Como a Vizinha da Academia do Prédio Me Transformou em Vadia

Um conto erótico de Júlia Putinha do Felipe
Categoria: Lésbicas
Contém 1835 palavras
Data: 16/02/2026 18:44:41

Oi pessoal, sou a Júlia. Eu decidi assumir a frente da conta do meu marido e escrever essa terceira história, pois acho que teve coisas que ele acabou não contando e que são importantes, principalmente para as mulheres que leem nossos contos. Antes de Cancún, eu já era uma safada reprimida. Quando o Felipe e eu transávamos, especialmente quando estava um pouco bêbada ou chapada, eu fechava os olhos e imaginava ele metendo em outra mina. Não era só uma fantasia aleatória… começou a ser cada vez mais constante. Eu ficava ensopada só de ver ele falando no caixa do supermercado com a caixa gostosa, ou quando ele atendia uma ligação de trabalho e a voz da colega do outro lado soava meio safada. Meu coração acelerava, minha bucetinha latejava, mas logo vinha aquele medo filho da puta do ciúme. Eu calava tudo, apertava as coxas e fingia que não estava pingando só de pensar nele fodendo outra enquanto eu assistia.

Cancún mudou tudo. Quando vi a gringa gozando na boca dele e eu mandando ele gozar dentro dela… caralho, foi como se um interruptor tivesse ligado dentro de mim. Eu descobri que o ciúme não desaparece, mas ele vira combustível. Quanto mais eu via ele comendo outra, mais eu queria mandar, controlar, chupar a porra dele misturada com o mel dela. Mas foi depois da carol (nossa 2a vez) que eu viciei de verdade. Queria mais. Queria escolher, seduzir, dominar.

Até um belo dia que mudei o horário da academia do prédio pro final da tarde (ia de manhã normalmente, mas mudei meus horários da rotina). E aí o destino me entregou a Bianca de bandeja. Primeira vez que eu vi ela: legging preta colada naquela bunda redonda e empinada, top branco justo marcando os peitos médios perfeitos, pele branquinha brilhando de suor, olhos verdes. Ela fazia agachamento como se estivesse rebolando na rola de alguém. Eu fiquei parada no leg press, buceta latejando, imaginando aquela bundinha sentada na minha cara. “Porra, Júlia, controla”, pensei. Mas no dia seguinte voltei no mesmo horário. A gente começou a puxar papo de boa: treino pesado hoje? Você sempre vem nesse horário? Coisas leves assim. Ela era novinha, 24 anos, recém-saída de um namoro de quatro anos que tinha matado o tesão dela. “Ele era bom, mas… não me comia como eu precisava”, ela confessou rindo, corando um pouco.

Eu comecei a flertar devagar. Durante os exercícios, tocava “sem querer”: mão na cintura dela pra ajudar na postura no agachamento, dedos roçando o braço quando passava o peso, um toque rápido nas costas no supino. Nada pesado, porque dava pra sentir que ela nunca tinha rolado nada com mulher. Olhos baixos, sorriso tímido, corar rápido. Eu elogiava sutil: sua forma tá ótima, essa bundinha empinada fica perfeita no agachamento. Ela ria, desviava o olhar, mas não se afastava. No espelho eu mandava olhares mais demorados, lambia os lábios devagar quando ela olhava de volta. Uma vez deixei ela notar que eu tava sem calcinha por baixo da legging molhada de suor, a buceta marcada, inchada. Ela corou forte, mas não falou nada.

O flerte ficava no ar, elétrico, mas ela não correspondia abertamente. Respondia com sorrisos, ficava mais perto, mas nada de avançar. Eu saía da academia pingando de tesão, me masturbava no banho pensando nela gemendo baixinho. Aquilo era diferente das outras experiências: com a gringa e a Carol, o Felipe sempre esteve no meio, eu no controle. Mas com a Bianca… eu sentia um fogo que me deixava vulnerável, uma vontade de me entregar, de ser guiada. Eu achava que queria dominar, mas na verdade era o oposto: eu queria ser a putinha, ser usada, ser levada ao limite sem ter que decidir tudo (logo por uma menina de 24 anos, super meiga? vai entender rs).

Depois de uns dez dias assim, no final de uma tarde quente, enquanto a gente guardava os equipamentos, falei casual: Bianca, tô morrendo de sede depois desse treino. Vem tomar um vinho lá em casa? Meu marido chega bem mais tarde do escritório hoje, a gente pode conversar com calma.

Ela hesitou um segundo, olhou pro celular, mas topou: tá bom… por que não?

Chegamos no apê suadas, cheirando a academia. Abri a porta e falei na hora: olha só a gente… toda melada de suor. Você não quer tomar um banho antes? Pega uma roupa minha, toma um banho rapidinho, depois eu tomo o meu e a gente senta pra tomar o vinho com calma.

Ela ficou vermelha: ah, não precisa, eu tomo em casa mesmo, tá tudo bem…

Insisti, sorrindo: vai, Bianca, relaxa. A gente tá no mesmo prédio, é rapidinho. Senão a gente vai ficar desconfortável aqui no sofá. Prometo que é só pra gente ficar mais à vontade.

Ela mordeu o lábio, pensou um pouco e aceitou: tá… pode ser.

Mostrei o banheiro, dei toalha e uma camiseta larga minha + short confortável. Ela entrou, fechou a porta… mas não trancou. Ouvi a água caindo e fiquei ali, coração batendo forte. Depois de uns minutos, percebi que a porta não estava trancada. Empurrei devagar e entrei.

Ela tomou um susto, cobriu os peitos com os braços, água no rosto: Júlia! Meu Deus…

Eu sorri, tranquila, já tirando o top suado: calma, é só pra irmos mais rápido e não perdermos tempo. Deixa eu tomar banho com você também. A gente economiza água e conversa melhor.

Ela ficou sem graça total, olhos arregalados, mas não disse não. Só murmurou um tá… baixinho, ainda cobrindo o corpo. Entrei no box, água quente caindo nas duas. Vapor subindo, corpos próximos. Comecei lavando o cabelo dela devagar, dedos massageando o couro cabeludo. Ela relaxou aos poucos. Depois passei sabonete nas costas dela, descendo devagar, mãos escorregando pela cintura, roçando de leve a bunda. Ela tremia, mas não recuava.

Virei ela de frente. Nossos peitos se tocaram. Segurei o rosto dela com as duas mãos, molhado, e falei baixinho: você é linda pra caralho, sabia? Ela não respondeu, só olhou nos meus olhos, respiração acelerada.

Aproximei devagar e beijei. Lábio macio, hesitante no começo. Ela ficou parada um segundo, depois correspondeu, língua tímida encontrando a minha. Beijo molhado, lento, água caindo na gente. Minhas mãos desceram pros peitos dela, apertando de leve os mamilos duros. Ela gemeu baixinho na minha boca, mas quando minha mão desceu mais, pra buceta, ela segurou meu pulso suavemente: Júlia… espera… eu nunca…

Eu parei na hora, sorri contra a boca dela: tá tudo bem sem pressa.

A gente se beijou mais um pouco, corpos colados, mas nada além. Saímos do banho, nos secamos. Ela vestiu minha roupa (ficou sexy pra caralho, a camiseta larga marcando sem sutiã), eu vesti algo confortável também.

Descemos pra sala. Abri o Malbec, servimos as taças, sentamos no sofá bem pertinho. O papo fluiu: trabalho, término dela, como ela se sentia sozinha no prédio novo. Mas o clima tava pesado de tesão. Eu colocava a mão na coxa dela de leve enquanto falava, traçava círculos com o dedo. Ela não tirava, só corava e mordia o lábio.

O vinho ajudou. Me aproximei mais, segurei o queixo dela: desde o primeiro dia na academia eu fico imaginando você… essa boca na minha buceta. Ela arregalou os olhos, mas dessa vez não recuou tanto.

Beijei de novo, mais fundo. Mãos subindo por baixo da camiseta, apertando os peitos. Ela gemia baixinho, mãos tímidas no meu cabelo. Tirei a camiseta dela devagar, chupei os mamilos rosados. Ela arqueou as costas: caralho, Júlia…

Eu tirei o short dela, deixei só de calcinha fio dental preta. Empinei ela na borda da mesa de jantar, abri as pernas branquinhas. A buceta era linda: lábios rosados, clitóris inchadinho, já brilhando. Ajoelhei, puxei a calcinha pro lado e dei uma lambida longa, da entrada até o clitóris. Ela soltou um gemido rouco: porra… que delícia…

Enfiei a língua fundo, lambendo as paredes quentes, chupando o clitóris com força, dois dedos mexendo rápido. Ela segurava minha cabeça, rebolando devagar, gemendo cada vez mais alto: me chupa… assim… tô quase… Eu não parei, lambi mais forte, sentindo ela tremer, o mel escorrendo na minha boca. Ela gozou na minha língua, corpo convulsionando, gemendo meu nome baixinho, pernas apertando minha cabeça.

Depois ela me puxou pra cima, me deitou no sofá com uma determinação que eu não esperava. Subiu em cima de mim, beijou minha boca com fome, desceu pros meus peitos, chupando os mamilos com vontade, mordendo de leve até eu gemer alto. Ela tirou minha roupa toda, abriu minhas pernas e mergulhou na minha buceta, língua explorando tímida no começo, depois mais confiante, lambendo meu clitóris em círculos que me faziam arquear as costas. Eu me sentia entregue, vulnerável, uma putinha sendo usada exatamente como eu precisava. Ela enfiou dois dedos, mexendo rápido enquanto chupava, e eu gozei tremendo, muito mel na boca dela, gritando rouca.

A gente continuou assim por horas: chupando uma à outra, dedos na buceta alheia, beijos molhados cheios de gosto uma da outra. Ela me guiava com toques firmes, me fazia rebolar na cara dela, me deixava implorando por mais. Eu não mandava em nada; eu só me entregava, gozava quando ela queria, tremia sob a língua dela. Foi minha primeira vez completa com mulher, e eu percebi ali que o que eu queria de verdade não era controlar… era ser controlada, ser a vadia que geme e pede mais.

Bianca foi embora por volta das dez da noite, com um beijo demorado na porta e um “a gente se vê na academia…”. Eu fiquei ali, corpo dolorido de prazer, buceta inchada, cheirando a ela.

Quando o Felipe chegou, mais tarde, eu o recebi na porta ainda melada, lábios inchados. Beijei ele fundo, deixando ele sentir o gosto dela na minha boca. Ele estranhou, mas não perguntou nada na hora. Fomos pro quarto, e transamos selvagem: eu cavalgando ele com força, gemendo alto, mas na minha cabeça só passava a Bianca.. imaginando ele metendo nela, abrindo aquela bucetinha branquinha enquanto eu assistia, sendo usada por ele depois. Cada estocada dele eu pensava nela me chupando, no gosto dela na minha boca, no quanto eu era uma putinha que precisava ser dominada. Gozei forte imaginando isso, apertando ele dentro de mim, gritando rouca.

Depois, deitada no peito dele, contei tudo. Ele ficou quieto um tempo, depois sorriu: “Você é foda, Júlia. Da próxima… me deixa participar”. Eu ri, mordi o lábio: “Talvez… mas dessa vez eu só queria me entregar”.

Obrigada por lerem, meninas. Essa foi minha primeira traição lésbica (obs: desculpa, amor, mas eu sabia que você não ia ligar muito.. e depois te recompensei), e o momento em que eu entendi que no fundo eu gosto mesmo é de ser a putinha, de ser guiada, de me perder no tesão sem mandar em nada. Se vocês sentem esse fogo escondido… comentem meninas. Aliás, se tem alguma menina bonita em são paulo que goste de ser marmita me chama aqui!

Beijos molhados da Júlia. 🔥

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