Yasmin, 19 anos, e Lucas, 20, eram amigos desde o ensino médio, nunca tinham rolado nada além de amizade. Ele era um cara de 1,65 m, quieto e tímido, que todo mundo zuava exatamente por ser assim — o “discreto” que mal falava nas rodas. Ela, morena, corpo escultural com coxas malhadas e musculosas de academia, pernas definidas e fortes, barriga chapada e marcada, seios pequenos e firmes que cabiam perfeitamente na boca de qualquer um, e um rabo impressionante de 115 cm de circunferência que chamava atenção em qualquer roupa — sempre com marquinha de biquíni em dia. Sempre com um sorriso safado e um jeito de quem sabe o poder que tem e adora provocar. Apesar da pouca idade, Yasmin tinha vasta experiência sexual — já tinha pegado dezenas de caras e ficado com várias mulheres, experimentado de tudo, de festinhas a rolês casuais, e corria boato não confirmado entre os amigos que ela já tinha feito DP em alguma balada mais pesada. Tinha fama de vadia entre a galera, apesar de ninguém ter nada de concreto contra ela. Todos sabiam que ela mantinha um caso discreto com um homem bem mais velho, daqueles que pagam as contas e levam pra viagens. Nos últimos meses começaram a sair mais: rolê no bar, churrasco na casa de amigo, praia de fim de semana. Nada de pegação, só amizade mesmo. Mas Yasmin já tinha percebido as olhadas dele quando ela usava short curto ou biquíni. E ele já tinha percebido que ela gostava de provocar.
Naquele sábado, decidiram ir pra uma praia mais afastada, quase deserta, lá no litoral sul de Pernambuco. Chegaram cedo, levaram cooler, canga, som portátil. O lugar era lindo: areia branca, coqueiros, mar calmo e quase ninguém por perto — só um vendedor de coco bem longe e um casal que foi embora depois de uma hora.
Por volta das 14h, o sol estava forte. Lucas levantou pra mijar, foi só uns 5 metros à frente dela, de frente pro mar e de costas pra Yasmin. Ela, deitada de bruços na canga, virou o rosto casualmente. Quando ele terminou e se virou pra voltar, o pau balançou pesado entre as pernas, ainda meio solto na sunga aberta, e ela viu tudo de relance — o volume grosso, o comprimento impressionante mesmo mole. Ficou olhando fixo, sem disfarçar.
Quando ele sentou do lado dela, suado, pingando água do mar, Yasmin tirou os óculos escuros, deu aquele riso safado com ar de quem gosta de provocar.
— Mano… aquilo ali é de verdade?
Lucas deu um sorriso torto.
— É o que tem pra hoje.
— Deixa eu ver direito.
Ele hesitou dois segundos, depois abriu um pouco a sunga. O pau caiu pesado, grosso, ainda meio mole, mas já impressionante. Yasmin arregalou os olhos, mordeu o lábio inferior.
— Caralho, Lucas… qual o tamanho disso?
— 29 cm.
Ela assobiou, impressionada, e soltou uma risada baixa, nervosa e excitada ao mesmo tempo.
— Porra… 29 cm? É muito grande, grosso… Nunca vi um desses, ia me rasgar inteira… Parece a rola de um cavalo, misericórdia
E ficou rindo, balançando a cabeça como se não acreditasse, os olhos brilhando de choque e curiosidade.
Mesmo assim esticou a mão, tocou de leve, sentiu o peso, o calor. Ele endureceu rápido na palma dela. Yasmin riu nervosa, mas não largou.
— Você sabe que a gente é só amigo, né? — disse ela, voz baixa e provocante, ainda segurando firme. — Só vou analisar um pouco a ferramenta…
E continuou batendo uma devagar, subindo e descendo. Passou uns bons cinco minutos assim, primeiro com uma mão, depois com as duas, porque uma só não dava conta. Apertando firme, sentindo pulsar.
— Meu Deus, isso aqui é uma monstrosidade... Olha o tamanho dessa veia pulsando na minha mão. Como você esconde isso na calça? — disse ela, olhos fixos no pau, acelerando o ritmo com as duas mãos.
Lucas respirou fundo, olhando pra baixo.
— Eu dou um jeito. Por quê? Tá gostando?
— Gostando? Tô chocada, isso sim. É o maior que eu já vi na vida, e olha que eu já peguei um monte de cara. Grossura de lata de cerveja, fácil. Você já pegou alguma menina da escola com isso? Tipo, a Júlia ou a Ana? Elas aguentariam?
Ele riu baixo, voz rouca.
— Algumas sim, outras não. Mas não vou contar nomes.
— Ah, vai, me conta! Imagina a cara delas tentando lidar com isso. Aposto que metade desistia na hora. Eu tô aqui apertando e mal consigo fechar as mãos em volta. Olha isso crescendo mais ainda...
Yasmin abaixou a cabeça e deu uma lambida longa na cabeça, depois chupou só a glande — nada mais entrava na boca dela de tão grossa, não ia mais fundo de jeito nenhum. Tentou, engasgou logo, tirou a boca, rindo.
— Viu? Nem na boca cabe direito. Tá latejando tanto... Como você aguenta sem meter em alguém todo dia? Já pegou a Fernanda? Ela vivia te olhando na aula de educação física.
Lucas segurou a nuca dela de leve.
— Talvez. Mas agora foca aí, vai.
— Tá bom, tá bom... Mas sério, isso é insano. Olha o pré-gozo escorrendo já. Você deve destruir as meninas com isso. Aposto que nenhuma aguenta tudo.
Ela lambeu devagar a glande inchada, circundando com a língua, sugando a ponta com pressão, sentindo o salgado na boca. Tentou forçar mais um pouco pra dentro, mas a grossura travava nos dentes — só a cabeça mesmo, esticando os lábios ao máximo. Yasmin gemeu baixinho de frustração e excitação, alternando entre chupadas curtas e lambidas longas pela extensão, enquanto as mãos continuavam o vai-vem ritmado.
— Tá gostoso? Porque pra mim tá uma delícia sentir isso pulsando na boca... Mas jura que você já pegou a Sofia? Ela era tão certinha...
Lucas grunhiu, apertando mais a nuca.
— Não vou dizer. Continua assim que tá bom.
— Ah, seu safado... Imagina se eu tentasse sentar nisso. Ia me partir ao meio.
Ela continuou o diálogo provocante por mais uns minutos, misturando elogios ao tamanho, perguntas sobre antigas crushs da escola e gemidos enquanto chupava e masturbava. Por fim, disse, ainda batendo firme com as duas mãos:
— Só vou terminar de bater uma pra vc... Não vou dar não, é grosso e grande demais, ia rasgar tudo. Não vai rolar não...
Ela continuou batendo com as duas mãos, acelerando o ritmo. Lucas grunhiu baixo. Poucos minutos depois gozou forte — uma quantidade de esperma absurda que ela nunca tinha visto, jatos grossos que cobriram completamente as duas mãos dela, escorrendo pelos pulsos, pingando na areia.
Yasmin ficou olhando, surpresa.
— Meu Deus… olha isso.
Levantou rápido, correu até o mar, lavou as mãos na água salgada, esfregando bem pra tirar tudo. Voltou e sentou do lado dele, rosto corado.
— Tá bom, já deu.
Lucas ficou quieto uns minutos, pau ainda latejando, puto com a rejeição. Yasmin virou de bruços de novo, empinando sem querer o rabo de 115 cm no biquíni fio dental, fingindo pegar sol.
Sem falar nada, ele se ajoelhou atrás dela. Puxou a calcinha pro lado com força. Yasmin virou o rosto.
— Ei, que isso? Eu falei que não—
Lucas cuspiu na mão, passou no pau, encaixou a cabeça grossa direto no cuzinho apertado dela. Yasmin arregalou os olhos.
— Não, Lucas, porra, tira! Tá doendo!
Ele segurou os quadris dela com as duas mãos e empurrou com peso. A cabeça entrou com dificuldade, esticando o anel ao limite. Yasmin gritou alto, o corpo todo tremendo.
— TIRA, CARALHO! TÁ RASGANDO! PARA! AI, MEU DEUS, TIRA ESSE PAU ENORME DAÍ! NÃO AGUENTO, VAI ME MATAR!
Ele não parou. Continuou empurrando devagar, centímetro por centímetro, ignorando os gritos dela. Yasmin batia com a mão aberta na areia, tentava rastejar pra frente, mas ele puxava de volta pelos cabelos loiros.
— Cala a boca e aguenta — ele rosnou, já com metade dentro.
Ela choramingava, lágrimas escorrendo, o corpo suado brilhando no sol.
— POR FAVOR, PARA! TÁ DOENDO MUITO! TIRA, LUCAS, TIRA AGORA! AI, NÃO, NÃO ENTRA MAIS, VAI RASGAR TUDO! EU IMPLORO, DEVAGAR PELO MENOS!
O pau entrava e saía cada vez mais fundo, abrindo caminho à força. Yasmin parou de lutar, só gemia alto, entrecortado, mistura de dor e rendição, gritando a cada estocada profunda.
— AAAAH! DEVAGAR, SEU FILHO DA PUTA! TÁ ME ARROMBANDO! NÃO AGUENTO MAIS, PARA! MEU CU NÃO FOI FEITO PRA ISSO!
Mas ele não foi devagar. Acelerou, metendo até o talo, as bolas batendo na buceta molhada dela. Yasmin gritava rouca, o corpo tremendo todo a cada estocada. O pau gigante forçava tudo pra dentro, sem piedade.
— SAI DAÍ! TÁ DOENDO PRA CARALHO! AI, MEU DEUS, PARA! EU NÃO QUERO, TIRA! VAI ME DEIXAR ARROMBADA PRA SEMPRE!
Depois de uns dez minutos brutais, Lucas segurou firme, grunhiu alto e gozou fundo no cu dela, enchendo tudo. Yasmin desabou na areia, ofegante, o cuzinho vermelho e aberto, escorrendo porra branca pelas coxas.
Ele saiu de dentro dela devagar, respirando pesado. Olhou pra ela ali, toda bagunçada, e falou baixo:
— Você disse que não ia dar… mas deu.
Yasmin virou o rosto, ainda chorando baixinho, mas não respondeu. Só ficou olhando o mar, o corpo mole, a respiração entrecortada.
Lucas pegou a sunga, vestiu, pegou o cooler e começou a caminhar em direção ao carro.
— Vamos embora antes que alguém apareça.
Ela demorou uns segundos, depois se levantou devagar, mancando, ajeitou o biquíni com as mãos trêmulas e seguiu atrás dele, sem dizer uma palavra.
No caminho de volta, o silêncio pesava. Lucas parou o carro num trecho de estrada de terra vazio, desligou o motor e olhou pra ela.
Yasmin virou o rosto devagar, olhos ainda vermelhos. O silêncio durou segundos, até que ela explodiu em palavras, voz tremendo de raiva, medo e confusão.
— Lucas, o que você fez na praia? A gente era amigo, caralho! Amigos de anos, zoando junto, saindo pros rolês. Eu te contava tudo, você me dava conselho. E aí você me força, me arromba sem pedir, ignora meus gritos, minhas lágrimas. Isso é estupro, sabia? Eu podia ir na polícia agora, mostrar as marcas no meu cu que ainda dói pra caralho. Por quê? Porque eu provoquei? Porque fiquei curiosa com seu pau? Eu tava só brincando, analisando, como eu disse. A gente é só amigo, eu falei isso. Mas você virou um animal, me pegou na marra, me fez gritar como se eu fosse uma vadia qualquer. E agora? O que a gente é? Você acha que isso muda tudo? Que eu vou te ver diferente? Você sempre foi o tímido, o quieto, e eu gostava disso — era seguro. Agora você me mostrou esse lado monstruoso. O pior é que parte de mim... não, esquece. Enquanto você metia, a dor virou outra coisa, uma rendição que eu não queria, mas meu corpo aceitou. Mas isso não justifica. Você me puxou pelo cabelo, mandou calar a boca. Minha garganta tá rouca de tanto gritar. E se alguém tivesse ouvido? Mas ninguém veio. Eu tava sozinha com você, e você me quebrou. Quebrou nossa amizade. Ou será que não? Eu te provocava, sim, admito. Short curto, biquíni fio dental. Mas era brincadeira... ou não? Talvez no fundo eu quisesse, mas não assim, na marra. Eu queria controlar. Você tirou isso de mim. Agora tô aqui, machucada, com seu gozo escorrendo, sentada como se nada tivesse acontecido. E você me olha assim, pau endurecendo de novo. O que você quer? Me forçar outra vez? Eu tô confusa, Lucas. Raiva, medo, e um tesão que eu odeio. Me diz o que isso significa. Porque eu tô falando tudo isso e você só fica quieto.
Lucas respirou pesado, olhos fixos nos dela. Então, com voz baixa e firme:
— Chupa de novo.
Yasmin hesitou, peito acelerado. Mas se inclinou devagar sobre o console, abriu a calça dele com mãos trêmulas, pegou o pau que já estava meio duro, pulsando quente. Olhou pra glande grossa e lambeu os lábios. Começou devagar: beijos leves na cabeça, lambidas longas, sugando a ponta com pressão suave, sentindo o pré-gozo salgado. Circundou a glande com a língua em círculos largos, explorando cada veia. Tentou engolir mais fundo, engasgando várias vezes, lágrimas escorrendo, mas continuou. Usou as duas mãos pra masturbar o resto que não cabia na boca, apertando firme na base. Lambeu as bolas devagar, sugando uma de cada vez, babou tudo, deixando saliva escorrer. O boquete durou mais de quinze minutos, acelerando aos poucos, chupando com fome, gemendo vibrado na glande. Quando Lucas grunhiu alto, gozou uma enxurrada: jatos grossos enchendo a boca, transbordando pelos cantos, escorrendo pelo queixo, pingando nos seios e na barriga chapada. Yasmin engoliu golfadas grandes, tossindo, lambuzando o rosto inteiro, pescoço, colo e pernas. Ficou ali ofegante, melada, olhando pra frente sem dizer nada.
Lucas ligou o carro de novo e seguiu dirigindo em silêncio até Recife.
...