Depois daquele fim de semana em que minha esposa transou pela primeira vez com outro homem, minha vida mudou de vez.
Simone, que durante 18 anos de casados só conhecia minha rola, virou outra mulher. Ela descobriu o que era prazer de verdade. O Caio comeu ela gostoso, com um pau maior e mais grosso entrando até o fundo da buceta dela, fazendo ela revirar os olhos de tanto tesão. O Caio foi perfeito — deixou ela viciada em outra pica e depois foi embora, discreto, nunca contou nada pra ninguém. Por isso ele comeu ela outras vezes nos meses seguintes.
Mas aí veio o babaca. O nome dele é Thiago. Trabalha comigo há uns 2 anos — 28 anos, alto, malhado, aquele tipo que as mulheres disfarçam pra olhar. O filho da puta comeu minha esposa e depois saiu contando pra todo mundo no serviço que sou corno, que comeu minha santinha e mãe dos meus filhos. O foda é que o cara soube comer ela direito: meteu gostoso, deixou ela de quatro querendo mais, soube usar a rola pra fazer ela gozar forte. Se o imbecil tivesse ficado de bico calado, teria comido ela várias vezes.
Foi assim:
Trabalho num ministério em Brasília, e precisei fazer uma viagem de serviço com o Thiago pra outro estado. Simone foi comigo, tava entediada em casa, então levei ela. Paguei tudo por fora, do meu bolso: passagem, hotel, comida. Era só uma semana.
Chegamos na segunda, ficamos até sexta ralando: reuniões, auditorias, papelada pra caralho. Na sexta à noite era nosso voo de volta, mas um problema nos relatórios adiou tudo pra semana seguinte. Chovia pra cacete naquela noite, não dava pra sair. Pedimos comida no hotel mesmo e convidamos o Thiago pro nosso quarto. Sem segundas intenções, era só pra bater papo, beber uma cerveja e matar o tédio.
Agora imagina: um casal num quarto de hotel, o marido é corno manso assumido, a esposa já provou rola maior e viciou, e eles chamam um amigo alto, bonito, pauzudo pra dentro do quarto. Qual a chance de não virar putaria? Zero.
A conversa começou leve: trabalho, política, besteira. Do nada mudou pro nosso casamento. Thiago perguntou onde a gente se conheceu, quanto tempo casados, rotina, filhos. Simone respondeu sorrindo, toda soltinha. Ele jogou:
— Eu não tenho vontade nenhuma de casar. Deve ser foda cair na rotina, sempre a mesma coisa, né? Mesma mulher, mesmo sexo, mesma posições...
Simone riu e rebateu:
— Nosso casamento não cai na rotina. De vez em quando a gente faz algo diferente… fica bem mais excitante que vida de solteiro.
Thiago ergueu a sobrancelha:
— É mesmo? Tipo o quê?
Simone tentou desconversar, mas eu continuei. Falei que sempre estávamos abertos a novas experiências, e ele sorriu, cutucando, como se já imaginasse algo. Eu fui soltando devagar:
— Estamos abertos a tudo, sem preconceitos. Se trás prazer, a gente tenta.
Ele continuou insistindo. Eu, idiota, já bêbado e com pau duro só de imaginar, soltei:
— Já até experimentamos uma terceira pessoa na relação.
Ele arregalou os olhos:
— Mentira!
Simone me olhou com sorriso safado:
— Verdade.
— E quem foi?
— Um colega do serviço dela. — Respondi
Thiago riu alto, olhando pra mim:
— E ela gostou?
— Muito.
Minutos depois, eles já estavam se pegando. Língua na língua, mão dele apertando o rabo dela na minha frente. Simone gemendo na boca dele, esfregando a buceta na coxa grossa. Eu tirei minha roupa, sentei na poltrona do quarto, calado, pelado, pau na mão me punhetando enquanto assistia.
Ela tirou a blusa, o sutiã caiu. Peitos duros, mamilos apontando. Thiago chupou um enquanto apertava o outro:
— Caralho, que peitos gostosos.
Simone riu, olhando pra mim:
— Lambe os biquinhos bem de leve, do jeito que o meu marido ama... Depois, eu retribuo no seu pau, chupo ele bem gostoso.
Thiago baixou a calça. A rola saltou: era monstra, grossa, veias saltadas, cabeça vermelha. Minha esposa se animou, arregalou os olhos e falou alto:
— Eu vou te chupar todinho, com calma… mas segura a onda, gato. Segura seu leite, hein. Deixa pra gozar lá dentro, onde eu tô querendo.
Ela ajoelhou na frente dele, chupou devagar, babando a rola inteira. Thiago segurou a cabeça dela e meteu na garganta:
— Chupa, gostosa. Mostra pro maridão como você gosta de mamar minha rola.
Depois, jogou ela na cama de quatro, de frente pra mim. Puxou a calcinha até rasgar, ficou de joelhos e meteu seco. Simone gritou:
— Aiii, porra! Tá gostoso! Mete, mete mais forte, Thiago!
Thiago bombava violento, batendo a virilha na bunda dela, fazendo a cama ranger. Ela revirava os olhos, língua pra fora:
— Isso, enche minha buceta! Goza dentro, faz meu corno feliz!
Eu batia punheta devagar na poltrona, gemendo baixo. Thiago olhou pra mim:
— Fica aí na punheta, Gustavo, enquanto eu satisfaço sua esposinha aqui com minha rola. Vou deixar ela bem preenchida, e na próxima viagem você traz ela de novo pra mim comer.
Ela gozou duas vezes, tremendo, molhando o pau dele. Thiago gozou forte, enchendo a buceta dela de porra quente, gemendo:
— Toma tudo, sua casada safada!
Depois tirou a rola, ainda dura, pingando. Simone abriu as pernas na minha direção:
— Vem cá, corninho. Veja como ele deixou sua esposinha.
A viagem só terminou na segunda, quando voltamos pra Brasília. Mas o sábado e o domingo ainda foram deles. O Thiago meteu na minha esposa até ela revirar os olhos de prazer, até o corpo tremer e ela ficar toda entregue, exausta e cheia do leite dele por dentro.
O foda foi voltar ao ministério naquela semana. Eu não entendia por quê, mas todo mundo me olhando atravessado — e sem nem disfarçar. Fiquei na minha até que um amigo chegou perto, na moral, e confessou:
— Todo mundo tá sabendo que você foi corno. O Thiago já espalhou geral que comeu tua esposa na viagem.
— Comeu mesmo — respondi. — Mas nunca mais vai comer. Pra deixar de ser trouxa.
Minha esposa ficou sabendo de tudo depois. E não fui eu quem contou — foi uma amiga minha. Ela ficou traumatizada. Não queria mais dar pra ninguém, ficou com vergonha, com medo do julgamento. Mas eu fui lá, acalmei, conversei… e no fim consegui convencê-la.
Hoje temos um acordo: ela só transa com desconhecidos, alguém fora do nosso círculo de amizade.
Se você se interessa, ficou com vontade de comer minha esposa, deixe seu e-mail nos comentários.
Vamos entrar em contato e nos encontrar sem compromisso. Se rolar uma química, deixo você comer ela no pelo e gozar dentro — tudo com segurança: ela usa DIU e ambos fazem todos os exames necessários.