Olá, amores.
Estou até agora encantada com o feedback de vocês após o primeiro conto. De verdade, não imaginava nem esperava tanto carinho, obrigada!
Alguns me pediram, pelo e-mail, para contar minhas primeiras experiências. Mas o site tem políticas claras que me impedem de contar qualquer dessas histórias, por conta da minha idade na época!
Mesmo assim, acho que tenho boas histórias para contar rs
Para quem não leu o primeiro conto, uma breve apresentação: Meu nome é Agatha, tenho 27 anos, sou casada e mãe de uma princesinha de 7 anos. Tenho 1,64m de altura, 58kg, loira, seios médios e bumbum um pouco maior que a média. Sou psicóloga, trabalhando principalmente com crianças e adolescentes.
Hoje, vou contar sobre um PA que tive, que era vizinho de apartamento no condomínio que eu morava antes.
Conheci Natan nos corredores do prédio. Moreno claro, não muito mais alto que eu, mas com um olhar intenso que sempre me chamou a atenção. Mesmo sendo casada, Natan nunca tentou disfarçar seus olhares, principalmente quando eu estava na piscina.
E foi na piscina que tudo começou.
Sempre aproveitei as viagens do meu marido a trabalho para manter a marquinha em dia. Então em um sábado logo cedo, lá estava eu e meu bikini não muito discreto, azul marinho, deitada de bruços na beira da piscina.
Foi quando ouvi uma voz masculina, grave e marcante, me perguntando se eu queria água. Era Natan, usando uma sunga preta no estilo boxer que, honestamente, também não escondia muita coisa.
Era nítida a existência de um volume ali escondido, e eu fiquei com água na boca. Mas me comportei. Estava em público, onde todos conhecem meu marido, e não iria dar qualquer chance para o azar.
Conversei superficialmente com Natan, agradeci a água, falamos sobre o clima, sobre o calor e sobre relacionamentos. Descobri que Natan também era casado, e sua mulher também viajava a trabalho, e essas coincidências nos conectaram.
Trocamos números e passamos a conversar por whatsapp nos dias que se seguiram. E nessas conversas, foi fácil perceber que os dois tinham a mesma dificuldade: um cônjuge que não chegava nem perto de nos satisfazer.
E foi assim que, em uma noite fria, com meu marido viajando e a esposa dele também, minha filha dormindo no berço e, enquanto conversávamos, bebíamos vinho, cada um em seu apartamento, que a coisa saiu de controle.
Próximo de meia noite, uma foto dele engatilhou tudo: a garrafa de vinho estava seca, enquanto a minha ainda estava cheia. E eu não poderia deixar ele passando sede, que tipo de vizinha eu seria?
O convite foi automático. E em menos de 5 minutos, ele estava na minha porta. No minuto seguinte, estava sentado no sofá comigo, uma taça de vinho na mão, e meu coração quase saindo pela boca.
O vinho tem um forte poder afrodisíaco. E o álcool é ótimo para retirar qualquer inibição. Assim, a cada taça, estávamos mais próximos. Chegando ao ponto de minhas pernas estarem confortavelmente sobre seu colo.
Um olhar mais demorado foi suficiente. Sua boca estava colada na minha, e sua língua com gosto de vinho e pecado provocava a minha.
Natan me deitou no sofá, deitando sobre mim. Meu pijama, composto por um shortinho leve, uma calcinha de algodão e uma blusinha de alcinha, mal reduzia a sensação dos toques dele.
Sua boca ia até a minha, passeava pela minha orelha, meu pescoço, mordendo de leve, e me levando à loucura. Ao mesmo tempo, seu volume era facilmente percebido pelo seu shorts.
Suas mãos subiram minha blusinha, e fiz questão de atirá-la para o outro lado da sala. Porém, quando tentei tirar sua camiseta, Natan me segurou com firmeza e disse que eu só faria o que ele permitisse.
Sua boca desceu pelo meu pescoço até meus seios, e começou a chupar.
Um detalhe sobre minha pessoa: meus seios são uma das partes mais sensíveis do meu corpo. Absolutamente qualquer toque neles me deixa com tesão, e Natan sabia exatamente o que fazer.
Lambia, mordia, apertava, beliscava. E a cada gemido meu, ele aumentava a intensidade, em um ciclo virtuoso e prazeroso.
Desceu pela minha barriga com a língua, indo até meus pés, e subindo novamente pelas minhas coxas. Arrancou meu shorts e minha calcinha em um golpe único, me deixando totalmente exposta, excitada, com uma quantidade absurda de mel vertendo de dentro de mim.
Sua língua era habilidosa. E em menos de um minuto, tinha encontrado o ponto exato para me fazer perder o controle a aumentar meus gemidos. Uma almofada foi necessária para abafar meus barulhos e não acordar minha bebê, enquanto eu segurava os cabelos daquele homem que, com uma facilidade surreal, estava me fazendo gozar copiosamente em sua boca.
Ele se afastou, me deixando recuperar o fôlego. Quando voltei à consciência, me ajoelhei na frente dele, com as mãos em seu shorts, tentando tirá-lo.
Eu esperava muitas reações, mas nunca imaginei que essa ação me faria levar um tapa forte e alto no rosto. E acho que ele esperava muitas reações, menos que meu olhar seria de absoluta submissão e, principalmente, tesão.
Ali, eu soube que ele gosta de dominar, e ele sou que gosto de ser dominada. Ele, sádico. Eu, masoquista.
Outro tapa veio em seguida, e implorei para ele me deixar chupar. Natan, então, abaixou seu shorts e enfiou seu pau na minha boca.
Era menor do que imaginei, mas muito grosso. Era difícil caber, pulsava, e os tapas continuavam, acompanhados e puxões no meu cabelo, me forçando a engasgar e sufocar.
De uma vez, Natan me levantou e me colocou de 4 no sofá. Me fez colar o rosto no estofado, totalmente empinada a exposta. E logo senti aquele pau grosso me pressionando, louco para entrar.
Olhei por cima dos ombros, com meu rosto mais safada possível. Ainda assim, ele não enfiou. Ficou com a cabecinha pressionando, mas sem entrar de vez.
Quando implorei para ele me comer, tomei um tapa violento na bunda. E ele mandou: joga sua bunda pra trás.
E assim eu fiz.
Joguei a bunda para trás, com um único golpe, sentindo entrar rasgando, até minha bunda bater no corpo dele.
Natan, então, começou a foder. Forte, enfiando tudo, sem dó. Me batendo com força, me enforcando e puxando meu cabelo.
Meu segundo orgasmo foi repentino. Não percebi chegando, e quando vi, estava com a visão quase apagada, com câimbras intensas nas pernas. E isso não parou Natan, que me jogou deitada no sofá de novo, se encaixou sobre mim e voltou a foder, olhando nos meus olhos.
Sua mão direita me enforcava, sem largar meu pescoço. Sua mão esquerda, por outro lado, alternava entre meus seios e os tapas no meu rosto.
Nossos gemidos ficaram mais intensos. Seu ritmo ficou oscilante. E ele me perguntou onde eu queria que ele gozasse.
Olhei no fundo dos seus olhos, e disse que ele poderia gozar onde quiser.
Ele me deu um tapa e me mandou escolher, mas minha resposta foi a mesma.
Natan, então, disse que se eu não escolhesse, ele iria gozar do jeito que estava.
Eu só tive tempo de responder, pela terceira vez, que ele poderia gozar onde quiser.
Seu ritmo acelerou, sua boca chupava meus seios, e eu gozei pela terceira vez, enquanto sentia seus jatos me inundando.
Depois dessa noite, Natan era visita frequente no meu apartamento. E só paramos de nos encontrar quando ele se mudou para outra cidade.
Obrigada pela leitura de hoje, e espero que sejam compreensivos com minha falta de experiência.
Aceito dicas, conselhos e críticas nos comentários ou por e-mail: hotwiferp@gmail.com
Beijos e fiquem bem <3