frente, Jamal atrás, o pau grosso esticando o cu ao máximo. O corpo dela balançava, seios quicando, barriguinha tremendo, gemidos virando urros. "Ah, Deus... tá me enchendo toda! Não aguento... é muita rola!"

Eu e Lena assistíamos, sentados na pedra. Meu pau endurecia apesar do ciúme, lágrimas nos olhos vendo minha mulher ser destruída. Lena, ao meu lado, respirava pesado, mão na coxa. Jamal olhou pra nós e mandou: "Ei, Lena, dá pra ele. Não deixa o corno sofrendo tanto assim nao." Lena obedeceu, ficando nua – beleza magra e negra, seios lindos bicudos, mamilos escuros endurecidos, buceta depilada brilhando. Sentou no meu colo, de frente pra cena, e enfiou meu pau na buceta dela. Quente, molhada, apertada. Fodia devagar, quadril girando, gemendo baixo enquanto assistia Raquel ser fodida duplamente. "Isso, Sérgio... me fode enquanto vê ela... tá gostoso?"

Na hora de gozar, Raquel ia engolir tudo – não podia desperdiçar energia. Jamal gozou primeiro no cu, enchendo com jatos quentes, depois tirou e enfiou o resto na boca dela. Ela engoliu faminta, lambendo cada gota. Tyrone veio na buceta, depois na boca – porra grossa, viscosa, enchendo os cantos. Lena engoliu a minha porra tambem, boca de veludo sugando até a última gota.

Raquel caiu desfalecida, corpo mole, cu e buceta inchados, escorrendo porra. Eles jogaram água de um balde improvisado nela, limpando o suor e o sêmen, a água fria a acordando aos poucos. "Leva ela pra dormir, Lena. Precisa descansar." Lena ajudou, carregando Raquel pro fundo da caverna. Jamal olhou pra mim: "Vai ajudar na caça, corno. Trabalho não acaba."

Saí dali, coração apertado, sabendo que a selva – e aqueles dois – nos tinham de vez...

Os próximos dias foram estranhos, quase calmos demais pra ser verdade. Raquel começou a menstruar no dia seguinte àquela primeira noite na caverna. O sangue veio forte, como se o corpo dela estivesse protestando contra tudo que tinha acontecido. Os dois – Jamal e Tyrone – deram uma folga inesperada. “Não queremos sujar a vadia de sangue”, disse Jamal com um sorriso torto, enquanto Tyrone só riu baixo e acenou com a cabeça. “Descansa, loirinha. Quando parar o sangramento, a gente volta com tudo.”

Naqueles dias, em vez de foderem Raquel, eles me levaram pra selva. Me ensinaram a caçar e pescar de verdade. Eu era péssimo no começo – a lança improvisada escorregava na mão, o arco de cipó que eles fizeram quebrava na minha cara, e os peixes fugiam antes que eu chegasse perto. Mas aos poucos peguei o jeito. Aprendi a ficar quieto, a observar o movimento das folhas, a sentir o vento pra não ser traído pelo cheiro. Jamal me mostrava paciência de predador, Tyrone ria das minhas falhas mas depois dava dicas brutas: “Não pensa, corno. Sente. O animal sente você antes de você ver ele.” Eu voltava suado, arranhado, com algum coelho ou peixe pequeno, e eles assentiam como se eu fosse um cachorro que finalmente aprendeu o truque.

Era o último dia do ciclo dela. O sangue tinha parado de vez. Eu cheguei na caverna no fim da tarde, corpo moído da caçada, ombros doendo, mãos calejadas. O sol já estava baixo, a fogueira crepitando, o cheiro de fumaça e carne velha no ar. Raquel dormia no fundo, enrolada numa pele de javali que eles tinham dado pra ela, o rosto sereno pela primeira vez em dias. Eu me joguei sentado numa pedra, exausto.

Jamal e Tyrone me olharam de cima. “Hoje vai ser a Lena”, disse Jamal, voz grave, sem rodeios.

Eu levantei a cabeça rápido. “Isso não tava no acordo. Vocês disseram que ela supria minhas necessidades se quisesse. Não que vocês mandavam nela.”

Lena, que estava sentada perto da fogueira arrumando as lanças, negou na hora, voz baixa mas firme: “Eu não concordei com isso. Não .”

Tyrone riu, os dreads balançando. “Calma, calma. não queremos foder ela, tudo bem. Mas vamos bater uma punheta vendo vocês dois. Isso tá no acordo. Vocês se pegam, a gente assiste e goza olhando. Simples.”

Eu olhei pra Lena. Ela baixou os olhos, mordendo o lábio. Recusei na hora: “Não. Isso é humilhação demais.”

Mas a fome, o cansaço, o peso de tudo... eu cedi né fazer o que. “Tá bom. Mas só isso.”

Raquel continuou dormindo no fundo, alheia. Lena se levantou devagar. Tirou a roupa sem pressa, como se estivesse se rendendo a algo inevitável. Ficou nua ali, A pele escura brilhando à luz da fogueira, corpo magro mas firme, seios bicudos apontando pro alto, mamilos escuros endurecidos, buceta depilada lisa no meio das coxas finas. Ela era linda de um jeito selvagem, vulnerável.

Eu tirei a calça, meu pau médio de 18 cm já meio duro só de ver ela. Não era nada perto dos monstros deles, mas pulsava quente. Lena se aproximou, ajoelhou na minha frente primeiro. Pegou meu pau com as duas mãos, masturbou devagar, olhando nos meus olhos. “Relaxa, Sergio... deixa eu cuidar de você.” Abriu a boca de veludo e engoliu inteiro, lenta, a língua rodando na cabeça, sugando com carinho. Eu gemi baixo, as mãos no cabelo cacheado dela.

Eles assistiam, sentados nas pedras, paus enormes já pra fora, batendo punheta devagar. Jamal com a mão grossa envolvendo aquela lata de 25 cm, Tyrone com os 23 cm reto pulsando. Olhavam fixo, respirando pesado.

“De quatro, Lena. Mostra o rabo pra gente”, mandou Tyrone.

Ela obedeceu. Virou de costas, empinou o cu redondo e firme, pernas abertas. Eu me posicionei atrás, encostei a cabeça na entrada molhada dela e entrei devagar. Buceta quente, apertada, escorrendo. Comecei a meter ritmado, mãos nos quadris magros, sentindo ela apertar em volta de mim a cada estocada. Lena gemia baixo, abafado, o corpo tremendo.

“Mais rápido, corno. Faz ela gemer alto”, disse Jamal.

Acelerei. O som molhado da pele batendo ecoava na caverna. Lena empurrava o quadril pra trás, pedindo mais. Mudei de posição: mandei ela deitar de costas, pernas abertas em V. Entrei de novo, fundo, vendo os seios bicudos balançarem a cada metida. Ela cravou as unhas nas minhas costas, olhos escuros fixos nos meus, como se dissesse “desconta tudo aqui na minha bucetinha”.

Eles batiam punheta mais forte agora, paus brilhando de pré-gozo. “Agora de lado, Lena. Levanta a perna”, ordenou Tyrone.

Ela virou de lado, uma perna erguida. Eu entrei por trás, metendo profundo, a mão livre apertando o seio dela, beliscando o mamilo. Lena gemia mais alto, o corpo suado colando no meu. Eu sentia o orgasmo subindo, mas segurei.

De repente, Raquel acordou. Piscou devagar, viu a cena: eu fodendo Lena com força, os dois negros batendo punheta olhando. Em vez de gritar ou chorar, ela se levantou sem dizer nada. Caminhou nua até eles, ajoelhou entre os dois e começou a mamar. Primeiro Tyrone: abriu a boca, engoliu metade do pau dele, chupando com vontade, baba escorrendo. Depois Jamal: lutou com a grossura, esticando os lábios, engasgando, mas continuou.

A visão me quebrou. Ver minha esposa, sem ninguém mandar, chupando aqueles monstros enquanto eu fodia outra mulher... o ciúme explodiu, mas o tesão também. Acelerei em Lena, metendo com raiva, fundo, sentindo ela apertar forte. Gozei dentro dela, jatos quentes enchendo a buceta escura, pulsando até esvaziar. Lena gemeu alto, gozando junto, corpo convulsionando.

Raquel continuou chupando até eles gozarem. Primeiro Tyrone: enfiou fundo na garganta dela e explodiu, enchendo a boca. Ela engoliu tudo, lambendo os lábios. Depois Jamal: gozou ainda mais, porra transbordando pelos cantos da boca dela, escorrendo pelo queixo. Ela limpou com os dedos, colocou de volta na boca, bebendo como se fosse água.

Depois tudo acabou. Lena caiu de lado, ofegante. Eu me sentei, pau mole pingando ja, coração batendo forte. Raquel veio até mim, nua, corpo marcado de mordidas e tapas leves, sentou no meu colo devagar. Tocou meu rosto, olhos verdes cheios de lágrimas.

“Eu tava gostando, Sergio...”, sussurrou, voz tremendo. “Gostando de ser usada por eles. De sentir aqueles paus me rasgando, me enchendo... meu corpo responde, amor. Goza forte, treme todo. Mas eu te amo. Te amo mais que tudo. Minha mente tá em conflito. Uma parte quer fugir, voltar pra nossa vida. A outra... quer mais. Quer ser deles de vez. Me perdoa por isso. Me perdoa por estar virando uma vadia na frente do homem que eu amo.”

Ela chorou baixo no meu ombro. Eu abracei ela forte, sentindo o cheiro de porra e suor nela, o corpo quente ainda tremendo. Não disse nada. Só chorei junto, em silêncio, enquanto a fogueira crepitava e a selva lá fora parecia nos engolir devagar.

Eles riram baixo no fundo da caverna. “Boa noite, família”, disse Jamal. “Amanhã tem mais. No dia seguinte, o sol mal tinha nascido quando Jamal e Tyrone já estavam de pé, cutucando a fogueira pra avivar as brasas. Eu ainda sentia os músculos doloridos da caçada do dia anterior, mas eles não davam trégua. “Hoje vamos mais longe”, disse Jamal, voz grossa como sempre. “O riacho perto daqui tá seco demais. Peixe não vem mais. Vamos pro rio grande, uns 40 minutos mata adentro. Lá tem peixe de verdade.”

Tyrone olhou pra Lena, que ainda estava enrolada na pele de javali. “Você fica. Cuida da caverna. Limpa, junta lenha, arruma tudo. Não queremos voltar e encontrar bagunça.” Lena assentiu quieta, sem reclamar. Raquel já estava de pé, arrumando as coisas na mochila improvisada. “E eu?”, perguntou ela, voz baixa, mas sem medo. Jamal sorriu de lado. “Você vem. Vai cozinhar o que a gente pegar. E fica nua o dia todo. Sem roupa. Entendeu?”

Raquel piscou, olhou pra mim por um segundo, depois assentiu. Deu até uma risadinha safada de canto de boca, como se a ordem tivesse acendido algo dentro dela. Tirou a blusa e a calça ali mesmo, ficou nua sob a luz fraca da manhã, pele clara contrastando com a terra escura, coxas grossas brilhando buceta depilada rosada e já um pouco inchada só de pensar no que viria. Eu senti um aperto no peito, mas segui eles mata adentro.

O caminho foi silencioso, só o barulho de folhas pisadas e insetos zumbindo. Chegamos no rio: água clara correndo devagar, pedras lisas na margem, árvores altas jogando sombra. Estendemos as varas improvisadas – cipós com anzóis feitos de arame do avião – e deixamos esperando. Tyrone preparou uma pilha de lenha seca pro almoço, acendeu um fogo pequeno só pra manter as brasas. Raquel sentou numa pedra lisa, pernas cruzadas, nua, observando a gente trabalhar. O sol batia no corpo dela, fazendo gotas de suor escorrerem entre os seios.

Tyrone pegou uma manga madura de uma árvore ali perto, sentou num tronco caído, cortou a manga ao meio com a faca e passou a polpa suculenta no pau dele. A vara de 23 cm já estava meia bomba, veias pulsando. “Vem cá, loirinha. Chupa a manga e o pau. Quero ver você saborear.”

Raquel se levantou devagar, caminhou até ele. Ajoelhou entre as pernas dele, pegou a manga e começou a chupar a polpa doce, lambendo os dedos, depois encostou os lábios na cabeça do pau dele. Mas ela estava diferente. Fechou os olhos como se realmente estivesse saboreando aquilo, não só obedecendo. A língua rodava lenta, lambendo a manga e o pau ao mesmo tempo, misturando o doce da fruta com o salgado do pré-gozo. Chupava com maestria, descendo devagar, engolindo metade, subindo e lambendo a parte de baixo. Limpou o pau dele inteiro, deixou brilhando de saliva, sem uma gota de manga sobrando.

Depois, sem ninguém mandar, ela subiu no colo dele. Posicionou a buceta em cima da vara dura e desceu devagar. Metade entrou fácil, esticando os lábios rosados. Começou a cavalgar sentada, quadril girando em círculos lentos, subindo e descendo. Tyrone colocou as mãos grandes nos seios dela, apertou os mamilos, ajudou no ritmo. Raquel gemia baixo, cabeça jogada pra trás, olhos semicerrados. “Isso… assim… mais fundo…”

Eu assistia de longe, vara na mão, coração batendo forte. Ciúme queimando, mas o pau endurecendo contra a calça. Tyrone me olhou, sorriu malicioso. “Vem cá, corno. Passa manga no teu pau. Ela vai chupar você também.”

Eu neguei na hora. “Não. Isso não…”

Ele repetiu, voz mais firme: “Passa. Ou ela apanha.”

Raquel entendeu o recado. Olhou pra mim, olhos verdes cheios de fogo, e acenou com a cabeça. Eu peguei a manga, passei a polpa no meu pau de 18 cm, que já estava duro só de ver ela cavalgando nele. Ela se inclinou pra frente, sem parar de rebolar no Tyrone, e me puxou pra perto. Abriu a boca e engoliu meu pau inteiro. A chupeta dela era diferente. Mais apimentada, mais faminta. A língua dançava na cabeça, rodava em círculos, descia até as bolas e subia lambendo cada veia. Parecia outra mulher. Uma profissional que sabia exatamente o que fazia, como se tivesse aprendido nos últimos dias.

Conforme Tyrone dava estocadas pra cima, o corpo dela ia pra frente, e ela ajustava o movimento ao meu pau. Chupava mais fundo quando ele empurrava, engasgava um pouco, mas voltava com vontade. Olhos fechados, gemendo com a boca cheia. Eu sentia o prazer subindo, mas o ciúme rasgava: minha esposa, sentada na vara de outro, me chupando como se fosse a coisa mais natural do mundo.

Jamal chegou carregando mais lenha. Parou, viu a cena e riu alto. “Vocês nem me esperaram, hein?” Pegou a mochila, tirou um punhado de banha de javali derretida, passou no pau grosso dele – aquela lata de 25 cm pulsando. “Deita aí, Tyrone.”

Tyrone deitou no chão, folhas secas grudando nas costas. Raquel veio em cima dele, buceta engolindo o pau inteiro agora. Jamal se posicionou atrás, encostou a cabeça no cu dela e empurrou. Entrou fácil dessa vez. O corpo dela já estava se acostumando àqueles monstros. O anel dilatado abriu, engoliu a cabeça, depois mais, até metade. Raquel gritou alto quando ele entrou todo – um grito que ecoou no rio –, mas logo virou gemido longo, alto demais, seguido de um riso rouco e uma cara de prazer puro. “Ah… caralho… tá me enchendo toda… assim… fode…”

Ela olhou pra mim, abriu a boca e disse: “Vem.”

Eu fui. Ajoelhei na frente dela. Ela abriu a boca de novo e engoliu meu pau enquanto rebolava nos dois. Três paus dentro dela: Tyrone na buceta, Jamal no cu, eu na boca. Ela ajustava tudo – rebolava pra trás quando eles empurravam, ia pra frente pra me engolir mais fundo. Gemidos abafados, baba escorrendo, porra pré-gozo misturada com saliva pingando nos seios. O corpo dela tremia, coxas grossas flexionando, barriguinha contraindo a cada estocada dupla.

Durou quase meia hora. Ritmo insano. Eles aceleravam, eu tentava acompanhar. Raquel gozou primeiro – corpo convulsionando, buceta apertando Tyrone, cu pulsando em Jamal, gritando com meu pau na boca que nem louca. Depois veio Tyrone: tirou da buceta e gozou na boca aberta dela, jatos grossos enchendo até transbordar. Jamal veio em seguida: tirou do cu e explodiu na cara dela, porra quente escorrendo pelos olhos, pelo nariz, pelo queixo. Eu fui o último. Segurei a cabeça dela, enfiei fundo e gozei na garganta. Ela engoliu tudo, tossindo, mas lambendo as sobras, parecendo um boneco de cera de tanta porra na cara e no peito.

Depois ela se levantou devagar, pernas tremendo, foi pro rio. Entrou na água fria, lavou o rosto, os seios, a buceta e o cu inchados. Voltou pingando, nua, sorrindo fraco. Jamal e Tyrone me olharam. “Você foi bem no almoço, corno. Tem mais…”

Eu não respondi. Só olhei pra Raquel, que se sentou ao meu lado, encostou a cabeça no meu ombro. “Eu tô bem, amor… tô bem”, murmurou ela, voz rouca. Mas eu sabia que não estava. Nenhum de nós estava.

Naquela manhã o rio entregou mesmo. Peguei cinco peixes bonitos, Jamal onze e Tyrone nove. Uma fartura que a gente não via fazia dias. Raquel preparou tudo ali mesmo na margem, com uma habilidade que eu nem sabia que ela tinha: limpou, temperou com umas folhas selvagens que os caras ensinaram, assou em folhas de bananeira sobre as brasas. Comemos como gente faminta, sem se preocupar com sobra, sem contar os pedaços, sem deixar nada pra “depois”. Foi uma das poucas vezes que enchemos a barriga até doer, até sentir o estômago pesado e satisfeito. Sobrou um pouco e Raquel, com aquele cuidado que ela sempre teve, embrulhou num pano úmido e guardou pra levar pra Lena. “Ela tá lá sozinha cuidando de tudo… merece comer bem também.”

Depois da comida a gente sentou debaixo de uma árvore enorme, barriga cheia, corpo mole. O sol batia filtrado pelas folhas, o rio fazia um barulhinho gostoso. Eu fechei os olhos um instante, quase conseguindo fingir que era uma tarde normal, um passeio qualquer. Até que Jamal se levantou.

“Tô indo dar uma explorada ali adiante. Já volto.”

Ele sumiu entre as árvores. Uns vinte minutos depois voltou com um sorriso de quem achou ouro.

“Achei um lugar foda. Vem ver.”

Seguimos ele. Não era longe. Uns dez minutos voltando na direção da caverna, mas por um caminho alternativo que a gente nunca tinha notado. E então a gente viu: uma cachoeira linda, não muito alta, mas com uma queda forte que formava um poço cristalino, água azul-esverdeada, pedras lisas ao redor, sol refletindo na superfície. Parecia coisa de filme.

Raquel parou, mão na boca.

“Meu Deus… que lindo.”

Ela olhou pra mim, depois pros dois.

“Como fica perto da caverna… seria perfeito pra tomar banho de verdade, se limpar direito.”

Jamal nem respondeu. Tirou a camiseta, a bermuda, a cueca. Ficou completamente nu ali, pele preta brilhando no sol, músculos enormes definidos, pau grosso e pesado balançando entre as coxas. Sem cerimônia nenhuma pulou na água, mergulhou de cabeça, emergiu rindo alto.

Tyrone fez o mesmo. Tirou tudo, corpo seco e rasgado, pau já meio inchado só de ver a cena. Pulou atrás dele.

Raquel olhou pra mim, respirou fundo.

“Eu não quero molhar o cabelo… mas tomar um banho bem tomado é o que eu mais desejo faz dias.”

E tirou tudo. Blusa, calça, calcinha. Ficou nua sob o sol, corpo branquinho contrastando com a natureza, coxas grossas, seios cheios, barriguinha seca. Entrou na água devagar, gemendo de prazer quando a água fria bateu na pele quente.

Jamal olhou pra mim, ainda dentro d’água.

“E aí, Sergio? Entra também.”

Antes que eu respondesse ele fez sinal pro embornal (a mochila improvisada que a gente usava). “Pega a lâmina ali dentro. E aquele potinho de pasta do lado.”

Eu obedeci. Peguei a lâmina de gillette velha e um potinho com uma pasta esverdeada que eles tinham feito com alguma planta e gordura.

Jamal saiu da água, sentou numa pedra lisa, pernas abertas, pau enorme pendurado entre as coxas, ainda molhado.

“Vem cá, loirinha. Vem raspar meu pau.”

Raquel saiu da água pingando, foi até ele. Ajoelhou na pedra. Jamal pegou a pasta, passou generosamente na vara dele, no saco, em tudo. Entregou a lâmina pra ela.

“Raspa tudo. Quero lisinho.”

Ela agarrou o pau dele com uma mão, segurou firme, e começou a raspar. Devagar, com cuidado, mas com uma concentração que me deu um frio na espinha. Os pelos pretos caíam na pedra. Quando terminou, o pau dele estava completamente liso, enorme, grosso, brilhando, parecia ainda maior sem pelos.

Tyrone chamou em seguida. Ela fez o mesmo com ele. Raspa completa, deixou lisinho, a vara reta e grossa brilhando ao sol.

Depois Jamal olhou pra mim.

“Agora você.”

“Eu?”

“É. Quero ver a loira depilando o marido também.”

Eu hesitei. Mas olhei pra cara dela… ela queria. Queria fazer. Fui até a pedra, tirei a roupa. Sentei. Ela passou a pasta no meu pau e nas bolas, raspou tudo com calma. Quando terminou meu pau estava liso, 18 cm apontando pro céu, sensível pra caralho.

Então Jamal deu a ordem final.

“Agora você, Sergio. Depila a buceta e o cu dela. Tudo lisinho.”

Raquel se deitou de costas na pedra quente, abriu as pernas. Eu peguei a pasta, passei na buceta dela, no monte de vênus, nas laterais, no cu. Raspei devagar. Deixei tudo lisinho. A buceta ficou perfeita, rosada, os lábios inchados, o cu pequeno e limpo. Ela gemia baixinho só com o toque da lâmina e dos meus dedos.

Depois eles sentaram lado a lado na pedra grande, paus enormes lisos apontando pro céu.

“Vem cá, vadia. Chupa a gente.”

Raquel foi. Sem reclamar. Eu juro que vi um brilho de empolgação nos olhos dela.

Ficou em pé, curvou o tronco, pegou um pau em cada mão. Começou a mamar um, masturbando o outro. Revelava. Chupava Jamal, descia fundo, engasgava, saía babando, ia pro Tyrone, lambia a cabeça, engolia metade, voltava. Os dois gemiam alto, mãos grandes na cabeça dela, guiando o ritmo.

Jamal me olhou.

“Vem cá, corno. Chupa a buceta dela enquanto ela mama a gente.”

Eu fui. Ajoelhei atrás dela. A buceta lisa, depilada, estava diferente. Arrombada sim, mas também mais sensível, mais inchada, mais molhada. Encostei a língua. Comecei devagar, lambendo os lábios, depois o clitóris. Ela gemeu alto na boca do pau. Quanto mais eu chupava, mais ela gemia, mais fundo engolia os paus deles.

Eu me sentia um lixo. Um lixo completo. Mas meu pau estava duro pra caralho.

Então a coisa virou degradação total.

Jamal segurou a cabeça dela com força.

“É assim que se come uma puta, Sergio. Olha pra tua mulher. Tua mulher é puta e gosta.”

Tyrone riu.

“Fala, vadia. Pede mais.”

Raquel tirou a boca do pau, voz rouca:

“Mais… por favor… me fode mais… me usa…”

Jamal deitou na pedra. Raquel sentou na vara dele, engoliu tudo na buceta. Tyrone se posicionou atrás. Enfiou no cu dela. DP de novo. Os dois socando forte. Ela gritava de prazer.

“Mais forte… me arromba… eu quero… eu quero tudo…”

Eu assistia, pau pulsando.

Depois de uns minutos ela gozou. E não foi um orgasmo normal.

Foi múltiplo.

O corpo inteiro tremeu. Gritou alto. Saiu dos paus deles de uma vez, deitou no chão de pedra, pernas abertas, continuou gozando. Teve um squirt insano. Jatos fortes de líquido quente saindo dela, espirrando na pedra, nas folhas, molhando tudo. Ela tremia, gemia, ria, chorava, tudo ao mesmo tempo.

“Caralho… eu tô gozando… tô gozando tanto…”

Quando o corpo parou de convulsionar, ela voltou. Rastejou até os dois. Voltou a chupar.

Jamal olhou pra mim.

“Agora você, corno. Come o cu dela. Ela nunca te deu, né? Vai ser a primeira vez.”

Raquel olhou pra mim, olhos vidrados.

“Vem, amor… me come o cu… eu quero da pra você também…”

Eu fui. Ela ficou de quatro. O cu liso, aberto, ainda brilhando da banha e do pau do Tyrone. Encostei a cabeça. Empurrei. Entrou fácil. Era quente, apertado, diferente de tudo. Ela gemeu alto.

“Assim… devagar… ah… tá gostoso…”

Eu comecei a meter. Devagar no começo, depois mais forte. Ela empurrava pra trás, pedindo. Admito: era bom pra caralho. Ela gostava. Muito.

Os três metendo nela: Jamal na boca, Tyrone na buceta, eu no cu.

Gozei primeiro. Enchi o cu dela. Depois Tyrone gozou na buceta. Jamal tirou da boca e gozou na cara dela.

Os três gozaram na boca aberta dela. Ela engoliu tudo que pôde, o resto escorreu pelo queixo, pelos seios.

Depois a gente voltou. Raquel caminhava na frente, nua, pingando água e porra, corpo marcado, mas com um sorriso leve no rosto.

Eu atrás, carregando os peixes.

Sabendo que a cachoeira não tinha lavado nada de verdade.

Só tinha mostrado o que já estava lá dentro dela.

E dentro de mim também.

Naquela tarde o sol já estava baixo, jogando sombras longas na entrada da caverna. Jamal e Tyrone saíram cedo pra pegar lenha e tentar caçar mais alguma coisa – “quem sabe a gente volta com um bicho maior”, disse Jamal antes de sumir na mata com Tyrone atrás, lanças improvisadas no ombro. Deixaram a gente ali, o silêncio da selva preenchendo o espaço entre nós três.

Lena tinha comido o resto do peixe que Raquel trouxe, devorou tudo com fome de quem tá voltando da beira do abismo. Estava bem melhor: cor no rosto, olhos mais vivos, corpo magro mas já com um pouco de força. Ela e Raquel conversavam baixinho enquanto eu arrumava algumas coisas – juntava folhas secas pra cama, limpava as varas de pesca, tentava ocupar as mãos pra não pensar no que tava acontecendo.

Raquel veio até mim devagar. Estava com uma blusa velha minha, larga, que mal cobria as coxas grossas. Sentou do meu lado na pedra, tocou meu braço. A pele dela quente, cheirando a rio e a sol.

“Sergio… como você tá se sentindo com tudo isso?”

Eu olhei pra ela. Os olhos verdes dela estavam sinceros, mas carregados. Não tinha como mentir.

“Eu não gosto, Raquel. Me sinto lá embaixo. Humilhado. Como se eu fosse nada. Eu te amo, caralho… te amo demais. Mas ver você com eles… ver você gostando… dói pra cacete.”

Ela baixou a cabeça, o rabo de cavalo loiro caindo no rosto. Ficou quieta um tempo.

“Eu sei. Eu sei que dói. E eu me sinto culpada. Mas… eu nunca senti essas sensações antes. Quando era mais jovem tinha curiosidade, aquelas fantasias que a gente guarda trancada, sabe? Nunca tive coragem. Aqui… aqui eu me sinto livre. Livre pras perversões que sempre estiveram dentro de mim. Não é que eu não te ame. Eu te amo. Mas meu corpo… ele tá acordando de um jeito que eu não controlo mais.”

As palavras dela entraram como faca. Eu senti um nó na garganta. Cabeça baixa, voz rouca:

“Eu entendo. De cabeça. Mas o coração não entende.”

Ela tocou meu rosto, levantou meu queixo.

“Você merece um prêmio de consolação, amor. Algo só nosso. Algo que seja pra você.”

Chamou Lena com um gesto. Lena veio, ainda com a pele escura brilhando de suor do dia, corpo magro e firme. Raquel se levantou, tirou a blusa. Ficou nua. Lena fez o mesmo, sem hesitar.

As duas se aproximaram. Começaram a se beijar devagar, lábios macios se encontrando, línguas dançando. Raquel segurou o rosto de Lena, beijou fundo, depois desceu pro pescoço, lambendo a pele escura, mordendo de leve. Lena gemeu baixo, mãos nas costas de Raquel, descendo pras coxas grossas.

Elas caíram nas folhas. Ficaram em 69. Raquel por cima, buceta depilada e lisa sobre o rosto de Lena. Lena por baixo, língua já trabalhando na buceta de Raquel, lambendo os lábios inchados, circulando o clitóris. Raquel gemeu alto, abaixou o rosto e fez o mesmo: língua na buceta escura de Lena, chupando com vontade, lambendo o mel que escorria. As duas se contorciam, quadris rebolando, gemidos abafados na carne uma da outra.

Eu assistia. Pau duro na calça, coração batendo forte. Raiva, tesão, amor, tudo misturado.

Raquel olhou pra mim, boca brilhando de saliva e gozo de Lena.

“Vem, amor. Agora vai ser você com duas mulheres. Vem participar.”

Eu fui. Tirei a roupa. Pau duro, 18 cm pulsando. Elas se separaram um pouco. Raquel me puxou pra cima dela. Deitou de costas, abriu as pernas.

“Me come primeiro, Sergio. Me fode como você sempre fodeu.”

Entrei nela devagar. A buceta quente, molhada, arrombada mas ainda apertada o suficiente pra me fazer gemer. Comecei a meter ritmado, fundo, sentindo ela apertar em volta de mim. Lena ficou ao lado, lambendo o pescoço de Raquel, depois descendo pros seios, chupando os mamilos rosados. Raquel gemia alto:

“Isso… assim… me fode, amor… me fode forte… fode esta buceta arrombada...”

Acelerei. Metendo com força, pele batendo em pele, som molhado enchendo a caverna. Lena ajudava: mão na buceta de Raquel, circulando o clitóris enquanto eu metia. Raquel gozou rápido, corpo tremendo, buceta pulsando em volta do meu pau, gritando meu nome.

“Agora eu”, disse Lena, voz rouca.

Ela se deitou de lado, perna erguida. Entrei por trás, buceta escura engolindo meu pau. Aperta, quente, molhada. Comecei a socar devagar, depois mais forte. Raquel ficou na frente, beijando Lena, lambendo os seios bicudos, depois descendo e chupando o clitóris de Lena enquanto eu metia.

Lena gemia alto, quadril empurrando pra trás:

“Mais forte… fode, Sergio… me fode como você fode ela…”

Raquel ajudava: dedos no cu de Lena, depois enfiando dois enquanto eu metia. Lena gozou tremendo, buceta apertando forte, leite escorrendo pelas coxas.

Troquei de novo. Voltei pra Raquel. Dessa vez de quatro. Entrei fundo, metendo com raiva e desejo. Lena ficou embaixo, lambendo os seios de Raquel, depois subindo pra chupar o clitóris enquanto eu socava. Raquel gritava:

“Assim… caralho… vocês dois… me fodem… me usam… usa essa sua puta...”

Eu gozei primeiro. Enchi a buceta de Raquel, jatos quentes pulsando fundo. Tirei, ainda gosado, e Lena veio rápido, chupou meu pau, limpando tudo, depois lambeu a porra que escorria da buceta de Raquel.

Raquel gozou de novo só com a língua de Lena. Lena veio por último, sentou na cara de Raquel, rebolando enquanto Raquel chupava o clítoris , e eu meti na buceta dela por trás ate meu saco bater em raquel. Gozei de novo, enchendo Lena, e as duas lamberam tudo uma da outra, corpos suados, colados, gemendo baixo.

Depois a gente caiu nas folhas, ofegante. Raquel encostou no meu peito, Lena do outro lado. Silêncio pesado.

“Eu te amo, Sergio”, sussurrou Raquel. “Mas isso… isso foi bom. Foi nosso.”

Eu não respondi. Só abracei as duas. Sabendo que quando Jamal e Tyrone voltassem, tudo ia mudar de novo.

Mas naquele momento, ali, foi só nosso.

Naquela noite a selva parecia mais quieta que o normal. O sol já tinha se posto fazia horas, e Jamal e Tyrone não voltavam. Eles tinham dito que iam pegar lenha e caçar algo maior, que talvez demorassem, mas o tempo foi passando e nada. Eu fiquei olhando pro escuro da mata, o fogo crepitando baixo na caverna, Raquel e Lena sentadas perto, conversando em voz baixa. Mas eu não conseguia ficar parado. Algo dentro de mim apertava, um pressentimento ruim que eu não conseguia ignorar.

Peguei a lâmina de gillette velha e uma faca improvisada deles – a mesma que usamos pra depilar tudo – e enfiei no bolso da calça junto com uma faca improvisada . “Vou atrás deles”, falei. Raquel me olhou preocupada. “Vai com cuidado, amor.” Lena só assentiu, olhos escuros cheios de algo que eu não queria nomear.

Saí na mata. A noite era densa, lua filtrada pelas folhas altas, o chão úmido e traiçoeiro. Caminhei devagar, ouvindo cada estalo, cada folha seca sob o pé. Demorei mais de uma hora, seguindo rastros que eu já tinha aprendido a ver: galhos quebrados, marcas de bota na terra mole a luz da lua cheia. O coração batia forte, suor frio escorrendo pelas costas apesar do ar úmido.

Então ouvi. Um gemido baixo, distante. Segui o som. Cheguei na beira de um penhasco que eu nem sabia que existia ali. Uma ravina funda, escura, cheia de pedras pontudas lá embaixo. E lá estavam eles.

Tyrone no fundo. Corpo quebrado, pescoço torto, olhos abertos pro nada. Morto. Jamal ainda vivo, pendurado num cipó grosso que saía da borda, mãos enormes agarradas com força, músculos tremendo de esforço. O cipó rangia, prestes a romper. Ele me viu.

“Sergio… me ajuda, cara… me puxa… eu não aguento mais…”

Eu me deitei na beira, estendi o braço. Segurei a mão dele. A pele preta suada, quente, escorregadia. Ele pesava uma tonelada. Eu puxei com tudo que tinha, pernas firmes na terra, costas ardendo. Mas o cipó estava cedendo, e o corpo dele balançava no vazio.

Foi aí que veio.

A dúvida.

Se eu soltar… ele cai. Morre. Como o Tyrone. E aí só restam nós três. Eu, Raquel e Lena. Sem eles mandando. Sem regras. Sem humilhação diária. Sem ver minha mulher ser rasgada por paus que eu nunca vou ter. Sem acordar ouvindo gemidos que não são meus.

Mas se eu puxar… ele vive. E tudo continua. A caverna vira prisão de novo. Raquel volta a ser deles. Eu volto a ser o corno que assiste. Que come migalhas. Que sente o pau duro enquanto chora por dentro.

A mão dele escorregava na minha. Ele olhava pra mim, olhos pretos arregalados, implorando.

“Sergio… por favor… não me solta…”

Eu olhei nos olhos dele. Vi o medo. Vi o homem que tinha me humilhado, que tinha fodido minha mulher na minha frente com violencia, que tinha rido enquanto eu chorava. E vi também o homem que nos manteve vivos. Que caçava. Que ensinava.

Mas o ciúme venceu.

A raiva venceu.

A liberdade venceu.

Minha mão abriu.

Ele caiu.

O grito curto, cortado pelo impacto lá embaixo. Silêncio depois. Só o vento na ravina.

Eu fiquei ali, deitado na beira, respirando pesado, mãos tremendo. Lágrimas quentes escorrendo pelo rosto. Não de tristeza. De alívio. De culpa. De tudo misturado.

Desci devagar pelo outro lado, usando cipós e raízes. Cheguei no fundo. Tyrone já frio, pescoço quebrado. Jamal de bruços, sangue saindo da cabeça, olhos abertos, vazios.

Eu tirei a lâmina do bolso e a faca improvisada. Ajoelhei ao lado de cada um. Enfiei a faca no coração dos dois. Um golpe seco, pra ter certeza. Pra não deixar dúvida. Pra não deixar chance de volta.

O sangue quente escorreu nos meus dedos. Eu limpei na terra. Subi de novo.

Voltei pra caverna andando devagar. A noite já ia alta. Raquel e Lena me viram chegando, sujo de terra e sangue seco nas mãos.

“O que aconteceu?”, perguntou Raquel, voz tremendo.

“Acidente”, falei baixo. “Tyrone escorregou no penhasco. Jamal foi ajudar e caiu junto. Os dois morreram.”

Silêncio. Raquel levou a mão na boca. Lena baixou a cabeça.

“Eles… eles se foram?”, perguntou Lena, voz quase um sussurro.

“Sim. Só restam nós três agora.”

Sentei perto do fogo. Raquel veio, sentou do meu lado, encostou a cabeça no meu ombro. Lena ficou em pé um tempo, depois se sentou também.

Dias depois, Lena nos chamou. Estava pálida, mão na barriga.

“Eu tô grávida.”

Raquel piscou. Eu senti o chão sumir.

“De quem?”, perguntei, voz rouca.

Lena olhou pra mim. Depois pro chão.

“Só Pode ser teu né….”

Raquel tocou a barriga dela. Sorriu fraco.

“Então a gente fica aqui sem resgate só a nossa vida.”

Eu olhei pras duas. Pra selva lá fora. Pra caverna que agora era só nossa.

“Se o resgate vier… a gente não vai embora”, falei. “A gente fica aqui. Vive aqui. Sobrevive aqui.”

Raquel assentiu devagar.

“Eu aprendi a caçar. A pescar. A gente tem água, comida. Tem uma à outra. Tem… nós.”

Lena tocou minha mão.

“E tem o bebê. ”

Eu olhei pro fogo. As chamas dançando. Pensei nos corpos lá no fundo da ravina. Pensei na lâmina. Pensei na mão escorregando.

E não senti arrependimento.

Só silêncio.

Um silêncio que, pela primeira vez, não doía.

A selva continuou viva ao nosso redor. E nós ficamos.

Pra sempre.

Fim.

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