Hoje, quase oito anos depois, eu moro com ela num apartamento até que bom no nordeste. Nossa rotina é comum como de qualquer outro casal, acordamos com um sexo matinal, tomamos café e quando estamos com muito tesão damos outra novamente, eu vou trabalhar e quando chego vamos para a nossa sagrada academia, voltamos e assistimos uma serie ou filme enquanto jantamos e tomamos um vinho e o principal: Fodemos bastante. Não canso do corpo de minha amada e ela não cansa do meu, todo dia transamos como se fosse a primeira vez e por mim será assim até morremos. Tudo isso seria extremamente perfeito e normal pra quem vê de fora, menos se você sabe que somos irmãos.
Carlos tinha voltado da viagem de trabalho mais irritado que o normal. o chefe dele tinha ficado puto por uma merda que ele fez e o mesmo descarregava em casa. Mamãe andava calada, com aqueles olhos cansados de quem já aprendeu a não discutir. Eu contava os dias pra sair: Eu tinha passado na UFRGS em Engenharia de Software e o quarto da república já estava reservado pra fevereiro. Só faltavam alguns meses. Eu ia embora. Ia deixar pra trás o pai que vivia reclamando de como a vida dele era uma merda, a mãe que não tinha nenhuma moral e so servia para levar "Chifre" — Palavras de meu pai para mim em uma pescaria. E a casa que cheirava a tensão e café requentado. Mas tinha a Nicole.
Nicole era uma garota atingindo o auge de sua maturidade de uma criança e pré-adolescente gordinha e cheia de espinha ela foi para uma super gostosa e a mulher mais linda que já vi na minha vida. Deixe-me descreve-la: Ela possui cabelos completamente pretos mais ou menos até os ombros com uma franja que carregara desde sempre, ela possui uma pele branca como leite, nunca a vi pegar sol sem 1 kg de protetor solar em sua pele. Ela é baixinha, ao menos para meus termos uns 1,65 por ai, seu rostinho é delicado e meigo com olhos verdes escuros, Nicole sempre foi mais cheinha e carregava umas bochechas enormes que brincávamos de apertar só para atormenta-la quando criança, mas a genética meus amigos, a genética é linda. Quando ela atingiu a puberdade foi como um relâmpago, rapido e impetuoso. Seus seios cresceram brutalmente, sua cintura afinou, seus quadris cresceram e suas coxas ficaram enormes. Resumindo: Tudo foi para o lugar certo, ela tem seios grandes e a uns anos ela fez a cirurgia de seus sonhos e colocou silicone, eles ficaram ainda maiores e empinados (Uma delicia). Sua cinturinha e barriga são branquinhas e lisinhas seus quadris são enormes numa proporção fora do normal carregando seu rabão, grande e branco, sem duvidas é a bunda maior que já vi, superando todas as atrizes pornô que vcs ja devem ter visto. Eu falo isso, e vocês acham que é genética ou que estou exagerando, mas esse corpo dela foi esculpido duramente por academia e dieta. Nic sempre sofreu por ser gordinha e isso deixou uma marca grande nela e quando eu tinha uns 16 (Ela é dois anos mais nova que eu) a convidei para a academia e ela tomou gosto e em dois anos ela provavelmente já era a garota mais gostosa da cidade. Mas por ser anti-social, tímida e introvertida Nic nunca arrumou um namoradinho, coisa que sempre me deixou com uma pulga atrás da orelha porque ela estava linda e pelo que eu sabia de suas amigas tinha filas de marmanjo atrás dela agora.
Indo para mim, acho que ainda não me introduzi, meu nome é Marcus. Não sei me descrever ao exato, mas tenho 1,92 uns 100 kg e pratico exercícios físicos e esportes desde criança, atualmente so estou focado na academia, mas na época eu fazia vôlei. Tenho cabelos pretos curtos e uma barba cheia e na época já tinha um corpo bacana, tenho uns 18 cm de pau pra quem quer saber. Não sou filho do homem que me criou, meu verdadeiro pai não quis saber de mim e eu não quis saber dele, fim de historia. Desde que me dei por gente Carlos já me desprezava por eu ser filho de quem sou e quanto mais eu crescia mais se parecia com ele segundo minha mãe, mas quem me criou mesmo foi meu avô, seu Raimundo. Ele era meu verdadeiro pai, me ensinou sobre exercícios, pesca e a ser homem. Minha parte favorita da minha infância e adolescência era todo fim de semana, férias e feriados eu ir na casa do meu velhinho ajuda-lo na roça, pescar, brincar no açude e outras peripécias. Meus avôs maternos foram tudo para mim. Mas ele morreu, como todo mundo morre ou vai algum dia. Vitima de uma parada cardíaca, eu o levei de carro até o hospital e ele morreu nos meus braços. Foi bem dramático e eu não gosto de lembrar mas afetou todo mundo e como eu já não tinha mais ninguém para me apoiar com 17 anos tive que virar homem, sem espaço para bebedeiras, sem maluquices de jovem, simplesmente a chave virou de uma hora para a outra. Carlos não serve nem para simples tarefas, eu tive que ser o suporte de minha mãe e irmã, de minhas tias e primos. Eu organizei o funeral, eu escolhi a cova e eu terminei de enterrar. Não chorei na frente de ninguém e muito menos me deixei abalar, se não quando fez 6 meses de seu falecimento sozinho no meu carro numa rua escura e escondida eu chorei que nem menino novo, copiosamente e freneticamente não aguentei segurar mais e chorei por uns 20 minutos seguidos, até me recompor e seguir a vida.
Enfim, toda essa introdução sobre minha família é para vocês entenderem como fui criado e como tudo vai se dar até a consumação final. Naquela manhã de sábado Nic desceu a escada com a mesma cara de sempre: franja bagunçada, e uma camiseta velha minha que a mesma tinha "roubado" que ficava enorme nela, usava um short de algodão cinza que mal cobria metade das coxas. Os pés descalços faziam barulhinho no piso frio. Ela parou na porta da cozinha, me viu sentado à mesa e sorriu daquele jeito meio triste, meio aliviada, que eu ainda estava lá. Eu iria embora em poucos meses e ela já estava mais ansiosa e preocupada do que eu, tinha chorado por toda a família durante uma semana inteira.
— Bom dia, maninho.
A voz dela ainda estava rouca de sono. Eu respondi sem levantar os olhos do celular:
— Bom dia, Nic. Café tá quente.
Ela não foi pra cadeira dela. Nunca ia. Veio direto pra mim, como fazia desde que era pequena. Passou os braços em volta do meu pescoço por trás, encostou o queixo no meu ombro e sussurrou perto da minha orelha:
— Posso maninho?
Eu já sabia o que vinha. Suspirei, fingindo irritação, mas afastei a cadeira um pouco pra trás. Nicole deu a volta, levantou uma perna e sentou no meu colo de lado, como se fosse a coisa mais natural do mundo. O peso dela era quente, familiar. A bunda grande e macia acomodou-se perfeitamente entre as minhas coxas, as costas encostadas no meu peito. Senti o cheiro de shampoo de coco no cabelo dela, misturado com o calor do sono ainda grudado na pele. Meu braço direito rodeou a cintura fina dela quase por reflexo — proteção antiga, hábito antigo.
— Você tá gelado — ela reclamou baixinho, encostando os pés frios nas minhas canelas.
— Acabei de sair do banho.
Carlos entrou na cozinha naquele momento, cara fechada, gravata já no lugar. Olhou pra cena e fez aquela cara de sempre: boca apertada, sobrancelha franzida. Não disse nada, só pegou um pão e sentou. Mamãe veio logo atrás, sorrindo fraco, tentando amenizar o clima horrível depois de uma briga minha e dele que ocorrera noite passada:
— Bom dia, meus amores. Nicole, filha, senta direito, vai. Já tá grandinha pra isso.
Nicole não se mexeu. ela se acomodou mais ainda em minha virilha coisa que a proibi indiretamente quando ela fez uns 12 anos, ela respondeu com uma voz doce e teimosa:
— Eu tô bem aqui, mãe. O Marcus é confortável haha.
Eu senti o corpo dela se ajeitar melhor no meu colo. Eu ignorei. Era só o calor do corpo dela, o café da manhã, o sono. Nada mais.
Papai bufou, sentou na cabeceira e abriu o jornal impresso que ainda insistia em ler.
— Vocês dois parecem casal de novela mexicana. Um dia ainda vão se arrepender dessa palhaçada.
Eu senti Nicole enrijecer. A mão dela apertou meu ombro. Eu passei o polegar nas costas dela, por baixo da camiseta, num gesto automático de “calma, eu tô aqui”. Ela relaxou imediatamente, encostou a cabeça no meu peito e ficou quieta.
Mamãe serviu bolo e café e tentou mudar de assunto:
— Marcus, e aquela entrevista naquela empresa? Conseguiu? — Era um trabalho a distancia focado em programação e sites e eu tinha conseguido uma entrevista por conta de um amigo.
— Amanhã às dez. Se der certo, eu começo antes de entrar na faculdade. Assim junto uma grana boa.
Nicole virou o rosto pra mim. Os olhos castanhos, grandes, estavam sérios.
— Você vai mesmo embora?
A voz dela saiu baixa, quase um fio. Eu senti o coração dela bater mais rápido contra o meu braço.
— Já conversamos sobre isso, Nic. Eu preciso sair daqui.
Ela baixou os olhos. Os dedos dela tocaram minha coxa direita. Eu senti um arrepio subir pela nuca. Ignorei também. Estava sentindo aquele sentimento que não devia sentir, aquela involuntariedade que so homem sabe, poderia ser devido a meu termino com Amanda que para o alivio de Nicole tinha terminado a umas 2 semanas e já estava sentindo saudades do sexo violento que só ela sabia como gostava ou poderia ser algo pior, poderia ser eu adquirindo ciência que a minha irmãzinha era uma gostosa, estava no ápice de sua gostosura e estava no meu colo... Mas não! Sou a porra do irmão dela.
— Mas eu vou ficar sozinha — ela murmurou, tão baixo que só eu escutei.
Papai levantou a cabeça do jornal.
— Sozinha? E eu sou o quê? Invisível?
Nicole não respondeu de imediato. Só apertou mais o corpo contra o meu. Senti o volume macio dos seios dela roçando meu antebraço. A respiração dela estava um pouco mais rápida. Meu pau não aguentou e , reagiu — começou a ficar duro, latejando devagar contra a curva da bunda dela. Eu mudei de posição, disfarçando, fingindo que só queria pegar o pão.
— Não é isso pai, é diferente.
— Nicole, come direito — mamãe insistiu, colocando um prato na frente dela.
Ela pegou um pedaço de pão, passou manteiga e me ofereceu primeiro, como sempre. Eu mordi da mão dela. Nossos dedos se tocaram. Ela lambeu uma gota de manteiga do polegar, olhando pra mim. Só um segundo. Depois desviou o olhar, corando de leve.
Eu senti o calor subir pelo pescoço. “É só a Nicole. É só costume. Ela faz isso desde os sete anos.”
Papai terminou o café, dobrou o jornal com raiva e saiu batendo a porta da cozinha. Mamãe suspirou, recolheu os pratos e foi pra pia. Ficamos só nós dois na cozinha silenciosa.
Nicole não saiu do meu colo. Pelo contrário. Virou o corpo um pouco mais, agora de frente pra mim, as pernas abertas em volta da minha cintura, a buceta quente — eu sentia o calor através do short fino — encostada bem em cima do meu pau, que agora estava meio duro, preso contra a bermuda.
Ela encostou a testa na minha. A franja caiu sobre meus olhos. A voz dela saiu num sussurro:
— Promete que não vai me esquecer quando estiver lá?
— Nunca, Nic. Você é minha irmã.
Ela sorriu, triste. Depois aproximou o rosto e deu um beijo demorado na minha bochecha, bem perto da boca. Os lábios macios demoraram um segundo a mais que o necessário. Senti o cheiro dela de novo — coco, sono, algo doce e quente que eu não conseguia nomear.
Quando ela finalmente se levantou, minhas coxas estavam quentes onde ela tinha ficado. Meu pau latejava, meio inchado, marcando a bermuda. Eu cruzei as pernas rápido, peguei o celular e fingi que olhava as mensagens.
Nicole parou na porta da cozinha, virou-se e me olhou por um segundo inteiro. Os olhos dela estavam escuros, brilhantes. Depois sorriu daquele jeito que só ela tinha — tímido e ao mesmo tempo possessivo — e subiu a escada.
Eu fiquei sentado com o coração batendo forte, tentando entender por que, de repente, o calor da bunda dela no meu colo não parecia mais só costume.
E por que, pela primeira vez, eu não consegui tirar da cabeça o jeito como ela tinha se mexido devagar, quase imperceptível, enquanto estava sentada em mim.
Ainda era só uma manhã comum.
Era só começo.