Pacto Proibido - Vício nas Veias

Da série A troca
Um conto erótico de Andressa
Categoria: Heterossexual
Contém 1741 palavras
Data: 16/02/2026 22:47:55
Assuntos: Heterossexual

O Dia 5 surgiu como o ápice inescapável do pacto, um furacão químico e primal após quatro dias de devassidão — corpos exaustos mas hiperexcitados pelo resíduo de cocaína nas veias, pele marcada por unhas profundas e chupões roxos, bocetas inchadas latejando memória de estocadas violentas, paus sensíveis pulsando urgência acumulada. A cocaína dos dias anteriores ainda zumbia baixo, amplificando cada olhar safado e toque casual. Mensagens no grupo sussurravam planos caseiros sinistros: roleplay "intruso doméstico" com cocaína fresca na cozinha para nós, selvageria bruta evoluindo do Dia 4; massagem comandada com cocaína dupla e vinho na sala para eles, controle refinado do Dia 4 elevado ao químico. Tudo confinado às casas, rotinas virando ritual de vício compartilhado.

Na casa deles, sol filtrou tímido pelas persianas linho branco, aroma café preto forte subindo cafeteira italiana high-tech, xícaras fumegantes porcelana fina na mesa vidro fosco cozinha minimalista. Leonardo preparou ritual matutino, boxer cinza marcando volume matinal semi-ereto; Adriane desceu devagar robe seda curto preto entreaberto, revelando curvas esguias pilates seios pequenos firmes mamilos rosados endurecendo ar fresco, cabelos loiros ondas suaves ombros, beijando ombro nu quente dele pegando xícara: "Bom dia, Leonardo. Hoje cocaína dupla com massagem — eu comando cada linha e toque". Sentaram lado a lado croissants amanteigados crocantes fatias melancia fresca suculenta, conversa fluindo carregada expediente e Dia 4 — "Você inalou tão obediente ontem... hoje linhas extras, massagem lenta nas costas até implorar", disse sorriso intrigado provocante, mão leve roçando antebraço musculoso unhas curtas traçando veias salientes. Ele hesitou excitado, admitindo: "Seu controle me quebra... pronto pro pó de novo". Ela apertou joelho sob mesa: "Obedece e goza sob meu ritmo químico". Beijo casto demorado boca selou pacto matutino, vestiram ternos impecáveis trabalho olhares famintos, expectativa densa fumaça.

Aqui em casa, amanheci prensada parede fria quarto corpo pesado Marcelo, pau matinal grosso duro roçando insistente curva carnuda bunda marcada lençóis amassados úmidos suor sêmen noturno, respiração quente nuca: "Dia 5 coca fresca + roleplay intruso cozinha — te invado como ladrão bruto". Café forte preto cozinha caótica Dia 2 — chão marcas mãos sêmen seco aroma sexo tomate —, rindo rouco limpando superficial: "Intruso me pega desprevenida... pó amplifica brutalidade Dia 4", provoquei coxa grossa pesada pressionando pau dele pau pulsando forte, sentindo veias saltando. Ele cravou unhas cintura possessivo: "Você grita por socorro enquanto goza na minha rola". Dia trabalho distraído mensagens safadas incessantes — foto volume cueca banheiro escritório dele, mão simulando estocada violenta mesa reunião minha —, desejo fermentando violento uísque envelhecido prometendo explosão química.

Cozinha transformada cena crime primal: luzes LED cru iluminando granito frio, zip lock 5g pó branco fino cristalino fresco Carla entregue envelope pardo discreto, cartão crédito traçando quatro linhas longas perfeitas retas mesa centro polvilhando excesso cuidado, uísque puro triplo taças baixas queimando garganta fogo líquido, roleplay "intruso noturno/vítima solitária" — eu camisola curta algodão fina sem calcinha seios balançando livres bunda empinada marcada, fingindo lavar louça inocente; ele máscara preta improvisada rosto nu torso musculoso suado short baixo pau meia-bomba grossa veiuda pulsando visível elástico. "Intruso invade casa vadia... raila pó primeiro pra aguentar foda", grunhiu voz grave distorcida, olhos selvagens devorando curvas maduras minhas.

Aspirei primeira linha nariz direito canudo metal curto — pó fino ardente subindo septo queimando fogo líquido inicial intenso, gosto amargo-metálico garganta engolido involuntário, onda lenta zumbido quente narinas irradiando cabeça clareza hiperaguda foco laser, coração acelerando batidas fortes ritmadas peito, pupilas dilatando captando detalhes mínimos — veias saltando pau dele pulsando forte, suor perolando clavícula minha brilhando LED, pele arrepiada ondas táteis intensas, mamilos endurecendo duros sob camisola fina, boceta inchando úmida latejante pulsar vivo tesão amplificado 10x elétrico insano. Passei ele voraz segunda linha, inalou maestria limpando nariz dedo sorrindo maligno, queima explodindo euforia elétrica corpo todo percorrendo espinha, pau endurecendo pedra dolorida veias inchadas, tesão primal urgência animal amplificada pó.

Pó inflamou roleplay bruto imediato: "Intruso te pega desprevenida!", agarrou cabelos cacheados punhado firme puxando cabeça trás expondo pescoço mordido, jogou bancada granito frio impacto surdo costas arqueando, rasgou camisola som seco tecido rasgando peito — boceta depilada exposta inchada melada brilhando LED cru, ânus franzido piscando expectativa. Dedos grossos ásperos invadiram sem piedade dois mergulhando fundo canal apertado lubrificando saliva espessa cuspida direto entrada esticando violento ritmado bombeando "Grita por socorro enquanto molha, vítima!". Gemidos roucos dor/tesão ecoando "Me solta... ah fode!", paredes internas queimando delicioso fricção pó.

Ele fodeu boca impiedoso pau grosso veiudo batendo fundo garganta estocadas curtas violentas curvas, bolas pesadas esmagando queixo suado baba jorrando fios grossos babados queixo seios pingando chão, tapas leves ardentes rosto corando bochechas quentes "Chupa rola intruso engole tudo vadia solitária!". Retribuí selvagem mordendo glande vermelha dentes leves provocantes, unhas longas cravando coxas musculosas sulcos vermelhos sangrentos finos, mão bombeando base torção bruta outra massageando bolas cheias tensionadas.

Pernas grossas envolvendo cintura dele calcanhares pressionando nádegas musculosas puxando fundo, bombadas profundas impiedosas glande rompendo entrada esticada sensível fricção ardente veias salientes roçando paredes internas pulsantes encharcadas pó, quadris colidindo força bruta ecoando palmadas secas úmidas, unhas minhas sangrando costas suadas riscas profundas vermelhas "Intruso me arromba cozinha... quebra boceta madura grita!", cabelo puxado rédea trás pescoço arqueado mordidas. Tapas médios quentes bunda carnuda empinada clitóris inchado exposto corando pele ardendo delicioso, ritmo insano acelerando bolas batendo nádegas ritmado molhado. Clímax mesa de quatro caos total: pratos empurrados pressa molho pingando chão louça quebrando, virei instintivamente bunda empinada aberta ele metendo fundo por trás sem pausa pau inteiro desaparecendo boceta encharcada escorregadia, mãos grandes calejadas apertando quadris largos força possessiva dedos afundando carne macia, ritmo selvagem natural fome primal acumulada pó, tapas leves bunda carnuda marcada tempo ecoando palmadas secas ardentes "Pega rola intruso toda... aguenta vadia!". Prazer espiral insana clitóris latejando impactos, paredes convulsionando espasmos; gozei gritando gutural rouca primeiro ondas violentas convulsivas explodindo âmago apertando-o torno vivo ritmado, leite grosso quente escorrendo fios pegajosos coxas trêmulas bambas poças granito; ele resistiu segundos explodindo dentro rugido animal jatos quentes espessos sêmen inundando útero pulsos potentes intermináveis transbordando cremoso nádegas pingando chão. Colapsamos juntos chão frio duro suados ofegantes saciados rindo suspiros caos molhado ao redor — aroma almiscarado sexo cru misturando uísque molho tomate impregnando casa densa, pó roleplay brutalidade selando pico químico feral.

TV grande 65 polegadas streaming "Último Tango Paris" rolando 4K nítido pausado cenas quentes, tigela pipoca artesanal caramelizada crocante doce mesa centro vidro fumê, taças altas espumante brut borbulhante dourado cítrico notas, velas aromáticas baunilha tremeluzindo penumbras íntimas, zip lock pó fresco linhas quatro perfeitas duplas cartão crédito mesa polida reluzindo cristalino cheiro químico sutil metálico. Camisola seda preta curta entreaberta revelando seios pequenos firmes mamilos rosados endurecendo tecido fino, cabelos loiros cascata soltos; ele calça moletom folgada cinza pau semi-ereto marcado tecido sob olhar atento autoritário dela. "Eu comando coca prazer total hoje", sussurrou voz baixa autoritária alimentando ostras frescas concha mão fina roçando lábios dele "Mastigue devagar sinta gosto meu... agora pó linhas duplas". Inclinou graciosa canudo metal nariz direito aspirou primeira linha devagar controlada — pó fino ardente subindo septo queimando fogo líquido inicial, queima intensa garganta amargo-metálico engolido, onda zumbido quente narinas irradiando cabeça clareza foco hiper, coração disparando batidas fortes ritmadas, pupilas dilatando captando detalhes — veias pau dele pulsando forte, suor perolando clavícula dela brilhando velas, pele arrepiada ondas táteis intensas, mamilos endurecendo pontos duros seda, boceta inchando úmida rosada latejante pulsar vivo tesão amplificado 10x elétrico. Passou ele trêmulo segunda linha inalou inexperiente faminto queima explodindo euforia elétrica corpo percorrendo espinha, pau endurecendo instantâneo dolorido veias inchadas, tesão primal urgência controlada pó.

Filme rodando cenas tango proibido aquecendo ar parado respirações sincronizando trilha sensual, massagem erótica comandada ganhou forma dominante: "Deita sofá quieto obedece... óleo essencial quente costas minhas mãos". Ele reclinado nu costas sofá couro cinza macio, ela vertendo óleo lavanda morno viscoso brilhante escorrendo espinha músculos ombros deslizando mãos finas longas massageando lento provocante unhas curtas traçando linhas vermelhas leves "Sente meu controle total cada músculo... vira agora pau pra mim". Oral controlado nele amplificado pó veio fluido: ajoelhada elegante pernas musculosas abertas sofá, língua plana quente espiral glande salgada latejante movimentos ritmados torturantes precisos, sugando cabeça inchada vácuo maestria profunda ritmada mão fina massageando bolas cheias tensionadas outra bombeando base veiuda torções suaves calculadas — saliva translúcida abundante escorrendo comprimento inteiro fios longos brilhantes queixo pingando couro, olhos azuis fixos dele reforçando domínio visual psicológico, ele gemendo submisso trêmulo "Você manda perfeito... próstata explode sem tocar". Sexo dela por cima sofá hipnótico elétrico: subiu graciosa felina ele reclinado, posicionando boceta apertada depilada rosada glande salgada inchada pau médio ereto pulsante, engolindo centímetro centímetro descida ritmada precisa esticando paredes internas quentes sedosas — fricção interna ardente lenta acumulando brasa controlada implacável veias pau roçando dobras sensíveis amplificadas pó, quadris esguios ditando compasso implacável subindo descendo ondas profundas hipnóticas couro sofá rangendo baixinho ritmado. Gemidos abafados autoritários dela comandando "Obedeça meu ritmo exato devagar sinta controlo completamente boceta apertada", mãos finas pressionando ombros largos unhas curtas marcando pele vermelha suada, espumante amplificando pulsação interna profunda elétrica, ele arqueando costas submisso fundo possível rosnando dentes cerrados "Perfeita manda mim assim". Ela girava quadris círculos lentos provocantes fundo mergulho profundo, clitóris pequeno roçando base áspera dele fricção precisa, sucos melados quentes escorrendo bolas tensionadas molhando sofá manchas úmidas; acelerou sutil calculada clímax contrações ritmadas profundas pulsando pau torno suave vivo, corpo esguio arqueando ondas elegantes controladas gozar suspiro longo satisfeito dominante unhas cravadas levemente ombros.

Ajoelhada graciosa pernas musculosas, chupada devagar controlada maestria provocante — língua plana quente circulando glande salgada latejante espirais precisas torturantes, sugando cabeça inchada vácuo ritmado profundo mão fina massageando bolas cheias possessivos outra bombeando base torções leves calculadas; saliva abundante escorrendo comprimento fios longos brilhantes, olhos fixos reforçando controle até gemer submisso "Você manda tão bem não aguento chupada perfeita". Ele gozou boca jatos quentes grossos pulsantes intermináveis, ela engolindo gota cremosa sorriso cúmplice lambendo lábios rosados devagar subindo carícias guiadas sensoriais — mãos traçando peito suado abdômen definido unhas leves sussurrando ordens suaves hipnóticas "Toque aqui devagar sinta corpo mando", sem pressa selvageria domínio sensual prolongado elétrico. Segunda rodada vaginal breve fluida sincronizada comando dela gozando juntos ondas suaves prolongadas maré controlada, sêmen enchendo completamente transbordando sutil arqueava satisfeita acima dele, corpos colapsando abraços preguiçosos suados cobertor quente macio.

Massagem mútua pós-clímax óleo essencial lavanda continuada dedos dela traçando músculos pressão firme, sono abraçados lençóis frescos algodão egípcio — intimidade doce orquestrada química, prometendo comandos refinados vício coca correndo veias.

Dia 5 cocaína uniu casais abismo sincronizado — roleplay intruso bruto cozinha vs massagem comandada cinema, pacto explodindo sincronia química primal inescapável quatro paredes casa.

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