Trai um colega de trabalho com sua esposa gestante

Um conto erótico de mathtrib96
Categoria: Heterossexual
Contém 1079 palavras
Data: 02/02/2026 12:17:35

​Minha história com mulheres casadas parece um ímã, mas, desta vez, o marido não estava ciente — e eu não curto muito essa situação. Mas foi o que aconteceu, como uma sina.

​Iniciei em uma empresa e um funcionário mais antigo logo me acolheu; tínhamos praticamente a mesma idade. Ele me tratava sempre como amigo, era até estranho, e eu o via apenas como um colega. Trabalhamos anos juntos até que ele foi demitido, e ali cortamos o laço totalmente. Ele ainda insistia pelas redes sociais, querendo marcar algo, mas eu evitava.

O tempo passou.

​Um dia, nos encontramos na fila do mercado. Conversamos sobre como a vida dele seguiu e ele disse que, naquela semana, abriria um churrasquinho de rua. Insistiu muito para que eu estivesse presente na inauguração. Sentindo o dever de ajudar quem me acolheu no início, acabei topando.

​No dia, eu não estava animado, mas fui. Ao chegar, ele, feliz, me apresentou a esposa. Grávida de cinco meses, com a barriga pronunciada sob o vestido leve, mas o que me prendeu foi o contraste. Ela era uma mulher de traços sérios, pele clara e longos cabelos pretos que caíam em cascata pelas costas. Tinha coxas grossas e uma presença magnética. Ajudava a atender os clientes, mas era sempre séria e curta nas respostas. Eu me sentia incomodado, sentado sozinho, reparando que ela me olhava com frequência.

​O churrasquinho foi esvaziando. Ela, que mal falava com os clientes, sentou-se à minha mesa para descansar. Achei estranho ela puxar assunto, fazendo perguntas; não parecia o estilo dela ser comunicativa. O vestido solto não escondia as coxas grossas e o volume farto da bunda e dos seios, inchados pela gestação. O cheiro dela era um entorpecente: um adocicado discreto misturado ao suor de quem trabalhou no calor da calçada. Aquele cheiro de mulher real, suada, me deixou louco.

​Quando o marido, frustrado, veio à mesa dizer que o frango havia acabado e que não tinha como buscar em casa e deixar o negócio sozinho, eu me ofereci: "Eu busco".

​Ele aceitou e pediu que ela me acompanhasse. No carro com a conversa rolando, ela confessou que já me conhecia da época de faculdade, que sempre me olhava, mas eu nunca notava isso, e que eu era seu "crush" secreto; ficou decepcionada quando comecei a namorar uma amiga dela, eu realmente não me lembrava dela na faculdade. Eu não podia acreditar que aquela mulher séria guardava aquilo.

Soltei sem pensar: "Como eu não notei uma mulher dessas? Não acredito."

Ela deu um sorrisinho de canto, fazendo mudar aquela fisionomia de mulher sempre seria, e disse: "Que pena".

Continuamos lembrando histórias da faculdade no restante do caminho.

​Chegamos à casa. Enquanto ela destrancava a porta, eu estava colado atrás dela, respirando o cheiro do seu pescoço. Assim que ela entrou, o tapete prendeu no seu pé e eu, que vinha logo atrás, fiquei prensado entre ela e a porta. Olhamo-nos cara a cara e o clima explodiu. Me aproximei, o beijo foi natural e feroz. A prensei contra a parede e nos beijamos com fúria. A pele dela estava quente, e sentir a barriga de grávida pressionando meu corpo me deu um tesão avassalador. O beijo só cessou quando estávamos sem fôlego. Nós afastamos sem entender muito bem a situação que acabou de acontecer, ela se afastou evitando o contato visual e me apressou para pegar o frango com uma voz trêmula.

​Fomos para a cozinha buscar o frango. Enquanto ela pegava os pacotes na geladeira, parou e me olhou com puro desejo. Simplesmente por um impulso ela me empurrou contra a bancada e se apoiou no meu corpo. Minhas mãos entraram por baixo do vestido, encontrando a pele quente das coxas e apertando as nádegas com força, puxando-a contra meu pau que já latejava, duro como pedra sob o short.

​O beijo era úmido e barulhento. Ela, com a mão pequena, começou a acariciar o volume por cima do meu short. Eu me afastei parando o beijo, estava tentando ver a cena daquela mulher grávida alisando meu pau na sua própria casa. Mas ela me surpreendeu, sem dizer uma palavra, ela começou a descer. Com dificuldade por causa da barriga, ela se ajoelhou devagar na minha frente. Eu tremia enquanto desabotoava a bermuda. Ela ficou ajoelhada na minha frente, olhando o volume e evitando o contato visual. Puxou a minha cueca e meu pau pulou para fora, pulsando na direção do rosto dela. Ela não desviou o olhar. Com uma mão, acariciava minha barriga; com a outra, agarrou a base do meu pau com firmeza.

​Ela começou beijando a cabeça, passando a língua com uma sede incrível - parecia namorar meu cacete duro - Depois, desceu pela lateral, chupando a extensão com os olhos bem abertos, admirando minha ereção. Quando finalmente abocanhou, tentou levar até o fundo, mas o tamanho a fez engasgar, eu me revirava de prazer e urrava. Ela tirou, babou tudo e voltou com mais vontade, em um vai e vem rápido e voraz.

​Eu estava no limite. Senti o prazer subindo e dei o primeiro jato; ela engasgou de novo, tirando a boca e deixando a porra cair no chão. Os jatos seguintes espirraram no braço dela e no piso da cozinha.

​O que aconteceu depois me deixou sem chão. Sem dizer uma única palavra, ela se levantou, foi ao banheiro, voltou com papel higiênico e limpou o braço e o chão com uma frieza cirúrgica. A expressão de desejo sumiu instantaneamente, dando lugar à fisionomia séria e seca de antes.

​"Pega o frango. Vamos logo", disse ela, com o tom de pressa.

​No carro, o silêncio era insuportável. Eu não entendia o motivo daquela mudez súbita. Tentei processar se era culpa ou apenas um descarte, mas ela apenas mexia no celular, agindo como se eu nem estivesse ali.

Ao chegarmos no espetinho, ela saltou e começou a ajudar o marido com uma presteza exagerada, quase mecânica. Ela estava totalmente robótica. Tratava o marido com uma grosseria desnecessária, dando patadas enquanto eu, sentado à mesa, assistia a tudo sem entender nada. Aquela mulher, que minutos atrás estava ajoelhada lambendo meu pau com sede, agora fingia uma normalidade agressiva, como se tentasse apagar o rastro do crime através da rispidez.

​Só no final, quando fui fechar a conta, ela voltou a ser "humana". Deu-me um beijo no rosto, um abraço e me olhou nos olhos, agora mais tranquila: "Obrigada por vir. Volte mais vezes."

Continua.. Instagram para contato: @mathtrib96

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