Pacto Proibido - Grande Final: Orgia Total na Casa de Andressa

Da série A troca
Um conto erótico de Andressa
Categoria: Heterossexual
Contém 2140 palavras
Data: 16/02/2026 23:10:28
Assuntos: Heterossexual

O Dia 7 explodiu como o crepúsculo apocalíptico do pacto. Sete dias de devassidão química e carnal condensaram-se num furacão definitivo na minha casa — epicentro da selvageria onde Andressa e Marcelo reinavam de forma primal. Agora, Adriane e Leonardo invadiam o espaço para o encerramento orgíaco sem limites. Os corpos estavam destruídos, mas hiperexcitados. As peles exibiam tatuagens de marcas roxas de unhas, dentes e chupões sangrentos. As bocetas inchavam e latejavam com a memória de estocadas brutas passadas. Os ânus piscavam em expectativa. Os paus veiudos pulsavam com resquícios de cocaína acumulada. O zumbido nas veias funcionava como eletricidade insana. As mensagens no grupo detonavam o caos: orgia total na casa de Andressa — cocaína ilimitada fresca, sexo bruto em todos os cômodos, ANAL estreia para eu e Adriane, DP com duplo penetração no meu centro, lesbianismo voraz, finalizações explosivas na cara — cozinha, sala, banheiro e quarto unificavam-se num altar de devassidão absoluta. Os contrastes de selvageria e comando explodiam em sincronia química lésbica primal. "Última noite sem freios... bocetas, ânus, rolas e caras destruídos em gozo total", decretei no grupo. Marcelo rugia: "Minha casa, minha vadia pronta para anal e DP coletiva".

Eles chegaram às 18h em ponto. As malas simbólicas ficaram no hall. Os abraços carregavam faíscas — Leonardo fixava os olhos submissos nas minhas curvas maduras e na bunda empinada sob a lingerie discreta. Adriane exibia um sorriso autoritário e lambia os lábios diante do torso musculoso de Marcelo. Nós quatro tínhamos bochechas coradas pelo resquício de pó dos dias anteriores. Na cozinha, o ritual inicial começou: café forte preto na cafeteira grande industrial, croissants amanteigados quentes, frutas suculentas com morango pingando suco, taças de espumante brut borbulhante e cítrico. A conversa fluía com o recapitulamento do pacto erótico — "Dia 1 com confissões em chamas na cozinha... Dia 6 com banho molhado no box... hoje TUDO na minha casa, boceta e ânus prontos para vocês foderem". Provoquei com a coxa grossa roçando os paus de Marcelo e Leonardo alternadamente. Adriane colocava a mão no ombro de Leonardo. Suas unhas traçavam linhas: "Eu comando os ritmos lésbicos... vocês selvagens arrombam". A tensão sexual tornava-se palpável e densa no ar parado. As mãos faziam "acidentais" apertões em seios pesados meus e coxas esguias dela, além dos paus veiudos deles. Os mamilos endureciam sob sutiãs finos. As bocetas umedeciam e manchavam calcinhas. A expectativa explodia como orgasmo iminente.

A cozinha virava um altar químico: luzes LED cruas e impiedosas iluminavam o granito preto brilhante. O zip lock continha 15g de pó branco fino e cristalino ultra puro. Carla fizera a entrega especial: "para o final épico ilimitado". O cartão de crédito pessoal meu traçava oito linhas longas, perfeitas e retas na mesa de centro. Eu polvilhava o excesso com minúcia ritualística. O uísque escocês de 18 anos enchia taças baixas e grossas em doses triplas. O líquido queimava a garganta como lava vulcânica. O roleplay "sacrifício orgíaco quádruplo" começava: eu usava camisola transparente de seda que colava nos seios cheios e pesados. Os mamilos duros perfuravam o tecido. A bunda empinada exibia marcas do tempo. Marcelo, Adriane e Leonardo estavam semi-nus. Seus torsos definidos suavam. Os paus meia-bomba grossos e veiudos pulsavam sob elásticos baixos. As veias saltavam. "Sacrifício raila primeiro eu... depois todos", anunciei com voz rouca. Meus olhos selvagens devoravam as curvas de todos.

Eu aspirei a linha 1 pelo nariz direito com um canudo de metal premium — o pó fino e ultra ardente subia pelo septo. Ele queimava como fogo líquido inicial nuclear e intensíssimo. O resquício dos dias anteriores amplificava tudo exponencialmente. A queima na garganta era violenta e amargo-metálica. Eu engolia involuntariamente com saliva espessa. A onda funcionava como um tsunami de zumbido quente das narinas. Ela irradiava à cabeça com clareza hiperaguda e foco predatório de laser. O coração martelava com batidas fortes e ritmadas no peito prestes a explodir. As pupilas dilatavam ao máximo e ficavam quase pretas. Elas captavam microssegundos — veias saltando nos três paus pulsando sincronizadas e forte, suor perolando clavículas de todos e brilhando sob LED em gotas que rolavam, pele arrepiada em ondas táteis orgasmicas insanas e intensas, mamilos endurecendo como diamantes e perfurando a camisola até rasgar o tecido, boceta inchando carnuda e úmida com latejar vivo, ânus franzido piscando e arreganhando com tesão 20x elétrico nuclear insano acumulado na semana inteira. Passei para Marcelo na linha 2. Ele inalou voraz e com maestria. Limpava o nariz com o dedo e sorria como predador. Adriane pegou a linha 3 com graça controlada e elegante. Seus olhos azuis ficavam vidrados. Leonardo inalou a linha 4 trêmulo e submisso. Ele gemia baixo — todos exibiam pupilas pretas e olhos vidrados. Os paus eretos pareciam pedra com veias inchadas e doloridas latejando. As bocetas pingavam mel viscoso em fios no chão de granito, formando poças brilhantes. Os ânus dilatavam em expectativa. O tesão primal coletivo virava urgência animal sincronizada em rugido uníssono.

O pó detonou o caos lésbico primal: eu e Adriane subimos na bancada de granito lado a lado. Nossas bundas empinadas abriam-se. As camisolas rasgadas expunham os peitos. Os mamilos duros eram rosados nos dela e castanhos nos meus. As mãos e unhas cravavam seios alternados. Mordíamos mamilos com dentes leves e sangrentos: "Chupa essas tetas, vadia controlada!". As línguas vorazes se entrelaçavam em beijos. Depois, abocanhávamos as bocetas — eu lambia a boceta depilada rosada de Adriane. Seus lábios pequenos sugavam com força animal. O clitóris minúsculo recebia espirais rápidas e torturantes. Duas línguas finas mergulhavam no canal apertado. Bombeavam o ponto G com crocâncias. O mel doce escorria pelo meu queixo e pingava no granito. Adriane retribuía na minha boceta carnuda. Ela sugava os grandes lábios com vácuo insano. O clitóris inchado recebia lambidas planas longas. Dedos curvados atacavam o ponto G com violência. Os sucos jorravam no rosto dela. A baba se misturava. Marcelo e Leonardo roçavam os paus nas nossas coxas. Eles assistiam rosnando: "Lambe essas bocetas com pó, lésbicas safadas!".

EU e Adriane nos ajoelhávamos no piso frio de granito em poças de mel. Chupávamos Marcelo e Leonardo alternando vorazmente — eu devorava a glande salgada e inchada de Marcelo. A língua plana fazia círculos babados largos. Sugava com vácuo na garganta profunda. Engasgava com as bolas esmagando o queixo. A saliva jorrava em fios grossos e babados pelo queixo e seios, formando poças. A mão bombeava a base veiuda com torção bruta. A outra massageava as bolas cheias. Troquei para Leonardo. A glande média recebia garganta violenta com estocadas autoimpostas. A baba escorria. Adriane usava maestria controlada em espiral na glande. Sugava ritmada com mãos finas nas bolas e na base em torções precisas. A saliva fioava abundante. Eles retribuíam brutalmente: Marcelo e Leonardo chupavam nossas bocetas e ânus alternando — lábios carnudos sugados com força barulhenta, línguas ávidas no clitóris em espirals rápidas, dedos grossos e finos no ponto G e ânus pressionando com crocâncias, sucos jorrando nos rostos com baba misturada e água da saliva.

Penetração múltipla na bancada gerava caos: Marcelo metia vaginal de pé em mim de forma brutal. A glande rompia a entrada esticada com fricção ardente. As veias roçavam as paredes pulsantes do pó. As bombadas eram profundas e impiedosas. Os quadris colidiam em palmadas secas e úmidas. Adriane sugava o clitóris com voracidade e intensificava a dilatação. Leonardo roçava o pau na minha coxa e gemia. Troquei para Leonardo em vaginal cowgirl na bancada. A glande socava o útero. Os quadris giravam selvagemente. As unhas sangravam as costas dele. "Fode a vítima com pó!", gritava eu. Marcelo dava tapas médios na bunda. A pele corava quentinha. Adriane chupava os mamilos. Rotativa de quatro na mesa de granito: pratos quebravam e molho pingava no chão em caos. Marcelo metia vaginal fundo por trás. As mãos puxavam os quadris com brutalidade. Leonardo fodia a boca com estocadas violentas na garganta. A saliva e baba jorravam nos seios em poças. Adriane chupava o clitóris e as bolas alternadamente. Os dedos pressionavam o ponto G e o ânus dilatando. "Abre o ânus para a rola!", ordenava ela. Gritos roucos e animais ecoavam: "Me arromba em dupla na cozinha... boceta e ânus explodem com pó!". O gozo meu explodia em convulsão. O grito gutural liberava ondas violentas e espasmódicas. Apertava Marcelo como torno vivo. O leite grosso jorrava pelas coxas trêmulas em poças no granito misturado com molho de tomate. Ele explodia em jatos espessos e quentes inundando e transbordando em golfadas cremosas pelas nádegas escorrendo.

Migrávamos para o banheiro master em sauna de vapor. Os jatos múltiplos escaldavam no box amplo de vidro fumê. Silhuetas distorcidas espelhava-se. O óleo lubrificante comestível despejava-se em garrafa grande generosa nos ânus. Deitadas no azulejo antiderrapante com água quente cascateando, dedos alternavam-se coletivamente — Marcelo usava dois grossos no meu ânus esticando ritmado e bombeando. "Relaxa para a DP com rola dupla!", ordenava ele. Leonardo usava um fino no ânus de Adriane com graça. "Obedece e abre controlada!", dizia ele. Adriane dedilhava a boceta minha no ponto G crocante. Eu lambia o ânus de Marcelo dilatando. Gemidos ecoavam: "Dói com ardor bom... abre mais para o anal com pó!". A dilatação progredia com óleo, sucos e água misturados em poças no azulejo sob vapor denso.

O quarto master virava altar apoteótico: cama king de 2x2m com lençóis pretos de cetim reforçados em 400 fios. Espelhos no teto e paredes refletiam 360° em ângulos múltiplos. Coca final com 10 linhas cristalinas railava-se no criado-móvel bedside. Uísque e óleo enchiam taças plásticas. Anal estreia minha brutal: de quatro na cama com mãos e pés amarrados nos lençóis pretos. Marcelo aplicava lubrificante generoso. A glande grossa pressionava o ânus devagar rompendo o anel muscular. O estiramento ardia lancinante inicial e virava êxtase cru insano. "Lento no ânus... ah fode fundo!", gemia eu. Bombadas lentas e profundas faziam a glande beijar o fundo do intestino. A fricção das veias roçava paredes apertadas insanas com pó. Mãos na bunda carnuda davam tapas corando ardendo. "Aguenta o anal com rola grossa, vadia!". Leonardo entrava vaginal simultânea por baixo em DP primeira vez absoluta — pau médio rompendo a boceta encharcada preenchia duplo estiramento insano. Paredes finas separavam paus pulsando sincronizadas com veias roçando ritmadas. Quadris alternados bombavam profundas ritmadas. "DP me quebra em dupla, boceta e ânus explodem com pó!". Adriane tribava o clitóris e mamilos com unhas e língua voraz chupando e sugando intensificando dilatação anal. Unhas sangravam costas de todos em riscas profundas vermelhas sangrentas.

Trocávamos posições com lesbianismo amplificado — eu e Adriane em 69 voraz na cama devorando bocetas mutuamente. Línguas mergulhavam no ponto G crocante com mel jorrando nos rostos. Marcelo metia anal em mim de quatro fundo por trás com bombadas violentas no ânus dilatado. Leonardo metia vaginal em Adriane cowgirl controlada com quadris ditando ritmo. Depois, eu cowgirl anal em Marcelo com glande fundo girando quadris no ânus arrombado dilatado. Leonardo missionário vaginal com bombadas profundas no útero. Adriane chupava unindo tríade no clitóris e mamilos. Adriane recebia anal de Leonardo devagar controlada no comando. "Obedece no anal no meu ritmo!". Marcelo vaginal por trás em DP duplo. Eu lambia unindo boceta e ânus lésbico coletivo. Gozos múltiplos cascateavam explosivos: meu DP anal e vaginal gritava gutural em convulsões violentas espasmódicas. Ondas apertavam paus duplos. Leite jorrava pelas coxas em poças no cetim misturado com sêmen. Marcelo e Leonardo jorravam espessos e quentes inundando ânus e boceta transbordando golfadas cremosas nos lençóis caos. Adriane gozava controlada em suspiro arqueando ondas no comando lésbico.

Todos emaranhados na cama king em caos total. Eu no centro em DP final Marcelo anal + Leonardo vaginal com bombadas sincronizadas insanas máximas velocidade força. Fricção dupla pulsava paredes finas com pó railado bedside final euforia 30x. Adriane tribava clitóris e mamilos com língua unhas cravando seios sugando voraz em lesbianismo insano. "Lambe e goza lésbica com pó!". Gritos uníssonos roucos animais ecoavam: "Goza tudo no final do pacto orgia!". Explosões múltiplas cascateavam nuclear — meu gozo último gritava primal em convulsões terremoto apertando paus duplos. Leite jorrava tsunami pelas coxas e cetim em poças enormes. Marcelo e Leonardo arrancavam paus jorrando espessos quentes grossos finalização na cara de eu e Adriane inundando rostos abertos bocas sugando gotas cremosa sêmen pingando queixos seios baba misturada rindo lambendo mutuamente. "Engole a porra final do pacto!". Adriane gozava lésbico com meu punho no ponto G crocante explosão sucos jorrando no meu rosto bebendo. Colapso total na cama caos pegajoso absoluto suados ofegantes exaustos abraçados lençóis destruídos impregnados sêmen suor coca uísque óleo leite. Risos roucos suspiros profundos selavam sete dias abismo eterno. Conservadorismo incinerava-se em cinzas desejo inescapável união quádrupla.

Epílogo Pacto Eterno: amanhecer com sol filtrando cortinas no caos quarto. Corpos entrelaçados dormiam saciados. Mensagens no grupo diziam: "Pacto selado pra sempre... volta quando quiserem". Casas voltavam rotinas mas vício químico carnal entranhava-se almas — troca casais virava laços devassos permanentes.

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