O sábado havia sido uma revelação caótica, mas o domingo amanheceu sereno na casa de praia. Mark acordou com Sabrina aninhada nele, seus cabelos ruivos bagunçados e um sorriso sonolento. "Bom dia, amor. Ontem foi uma doidera.", murmurou ela, beijando seu peito. Mark, sentindo-se mais confiante, assentiu: "Vamos ver como o dia rola."
No café da manhã, Hugo já estava animado, vestindo só um short folgado, batendo nas costas de Mark como um treinador empolgado. "Ei, campeão! Dormiu como um rei depois da lição de ontem? Haha, eu te avisei: respira fundo e domina o jogo. Vou ser sincero... achava que você ia virar daqueles betas moles, sabe? Mas olha só, meu garoto tá se tornando um leão de verdade!" Ele piscou para Sabrina, que ria e servia o café de Mark primeiro, priorizando-o. "Boa, nora! Foca no seu alfa – isso me enche de orgulho." Adelaide, em um robe frouxo que destacava suas curvas voluptuosas, sorriu maliciosa: "Meu menino cresceu rápido. Vamos tornar esse domingo inesquecível, família."
Mark saiu para uma caminhada rápida na praia, precisando de ar fresco. Ao voltar, ouviu risos e água correndo do banheiro da piscina. Espiando pela porta entreaberta, flagrou Adelaide e Sabrina nuas no chuveiro, corpos contrastantes sob a cascata. Adelaide, revelando-se uma puta deliciosa e dominadora, pressionava Sabrina contra a parede, beijando-a com voracidade, uma mão guiando os dedos da nora para sua boceta peludinha. "Isso, safadinha, me masturba forte – eu mando aqui, e você obedece", ordenava ela, roçando os seios grandes nos peitinhos firmes de Sabrina, que gemia e retribuía, enfiando dedos na sogra enquanto se beijavam. "Sogrinha, você é mandona demais… mas irresistível", respondeu Sabrina, ofegante.
Mark irrompeu, o pau endurecendo: "Mãe? Sabrina? Isso não para?" Adelaide virou-se, olhos flamejantes: "Vem, filho. Eu domino essa brincadeira – ajoelha e prova." Mas Mark, impulsionado pela nova assertividade, a empurrou contra a parede e deu um tapa firme na cara dela, sentindo a pele negra corar. "Não. Agora eu mando." Adelaide piscou, surpresa, mas um desejo submisso a invadiu: "Ah, filho… me bate de novo? Me fode como uma puta!" Sabrina assistiu, excitada: "Vai, amor, mostra quem é o chefe!"
Hugo entrou, rindo bobo: "Haha, peguei no flagra! Olha o garoto dominando! Orgulho do papai! Deixa eu entrar na dança." Ele se despiu, incentivando: "Vai, Mark, fode sua mãe primeiro – mostra como se quebra uma dominadora."
O sexo no banheiro foi uma explosão úmida de submissão. Mark penetrou Adelaide de pé, estocando fundo na boceta carnuda, alternando tapas na bunda e na cara enquanto ela pedia: "Mais, filho! Me usa como sua vadia!" Hugo, ao lado, fodia Sabrina contra a pia, erguendo suas pernas magrinhas para estocadas no cu apertado: "Rebola pro sogro, nora, mas lembra: você édo Mark e a Adelaide é minha!" Sabrina gemia: "Tá bom, meu sogrinho gostoso!" Eles trocaram brevemente – Hugo enchendo Adelaide com gozo quente, enquanto Mark fazia Sabrina gozar chupando seus peitinhos e a penetrando pela frente.
Exaustos mas animados, migraram para a piscina sob o sol escaldante. Ali, o sexo ganhou intensidade selvagem, com água espirrando. Sabrina priorizou Mark, montando-o na borda rasa, rebolando furiosamente na boceta lisa: "Fode com tudo, amor – me quebra como você tá aprendendo à fazer!" Mark a virou de quatro na lateral da piscina, estocando com força bruta, puxando os cabelos ruivos e roçando o clitóris: "Você é minha, entendeu? Goza pro seu homem!" Ela gritou e gozou gostoso, sucos misturando-se à piscina.
Hugo, fodendo Adelaide na espreguiçadeira por trás, assistia boquiaberto: "Haha, olha isso! Meu garoto martelando a norinha como um touro – me deixa bobo de orgulho! Adelaide gemia: "Sim, marido… nosso menino ta ficando feroz!"
Hugo martelava forte com Adelaide de pernas abertas, recebendo seu pau grande e gemendo alto. Ele gozou nos seios da esposa, que usou os dedos para recolher o que pôde da porra para sua boquinha. Mark finalizou enchendo Sabrina, os dois colapsando abraçados, caindo na água da piscina logo depois.
“Vamos ter que trocar a água da piscina depois!” zoou Hugo, rindo, logo se jogando na piscina também, seguido por Adelaide. O restante do dia na piscina foi pura descontração, com flertes entre os casais.
O fim de semana encerrou com um completa transformação – Mark, agora transformado em um alfa; Sabrina, uma safadinha linda porém leal; Hugo, um pai bobo e orgulhoso, mas um predador que ama fêmea; e Adelaide, uma puta deliciosa dominadora.
"Que aventura eim, família.", piscou Hugo, rindo, durante o retorno pra casa. “Me surpreendi tanto nesse fim de semana” diz Adelaide, de uma forma animada.
Dessa vez quem acabou cochilando no carro foi Sabrina, nos braços de Mark. E Mark, por sua vez, refletia que havia um lado de seus pais que ele nunca imaginou. Nunca sequer percebeu. Mais que isso, ele reflete por um breve momento: se não tivesse descoberto aquela orgia na sala, será que seus pais teriam dito algo ou seria um segredo pra sempre? E outro ponto, até onde foi safadeza de seu pai querer provar sua namorada? E até onde foi idealizado e até conduzido por Adelaide, sua mãe? A frase de seu pai, sobre ninguém conseguir “dizer não” pra ela, por algum motivo, voltava à martelar em sua memória.
Em todo caso, daquele fim de semana em diante, sua vida nunca mais seria a mesma...