O Dia 4 pulsava com o vício do pacto aprofundado ao extremo, corpos exaustos, mas famintos por mais, músculos doloridos e pele marcada pelas loucuras acumuladas — minha boceta ainda sensível e inchada do Dia 3, arranhões frescos nas costas de Marcelo, o ar das casas impregnado de sêmen seco, suor e desejo feral. Mensagens no grupo privado sussurravam planos caseiros radicais: brutalidade primal e sem freios para um lado, iniciação proibida ao pó com plug anal para o outro — tudo confinado às salas familiares, sem escapatória das quatro paredes que nos aprisionavam no prazer.
Manhã de Adriane e Leonardo: Conversa Premonitória Sobre o Proibido
Na casa deles, o sol filtrou tímido pelas persianas de linho branco, aroma de café preto forte subindo da cafeteira italiana high-tech, xícaras fumegantes de porcelana fina na mesa de vidro fosco da cozinha minimalista. Leonardo acordou primeiro, boxer cinza marcando o volume matinal, preparando o ritual matutino; Adriane desceu devagar de robe de seda curto preto entreaberto, revelando a curva esguia dos seios pequenos e firmes de pilates, cabelos loiros desgrenhados em ondas suaves caindo nos ombros, beijando seu ombro nu e quente enquanto pegava a xícara: "Bom dia, Leonardo. Dormiu pensando no cinema de ontem?". Sentaram lado a lado com croissants amanteigados crocantes e fatias generosas de melancia fresca e suculenta, conversa fluindo descontraída mas carregada sobre o expediente e os dias anteriores — "Você obedeceu tão perfeitamente no sofá... mas e se a gente ousasse mais hoje? Tipo o pó que os outros usam nas confissões", disse ela com sorriso intrigado e provocante, mão leve roçando o antebraço musculoso dele em gesto casual mas elétrico, unhas curtas traçando veias salientes. Ele hesitou breve, admitindo curiosidade reprimida de juventude: "Nunca usei, mas com você comandando... por que não?". Ela sorriu cúmplice, mão subindo sutil ao joelho dele sob a mesa: "Hoje testamos juntos, mas eu controlo tudo — linhas perfeitas, e algo extra pra você sentir meu domínio". Beijo casto mas demorado na boca selou o pacto matutino, vestiram ternos impecáveis para o trabalho com olhares famintos, expectativa pairando densa como fumaça.
Andressa e Marcelo: Manhã Tensa de Tesão Acumulado e Agressivo
Aqui em casa, amanheci prensada contra a parede fria do quarto pelo corpo pesado de Marcelo, seu pau matinal grosso e semi-ereto roçando insistentemente a curva carnuda e marcada da minha bunda sob os lençóis amassados e úmidos de suor noturno, respiração quente no meu pescoço: "Acorda, Andressa... hoje te quebro de verdade na sala". Café forte e preto na cozinha ainda caótica do Dia 2 — chão com marcas sutis de mãos e sêmen seco, aroma residual de sexo cru misturado a tomate queimado —, rindo rouco enquanto limpávamos superficialmente: "Jogos ontem foram foda, mas hoje sem frescuras — só brutalidade primal, te rasgo ao meio", provoquei, minha coxa grossa e pesada pressionando a dele de leve ao passar o pano úmido, sentindo o pau dele pulsar contra mim. Ele apertou minha cintura possessivo com mão grande e calejada, unhas cravando levemente: "Você aguenta, vadia madura... vai implorar por mais". Dia de trabalho leve e distraído, mas mensagens safadas trocadas incessante — fotos discretas do volume inchado na cueca dele no banheiro do escritório, minha mão simulando um movimento bruto sob a mesa da reunião —, desejo fermentando lento e violento como uísque envelhecido, prometendo explosão.
Noite de Andressa e Marcelo: Brutalidade na Sala (Sexo Primal e Sem Freios)
Marcelo transformou a sala ampla em arena primal: luzes baixas do abajur lançando sombras agressivas nas paredes bege, sofá largo de couro reforçado com almofadas jogadas no chão, tapete felpudo grosso pronto para impactos, garrafa de uísque puro escocês nas taças baixas de vidro grosso, doses triplas sem gelo queimando gargantas como fogo líquido, ar parado denso com cheiro de couro e antecipação feral. Eu vesti lingerie preta rasgável de renda fina — sutiã push-up realçando seios cheios e pesados, calcinha fio dental enfiada na bunda empinada —, maquiagem borrada intencional nos olhos; ele nu da cintura pra cima, torso musculoso suado do dia, short baixo revelando pau meia-bomba grossa e veiuda pulsando. "Nada de joguinhos hoje — só te foder como animal", grunhiu voz grave, engolindo uísque, olhos selvagens fixos nas minhas curvas maduras.
Sem preliminares suaves: agarrou-me pelos cabelos cacheados com punhado firme, jogou-me de bruços no sofá com impacto surdo, rasgou calcinha com mãos brutas num som seco — boceta depilada exposta úmida de expectativa, ânus franzido piscando. Dedos grossos invadiram sem aviso, dois mergulhando fundo no canal apertado inicial seco, lubrificando com saliva espessa cuspida direto na entrada, esticando violento até eu gemer dor/tesão "Assim... me abre, porco!", paredes internas queimando delicioso.
Chupada bruta: ajoelhada no tapete áspero, ele fodeu minha boca sem piedade — pau grosso batendo fundo na garganta com estocadas curtas violentas, bolas pesadas esmagando queixo suado, saliva jorrando pelos seios, tapas leves no rosto corando bochechas "Engole tudo, vadia... chupa até sangrar!". Retribuí mordendo glande leve, unhas cravando coxas musculosas em sulcos sangrentos.
Sexo vaginal brutal missionário extremo no sofá: pernas grossas forçadas atrás cabeça numa dobra dolorida, ele metendo pilhas profundas impiedosas — glande vermelha socando útero a cada colisão violenta, quadris colidindo com palmadas secas, unhas minhas sangrando costas dele, gritos roucos "Me arromba mais fundo... quebra minha boceta madura, animal fudedor!", cabelo puxado como rédea. Tapas médios na bunda/clitóris inchado, ritmo insano acelerando; gozo meu convulsivo primeiro, ondas violentas apertando-o como torno vivo, leite grosso jorrando coxas trêmulas; ele rugiu explodindo dentro, jatos quentes espessos inundando útero até transbordar em golfadas cremosas pelas nádegas. Colapso suado no sofá rasgado, marcas roxas amanhecendo, riso rouco selando brutalidade animal.
Noite de Adriane e Leonardo: Iniciação ao Pó (Primeira Vez Controlada)
Adriane orquestrou a sala com precisão elegante: velas aromáticas de baunilha tremeluzindo na mesa de vidro fumê, taças altas de vinho tinto encorpado rubi brilhante, sofá largo de couro cinza com almofadas de veludo, luzes baixas criando penumbras íntimas. Ela de camisola de seda preta curta entreaberta nos seios pequenos firmes, cabelos loiros soltos; ele de calça moletom folgada, torso nu definido.
Conversa sobre drogas fluiu das confissões: "Vamos tentar o pó como eles... mas eu comando cada linha", disse voz autoritária, ligando contato discreto. Pacote chegou em 40 minutos — zip lock com pó branco fino cristalino reluzindo sob velas, cheiro químico sutil. Cartão traçando duas linhas perfeitas longas na mesa polida: "Olha como se faz". Inclinou-se graciosa, canudo metal no nariz direito, aspirou devagar — pó subindo ardente pelo septo como fogo líquido, queima intensa garganta com gosto amargo-metálico, onda lenta irradiando: zumbido quente narinas à cabeça clareando foco, coração disparando batidas fortes, pupilas dilatando captando detalhes — veias no pau dele pulsando, suor perolando clavícula dela —, pele arrepiada tátil, mamilos endurecendo sob seda, boceta inchando úmida latejante. Passou pra ele trêmulo: inalou inexperiente, queima explodindo, euforia elétrica corpo todo, pau endurecendo instantâneo dolorido, tesão amplificado 10x.
Efeito cocaína explodiu sincronizado: beijos castos viraram vorazes elétricos, línguas dançando com gosto químico misturado vinho, ela guiando dominante "Agora obedece meu comando... vira de bruços no sofá". Dedos lubrificados pressionaram próstata externa por baixo, massageando firme "Sente meu controle aqui... não goza antes da ordem". Oral dela nele amplificado: ajoelhada elegante, língua plana espiral glande salgada latejante ritmada torturante, sugando cabeça inchada vácuo maestria, mão massageando bolas cheias, outra bombeando base torções precisas — saliva fioando abundante, ele rosnando "Você manda perfeito... explodo".
Sexo dela por cima sofá hipnótico: subiu felina sobre ele reclinado, boceta úmida rosada engolindo pau inteiro centímetro ardente — paredes internas quentes pulsando veias amplificadas pó, quadris esguios ditando lento/intenso subidas descidas profundas rangendo couro, girando círculos clitóris roçando base, pó tornando fricção orgasmo iminente eterno — "Sente meu domínio enquanto monto... devagar, obedece". Mãos ombros unhas marcando vermelho, gemidos modulados "Controle total". Clímax sincronizado ondas elétricas, contrações dela torno vivo pau dele, sêmen jatos quentes enchendo-a transbordando. Massagem suave costas com óleo, sono abraçados pó correndo veias, vício iniciado sob domínio absoluto.