Capítulo 4: O Pacto das Safadas: Arrombando a Linhagem no Carnaval

Um conto erótico de Bruno
Categoria: Heterossexual
Contém 2895 palavras
Data: 16/02/2026 10:48:12

O silêncio na área de serviço era cortado apenas pelo zumbido do freezer, mas a voltagem ali dentro poderia fritar a fiação da casa. Eu continuei estático, com o coração martelando na garganta e o fôlego curto. O choque de ver a Letícia parada na porta, com a toalha na mão e os olhos arregalados, me deixou completamente paralisado. Senti um frio na espinha que contrastava com o calor do meu pau enterrado até o talo no cu da Tia Valéria. Por um segundo, minha vontade era simplesmente sumir dali, sem saber como reagir ao flagra.

— "Que merda vocês estão fazendo?" — Letícia disparou, a voz saindo em um chiado de puro choque e incredulidade. — "Mãe? Bruno? Que loucura é essa aqui?"

Fiquei sem reação, com os olhos passando da prima para a tia, meu corpo tremendo levemente pela descarga de adrenalina. Tentei recuar, mas a Valéria não permitiu. Com a mente nublada pelo álcool, ela jogou o peso do quadril para trás com força, pressionando o cu ainda mais contra o meu pau, me obrigando a sentir o aperto viciante e seco que me impedia de sair. Ela segurou minhas mãos sobre sua cintura, cravando as unhas na minha pele. As inibições dela tinham sido enterradas sob as várias rodadas de gin e caipirinha, transformando o medo do flagra em uma excitação agressiva.

— "Não para, Bruno... continua," — ela rosnou por cima do ombro, a voz firme e embriagada. — "Não se mexe. Deixa ela olhar."

Ela encarou a filha com uma frieza cortante, ignorando o meu pânico evidente.

— "Cala a boca, Letícia. Para de ser hipócrita!" — Valéria rebateu, a voz rouca. — "Você acha que eu não sei o que vocês dois andam fazendo? Eu ouvi cada gemido seu ontem à noite. Você já cruzou essa linha, então não venha querer dar sermão na sua mãe."

Letícia recuou um passo, desarmada pelo fato de a mãe saber de tudo. O clima de traição familiar pesava no ar, mas a visão de me ver possuindo a própria mãe começou a mexer com a Letícia de um jeito que ela não conseguia controlar.

— "Mas... e o meu pai?" — Letícia gaguejou, a voz falhando.

— "O seu pai não precisa saber de nada, Leti. Ele está lá no quarto, apagado de bêbado, não acorda nem se a casa cair," — Valéria continuou, rebolando contra o meu pau enquanto eu ainda tentava recuperar a respiração. — "Vem aqui. Aproveita que esse pau é grande o suficiente para nós duas."

A Valéria interrompeu o movimento rítmico e, com um estalo seco, tirou o meu pau de dentro do cu, deixando a entrada dilatada e vermelha à vista da filha. Ela segurou o pulso da Letícia com força, puxando-a para o chão da área de serviço.

— "Ajoelha, Letícia. Chupa o pau do seu primo agora," — comandou a Valéria, com a voz carregada de uma autoridade perversa.

Letícia obedeceu, com os olhos vidrados na minha rola latejante e marcada pelo aperto anal da mãe. Enquanto minha prima me abocanhava com uma sede desesperada, a Valéria se levantou e colou o corpo no meu, selando nossos lábios em um beijo profundo, enquanto eu puxava a tia para cima e começava a chupar seus seios fartos, sentindo os bicos rígidos rasparem na minha língua. O prazer era tão elevado que eu sentia meu cérebro derreter; o risco de sermos pegos pelos meus pais ou pelo meu tio que dormiam no andar de cima apenas tornava cada toque mais elétrico.

— "Agora chega de preliminar," — Valéria interrompeu, empurrando a Letícia para a frente.

— "Fica de quatro, Leti. Bruno, come a bucetinha dessa minha filha safada. Come com vontade!"

Não precisei ouvir duas vezes. Me posicionei atrás da Letícia e enterrei o caralho na boceta apertada da minha prima de uma só vez. A Valéria se posicionou na frente da filha, orientando o meu ritmo e me provocando.

— "Isso! Sente o pau do seu primo rasgando você por dentro! Rebola pra ele!" — a Valéria incitava, enquanto eu socava minha prima com uma força imponente, ouvindo o estalo da carne batendo e vendo a bunda redonda da Letícia tremer a cada impacto.

— "Minha vez!" — Valéria anunciou, me puxando para cima dela. Eu a possuí com ódio, primeiro na boceta encharcada e depois, sem aviso, mirei novamente naquele alvo seco e apertado. Enterrei o pau com toda a minha força no cu da Valéria, sentindo a resistência da carne me esmagar antes de entrar por completo.

Eu então as coloquei de quatro, lado a lado. A visão era o paraíso do pecado: duas bundas monumentais prontas para mim. Comecei a alternar, dando estocadas fundas no cu da Valéria e mudando rapidamente para a boceta da Letícia. Peguei as duas de todos os jeitos, de pé e deitadas, revezando entre os orifícios de mãe e filha. As safadezas não tinham fim, e nosso vocabulário era chulo, sem nenhum pudor.

No limite da explosão, eu as ajoelhei frente a frente. O prazer era insuportável, uma queimação deliciosa que subia pelo meu corpo.

— "Abram a boca as duas! Agora!"

Puxei o pau para fora e, com movimentos frenéticos, disparei jatos grossos e quentes de porra. Meu sêmen voava nos rostos e nas bocas de mãe e filha. Elas disputavam cada gota de mim. Respirei fundo, trêmulo, vendo as duas cobertas com o meu leite, selando o pacto de pecado mais excitante da minha vida.

Após o delírio que vivemos naquela área de serviço, o ar pesado de luxúria foi aos poucos dando lugar à realidade perigosa daquela casa. A Valéria, com a voz ainda rouca e as pernas trêmulas, se recompôs com uma agilidade assustadora, limpando o rastro da minha porra no canto da boca.

— "Agora chega... temos que voltar antes que alguém desperte," — ela sussurrou, ajeitando o vestido. — "E ouçam bem: não tranquem a porta do quarto hoje. O Jorge já comentou comigo que está achando esquisito esse hábito de vocês de ficarem trancados. Não vamos dar motivo para ele desconfiar de nada."

Subimos as escadas em silêncio, como sombras. No quarto, deitamos cada um no seu lado, mantendo a encenação de primos bem-comportados caso alguém abrisse a porta. Mas, por baixo dos lençóis, o mormaço de Cabo Frio não dava trégua. Nossas mãos se encontraram, e ficamos ali, trocando carícias escondidas, sentindo o calor da pele um do outro enquanto comentávamos em sussurros sobre a loucura de termos acabado de esfolar a mãe dela na cozinha. Entre risadinhas abafadas e promessas de mais, o cansaço do sexo e do álcool finalmente nos venceu.

Acordei na manhã de segunda-feira com o sol rachando nas frestas da cortina e uma ereção matinal que parecia querer rasgar a cueca. O contato do lençol no meu pau latejante era um suplício. Não aguentei; rolei para o lado e comecei a roçar meu volume na bunda da Letícia. Ela despertou com um suspiro pesado, sentindo minha pressão contra o corpo dela. Não dissemos uma palavra. No silêncio da manhã, enquanto a casa ainda bocejava, iniciamos um sexo rápido e visceral, com ela gemendo baixinho no meu ouvido para não alertar os pais no quarto ao lado.

A urgência do momento não permitia rodeios. Puxei a gatinha para perto, sentindo o calor da sua pele dourada contra a minha. Ela arqueou as costas, facilitando o encaixe enquanto eu a penetrava com estocadas curtas e firmes, tentando controlar a respiração para não fazer barulho. O prazer era agudo, potencializado pelo risco constante de alguém bater na porta. Quando senti que estava chegando no limite, tentei recuar, mas Letícia segurou meus quadris com força, me puxando para dentro dela.

— "Não para, Bruno... pode vir tudo dentro," — ela sussurrou de forma frenética, com a boca colada no meu ouvido. — "Pode gozar, é seguro... eu tomo pílula, não se preocupa."

Ouvir aquilo foi o gatilho final. Perdi o pouco controle que me restava e descarreguei tudo, sentindo os espasmos dela envolverem meu pau enquanto eu me esvaziava completamente. Ficamos ali, ofegantes e abraçados por alguns segundos, saboreando a cumplicidade daquele segredo matinal.

Dessa vez, fomos os primeiros a levantar. Quando o resto da família acordou, já estávamos na cozinha, com cara de quem tinha dormido dez horas seguidas. O café da manhã foi animado; o plano do dia era encarar um bloquinho de rua no centro de Cabo Frio.

— "Segunda de Carnaval pede fantasia!" — anunciou meu pai, Otávio, já animado.

O clima na cozinha era de pura euforia. O mormaço de Cabo Frio já ditava o ritmo logo cedo, misturado ao cheiro de café e protetor solar. Meu pai, Otávio, e meu tio Jorge já separavam o cooler e as canecas térmicas, ansiosos para o segundo round de folia. Enquanto eles discutiam qual bloco seguir, eu trocava olhares rápidos com Valéria e Letícia. A cumplicidade entre nós três era uma corrente elétrica; ninguém na mesa imaginava que aquelas duas mulheres, agora tão "compostas", tinham passado a madrugada sendo devoradas por mim na lavanderia.

Fomos nos arrumar. Repeti minha fantasia de Pirata, com a camisa aberta exibindo o peito bronzeado e o brilho de quem estava no topo do mundo. Letícia voltou a ser minha Diabinha, com o biquíni vermelho sumindo naquela bunda redonda. Mas as outras duas mulheres da casa pararam tudo. A Tia Valéria surgiu de Enfermeira, com um vestidinho branco tão curto que o estetoscópio de brinquedo parecia um convite para o "exame" que só eu sabia fazer.

E então veio minha mãe, Helena. Ela apareceu na sala de Mulher-Maravilha, e confesso que meu fôlego sumiu por um segundo. O bustiê apertava seus seios rígidos e o shortinho azul estrelado marcava cada fibra daquelas coxas de atleta. Ela dançava uma marchinha que vinha da rua, jogando o quadril com uma euforia que fazia as estrelas do shortinho brilharem sob o sol que entrava pela janela.

Fomos para o centro. O bloco era um mar de gente, suor e purpurina. O som dos tambores batia direto no peito, e a multidão nos empurrava uns contra os outros. Eu estava hipnotizado, vendo minha mãe dançar na nossa frente. Ela levantava os braços, sorrindo, e o movimento fazia seu corpo de elite se desenhar de um jeito que me deixou fixo, sem conseguir desviar o olhar daquela bunda dura de pedra se mexendo no ritmo do samba.

Senti um puxão no meu braço. Era Valéria, com a diabinha da Letícia logo atrás. As duas me olhavam com um deboche carregado de malícia.

— "Que é isso, Bruninho? Comendo a própria mãe com os olhos?" — a Valéria sussurrou no meu ouvido, rindo da minha cara. — "Já não basta estar esfolando a tia e a prima? É insaciável mesmo..."

— "Olha só pra ele, mãe..." — Letícia entrou na onda, beliscando minha cintura. — "É um safado sem limite. Tá querendo completar o álbum da família em pleno bloco, pirata?"

Eu tentei manter a pose, meio sem graça, mas o pau já latejava na bermuda. — "Nada a ver, vocês são malucas... é minha mãe, pô. Tô só vendo como ela tá animada."

As duas riram alto, se divertindo com o meu constrangimento, enquanto meu tio e meu pai buscavam mais cerveja no meio da massa.

O centro de Cabo Frio era um caos de gente. No meio da multidão, eu jogava meu charme. Em um momento, eu estava prensando a Tia Valéria contra uma grade, sentindo a mão da "enfermeira" buscar meu pau por dentro da bermuda sob o calor do sol. Minutos depois, eu já estava dando amassos vorazes na Letícia enquanto o trio elétrico passava. A adrenalina de despistar meus pais e meu tio Jorge era o melhor combustível. O calor da rua e o álcool nas veias transformavam tudo em um grande playground proibido. Mas a Tia Valéria, sentindo o mormaço pesar e o desejo acumulado, me puxou pela gola da camisa.

— "Eu não aguento mais Bruno... Eu preciso desse pau agora. Meu cu tá pulsando desde que eu te vi de pirata na sala. Vamos sumir daqui, e a Letícia vem com a gente."

A urgência na voz dela era o sinal. Olhei ao redor e vi o beco familiar. — "Eu conheço o lugar perfeito," — disse, com um sorriso de canto. — "Vem comigo."

Guiei as duas para o casarão abandonado atrás da Praça. O cheiro de maresia e mofo nos recebeu no beco escuro, o mesmo onde tudo começou com a Letícia.

— "Esse lugar me traz ótimas lembranças, primo..." — Letícia sussurrou, já puxando a saia de tule para cima. — "Foi aqui que você me mostrou quem mandava, lembra?"

— "Eu lembro de cada detalhe, Leti," — respondi, prensando a Valéria contra o muro de pedra áspera enquanto o som da bateria do bloco ficava abafado ao longe. — "E agora eu trouxe a mãe pra ver se ela aguenta o tranco no mesmo lugar onde a filha se entregou."

Arranquei o estetoscópio da Valéria e a virei de costas de uma vez. Ela já estava pronta, o cu dilatado e úmido pela expectativa. — "Pára de falar e me rasga logo, Bruno! Me fode no cu com ódio!" — ela rosnou, cravando as unhas na parede.

Enterrei o pau com toda a força naquele alvo seco e apertado. O urro da Valéria ecoou no beco enquanto eu a esfolava sem dó. — "Ouve só a sua mãe, Letícia! Ouve como ela implora pra ser arrombada no mesmo muro que você!" — eu dizia, puxando o cabelo loiro da prima e trazendo o rosto dela para perto do meu enquanto eu socava a mãe.

— "Fode ela, Bruno! Destrói a enfermeira!" — Letícia gritava, já ajoelhada na minha frente, usando a língua para lamber meus ovos enquanto eu trabalhava no cu da Valéria. — "Eu quero ser a próxima, quero sentir você me rasgando igual tá fazendo com ela!"

Inverti as posições com uma selvageria que o mormaço de Cabo Frio exigia. Coloquei a Letícia de quatro e a Valéria deitada embaixo dela. Eu socava a bocetinha da diabinha com estocadas que faziam o corpo dela tremer todo, enquanto a Valéria usava as mãos para apertar meus glúteos e orientar o ritmo.

— "Isso, garanhão! Come essa ninfeta como se não houvesse amanhã!" — Valéria incentivava, com os olhos revirando. — "Sente como ela tá apertadinha pra você... Me beija, Bruno! Me beija enquanto você acaba com ela!"

Eu revezava entre os orifícios das duas com um domínio absoluto. O vocabulário era chulo, sem nenhum pudor. — "Quem são as cadelas do pirata aqui? Diz pra mim!" — eu comandava, dando tapas firmes que deixavam as marcas dos meus dedos naquelas bundas monumentais.

— "Nós somos suas, Bruno! Faz o que quiser com a gente!" — elas gemiam em uníssono.

No ápice da loucura, com o suor escorrendo e o prazer atingindo níveis insuportáveis, eu parei as estocadas e as ajoelhei frente a frente no chão sujo daquele beco. Meu pau latejava, pronto para explodir.

— "Ajoelhem agora. Letícia, abre a boca!" — comandei com autoridade, sem margem para questionamentos.

Puxei o pau para fora e, com movimentos frenéticos, disparei jatos grossos e quentes. Gozei tudo diretamente na boca da Letícia, que recebeu cada gota da minha porra com uma sede insaciável. Quando senti que tinha descarregado o último jato, segurei o queixo dela com firmeza antes que ela fizesse qualquer movimento.

— "Não engole ainda, Letícia. Fica com ela aí," — ordenei, vendo os olhos dela brilharem em confusão e desejo. — "Agora, compartilha o leite do seu dono com a sua mãe. Quero que vocês se beijem trocando o meu leite agora mesmo!"

As duas travaram por um segundo. Letícia arregalou os olhos, com o sêmen ainda acumulado na boca, e a Valéria recuou levemente, com o rosto pintado de surpresa e uma relutância que o álcool tentava esconder. O tabu ali era pesado, e por um instante o silêncio do beco foi absoluto, quebrado apenas pelo som distante da bateria do bloco. Mas a Valéria, dominada pelo vício do prazer e pela autoridade que eu exercia sobre as duas, acabou cedendo. Ela segurou o rosto da filha com as mãos trêmulas e selou seus lábios nos dela, tomando o meu leite diretamente da boca da Letícia. Elas se beijaram de forma intensa, trocando o meu sêmen em um ato que selava um novo e perverso nível de cumplicidade entre mãe e filha.

Nos arrumamos rápido, limpando os vestígios daquela selvageria enquanto o som da bateria voltava a ecoar forte. Saímos do beco do casarão e, em poucos minutos, reencontramos o resto da família no meio da multidão. Meu pai e meu tio Jorge, já devidamente altos, nos olharam de cima a baixo assim que nos viram.

— "Onde é que vocês três se meteram? Sumiram do mapa!" — Jorge perguntou, tentando equilibrar a caneca de cerveja enquanto nos encarava.

— "Ih, tio, o bloco deu um empurrãozão e a gente acabou se perdendo na confusão," — respondi com a cara mais lavada do mundo, ajeitando a camisa de pirata. — "A Letícia passou mal com o calor e a gente foi buscar uma sombra e uma água num quiosque ali atrás até ela melhorar. O sol de Cabo Frio não está para brincadeira."

— "É, pai, eu dei uma tontura, mas o Bruno e a mãe me ajudaram. Agora já estou 100%,"

— Letícia completou, me dando um olhar cúmplice enquanto ajeitava o biquíni de diabinha.

Eles acreditaram na hora, rindo e nos puxando de volta para o meio da folia. Seguimos o bloco com a família, mergulhados na música e no suor da rua, mas com o segredo daquele casarão queimando entre nós três.

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