O Dia 6 amanheceu como o penúltimo mergulho no abismo do pacto, vício químico e primal agora entranhado nas veias e peles — corpos arquejando exaustos mas insaciáveis, marcas roxas de unhas e dentes florescendo como troféus, bocetas hipersensíveis latejando estocadas passadas, paus veiudos pulsando urgência residual amplificada por cocaína acumulada. Resquícios do Dia 5 zumbiam baixo, transformando toques casuais em faíscas elétricas. Mensagens no grupo sussurravam clímax caseiro: banho coletivo com coca + sexo molhado bruto no box para nós, selvageria aquática evoluindo Dia 5; banho comandado com coca + sexo lento espelhado para eles, controle aquoso refinado Dia 5 — tudo nas casas, banheiros virando altares de entrega final.
Na casa deles, sol filtrou vaporoso pelas persianas linho, aroma café preto forte cafeteira italiana, xícaras fumegantes mesa vidro cozinha minimalista. Leonardo preparou, boxer marcando volume matinal; Adriane desceu robe seda curto entreaberto curvas esguias seios firmes mamilos rosados, cabelos loiros ondas úmidas pós-banho, beijando ombro nu: "Bom dia. Hoje banho coca comandado — eu traço linhas no espelho, controlo cada gota". Conversa fluida Dia 5: "Você obedeceu massagem... hoje água quente pó meu ritmo". Ele sorriu excitado mão joelho: "Seu comando me derrete". Croissants crocantes frutas suculentas, ternos impecáveis, beijo demorado selando tensão úmida.
Aqui, amanheci Marcelo arrastando chuveiro quente vapor, pau duro roçando bunda carnuda água escorrendo: "Dia 6 banho coca + foda molhada bruta box — te afogo prazer". Café rápido cozinha, coxa pressionando pau: "Me queima água pó como Dia 5". Ele cravou unhas: "Você goza afogada rola". Trabalho distraído mensagens prometendo caos aquático.
Banheiro master transformado sauna primal: box amplo vidro fumê jatos múltiplos escaldantes vapor denso espelhando silhuetas, zip lock 5g pó branco fino cristalino Carla fresca prateleira mármore, cartão traçando três linhas longas espelho embaçado polvilhando vapor, uísque triplo taças plásticas resistindo água quente queimando garganta fogo líquido. Eu lingerie transparente molhada colando seios pesados bunda empinada; ele nu torso musculoso suado vapor pau meia-bomba grossa veiuda pulsando veias saltando. "Banho intruso te pega molhada... raila pó espelho", grunhiu voz ecoando azulejos, olhos selvagens curvas maduras pingando.
Aspirei linha nariz canudo plástico — pó ardente septo fogo líquido vapor intensificando queima garganta amargo-metálico, onda zumbido quente irradiando cabeça clareza hiper, coração batidas fortes ritmadas peito úmido, pupilas dilatando detalhes — veias pau dele pulsando vapor suor escorrendo clavícula minha, pele arrepiada tátil água quente amplificando, mamilos endurecendo duros lingerie grudada, boceta inchando úmida latejante tesão 10x elétrico insano. Ele inalou voraz, queima explodindo euforia corpo percorrendo espinha vapor, pau endurecendo pedra tesão primal.
"Intruso te pega chuveiro!", agarrou cabelos puxando box vidro frio impacto vapor, rasgou lingerie som seco tecido rasgando água — boceta depilada exposta melada vapor brilhando. Dedos grossos invadiram violento mergulhando canal apertado lubrificando saliva cuspida água esticando bombeando "Grita molhada!". Chupada voraz joelhos azulejo antiderrapante água escaldante: língua plana devorando glande salgada inchada círculos babados sugando vácuo garganta profunda saliva jorrando seios misturando água, ele fodendo boca estocadas violentas bolas esmagando queixo "Chupa rola molhada vadia!". Retribuí mordendo glande unhas riscando coxas sulcos vermelhos.
Pernas cintura bombadas profundas glande rompendo entrada fricção ardente veias roçando paredes pulsantes água jorrando, quadris colidindo palmadas úmidas unhas sangrando costas "Fode chuveiro... quebra boceta água!", cabelo puxado rédea água cascateando. Tapas bunda clitóris corando pele vapor. Clímax parede box de quatro água poças: metendo fundo por trás pau desaparecendo encharcado mãos quadris puxando brutal bolas batendo palmadas "Pega molhada!". Gozei gritando convulsões leite coxas poças azulejo; ele jatos espessos inundando transbordando. Colapso box suados vapor rindo, pó banho brutal selando caos aquático aroma sexo vapor impregnando banheiro.
Box amplo mármore jatos múltiplos vapor espelho amplo embaçado linhas pó traçadas cartão reluzindo, espumante brut taças plásticas velas à prova d'água luzes dîmer penumbras íntimas. Camisola seda molhada grudando seios rosados; moletom dele pau marcado vapor. "Comando coca banho espelho", sussurrou água escaldante alimentando espumante mão "Bebe devagar... pó agora". Aspirou linha espelho graciosa — ardor septo fogo líquido queima vapor amplificando zumbido coração pupilas boceta latejante. Ele inalou trêmulo euforia pau tesão 10x.
"Deita box obedece óleo". Mãos finas óleo lavanda quente massageando costas ombros deslizando provocante unhas traçando "Sente controle... vira". Oral controlado nele água jorrando: língua espiral glande sugendo maestria saliva fioando vapor "Obedece". Ela por cima box: boceta engolindo pau centímetro ardente paredes pulsando pó, quadris ditando subidas descidas espelho refletindo gemidos "Meu ritmo controle". Clímax sincronizado ondas sêmen enchendo. Massagem mútua óleo, sono abraçados lençóis úmidos pó correndo.
Dia 6 banho coca uniu casais — bruto molhado vs comandado espelhado, pacto penúltimo explodindo química aquática inescapável.