–Que dia em amorzinho da mamãe, gozou na cara de uma e no cu da outra, que dia!!!!
–Sim, sou o homem mais sortudo do mundo!!! Boa noite mamãe depravada.
–Ou nós, somos as mulheres mais sortudas do mundo!!! Boa noite filhinho pervertido…
No outro dia, acordei tomei banho, e por volta das 9:00 já estava na cozinha, minha mãe já estava lá há um bom tempo, batendo as panelas, algo na panela de pressão, vasilhas na pia, e ela serena, dona de si, aquele pedaço pertencia a ela, e ela dominava, eu cheguei por trás, dei um abraço e um cheiro no cangote, ela se arrepiou inteira.
–Bom dia mãe, o bicho tá pegando aqui na cozinha hein.
–Rsrsrsrs, lógico que não menino, está tudo sob controle, dormiu bem gostosão da mamãe?
–Como um bebê, e vc minha gostosa?
–Aiaiai viu, maravilhosamente, exceto por um sentimento de culpa quando acordei.
–Culpa? Porque culpa mãe?
–Por causa da Larissa, filho, você precisa falar pra ela logo.
–Sim mãe, você tem razão, antes de ela voltar pra casa dela, vou contar, aí seja o que Deus quiser.
–Sabe amorzinho, se fosse qualquer outra garota eu não estava nem aí, mas a Larissa, ela é tão doce, tão meiga, e ela me conquistou de um jeito.
–Hummmmm, a mamãe está sentindo desejos pela nora hein, devo ficar com ciúmes?
–Deixa de ser bobo amor, mas é sério filho,eu estou com medo…
Ela parou de falar, sua expressão mudou, ela ficou séria, e enfim continuou.
–Eu tenho medo da reação dela filho, e se ela contar pra todo mundo, ou se ela não aceitar nós dois, eu tenho medo de perder ela, eu tenho medo de você perder ela, e eu ser a culpada, e, meu maior medo amor, é eu perder você.
– Eu entendo seu medo, mãe,mas não vamos sofrer por antecipação, se ela contar pra todo mundo, vamos embora, vc recebe seu dinheiro em qualquer lugar do país, a gente vai pra um lugar onde ninguém conhece a gente, e eu serei o novinho sustentado pela velhinha, rsrsrsrs, e você nunca vai me perder, você é a número 1.
–Obrigado amorzinho por acalmar meu coração, agora vai na feira comprar umas coisas pra mamãe, e não esqueça dos pastéis viu.
Eu dei-lhe um beijinho demorado nos lábios, e já ia saindo, ela me chamou atenção.
–Só mais uma coisa, filho, você não é meu número 1, você é o Ú-N-I-C-O, e velhinha, é a sua mãe, aquela puta, rsrsrsrs.
Nós rimos e eu fui a feira, uma hora depois estava de volta, com três pastéis saborosos que desfrutamos enquanto conversamos, Larissa que já estava de banho tomado, conversava animadamente com minha mãe.
–Mamãe, eu posso me trocar um pouco antes dos meus pais chegarem, lá no seu quarto?
–Claro filhinha,o que vc quiser meu amor, eles vão trazer roupa pra vc?
–Vão, mas eu queria usar uma que vi no seu guarda roupa mamãe, meu pai vai trazer meu celular, e a corrente que o Felipe me deu.
–Tudo bem amor, todo que tem no meu guarda roupa é seu também
–Obrigado mamãe,mas você não me disse, você foi muito dura com o Lipe ontem?
–Dura, é digamos que sim filhinha, não foi filho?
Eu que só ouvia a cara de pau da minha mãe, completei
–Amor, foi uma comida de rabo e tanto viu.
Nessa hora, eu e minha mãe não aguentamos e rimos bastante, Lari não entendeu nada,aí eu dei uma de João sem braço.
–Nao amor, a gente está rindo, é porque minha mãe não dá bronca em mim amor, só conversamos pra não se repetir enquanto estiver fraquinha, mas você já está forte né amor?
–Aaaaa, sim, estou forte, pronta pra outra mamãe.
Mais tarde, quando a comida ficou pronta, minha mãe foi tomar seu banho pra receber os pais da Larissa, minha mãe vestiu uma roupa comportada, para não deixá-los desconfortáveis, mas era difícil esconder as suas formas sensuais, já Larissa, estava no quarto da minha mãe, e nem eu pude vê-la, assim que os pais dela chegaram, eu e minha mãe os recebemos, minha mãe pegou a mochila, e levou pro seu quarto, seu Roberto era muito espontâneo.
–E aí Felipe, como você e a Larissa estão?
–Estamos ótimos, ela está cada vez mais forte.
–E onde ela está Felipe?
–Está se arrumando dona Sandra, minha mãe foi levar a mochila pra ela.
–Hummm, certo, e vocês dois estão se comportando?
–Rsrsrs, claro dona Sandra, minha mãe faz marcação cerrada.
–Sua mãe, kkkkkkkk, se até meu marido não se importa, nunca vi um pai não ter ciúmes da filha, apesar que ele não tem ciúmes nem de mim.
–Tem certeza que quer falar sobre isso na frente do seu genro?
–Nem inventa Roberto.
Eu fiquei sem entender do que eles falavam, mas fomos interrompidos pela entrada triunfal da Larissa, ela entra de short jeans muito curto, que mostra propositalmente as polpas das nádegas, e uma camisa xadrez, amarrada pouco acima do umbigo, três botões nas casinhas, revelando um decote sutil, seus peitos brancos e carnudos, com uma rigidez da juventude, mostrando só o necessário, e a corrente que eu dei, descia de forma provocativa entre suas carnes, ela estava linda, com aquela roupa que eu conhecia tão bem, era da minha mãe, ela adora festa junina, e nós sempre saímos assim. Seu Roberto ficou fascinado em ver sua filha tão sexy e atraente.
–Minha nossa filha, você está… você está ...
–Você quer dizer gostosa né papai?
Larissa fez uma pergunta retórica com sua voz dengosa. Dona Sandra também se surpreendeu com a beleza da filha, embora ela achava que a filha estava mostrando demais.
–E você mãe, o'que acha da minha bunda, é bonita hein?
–Sim filha, muito bonita, mas você não acha que está mostrando demais com suas vestes?
–Pára mãe,eu fiquei muito tempo presa, você disse que ia mudar, mãe.
–Está certo filha, ainda é difícil pra mim, dá um tempo pra sua mãe se acostumar.
A Larissa deu um selinho no pai, um beijo molhado na bochecha da mãe, e fomos todos pra mesa, minha mãe pegou uma cerveja pra mim, uma pro seu Roberto, e antes de pegar uma pra ela, ofereceu pra dona Sandra.
–Vai querer uma também Sandra?
–Eu, é, não posso Regina.
–Maaaãe,só uma, o quê que tem, eu quero uma mamãe.
Minha mãe olha carinhosamente para Larissa, e dá-lhe uma bronca.
–Você não pode, filhinha, você está tomando remédio, e deixa sua mãe, ela acabou de largar a igreja,as coisas vão se acertando, não é Sandra?
–Obrigado Regina,mas na verdade, não tem nada a ver com religião, é outra coisa que depois que almoçarmos sua comida mineira, eu quero revelar a vocês.
Sentamos a mesa, minha mãe fez questão de me colocar na cabeceira, ela sentou à minha direita, e Larissa ficou a esquerda, seu pai sentou ao seu lado, e dona Sandra, sentou do lado da minha mãe, comemos, conversamos, estava tudo maravilhoso, a sobremesa foi um doce mineiro que minha mãe só fazia em ocasiões especiais, eu comecei a tirar a mesa, seu Roberto começou a me ajudar, depois de tudo limpo, vasilhas lavadas, eu e seu Roberto, voltamos aos nossos lugares, e as revelações que eram dolorosas mas necessárias, começaram a ser reveladas, primeiro foi a Larissa.
–Bom, Lipe, mamãe, eu queria falar só pra vocês, afinal minha mãe e meu pai já sabem, eu imagino. Então eu preciso explicar pra vocês o porquê eu entreguei minha virgindade para aquele bostinha..
–Não, Lari, você não tem que me dar satisfação.
–Sim amor, eu preciso, se vamos ter uma vida juntos, e é o que eu mais quero na vida, preciso falar.
–Está bem amor.
–Vou começar desde quando minha mãe não aceitou você, e jogou na minha cara que eu estava prometida para o filho do pastor, ali eu tomei um susto, nem olhava direito pra ele, então claro , não ia dar certo, mas um dia minha mãe me chamou, e falou que se eu não aceitasse o namoro, ela ia mandar o Felipe embora, e eu nunca mais o veria, e eu cedi, com medo de te perder pra sempre, eu lembro que você me mandou mensagem amor, e eu te expliquei, você não deve ter gostado, mas eu tinha um plano de enrolar até minha mãe perceber que eu amava mesmo era você Felipe, mas minha mãe sempre enchendo o saco, pra eu dar uma chance,que o Felipe era do mundo, e jamais me trataria com o respeito que eu mereço, já um homem da igreja é diferente, e eu sempre recusei, até que um dia eu estava junto com as meninas da igreja, e aquele moleque já estava há um tempo tentando me beijar, passando a mão em mim, e eu sempre recusando, foi quando recebi um vídeo da minha mãe no celular, era você Felipe, beijando aquela ruiva que deu em cima de você, e a mensagem da minha mãe era” você se guardando pra esse idiota, e ele não está nem aí pra você.” Nossa, meu sangue subiu nessa hora, e foi quando eu decidi, eu, de raiva que eu estava de você Felipe, ia beijar aquele garoto, só que as coisas avançaram mais do que imaginei, e quando vi, estava sozinha com ele, e eu pensei, dane-se, se ele pode,eu também posso…
Foi aí que eu interrompi o desabafo da Larissa.
–Calma aí,o beijo realmente aconteceu, não vou negar, mas ela avançou, e eu me desvencilhei dela, e fui embora, e nunca mais eu a vi.
–Felipe, você me perdoou,e eu também te perdoei amor, mas a imagem que eu vi, não mostra você fugindo não.
Então do nada, dona Sandra intervém.
–Mas foi isso que aconteceu Larissa, o Felipe, empurrou a ruiva, e voltou pra dentro da loja, só que como eu não via você dando brecha pra uma aproximação do filho do pastor, eu vi essa imagem, e cortei a parte que o Felipe desgruda dela.
–Maaaaaaãe, como você foi capaz de algo tão sórdido, tão horrível, você é a culpada de tudo mãe, eu me prometi que todas as minhas primeiras vezes, fosse com o Felipe mãe, e você me tirou isso, por sua causa, eu tive uma primeira vez de merda, eu fui exposta mãe,na igreja,na escola, e por sua causa mãe eu tentei tirar a minha vida.
Larissa caiu em prantos, dona Sandra também sentiu as duras, mas verdadeiras palavras da filha.
–Sabe filha, eu sei, e isso está me matando filha, mas mesmo você não me perdoando, eu não podia deixar vocês dois viverem com esse engano, você ia ficar sempre achando que em um momento de fraqueza, Felipe, o homem que vc ama, poderia a qualquer momento arrumar outra, já o Felipe, poderia ter dúvidas do seu amor, afinal que amor é esse que sem motivo se entrega pra outro homem, eu prefiro que vocês dois tenham raiva de mim, do que desconfiança, um do outro, a culpa de tudo foi minha, e o preço quem tem que pagar sou eu, só espero que um dia, você me perdoe filha.
–Olha mãe, nesse momento está muito difícil eu te perdoar.
Eu apertei a mão da Larissa, dei um beijo no seu rosto, e pedi.
–Amor, continua,vai até o fim.
E ela com a voz ainda embargada reinicia:
–Bom, então depois daquele fatídico dia, eu estava na escola, e começou a pipocar fotos nos celulares de todos os alunos, até que uma “amiga” dando risada me mostra,meu mundo caiu, quando aquele merda foi tirar a foto eu ainda escondi meu rosto, mas não foi suficiente, eu saí da escola direto pra casa, e quando contei pra minha… bom, essa pessoa que está aqui na minha frente, ela disse que já tinha recebido das mães da igreja,e que estava decepcionada comigo, como se a culpa fosse minha, eu não tive força pra dizer na época mãe, mas te digo agora,a culpa foi sua, por ter me dado de presente, lembra o que disse, o Felipe não te trata com o respeito que um homem da igreja trata, mas quer saber, o Felipe tem uma foto comprometedora minha, ele me pediu permissão pra tirar, e me prometeu que só eu e ele veria, e adivinha, só eu e ele vimos.
Aí ela tira o pingente, e mostra pra dona Sandra, ela vê com cara de espanto.
–Meu Deus Larissa, quanta por…érrr, nossa, você viu isso Roberto?
– Não, caramba, vocês dois aprontaram no estoque, kkkkkkkkk.
–Roberto, você acha legal sua filha estar com o rosto cheio de esperma?
–Sandra, eu não tenho que achar nada, se ela aceitou, não foi forçada, por que que eu vou achar ruim, até parece que nós dois não fazíamos as mesmas coisas quando éramos jovens.
Minha mãe ainda não tinha visto essa imagem, depois eu a mostraria, mas pedi pra Larissa continuar, e ela assim o fez.
–Bom, depois dessa situação da foto exposta eu desabei, não tinha força pra nada, e nem queria nada, eu só queria desaparecer, o tempo passou e eu vi meu pai chegar brigando com minha mãe, eu estranhei por que meu pai sempre atendeu as vontades dela, quando ele me falou que você ainda me queria Felipe, eu me enchi de uma força que não sabia que tinha, foi quando minha mãe me falou a frase, que vocês já conhecem, “ prefiro você morta, a namorar com ele”.
Dona Sandra, desabou num choro que precisou ser contido por minha mãe, e antes que ela conseguisse falar alguma coisa, Larissa continuou.
–Eu saí daquela sala imaginando que estava fadada a sofrer, se eu não poderia ter o homem que aprendi a amar, ela estava certa, era melhor morrer, eu fui pra trancar a porta, mas se eu fizesse isso eu ia ser interrompida imediatamente, então, esperei tudo se acalmar no apartamento,e quando não ouvi a fala deles eu peguei o estilete do estojo escolar, e me…
–Sim, sim, já sabemos amor, eu lamento você ter passado por tudo isso, mas o importante é que agora estamos bem, não é seu Roberto?
Seu Roberto estava também em lágrimas, mas conseguiu falar.
–Sim Felipe, eu espero meu genro que você nunca mais se afaste das nossas vidas.
Então, dona Sandra pede a palavra.
–Bom, agora que somos uma só família, claro, vocês não estão casados ainda, eu quero contar o motivo de eu ter virado essa pessoa fria e calculista, veja bem, não foi por esse motivo que fiz o que fiz, isso foi culpa da minha cegueira religiosa.
Seu Roberto põe as mãos em cima das mãos da esposa, em um gesto de encorajamento, então ela continua.
–Eu conheci seu pai no Rio grande do Sul, a minha família não era rica,mas éramos classe média alta, meus pais gostavam do seu pai, pelo caráter, trabalhador, sempre sorridente, e eu me divertia muito, nessa época eu não era de igreja nenhuma, acreditava em Deus, sempre, mas só queria curtir a vida, eu estudava, e uma coisa que você não sabe Larissa,e eu vou revelar agora, eu tinha uma irmã gêmea comigo.
–Irmã, como assim irmã!!!!! E ainda gêmea!!!!
–Sim, o nome dela era Alexandra, nós a chamava de Alê, ela era extrovertida, sedutora, inteligente, festeira, ela era o oposto de mim, embora eu não fosse nenhuma santa, mas a Alê, nossa, ela era cheia de vida, nós éramos muito unidas onde uma estava a outra também.
–Mãe, por que eu nunca soube disso,e cadê essa tia minha?
–Ela tinha um namorado, seu pai e ele também se dava muito bem, embora ele não fosse trabalhador igual seu pai, ele também era classe média, tinha carro, dinheiro, nossos pais não gostava muito dele, pela forma que ele levava a vida, sem planos pro futuro,mas nossos pais não se metia nisso,nas nossas vidas.
–Nossa que sorte a sua, mãe, já eu não tive essa sorte.
–Larissa, deixa sua mãe falar filha, esse assunto é doloroso pra ela, ela só está falando pra, daqui pra frente não ter nenhuma mentira ou segredos.
–Obrigado Roberto, mas ela tem razão, mas filha, o que aconteceu foi que em um dia que ia sair os quatro juntos, o namorado da sua tia já chegou cheio de bebida, então seu pai preferiu não ir, eu até tentei convencer sua tia, mas ela era impulsiva, quando botava uma coisa na cabeça, era difícil de tirar, e eles foram, por volta das 3:00 da manhã, recebemos a pior notícia das nossas vidas, ele, bêbado, perdeu a direção e caiu numa ribanceira numa cidade vizinha, e os dois morreram.
Dona Sandra voltou a chorar, era uma ferida que ainda estava aberta, a ligação dela com a irmã, era muito mais forte. Depois de um tempo, ela retomou.
–Bom, foi duro, se hoje relembrar ainda é, imagina, naquele momento filha, e agora eu vou contar uma das maiores vergonha da minha vida, eu, err…
Seu Roberto acena positivo para ela, dando-lhe força.
–Eu entrei no mundo das drogas, era a minha fuga, perder minha irmã, amiga,meu tudo, ela era meu tudo, e eu perdi por causa da bebida, sempre que ficava sóbria, eu não aguentava, e corria pra droga, e só naquele meu torpor de alucinações,eu esquecia da minha verdadeira realidade, mas o problema que eu já não conseguia sair, e eu não queria sair, eu estava no fundo do poço, foi mais de um ano nessa vida, e nessa época, eu fiz de tudo, eu só não me prostitui… porque eu tinha o dinheiro dos meus pais, e eu tive o amor do seu pai, que trabalhava o dia inteiro, e a noite ia correr atrás de mim, nos buracos onde os drogados ficavam largados na grande Porto Alegre, eu estava acabada, mas seu pai não me abandonou.
Aí seu Roberto conta a parte dele.
–Sim filha, eu saía da empresa que trabalhava e ia correr atrás da sua mãe, um dia cheguei com ela, mijada, vomitada, tudo que você pensar,ela tinha feito nas roupas, dei banho nela, pus na cama, e quando saí do quarto, os pais dela me deram um ultimato.
*Rapaz, o que você está fazendo por nossa filha, não tem preço, mas você tem sua vida, seu trabalho, e a Sandra não é mais problema seu, você está liberado pra seguir sua vida meu rapaz, eu e minha esposa gostamos demais de você, pra ver você perdendo sua vida com alguém que não quer mais, todos estamos sofrendo com a morte da Alê, e a Sandra parece que quer morrer também.
* Me desculpe, vocês estão pedindo pra desistir; nunca, enquanto eu puder, eu vou lutar por ela.
* Se é assim, se você tem certeza disso, largue o seu emprego, nós vamos pagar para você, e você poderá se dedicar somente a ela, claro se você aceitar.
–Eu aceitei, e não desgrudei mais da sua mãe, pronto amor, pode continuar agora.
–Sim filha, foi o amor do seu pai que me salvou,eu saí daquela vida, fui em psicólogos, grupos de apoio, e por fim, entrei em uma igreja evangélica, eu sempre tive muito medo de recaídas, e na igreja, pela doutrina de proibido isso proibido aquilo, eu vi que ali eu estava liberta, mas seu pai sabe que não foi fácil, aí eu construí na minha cabeça que um homem que não fosse da igreja poderia fazer a mesma coisa que meu cunhado fez lá atrás, beber, dirigir, mas eu confundi as coisas, eu tinha a minha frente alguém que eu conhecia desde os 15 anos de idade, mas pelo fato de ele não ser da igreja eu pus um muro entre vocês, eu estava errada, eu espero que me perdoe filha, eu adoraria ser sua amiga, assim como você é da Regina, “melhores amigas”?
–Nao sei mãe, eu estava pensando em pôr uma pedra em tudo, começar do zero, mas você ter dito que alterou o vídeo, mudou tudo, me dá um tempo, agora essa história da minha tia, é assustadoramente incrível.
–Tudo bem filha, eu respeito qualquer decisão que tiver, e quanto a você Felipe, um dia eu disse, que você não era digno da minha filha, a verdade Felipe, é que eu não sou digna pra ser sua sogra, me perdoe Felipe.
–Está tudo bem Dona Sandra, o mais importante pra mim, é que você reconheceu o erro, eu te perdôo.
–Obrigado Felipe, Regina, olha, eu adoraria poder te chamar de amiga um dia, eu fiz tanto mal ao seu bem maior (ela olhou pra mim), e você quando chegou naquele hospital, qualquer uma, inclusive, acho que eu, teria dito “bem feito”, já você, me deu um abraço, e mostrou como uma mãe de verdade age, me perdoa pelas besteiras que falei do seu filho.
–Eu jamais me vangloriaria da sua dor Sandra, ainda mais que essa dor, era mesma dor, da pessoa que mais amo no mundo, meu filho, então fique tranquila, eu não gosto de julgar ninguém, porque cada um de nós temos uma bagagem e ninguém sabe o peso da mesma.
As duas se abraçaram, eu percebi uma nova, e forte amizade se formando. Dona Sandra se virou pro marido.
–Amor, me perdoe, você tinha tantos planos pra nós, você sabe do que estou falando, prometo que vamos retomar, eu te amo.
Seu Roberto sorriu, ninguém entendeu nada, mas o importante é que segredos foram revelados, mas minha mãe ainda tinha uma dúvida.
–Roberto, naquele fatídico dia que eu atendi seu telefone, eu ouvi você falar pra alguém, parecia ser com a Sandra,” não posso perder os dois “ do que você estava falando?
–Sabe Regina, eu e a Sandra queríamos o Felipe pra nós.
–Como assim, vocês querem roubar meu filho, de mim?
Dona Sandra intervém, pediu pro marido pegar uma pasta e falou com minha mãe.
–Não Sandra, jamais faria isso, até porque o Felipe jamais te abandonaria, e é por isso que eu e o Roberto planejamos dar sociedade na nossa loja.
–Sim, mas como assim ter ele pra vocês ainda não está claro?
– Sandra e eu , vimos que ele não abandona ninguém, não abandonou o tio, então se ele tivesse sociedade, ele jamais abandonaria a Larissa, e isso foi provado agora com a Lari. Na nossa falta Regina…
–Sim Regina, por isso eu e o Roberto iríamos passar 20% da empresa pra ele e 20% pra Larissa, e depois que aposentarmos, nós invertermos, 60% prós dois, e 40% pra nós.
– Mas porque isso Roberto, vocês estão muito longe de se aposentar.
Foi aí que vimos seu Roberto e dona Sandra se olharem com carinho um pro outro, nós só os observamos, e seu Roberto continuou.
–Eu fui diagnosticado com uma doença hereditária, que está no meu corpo, e pode ser que nunca se manifeste, mas pode acontecer, as chances são boas, geralmente ela aparece depois dos 50, foi assim com meu avô, com meu pai, então estamos nos antecipando.
Larissa ao ouvir aquilo corre pros braços do pai chorando.
–Não amor, não fique triste, está tudo bem, o pai está em paz, ainda temos muito tempo, eu e sua mãe só queremos adiantar as coisas, e eu não confio em ninguém pra isso que não seja o Felipe.
–Amor, nós confiamos no Felipe, não nos leve a mal Regina.
Minha mãe entendeu tudo, e agora tínhamos todas as informações na mesa, era decidir o que ia ser feito.
– Bom, Dona Sandra se…
–Por favor, Felipe, não precisa chamar a gente de dona, só Sandra e Roberto.
–Está bem, dona… quer dizer, Sandra, Roberto, pelo que entendi, vocês querem me readmitir?
–Você nem foi demitido Felipe , confesso que por mim, já teria mandado seus documentos pro contador, mas seu protetor aqui não permitiu.
Roberto deu uma risada, confiante e falou.
–Jamais mandaria meu melhor funcionário, gerente, genro, e agora sócio embora, rsrsrsrs.
–Já que é assim, eu vou ficar mais essa semana com a Larissa, semana que vem ela volta pra casa de vocês , se ela quiser, é claro, e sentamos e discutimos isso aí , por que parece que estão fazendo isso agora por causa do meu namoro, e eu não me sinto bem com isso.
Sandra, pegou minha mão, me olhou nos olhos, e disse.
–Eu não esperava menos do que isso em você Felipe, como fui tão cega meu Deus, você é digno, honrado, você é o Roberto quando mais novo, mas se vc olhar a data do cartório, vai ver que esse documento tem mais de 8 meses que está com a gente, tomamos a decisão antes do aniversário da Larissa, então fique tranquilo, não estamos te oferecendo a sociedade por que é nosso genro, e sim porque você é merecedor e confiamos em você.
Pela primeira vez desde que a conversa começou, Larissa sorriu.
–Roberto, Sandra, obrigado pela confiança, mas preciso conversar com minha mãe a respeito disso, prometo dar uma resposta até o próximo final de semana.
E assim encerramos aquele almoço, onde a “sobremesa” foi um carrossel de emoções.
Eles foram embora, e deixou nós três, com vários sentimentos estranhos, minha mãe pediu licença e foi pro seu quarto, eu e a Lari, tomamos um banho, e fomos pra cama.
–Amor, e essa história da minha tia hein, fiquei curiosa.
–Amor, ligue pros seus avós, pesquise sobre ela, pergunte pra sua mãe.
–Será amor, depois que ouvi da minha mãe sobre o vídeo a minha vontade é nunca mais falar com ela.
–Amor, eu te apoio em tudo, sua mãe agiu mal, mas ela mudou.
–Olha, eu queria acreditar Lipe.
–Lari, ela poderia ter guardado essa informação, mas ela preferiu sentir sua raiva, a se esconder, ela foi corajosa, amor, descanse, repense, e se possível perdoe.
–E tem essa informação da doença do meu pai.
–Ei, não vamos sofrer por antecipação, vamos viver seu pai ao máximo.
–Tem razão amor, e tem essa sociedade que te ofereceram, você vai aceitar né?
–Preciso conversar com minha mãe, mas vamos ver.
–Amor, você não se importa de eu tomar o remédio, acho que vai ser bom eu dormir.
E assim aconteceu, meia hora depois ela estava dormindo, e eu fiquei lá, remoendo esse dia maluco, não consegui dormir, a vontade era tomar um comprimido antidepressivo da Larissa, por volta das 23:00 horas, olhei meu celular, e minha mãe estava online, iniciei um texto pra ela, parei, iniciei de novo, parei, pela terceira vez, aí recebi a mensagem da minha mãe
*Vai mandar mensagem ou não amorzinho?
* Desculpa, pensei que estava falando com outra pessoa.
*Estava conversando com sua tia, aí vi você digitando, aconteceu algo?
* Só estou entediado, a Larissa já dormiu, e as emoções do dia me tiraram o sono.
*E você pensou em algo?
*Sim, mas seria egoísmo da minha parte, boa noite mãe.
* Boa noite meu amor, tem certeza que não quer falar?
*Eu precisava gozar, mãe, mas não estou com cabeça pra te dar prazer.
* Tudo bem amor, vem gozar na mamãe.
* Não mãe, não é justo.
*Amor, sou sua propriedade, se você quer gozar, anda, a mamãe deixa, quer vir no quarto?
* Eu queria foder sua boca no sofá, você senta no chão, põe a cabeça no sofá, eu entro na sua boca, e fodo ela até eu gozar.
* Nossa quanto detalhe, está bem, estou indo pra lá.
Passaram cinco minutos, e eu brigando com a vontade de gozar e o quanto á eu usar a minha mãe como um objeto, já estava desistindo, ela me manda uma foto no sofá com a cabeça e a boca aberta pra me receber , e a mensagem.
*Vem amor, foder minha boca.
Eu fui, nem olhei pra ela, não a beijei, naquele momento, ela era só um meio pra eu saciar meu tesão, foram menos de 5 minutos, fodendo a garganta dela, ela pensou que eu ia gozar no fundo da garganta, mas eu enchi a boca dela, e antes de ir pro quarto, eu dei um selinho em sua boca, lágrimas escorreu dos meus olhos, ela percebeu, eu me levantei e saí.
–Amorzinho, espera…
–Perdoa mãe, como pude…
–Eu quis filho, está tudo bem…
Nem olhei pra trás, fui pro quarto, que domingo de merda…
No outro dia bem cedo levantei e fui pra cozinha tomar café, minha mãe já estava lá, dei um selinho nela e me sentei cabisbaixo, ela sentou ao meu lado, colocou a mão na minha coxa.
–Amor da mamãe, sobre ontem, você usou a mamãe, isso está claro, mas você não me enganou, você me pediu, e eu aceitei, está tudo bem.
–Mãe, o problema é que eu não sei se você queria aquilo,ou apenas fez porque ”mandei”.
–Eu entendo sua frustração amor, e a mamãe não sabe responder, eu talvez fiz só por você, mas de qualquer forma, você foi cavalheiro o suficiente pra pedir, e se quer saber, depois que você foi pro quarto, eu me masturbei, com o cheiro e o gosto do seu esperma na boca amor.
–Mãe, a questão é que eu tenho que saber que você está fazendo também por você, e o dia que não estiver afim, você vai me dizer não.
–Ai amor, você está me pedindo algo tão complicado, eu não consigo te dizer não, porque mesmo que eu não esteja com tesão na hora, quando começamos eu me transformo, e o tesão vem como uma descarga elétrica, não sei te dizer não amor, perdoa a mamãe por isso.
Nós dois damos risada, e eu fico mais tranquilo, aí a Larissa entra na sala.
–Bom dia amor, bom dia mamãe, o'que vocês tanto cochicha hein?
–Bom dia filhinha, cadê nossos beijos sua mal educada, aqui em casa o bom dia vem acompanhado de um beijinho nos lábios.
–Desculpa mamãe, não vai acontecer de novo.
Ela vem até mim, dá um beijo de língua, sexy, e vai até minha mãe, e a beija, as duas se perdem no beijo, eu fico observando as duas e pensando, “ meu Deus, minha mãe é uma provocadora nata, e agora Larissa está indo pelo mesmo caminho*, eu estou fodido.
–Amor, você fica com ciúmes de eu beijar sua mãe assim?
–Nao amor, vocês duas ficam lindas se pegando.
As duas riem da minha fala, Larissa senta pro café, e eu respondo sobre nossos cochichos, eu minto, claro.
–Amor, eu e minha mãe estávamos falando sobre as revelações de ontem.
–É, aquilo foi tenso, eu ia convidar minha mãe pra me levar no ginecologista, eu preciso de um método contraceptivo, mas eu acho que eu quero ir com você mamãe.
–Eu ia amar filhinha, mas apesar da sua ira com sua mãe, seria maravilhoso para ela, fazer parte desse seu novo momento Lari, ela abdicou do seu orgulho ontem para falar inclusive sobre drogas, dá uma chance para ela participar da sua vida meu amor.
–Ai mamãe, você é maravilhosa, obrigada, sim, eu vou chamar minha mãe, vamos devagar, quem sabe um dia eu não tenha com ela o mesmo que você tem com o Lipe.
–Acho difícil Lari, mas…
Minha mãe soltou um sorriso malicioso, Larissa se arrumou, ligou para mãe, e as duas foram juntas no ginecologista, naquele dia ela só voltou para casa já no final do dia, as duas apesar de tudo davam passos para dias mais amigáveis. Mas naquele dia mesmo eu e minha mãe iniciamos o nosso plano, depois que ela tomou seu banho, eu e ela deitamos.
–E como foi com sua mãe Lari?
–Foi melhor que imaginei amor, ela respondeu todas as minhas perguntas, me fez perguntas sobre você, eu respondi, estou gostando dessa nova Sandra.
–Fez pergunta sobre mim, que tipo de pergunta?
–Se você era carinhoso, essas coisas, aaaa, ela me contou da sua ereção no rosto dela, rsrsrsrs, me pediu desculpas por ter sentido tesão com a situação
–Meu Deus, e você, o que achou?
–Hummmm, sei lá, não importo de minha mãe flertar com você, eu flerto com a sua.
Começamos a nos beijar, ela estava feliz, eu aproveitei e comecei a alisar seu corpo, meus dedos passeando pelo seu corpo louro, fazendo massagem, lambendo cada parte do seu corpo, mordiscando seus mamilos de leve, minha língua no seu umbigo, fazendo círculos dentro e fora parei, e desci pro seus pelos loiros, ela arfou, e disse que não estava pronta pra receber minha boca na sua bocetinha ainda, confesso que fiquei puto, eu queria tanto a porra de boceta dela, mas não disse nada, eu tinha todo tempo do mundo, e ela me prometeu todas as suas primeiras vezes.
–Amor, não fique chateado, é que essa saída com minha mãe me deixou bem cansada, mas se você quiser, podemos ter nossa primeira gozada na minha boca.
Aproveitei a deixa.
–Está bem, mas você vai ter que fazer uma loucura por mim.
–Hummmmm, loucuras com você, eu topo, sempre.
–Quero gozar na sua boca, aí você vai onde minha mãe estiver, e beija os lábios dela, topa?
–Uau, que delícia, beijar a mamãe com seu esperma…
Ela nem respondeu, e caiu de boca, fazendo o melhor oral que ela poderia me dar, falar da minha mãe, fez ela ficar tarada, e ela engolia o máximo que dava, eu enchi sua boquinha, ela me olhou nos olhos, cuspiu o sêmen, mas ainda deixou um pouco na boca, com a língua, ela passou meu sêmen nos lábios, e saiu só de calcinha até a sala, ela me chamou com o dedo, minha mãe estava assistindo, Larissa não se importou, ajoelhou entre as pernas da minha mãe e a beijou, não tinha língua, mas com certeza, era uma cena muito picante, minha mãe fica fascinada, ao fim do beijo, as duas se abraça, minha mãe de de baby doll, pronta pra dormir e Larissa só de calcinha, seios nus, sem falar nada, Lari se levanta, vai até o banheiro, volta, me puxa pela mão, eu e minha mãe só trocamos olhares cúmplices, e entramos pro meu quarto, Lari tomou seu remédio, e me beijou antes de dormir. Terça feira, a mesma coisa, porém mais cedo, eu gozei na boca dela, ela foi até minha mãe, a beijou, dessa vez mais ardente, ela passou a língua nos lábios da minha mãe, mas minha mãe não quis arriscar, e não passou a língua de volta, então Larissa volta pra cama e dessa vez ela queria gozar, abra suas pernas e tento chupa-la, ela novamente não permite, mas leva meus dedos a sua vagina, e eu a masturbo até ela gozar, era cedo ainda mas ela estava cansada, tomou o remédio e dormiu, eu fui dormir bem mais tarde, acordei por volta das 3 da manhã, fui no banheiro, antes de voltar, olhei no celular, e tinha uma mensagem da minha mãe, fazia tempo que eu e ela não dava uma trepadinha,
*Amorzinho, não importa a hora que você acordar, a mamãe está morrendo de tesão, e os beijos da filhinha não estão ajudando.
Nem voltei pro meu quarto, quando cheguei na cama de minha mãe, ela estava sem roupas, entrei por baixo dos lençois, e assim como ela me acordava me chupando, fiz o mesmo que ela, acordei ela chupando sua suculenta boceta, metemos até adormecer. As 6 da manhã fui pro meu quarto, nesse dia aconteceu algo estranho, Larissa dormiu o dia inteiro, só acordou pra almoçar, era estranho, mas não importamos, afinal ela estava tomando um remédio forte, ela foi dormir tarde, depois tomou seu remédio, e foi dormir, eu fui na sequência, dormi a noite toda, quinta feira mesma rotina, Larissa dormiu o dia inteiro, a tardezinha ela mesmo começou a me chupar pra receber minha gozada, e ir provocar minha mãe, por volta das 22:00 ela foi dormir, eu combinei com minha mãe que maís tarde eu iria visitar ela, 2:00 horas da manhã, eu e minha mãe estava fodendo como loucos, ela gozou uma sequência de vezes, e eu finalizei a segunda gozada, comendo ela de quatro, e enchendo sua boca de esperma, que ela engoliu tudo, e ainda limpou meu pau. Quinta feira e sexta, nós três saímos juntos, o mundo estava perfeito, mas, mundo perfeito não existe.
No sábado depois do almoço, minha mãe saiu, eu e Larissa ficamos na sala conversando, falando sobre o domingo que ela iria voltar pra casa, então começamos a nos beijar, a nos tocar, o som da TV alto, e nós só ouvíamos os nossos beijos, as nossas línguas, e os nossos desejos, eu tirei sua camiseta, ela estava sem sutiã, eu mordi aqueles mamilos eriçados de prazer, tirei seu short, e pra surpresa de ninguém, ela estava sem calcinha, Larissa cada vez se demonstrava safada e sedutora, eu massageei sua boceta, só passando a mão sem penetração, ela mordia meus peitos, minha barriga, ela escorregou pelo meu corpo e começou a me chupar, ela cada vez melhorava mais, sua língua lambendo meus testículos, ela subiu com a língua lambendo desde a base até a cabeça, e foi nesse momento que ouvimos uma voz atrás de nós.
–Meu Deus, estou vivendo um dejavu, só que reverso.
Olhamos para trás, era minha mãe que abriu a porta sem percebermos por causa do som da TV, não sei há quanto tempo ela estava lá, e não, isso não foi combinado entre a minha mãe e eu.
–Como assim dejavu mamãe?
–Alguns anos atrás, eu e o Lipe vivemos essa mesma situação Lari, só que quem estava com o pau na boca, era eu.
–Uau, e o que ele falou, mamãe, quando te viu engolindo uma rola?
–Ele falou pra gente continuar, que ele não se importava, mas ele se importou.
–E você mamãe, o que vai falar?
–Eu, errrr… bom filhinha, a mamãe se importa, eu adoraria ver você sendo uma putinha, posso?
–Sim mamãe, se você me ensinar como chupar o Lipe direito, pode, você tem experiência né mamãe?
–Sim filhinha, a mamãe tem muita experiência em chupar rolas.
–Rolas, tá bom mamãe.
E minha mãe sentou ao meu lado, ela pegou no rosto da Lari, e enquanto a Lari me engolia o que ela conseguia, minha mãe passava a mão no seu rosto onde minha pica estava, minha mãe a provocava, mas a Larissa estava muito provocadora também, ela pegou a mão da minha mãe e levou até a base do meu pau, minha mãe não deixou, e Lari a convenceu.
–Pega mamãe, no pau dele.
–Não filhinha, não pode , ele é meu filho.
–Mamãe, você já está acostumada em pegar em pau, é só mais um.
E minha mãe cedeu, e começou a me punhetar levemente.
–mamãe, você consegue engolir ele inteiro né mamãe?
Minha mãe com certeza estava excitada, sua boceta provavelmente estava encharcada, sua voz saiu rouca de tesão.
–Sim filhinha,outras rolas a mamãe consegue, e você também consegue, abre a mandíbula, e relaxa a garganta filhinha.
–Você não quer me mostrar mamãe.
–Ele é seu namorado Lari, e também meu filho.
–Mas você está com vontade mamãe, queria estar no meu lugar?
–A mamãe não pode responder isso, agora vai filhinha,engole, a pica do Lipe, isso, olha pra ele, mostra pra ele o quanto a pica dele é gostosa Lari, homens adoram nosso olhar de submissa de apaixonada, mostra pra ele que você não queria estar em nenhum outro lugar, que não na pica dele na sua garganta bebê.
A Larissa ouvia e fazia tudo que minha mãe falava, e esse foi de longe o melhor boquete até esse momento, a Larissa tentando engolir o máximo que ela conseguia, e minha mãe já tinha largado o pudor de lado e me punhetava com mais velocidade, e eu, eu, eu gozei na boca da Lari, pelo movimento do meu pau, minha mãe soube na hora.
–Filhinha, olha pra mim, isso, agora olha pro seu amor, pro seu homem, abre a boca pra ele ver que ele derramou toda semente na sua boca, isso putinha, o que vai fazer agora?
Larissa,com aqueles lindos olhos azuis, juntou os dois peitos, e deixou a porra cair, a cena era linda, mas minha mãe reclamou com ela.
–Você ama meu filho?
–Sim, mamãe , eu amo.
–Entao da próxima vez engula a porra dele filhinha, mostra pro seu macho que você o ama, o venera.
–Você engole mamãe?
–Sim, a mamãe engole.
A Larissa sentou no meu colo, agora ela estava na mesma altura que eu e minha mãe, ela passou o dedo indicador no esperma, e levou a boca da minha mãe, minha mãe claramente salivou, mas queria manter a compostura.
–Filhinha, esse esperma é do meu filho, eu não posso…
–Mamae, porra é porra.
E forçou o sêmen nos lábios da minha mãe, e ela cedeu, abriu os lábios e lambeu o dedo da Larissa, com um olhar penetrante das duas, eu não ousei me meter no diálogo das duas, eu era mero coadjuvante daquele jogo de sedução, a qual eu não era páreo.
–Mamae, você já engoliu muito essa porra né? Parece que você ama o sabor do esperma do seu filhinho.
–Não Larissa,a mamãe já engoliu outras, a do Lipe não.
Nesse momento Larissa fez uma carinha de decepção, encostou a cabeça no peito da minha mãe e com voz dengosa reclamou.
–Mamãe, eu te amo tanto, melhores amigas você disse, e agora você está mentindo pra sua filhinha.
–Não estou, Lari, porque você acha que a mamãe faria isso?
–Mamãe, você não é esse tipo de mulher que fica provando vários esperma mamãe, eu vi como você gostou de lamber meu dedo com a porra do seu filho, eu senti que você já fez isso antes mamãe, mas você prefere mentir mamãe.
Minha mãe me olha em pânico, com movimentos labiais ela me pergunta:
*E agora?
* Vamos contar.
Respondo também com movimentos labiais, Larissa, esperava alguma resposta da mamãe.
*Tem certeza, filho?
* Sim, é a oportunidade.
Então minha mãe passa a mão na sua nuca e fala.
–Larissa, me olha nos olhos filha, o Felipe tem que conversar com você.
–Não mamãe, esse tipo de assunto, quem fala é a mamãe.
Minha mãe volta a me olhar quase que pedindo ajuda, eu com a cabeça só a encorajo.
–Tá bom Larissa, o que eu vou falar pra você, é algo que eu e o Felipe tinha decidido te contar antes de você voltar pra sua casa, seria o Felipe que ia te contar, mas como você quer ouvir de mim, eu te contarei…
Minha mãe fez uma pausa dramática, procurando coragem e as palavras.
–Eu e o Felipe temos uma relação é digamos, proibida, eu e ele fazemos sexo Larissa, mas filha eu juro por tudo que é mais sagrado que se você não contar pra ninguém, eu, de hoje em diante, nunca mais terei nada com ele, o Felipe é apaixonado por você, e eu pela felicidade de vocês, eu me afasto, só te peço pra não contar a ninguém.
As últimas palavras saíram carregadas de sofrimento, esse era o medo maior da minha mãe, no final de tudo, eu e ela nos afastarmos, as lágrimas vieram a seguir, minha mãe até soluçou de chorar, Larissa gentilmente fazia carinho no rosto de mamãe, foram longos minutos até Larissa, falar.
–Obrigado mamãe por me revelar, mas eu já sabia, a primeira vez, foi na terça, eu acordei de madrugada, e o Lipe não estava, fui no banheiro, não vi ele, aí fui no seu quarto, e vi o Lipe de cueca, e você estava nua, e tinha algo branco ressecado na sua coxa mamãe, parecia com porra seca, então eu bolei uma estratégia, eu dormia durante o dia, a noite eu fingia tomar o remédio pra vocês ficarem tranquilos, na primeira noite nada aconteceu, aí eu me lembrei que na terça foi o dia que eu te beijei com o esperma dele, então na quarta eu chupei ele, te beijei, um beijo bem ardente, e feito, no meio da madrugada, eu vi o Lipe se levantar e ir até você, eu esperei um pouco, e fui, nossa mamãe, ele estava te comendo de quatro, metendo tudo, e você estava no paraíso, eu vi você gozar duas vezes mamãe, e quando o Lipe anunciou que ia gozar, eu vi você cair de boca, mamãe, você engoliu a pica inteira, eu fiquei fascinada, e você bebeu o leite dele todo, eu vi você limpar, beijar a pica dele, dizendo o quanto você o amava mamãe, foi lindo.
–Me perdoa Larissa, por favor filha, ninguém pode saber disso, se não eu e o Lipe teremos que ir embora.
–Mamãe, não chora mamãe, eu jamais contaria isso para alguém, eu confio tanto em vocês mamãe, confie em mim também.
–A mamãe confia, por isso eu vou me afastar pra vocês terem a vida de vocês.
–Mamãe, o Lipe é seu, sempre foi, e sempre será, eu sei que você o ama mamãe, e sei que ele também te ama, se alguém tem que se afastar, sou eu mamãe.
–Não, não, não Larissa, o Lipe te ama, e você não pode se afastar, eu não quero ser a responsável por isso não.
–Mamãe, só tem um jeito então, eu sei que vocês dois estavam me preparando pra ser a garota de vocês, agora eu percebo isso com clareza, você querendo ser melhor amiga, eu te beijando após o gozo do Lipe, era um plano não era?
–Sim, desde o dia que o Lipe te conheceu, ele pôs na cabeça que me queria junto com você, ele até me fez eu gostar de chupar boceta, tudo pra você filhinha.
–Nossa mamãe, eu tô com tanto tesão agora, só de saber que vou gozar na sua boca, que vamos poder beijar de língua, mas tem uma questão, eu amo o Lipe, eu devo a minha vida duas vezes a ele, então se ele me pedir pra ser a putinha de vocês, eu vou atender na hora mamãe, mas eu quero que você me peça mamãe.
–Uau, você não vai embora, você quer ficar, que delícia filhinha, então tá a mamãe pede, Larissa, você quer ser a minha putinha, quer ser a vadia do meu filho, e quer que eu seja a sua puta também?
Larissa nem respondeu, ela atacou minha mãe em um beijo dessa vez
um beijo diferente talvez fosse o ritmo, mais lento, como se estivesse saboreando o momento; ou a entrega, que parecia vir de um lugar mais íntimo, menos ansioso. O toque de seus lábios era como uma dança suave, uma carícia que se estendia e se dissolvia com uma naturalidade impossível de imitar. Havia pausas, breves momentos de descanso em que se olhavam, e nesses curtos segundos, o ar entre elas parecia se inflamar.
O beijo se aprofundou, mas não se tornou mais intenso. Era um jogo de pressão e ternura, de lábios que se procuravam e se separavam apenas para se reencontrarem. Suas bocas se entreabriam lentamente, e suas línguas se roçavam com uma delicadeza que eu achava quase insuportável de se observar. Tudo nelas parecia sincronizado: a respiração, os movimentos, o leve tremor que percorria seus corpos.
Suas mãos se moviam com a mesma delicadeza, explorando os corpos uma da outra sem pressa. Não foram aos lugares óbvios que eu iria, como as nádegas ou os seios. Em vez disso, deslizaram pelas costas, pelos ombros, pela nuca, parando apenas onde a pele era mais sensível. Era um carinho que não buscava posse, mas compreensão. Os dedos de uma se enroscavam nos cabelos da outra, puxando-os suavemente, enquanto a outra respondia com um gemido baixo e abafado, um suspiro quase imperceptível.
Tudo tinha um ritmo secreto, uma linguagem sem palavras que só elas pareciam entender. E eu, do lugar onde estava, não quis fazer nada,senão me entregar à beleza daquela cena, consciente de que o que eu via não era apenas desejo, mas algo mais profundo, mais perigoso: uma conexão que beirava o sagrado. Então Larissa tira a camisa da minha mãe, e seus peitos ficam livres para as mãos da Lari, que se entrega à luxúria, chupando os mamilos de um, depois o outro, minha mãe gemia abafado, os toques daquela menina tão jovem despertava em minha mãe um desejo quase tão forte como os meus toques. Agora Larissa tira sua calça, e a visão que tivemos foi brutal, minha mãe com uma calcinha minúscula, até eu me surpreendi, fiquei com ciúmes, por qual motivo ela estava com aquela calcinha.
–Mãe, porque você está com essa calcinha?
–Meu amorzinho está com ciúmes da mamãe?
–Sim né mãe, você só se veste assim pra mim, foi encontrar com alguém?
–Ai amor, lógico que não, a mamãe foi se depilar, quando é assim eu fico toda ardida, e coloco calcinhas minúsculas.
Depilar, aquela palavra gerou um questionamento em Lari, ela tirou a calcinha da mamãe, e ficou deslumbrada.
–Nossa Lipe,como é linda a boceta da mamãe, aí mamãe , eu quero a minha assim mamãe.
–Vamos marcar uma depilação pra você amor.
–Mamãe, eu quero agora, você pode raspar meus pêlos mamãe?
–A mamãe vai adorar, filho, vai lá no meu banheiro e pega uma necessaire, lá tem tudo que preciso para deixar essa bocetinha ainda mais linda do que já é.
Eu peguei, e quando voltei a Larissa estava com a bunda no sofá, em cima de uma toalha, seus calcanhares apoiada em dois puffs, ela estava completamente aberta , completamente desprotegida, meu pau estava muito duro, minha mãe mandou eu me sentar ao lado dela, e se postou no meio das pernas da Larissa, pegou uma tesoura e começou a cortar aquele pelo loiro, tesourada após tesourada, quando estava curto o suficiente pra lâminas, minha mãe retirou um prestobarba novo.
–Mãe, eu não sabia que você tinha essas coisas.
–Ah meu amor, nem toda intimidade a mamãe te conta né, as vezes eu preciso ficar lisinha pra você, e não tenho tempo de ir na depiladora, e tem outras coisas que você nem imagina.
–Como o quê?
–A mamãe tem uma chuca pra deixar o cu sempre limpinho pra você, ou você nunca se perguntou de nunca ter acontecido um incidente? rsrsrsrs.
–Mamãe, você dá o cu pro seu filho?
–Sim Lari, ele tem poder total ao meu corpo, e agora filhinha, você também terá, é só pedir.
Então minha mãe pegou um creme, e massageou a púbis da Larissa, as pontas dos dedos fortes na sua virilha, até seu virgem ânus foi tocado Larissa grunhiu alto, minha mãe mandou ela se controlar.
–Calma sua putinha,não pode ficar excitada com o toque de uma profissional.
–Desculpa mamãe, mas ter o homem da minha vida de pau duro ao meu lado, e a mulher da minha vida tocando minha boceta não é fácil.
Minha mãe continuou, agora com creme de barbear, umedecendo toda região pélvica, a lâmina começou lá em cima, cada passar de lâmina, aquela vagina ficava mais desnuda, a pele ainda mais branca, minha mãe fazia desse momento mais erótico, a cada pele branca que aparecia, era um beijo carinhoso na pélvis da Larissa.
–Aaaaaa mamãe sua vadia, cadê seu profissionalismo?
–Foda-se o profissionalismo, você disse que sou a mulher da sua vida filhinha.
O púbis da Larissa agora estava mais nu do que nunca foi, minha mãe agora vai se dedicar a entrada dos orifícios, minha provocadora mãe, introduziu dois dedos na bocetinha da Larissa, e passava a lâmina em volta, e os lindos pelinhos loiros iam desaparecendo, e aquela boceta ia ficando mais bonita a cada lâmina, a Lari estava derretendo nos dedos da mamãe, e a cada beijo que minha mãe dava era um suspiro uma revirada de olhos da nossa garota, eu peguei a mão da Larissa e pus na minha ereção, só queria sentir o calor da sua mãozinha, eu sabia que ela não iria me dá atenção, já que naquela sala só existia ela e minha mãe. Os dedos de minha mãe agora circulava em outro ponto da vagina, dando apoio a lâmina que agora trabalhava do outro lado, e cada vez aparecia uma bucetinha mais linda, minha mãe agora foi se dedicar ao cuzinho da Lari, minha mãe enfiou seu dedo anelar, devagar, mas firme sem recuo, nesse momento a Larissa gemeu forte.
–Meu Deus mamãe, o que é isso, eu vou gozar mamãe, não estou aguentando.
Minha mãe deu um tapa forte no meio da xaninha da Larissa.
–Não sua putinha, só vai gozar depois que eu te depilar.
O tapa foi forte , a Larissa deu um grito de dor, mas assentiu, minha mãe não fez movimento com o dedo, se não ela poderia gozar, ao invés disso me deu uma bronca.
–E você Lipe, adora arregaçar o meu cu, mas o cuzinho dessa putinha você nem enfiou o dedo ainda.
Ameacei falar, ela não permitiu, passou a lâmina ao redor daquele buraquinho virgem, tirou os últimos fios, o dedo ainda permanecia lá, mas ela sabia que não podia movimentar ou tomaria uma porra de boceta antes da hora, minha mãe pegou uma toalha, limpou toda região, tirou pelos que ficou pra trás, passou colônia e pôs barba, e um creme pra massagear a região pélvica da Lari, seu dedo escorregou pra fora do cuzinho da Larissa, ela gemeu palavras desconexas moveu sua boceta em direção a minha mãe, e pediu.
–Mamãe, chupa a minha boceta, eu quero gozar na sua boca.
–Ei, que porra é essa? Há quanto tempo estou querendo que você goze na minha boca, você disse que todas as primeiras vezes seria minha.
A Lari lembrou, ficou chateada, mas entendeu meu ponto, minha mãe estava muito excitada, mas ficou desconfortável com minhas palavras, ela ia se afastar, eu fui até Larissa, e a beijei, desci até minha mãe, fiquei por trás dela, segurei seu rosto e falei para as duas me ouvir.
–Estou brincando minhas duas mulheres, eu terei muitas primeiras vezes com a Lari mamãe, eu adoraria ver você tomando um banho de porra de boceta também, vai, chupa essa putinha vai, chupa sua filhinha.
Aquela frase envolveu minha mãe com uma luxúria, e ela caiu de boca na Larissa, cada toque, era uma descarga de choque que ia dá região pélvica até o cérebro da Larissa, eu não aguentei, cuspi na cabeça do meu pau, e encostei no cu de mamãe, ela forçou o esfíncter, abocanhou meu pau com o cu, e eu entrei, a Lari com certeza não ia durar muito, eu e minha mãe tinhamos que correr, se queríamos gozar próximo, não foi necessário correr muito, o desejo que eu e minha mãe estava depois da depilação nos deixou muito mais próximos, eu metia com tudo no cu da mamãe, ela sugava o clitóris da filhinha, e minha mãe sabendo do que seu dedo causou na Lari, a penetrou sem dó, e aquela anjo loira explodiu dando um banho de porra de boceta, na mãe, e no filho, minha mãe engoliu o que conseguiu, e eu gozei no seu cu com uma força sobrenatural, seu cu mastigava meu pau enquanto ela também gozava, eu depois de sair de dentro dela, fomos lamber um ao outro pra limpar toda porra de boceta, a Larissa, com aquele rostinho angelical nos olhou apaixonada, sem força depois do maior gozo da sua vida, eu era testemunha.
–Caralho mamãe, essa foi a coisa mais gostosa da minha vida…
E com lágrimas nos olhos,declarou:
–Eu amo vocês dois, com tanta força que até dói, eu amo vocês…
PS: não teve muita cena de sexo, por que eu precisava explicar algumas coisas, antes do final da série, para não ter furos, os últimos vamos focar na putaria, já que a menina Lari, está se mostrando uma putinha.
PS 2: eu resolvi atender o pedido de dois fãs da série, dessa vez foi o (Cachimbo), e em breve será do (Leitor de contos 13)
Resolvi atendê-los, porque os dois estão comigo desde o início, sempre comentando e engajando, acho que eles merecem. Mas infelizmente não temos mais tempo pra atender mais ninguém, obrigado por ter me acompanhando nessa série até agora, falta pouco…