IX. O Último Conto Erótico de Becca

Um conto erótico de maxxxteels69
Categoria: Heterossexual
Contém 2680 palavras
Data: 17/02/2026 12:51:19

— Como assim não quer mais escrever os contos eróticos? O que aconteceu? Achei que estivesse gostando de escrever.

Becca decidiu ser direta:

— É que os contos eróticos estão me afetando.

— Como assim?

— Não estou me sentindo bem escrevendo isso. Esses contos estão afetando meu psicológico.

— Bem que desconfiei. Você andava bem quieta ontem. Então era isso... Deixe de bobagem, Becca. Isso é ficção.

— Mas, mesmo sendo ficção, pode afetar o psicológico. É a mesma coisa que assistir a um filme de terror: um dia você acaba sonhando com aquilo.

— Então é isso. Agora faz sentido... Por isso você acordou daquele jeito ontem à noite. Eu não queria entrar em detalhes, pois você estava completamente nua, se masturbando no travesseiro. Não foi um pesadelo, você teve um sonho erótico. E pelo jeito que você me empurrou e pela expressão de nojo no seu rosto, eu sei bem que sonho você teve. Becca, você se envolveu tanto com os personagens que está tendo os mesmos desejos da Melissa. Você está sentindo desejos incestuosos.

— Não, pai! Pare de falar besteira. Eu não tenho essa doença!

— Não sou nenhum psicólogo e nunca li Freud, mas tudo o que sei é que você está tentando esconder esses desejos profundos e, para se libertar deles, está colocando tudo na sua personagem, a Melissa... Agora faz sentido. Relendo os contos, percebo que há muito do nosso cotidiano ali: o pai lenhador, o carteiro que virou bandido e invadiu a casa... Faz todo o sentido, se pararmos para pensar.

— É melhor o senhor parar de pensar! Eu já falei que não tenho esse desejo. Ah, não sei por que acabei falando sobre isso... — Becca sentou-se na cadeira, nervosa.

— Tudo bem, filha. Você deve estar confusa. Já não sabe mais o que é real e o que é ficção. Não sabe se é a Melissa ou a Becca, ou se é as duas... — Frank encostou as mãos nos ombros dela e fez uma massagem para relaxá-la daquele estresse. — Não se estresse com isso. É melhor dar um tempo nos contos. Acho melhor você voltar para a sua mãe...

Becca levantou-se da cadeira num salto e olhou para o pai:

— Não, por favor, pai! Não quero voltar para a minha mãe.

— Becca, você não está legal. Foi minha culpa, não devia ter te envolvido nisso. Está decidido. Vá preparar sua mala, eu vou te deixar no aeroporto.

Becca foi para o quarto preparar as malas. Depois de encher metade da mala com roupas, ela parou. Caminhou pela casa descalça, vagarosamente. Desceu as escadas e seguiu o som da máquina de escrever. Aproximou-se lentamente pelas costas do pai.

— Que susto, Becca! Nem vi você se aproximar. Já preparou as malas?

Becca sentou-se no colo de Frank.

— Antes de ir, pai, queria escrever um último conto erótico.

— Filha, tem certeza?

— O senhor vai gostar — disse ela, acomodando a bunda no colo dele.

Ela começou a digitar na máquina o conto que surgiu de repente em sua mente. Enquanto escrevia, movia o quadril, esfregando-se na ereção de Frank.

— Filha... já acabou?

— Não, pai... está quase... — disse ela, digitando freneticamente.

Frank olhou para baixo e viu a bunda da filha se mexer cada vez mais rápido em seu colo; ela não parava de se esfregar. Ele viu a calcinha fina aparecendo sob a calça apertada e notou nitidamente uma tatuagem na beira da nádega: uma pequena borboleta. Ele segurou a cintura dela, como se tentasse conter aqueles movimentos.

Becca parou de digitar.

— Terminou, filha?

— Não... perdi a inspiração... Já sei!

Ela tirou a blusa, ficando seminua, e pôs-se a digitar freneticamente em busca de nova inspiração. Frank observou as costas nuas da filha; afastou os longos cabelos lisos, admirando a pele que lembrava tanto a de sua esposa.

— Becca, melhor parar...

— Não, pai. Eu tenho que terminar este conto. Será o melhor conto erótico que já escrevi... — Ela terminou a página, colocou outro papel branco na máquina e voltou a digitar com frenesi. — Merda, perdi a inspiração. Já sei...

Ela tirou a calça e a calcinha. Ficou nua para ver se a inspiração voltava em sua mente. Pôs os cabelos para trás da orelha, mordeu os lábios e suas mãos continuaram a digitar; a máquina cuspia palavras, frases e parágrafos no papel.

— Meu Deus, filha... esse conto não vai acabar?

— Calma, papai... estou quase terminando.

Frank fechou os olhos, tentando evitar vê-la nua, mas era impossível ignorar a sensação da bunda da filha se movendo em seu colo. Desta vez, ela parecia cavalgar, pulando levemente e sentindo a ereção sob o tecido da calça dele ficar ainda mais rígida. Frank abriu os olhos e segurou firmemente os quadris dela para tentar pará-la. Ela parou de pular, mas não de se esfregar. Dessa vez ela esfregava a bunda no colo com mais intensidade. Ele sentia aquela buceta quente roçar em sua ereção.

Becca soltou um leve gemido, os olhos revirando enquanto mordia os lábios. Frank afastou novamente os cabelos das costas dela e desceu a mão, deslizando os dedos por aquelas curvas até chegar ao topo das nádegas.

— Eu... eu sempre achei a personagem Melissa bastante gostosa...

— É mesmo, pai? E o que mais você sentia pela Melissa? — perguntou Becca, sem interromper a digitação.

— Eu me masturbo pensando nela. Os desejos incestuosos pelo pai eram intensos demais.

— Ah, é? Você sonhava em ser o Baltazar, não é? Sonhava em estar no lugar dele, punindo a filha tarada...

— Sim... quero dizer, na ficção.

— Sim, pai, na ficção... Mas por quê? O senhor queria que fosse real?

— Becca... pelo amor de Deus, termine logo esse conto...

— Por que a pressa, pai? O senhor me disse que, quando vem a inspiração, não podemos abandoná-la. Temos que ir fundo, explorar cada vez mais o lado obscuro dos desejos humanos. Afinal, o ser humano é um bicho bastante complexo, e o desejo é a arma mais poderosa da alma. É de lá que saem o bem e o mal... Confesso, meu pai: eu tenho algo semelhante à Melissa. Eu e ela compartilhamos os mesmos pensamentos e desejos. Eu até acho que a Melissa, na verdade... sou eu.

Becca abaixou a mão entre as pernas e pôs-se a se masturbar enquanto digitava na máquina com apenas uma mão. Ela pegou a mão do pai e a colocou sobre sua intimidade. Frank tentou evitar, mas Becca foi rápida e puxou a mão dele para que tocasse sua vagina.

— Vai, pai... faz isso... para me dar inspiração...

— Assim? — perguntou ele, começando a estimular o clitóris dela.

— Isso... continue assim... a inspiração está vindo... estou quase, estou quase lá...

Frank continuava a masturbar Becca, que contorcia todo o corpo no colo do pai. Com a outra mão, ele subiu pela barriga dela, sentindo a pele suada e quente. A mão chegou aos seios, que ele apertou com força, sentindo os mamilos endurecidos entre os dedos. Ele abraçou aquele corpo com possessivamente, embriagando-se com o perfume forte que emanava dela, o mesmo perfume que a mãe dela usava.

Frank não aguentou e acabou ejaculando na cueca. Ele soltou um leve gemido e abraçou com mais força o corpo de Becca, como se não quisesse abandoná-la. Mil pensamentos surgiram em sua mente; era como se toda a sua vida passasse por seus olhos, e todos os momentos, bons e ruins, com a filha surgissem como um livro aberto. Depois, ele relaxou, encostando as costas na cadeira, completamente exausto.

— Ponto... terminei o conto.

Becca puxou as vinte páginas da máquina. Virou-se de lado no colo dele e as entregou ao pai.

— Aqui está, meu pai. Meu último conto.

Frank pegou as folhas e leu algumas partes, os olhos percorrendo as linhas com uma mistura de fascínio e horror.

— Meu Deus, Becca... o que é isso?

— Ora, um conto erótico.

— É muito mais do que um simples erótico. Não acredito que tudo isso saiu da sua mente. Nem eu, que sou muito ousado, teria coragem de escrever algo assim. Não me sentia em choque ao ler algo desde que li Sade...

— Então o senhor não gostou? — perguntou ela, puxando os cabelos para trás da orelha.

— Com certeza este conto será um sucesso. Mas, talvez, não vá agradar a todo mundo.

— Foda-se todo mundo. Só quero saber se você gostou. O que me importa é saber se o meu pai gostou... Gostou ou não do que escrevi?

Frank olhou intensamente para a filha.

— Adorei, Becca. Eu até te invejo por saber que você é uma escritora mil vezes mais talentosa que eu.

Becca deu um leve sorriso. Pôs-se de pé, ainda nua. Ela subiu em cima da mesa, afastando a máquina de escrever, e de repente abriu as pernas.

— Becca, é melhor descer da mesa e vestir uma roupa. Você está totalmente nua...

— O que foi? Minha nudez te incomoda, meu pai?

— Não é certo você ficar assim, totalmente nua na minha frente.

— Ora, pai, agora o senhor sabe o que é certo e errado? Também não era certo você mostrar aqueles filmes pornô para sua filha, ou deixar que eu lesse aqueles contos incestuosos, e muito menos me fazer escrever essas coisas. Nem falar de você me masturbando enquanto eu escrevia... Então, o fato de eu estar nua ou não, na verdade, não importa mais nada agora.

Frank deixou os papéis caírem no chão e se levantou, ainda com a ereção marcada na calça. Ele se aproximou da mesa.

— Becca, por que você está fazendo isso? Está ficando doida?

Becca deitou-se sobre a mesa e ergueu as pernas, abrindo-as ainda mais, deixando sua buceta em total destaque diante dos olhos dele.

— A esta altura, quem é que tem sanidade? Pare de negar o que você está sentindo agora. Você está doido para me comer, não é, Frank? Ou vai negar que esta buceta, bem na sua frente, não te excita? Está com a mão suada e coçando para sentir a minha vagina, para tocar, sentir a textura, o cheiro... sentir em sua língua a minha umidade, percorrendo os grandes e pequenos lábios, tocando o clitóris. Está doido para lambuzar a buceta da sua filha... não é, pai? O que está esperando? Tire logo esse pau para fora, Frank. Entre em mim. Não vê que estou toda nua e exposta para o senhor? Quero sentir sua rola entrando e saindo aqui...

Becca, com os dedos, abriu a vulva, expondo a carne úmida e rosada em um convite explícito.

Frank puxou o cinto, segurando-o firme, e deixou a calça cair no chão. Ele tocou aquelas pernas macias, descendo as mãos até a metade das coxas.

— Ah, isso, Frank... Segure firme as minhas pernas e mete seu cacete... Vamos finalizar este conto com uma foda gostosa entre pai e filha.

Becca esperou o contato do pai, mas aconteceu algo que não esperava. Ele fechou as pernas dela com força e a puxou para fora da mesa; ela caiu de quatro no chão.

— Ai... O senhor quer me comer de quatro, é? Igual a uma cadela...

De repente, ela sentiu a chicotada do cinto estalar contra sua bunda. Becca gritou de dor e olhou para trás, assustada, sem entender o que estava acontecendo.

— Sua Lilith! Você está possuída pelo demônio... mas eu irei tirar esse demônio do seu corpo!

— Espere, pai! Não!

Ela tentou levantar, mas levou outra chicotada; o cinto acertou em cheio as suas costas, queimando a pele. Becca soltou um grito ainda maior. Corria de um lado para o outro, nua, tentando escapar da fúria do pai.

— Não fuja! Você não vai fugir!

— Por favor, pai! Não! Pare com isso!

— Agora você quer que eu pare? Filha de Lilith... está possuída pelo demônio da luxúria! Você não é a Becca, você virou a Melissa!

Becca avançou contra o pai, tentando derrubá-lo. Correu em direção à escada, mas ele conseguiu agarrar suas pernas, fazendo-a cair. Ele avançou, amarrou os braços dela e a deixou presa, pendurada. Em seguida, desferiu uma sequência de chicotadas até que a sua própria mão doesse.

A filha começou a chorar, com o rosto coberto pelos cabelos. Frank voltou com um cabo de vassoura nas mãos. Becca, no entanto, olhou para ele com um sorriso desafiador.

— Agora você vai enfiar esse cabo de vassoura na minha buceta... Vai, Frank, me mostre o seu pior. Eu não gozei com as chicotadas que levei. Me leve ao orgasmo com esse cabo de vassoura enfiado no meu rabo!

— Está possuída pelo demônio!

— Sim, estou possuída pelo demônio, se isso confortar a sua consciência! Agora destrua esse demônio enfiando esse cabo de vassoura no meu cu! Vai, Frank... vai, papai... enfie isso em mim!

Becca começou a soltar uma gargalhada demoníaca. Frank, trêmulo, soltou o cabo de vassoura e desamarrou as cordas. Ela caiu no chão com as pernas abertas. Ele retirou o restante da roupa e deitou-se sobre ela, o peso do corpo esmagando a resistência que já não existia.

— Isso, Frank... faça amor comigo... faça igual você fez com a mamãe...

Sem perder tempo, Frank entrou nela com seu membro rígido e começou a penetrá-la, enquanto Becca se debatia de prazer no chão, sentindo o pai dentro de si.

— Isso... continua, Frank... fode com sua filha safada e ninfomaníaca incestuosa...

— Cala a boca! Você fala demais...

De repente, Frank segurou firme a garganta dela, apertando com força bruta.

— Isso... adoro isso... aperte meu pescoço e não pare de meter...

Frank apertou com ainda mais força. Becca começou a se bater no chão, mas agora por desespero, não por prazer.

— Espere... está apertando... com muita força... ei... espera... não...

Becca se debateu, sem fôlego, no chão. Frank continuava a apertar o pescoço dela; era possível ver as veias saltadas em seu próprio rosto, apertando com cada vez mais intensidade. Becca parou de lutar. Ficou estática, com aquela expressão congelada no rosto, enquanto uma pequena lágrima escorria pelo canto do olho.

Frank soltou o pescoço e se levantou ao encarar o cadáver no chão. Ele apenas recolheu os papéis e subiu as escadas, caminhando tranquilamente. Nunca mais ele entrou naquele porão, que ficou esquecido pelo tempo.

Fim.

***

— Então, o que achou, pai, do meu último conto? — disse Becca na cozinha, já toda arrumada e com as malas na mão.

Frank tinha terminado de ler todas aquelas vinte páginas com calma em cima da mesa, enquanto tomava o café da manhã. Ele retirou os óculos com a mão trêmula.

— Becca... o que foi isso que você escreveu?

— Não gostou?

— Você misturou ficção com realidade. Que final mais cruel você escreveu! Você me colocou como personagem no conto e fez com que eu te matasse... Já não sei mais o que é real e o que é ficção.

— Ora, pai, é tudo ficção.

— Sim, o conto pode ser ficção... mas e a mente? Seus pensamentos, seus desejos? Tudo isso saiu de você. De certa forma, o desejo é real... ou desejos também pode ser ficção?

— Sabia que o senhor não iria gostar... É que, já que era meu último conto, eu queria exagerar e escrever tudo o que estava guardado em minha mente.

O pai leu novamente o título do romance: "Contos Eróticos de Pai e Filha".

— Adorei... isso é incrível, filha. Adorei cada parte do conto. O jeito que você misturou a realidade com a ficção... A ideia genial que você teve de colocar a filha e o pai escrevendo o conto juntos. A excelente sacada de fazer os personagens ficarem pelados para escrever... Adorei essa metalinguagem misturada com metaficção. Deixar o leitor sem saber o que é real e o que é ficção; o que realmente aconteceu e o que é fruto da imaginação do autor.

— Que bom que o senhor gostou. Então o senhor pode publicar... Eu já arrumei a mala; as férias infelizmente acabaram. Queria ficar mais um pouco, mas preciso voltar para a faculdade. Mamãe deve estar sentindo muita saudade.

— Espere, vou te deixar no aeroporto. Vou pegar a chave do carro.

Os dois saíram de casa e foram de carro até o aeroporto. Becca nunca esqueceria os grandes momentos que teve na casa do pai. Nunca pensou que teria tanta inspiração para a sua história.

FIM.

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