Oi, meus amores!
Eu sou loira natural, 1,75m, coxas grossas, bunda grande e empinada, seios médios.
Estava me mudando de apartamento e realmente era muita coisa para mudar e daria muito trabalho. Por isso, chamei uma amiga de infância com seu noivo para nos ajudar. A Kah era minha amiga de infância, crescemos juntas no prédio que morei até minha adolescência. Ela estava noiva do Pe, mesmo nome do meu namorado (para diferenciar e não ficar confuso, vou chama-lo de Pe). Eramos todos muito amigos.
Eu usava um shorts azul, bem curtinho, com as coxas toda a mostra, e uma blusinha branca, bem soltinha, decotada. Ele usava uma camiseta preta e um shorts de futebol.
Era um sábado de manhã e usavamos o elevador social para subir as coisas. Colocavamos o máximo de coisas que cabia para evitar várias idas e vindas. Já tinha dado algumas viagens e começamos a ficar cansados. Kah e meu namorado estavam no fundo do elevador puxando o sofá que colocamos. Pe e eu empurravamos para dentro. Com dificuldade e em pé, o sofá entrou no elevador, mas ficou muito apertado. Eu me agarrei no sofá para segurar e Pe ficou sem espaço para entrar.
Pe: Não vai caber.
Eu: Calma, vou sair e você entra.
Pe entrou e encostou no sofá, ficando de frente para a porta do elevador. Ele me puxou e me agarrou para a porta fechar. As minhas costas estavam na porta do elevador e o corpo dele estava totalmente colado no meu. Eu sentia seu pau forçando contra meu corpo. Que delicia sentir aquela rola se esfregando em mim.
Eu: Ai, amiga, vou ter que ir abraçada no seu noivo aqui, não me mata.
Ela: Então vou abraçar o seu aqui também.
Todos demos risada. O elevador ainda não tinha saido porque não estavamos alcançando o botão do andar. Era o 18º andar e os botões ficaram meio obstrudos pelas coisas.
Enquanto ele tentava se esticar para apertar o botão, senti seu pau endurecer. "Caralho, que delicia" era o que eu pensava. Era enorme e grosso. Percebi que ele não apertava de propósito, pois já tinha daria para ele alcançar. Olhei para o fundo do elevador e nenhum dos dois tinham visão de como estavamos. Não resisti e desci a mão, pegando no pau dele por fora do shorts. O safado pegou na minha mão e colocou por dentro do shorts. Que pau enorme e grosso, que delicia. Minha buceta já estava muito molhada.
Eu encaixei o pau dele no meio das minhas pernas, roçando na minha bucetinha.
Kah: Perai, acho que eu consigo apertar daqui.
Para nossa tristeza, ela apertou o botão e o elevador começou a subir. O pau estava me pressionando, a boca dele estava a 1 cm da minha, meu peito roçava no peito dele. Nossa respiração estava ofegante e eu minha calcinha já estava encharcada quando, de repente, a porta do elevador se abriu. Chegamos no andar.
Eu: Ajeita isso - sussurei pra ele.
Rapidamente ele ajeitou, mas não tinha como disfarçar que ele estava duro. Começamos a tirar as coisas do elevador e ficamos alguns minutos para tirar tudo, o que garantiu que amolecesse. Assim, ninguém percebeu.
Levamos tudo para o apartamento e ajeitamos na sala. Sentamos exaustos. Meu namorado disse que precisava de alguns minutos de descanso para depois continuar, Kah concordou.
Eu: Pe, só me ajuda a trazer minha maleta de maquiagem, não quero que ninguém mexa, é caro.
Ele: Ajudo sim.
Entramos no elevador, ele ficou me olhando com cara de safado, rapidamente me segurou pela cintura e me agarrou. Me beijou colocando a mão na minha bunda.
Chegamos no onde as coisas estavam, peguei e voltamos para o elevador. Ao invés de apartar o 18º, apertei o último andar. Voltamos a nos beijar e o pau dele já estava duro de novo. Descemos no último andar e fomos até a escada. Ninguém iria usar a escada naquele andar, todos usariam apenas o elevador.
Fechamos a porta e ele me agarrou novamente. Que pegada que esse homem tem. Não demorou para ele abaixar o shorts e colocar aquela rola pra fora. Imediatamente eu me abaixei e abocanhei aquele mastro. Estava tomada por um tesão e uma adrenalina tão grande que eu chupava igual uma puta ou uma atriz porno. Nâo comecei pela cabeça e fui evoluindo, já comecei colocando tudo na minha boca, engasgando fundo.
Segurando meu cabelo, ele fodia minha boca até eu engasgar. O pau dele babava muito e não queria que ele gozasse antes de me foder.
Me levantei, me inclinei na escada e ele tirou meu shorts e minha calcinha. Esfregou o pau na minha buceta e no meu cuzinho, voltando e enfiando na minha buceta. A minha buceta estava tão molhada que deslizou tudo pra dentro. Ele também não começou devagar, me segurou pela cintura e socou forte na minha buceta. Estava entrando tanto e com tanta força que eu sentia batendo no colo do utero. Aquilo estava me machucando, mas eu estava tomada por tanto prazer que aquela combinação me fazia querer gritar para ele socar sem parar.
Ele: É assim que você gosta, vadia?
Eu: É sim, me fode vai. Soca tudo. Mais forte. Mais rápido. Me arromba.
Ele estava dando tudo de si, o barulho estava muito alto, estavamos muito ofegantes. Eu gemia gostoso.
Eu: Continua assim, não para.
Ele continuou socando sem dó na minha buceta e colocou a ponta do dedo no meu cuzinho... tive um orgasmo. Gritei de prazer e me tremi inteira, perdendo as forças. Não consegui segurar meu corpo naquela posição. Que delicia.
Ele me segurou e continuou metendo sem parar, com força, com tesão, igual um cavalo socando. Em 20 segundos, tive outro orgasmo e gritei novamente. Enquanto eu me tremia toda, ele gozou na minha buceta. Minha buceta foi inundada por sua porra quente. Ele gozou muito.
Ele saiu de mim e seu pau estava todo gozado. Veio em minha direção e eu lambi tudo e limpei o pau dele.
Ele se vestiu e devolveu meu shorts.
Eu: cade minha calcinha?
Ele: Vai ficar comigo.
Eu: Nâo dá, eu to toda melada, toda gozada. Cacete, agora que me liguei. Você gozou dentro sem camisinha.
Ele: Nâo tinha como gozar fora, você sabe disso.
Ele me devolveu a calcinha, que já estava até nojenta de tão molhada.
Nos arrumamos, respiramos fundo e descemos para o apartamento.
Os 2 estavam com cara de que suspeitaram de algo, mas ninguém disse nada. De madrugada, por volta de 1h, recebe mensagem dele, perguntando quando poderiamos repetir. Respondi que naquele momento mesmo, ele me buscou e fomos para o motel, mas isso é história para o próximo conto, se gostarem desse.
Beijos, amores.