Como imaginei, a nova política da mamãe de sexo todo dia não conseguiu nem esperar a próxima viagem do papai. Considerando as horas longas que ele trabalhava, a gente tinha bastante tempo sozinhos. Ainda assim, a maioria dos nossos encontros era espontânea. Dois dias depois do nosso rolê no banco de trás, entrei na cozinha e encontrei ela cortando tomate. Levantei a minissaia dela, dobrei ela no balcão e comi. Em outra ocasião, encontrei ela tomando sol na piscina naquele biquíni amarelo favorito meu. Ela estava de costas, e puxei a parte de baixo dos quadris e deslizei pelos pés. Aí ela abriu as pernas. Abaixei meu short e deslizei meu pau nela sem falar nada.
— Ai, isso, me fode, Beto — ela gemeu, olhando pra baixo pra ação e destravando o biquíni. — Mete na minha buceta com todos os 25 centímetros e me leva pro paraíso. E chupa meus peitos no caminho.
Levei ela pro paraíso, pode crer. E aí tirei meu pau da buceta dela e jorrei meio litro de porra nos melões.
Ela também tinha iniciativa. Uma vez me pegou de surpresa no chuveiro. Passei sabonete nos peitos e bunda nus dela antes dela levantar uma perna e eu enfiar nela. No dia seguinte, foi na academia comigo e chupou meu pau no caminho. E numa tarde fantástica, ela apareceu na porta do meu quarto usando aquele sutiã meia-taça e calcinha de veludo preto infame.
— Viu alguma coisa que você gostou? — ela perguntou.
A gente nem chegou na cama dela. Fodi ela no chão logo ali fora do quarto principal. Ela cravou as unhas nas minhas costas e gritou tão alto que a voz ecoou no teto. E quando chegou minha vez de gozar, a gente estava transando de quatro, então tirei meu pau dela e explodi porra naquela bunda magnífica toda. Escorreu pelas pernas dela.
A gente até progrediu do impensável pro inaceitável quando, durante a madrugada numa manhã, fomos pra cima enquanto o papai estava em casa. Começou quando acordei com algo quente e molhado no meu pau e olhei pra baixo. Ela estava ajoelhada do lado da minha cama me chupando com vontade.
— Ai, mãe — gemi.
— Isso é loucura — ela sussurrou —, mas tô cheia de tesão pra caralho. Você me transformou num monstro.
— Tô pronto — eu disse, olhando pra baixo pro meu mastro ereto a todo vapor. — Tira essa camisola e vamos transar.
Ela puxou a camisola vermelha comprida pela cabeça e montou em mim.
Então ali estávamos nós, chupando e transando enquanto o papai roncava duas portas corredor abaixo. E se ele soubesse que a esposa linda e peituda dele estava naquele momento se empalando desesperadamente no pau enorme do filho deles? E se ele tivesse levantado pra ir no banheiro, ouvido gemidos baixos e rangidos de mola da cama e entreaberto a porta pra testemunhar, pela luz das estrelas de alguma anti-constelação retorcida, o corpo voluptuoso dela quicando no meu? E se ele tivesse visto ela morder o lábio de prazer contido enquanto o peito monstruoso dela balançava e ela descascava a buceta freneticamente pra cima e pra baixo no meu tronco de árvore?
Aí ele teria visto eu apertando as tetas gigantes dela e teria ouvido ela sussurrar:
— Mmm, Beto, seu pau grande e comprido sempre me faz sentir tão bem. Me fode, amor, me fode.
E ele teria me ouvido responder:
— Ai, gata, só conseguia pensar hoje em chupar seus peitões e bombear meu pau pra dentro e pra fora da sua buceta.
Aí, se ele tivesse estômago pra continuar assistindo, teria visto ela ter um orgasmo choroso e de dentes trincados em mim, depois pular do meu pauzão e acariciar freneticamente enquanto eu grunhia e jatava jatos monstruosos de porra nos peitos e pescoço e queixo dela todo.
E pro horror final dele, teria ouvido ela me incentivar:
— Ui, isso, Beto, jorra sua porra quentinha em mim toda!
Bom, era isso que ele teria visto e ouvido.
***
V
Aí o papai saiu pra uma viagem de duas semanas em São Paulo e eu e a mamãe começamos a meter pra valer. Mas a cena só ficou realmente insana numa tarde abafada quando minhas tias, as irmãs gêmeas mais novas da mamãe Linda e Cris, apareceram sem avisar. Achei que iam dar um mergulho na piscina e tava ansioso pra ver aquelas bundas empinadas e peitões nos biquínis minúsculos que elas sempre usavam. A Linda tinha namorado e a Cris era casada fazia dois anos.
Em vez de nadar, elas só ficaram batendo papo na sala. A mamãe tinha saído pra fazer compras o dia todo. Fiquei me perguntando o que tava rolando.
Elas responderam essa pergunta quando eu estava na cozinha fazendo uns sanduíches e as duas entraram. A Linda olhou pra trás enquanto a Cris veio até mim, rebolando o quadril mais que o normal. Os peitões dela pareciam carnudos e suculentos debaixo de uma blusa decotada em V; os da Linda eram igualmente cheios e firmes debaixo de uma blusa de malha esticada neles tipo barraca de circo.
A Cris apalpou meu bíceps esquerdo e sorriu pra mim de um jeito que eu nunca tinha visto.
— Ui, Beto, você tá ficando um gostosão — ela disse.
A Linda veio e pôs a mão no meu outro braço.
— Tá mesmo — ela disse, tentando fazer voz sensual mas parecendo meio nervosa. Os peitões dela tremeram debaixo da blusa.
— Beto — a Cris começou. Ela sempre foi a gêmea dominante. — Eu e a Linda começamos uma discussãozinha outro dia e achamos que você é o homem certo pra ajudar a resolver.
— Claro — eu disse. Dei um gole grande de suco de laranja. — Qual é a parada?
— Bom, primeiro, isso vai ter que ser nosso segredinho. Seus pais não aprovariam. E a Gisele até pode ficar com um pouquinho de ciúmes. — Ela quase deu uma risadinha no final disso, e fiquei pensando se as gêmeas sabiam que eu e a mamãe estávamos transando.
— É, você não pode contar pra ninguém, Beto — a Linda disse.
— Tá bom — eu disse. — Isso tá ficando interessante.
— Aqui está o problema — a Cris disse, sorrindo. — Eu e a Linda não conseguimos concordar qual de nós tem os peitos melhores.
Quase cuspi o suco de laranja.
— Uau, isso é interessante. — Olhei casualmente pros peitos das duas. — Vocês duas me parecem muito bem feitas.
— As duas usamos sutiã 42 — a Cris disse, segurando as mãos em concha debaixo do peitoral grande. As tetas balançaram nas mãos dela, as copas cheias se estendendo além dos dedos e os mamilos empinados pra cima tipo de adolescente. — A Linda acha que os dela são um pouco maiores, mas os meus têm formato melhor.
— Você que diz. Beto, vai ser o juiz? — a Linda perguntou. — Vamos, não fica tímido. — Ela começou a puxar a blusa pra fora do jeans.
— Com prazer — eu disse, dando um sorrisinho pras duas. — Encarar seus peitões lindos não vai ser novidade. Mal posso esperar pra ver eles pelados.
— Ui, ele não é nem um pouco tímido — a Cris ronronou enquanto desabotoava a blusa. Já dava pra ver o vale longo e profundo inchando debaixo de um sutiã de renda amarelo. — Claro, nossos peitos não são nada comparados com os globos massivos da sua mãe.
— 56 duplo F — a Linda recitou com inveja. — Aquelas coisas desafiam a gravidade. — Ela olhou pra Cris, que tinha terminado de desabotoar a blusa e tirou. A Linda puxou o suéter pela cabeça. O sutiã dela era um daqueles chatos de cobertura total. Só uma sugestão de vale estava visível.
A Cris olhou em volta cautelosamente.
— Tá bom, Beto, tá pronto?
— Ah, tô.
— Ui, você pode ser safado demais pra isso. Vamos ver. — Ela alcançou e destravou o sutiã e as tetas saltaram pra fora. Ela tirou dos ombros e deixou cair no chão. Os peitos eram enormes: redondos e resilientes e do tamanho de pêssegos muito grandes com um formato de gota natural perfeito. As auréolas eram pequenas tipo as da mamãe mas um pouquinho mais vermelhas.
Aí a Linda alcançou e desapertou o modelo vovó segurando os peitões no lugar. Caiu do peito dela pro chão. As tetas das gêmeas eram tão idênticas quanto os rostos. A Linda segurou a mão em concha debaixo do peitoral. Eram talvez um pouquinho maiores que os da Cris, mas eu realmente não me importava. Minhas duas tias curvilíneas estavam paradas na minha frente, me mostrando os peitões nus, e eu gostei. Meu pau estava crescendo e cutucando pra fora do short na coxa direita. Esperava que as gêmeas percebessem logo através do jeans.
— E aí? — a Cris cutucou, segurando as mãos com orgulho debaixo dos tanques.
— Quem tem o melhor par?
— Hmm, é tão apertado. Isso não vai ser fácil.
— Mmm, Beto, desde quando você ficou tão safado? — a Cris perguntou.
Aí fiz elas desfilarem pra mim—vistas de lado, mãos pra cima da cabeça, se curvando. Os peitos da Linda saltavam mais pros lados quando vistas de trás.
— Anda por aí e deixa eu ver eles balançando — eu disse.
— Ai, Beto, você tá adorando isso, né? A gente sabia que ia — a Linda disse enquanto desfilavam pela cozinha, dando passos elásticos pra fazer o equipamento sacudir. Vi os globos da Cris batendo um no outro pesadamente algumas vezes. Meu pau estava começando a latejar.
— Você já viu peitos pelados tão grandes quanto os nossos? — a Linda perguntou. — Pessoalmente, digo.
— Não lembro.
— Aposto que já — a Cris disse. — Aposto que já viu até maiores. — Agora eu tinha certeza. A mamãe tinha contado pra elas.
As duas se apresentaram na minha frente.
— E aí, juiz? — a Cris perguntou, plantando as mãos na cintura fina.
— Cara, não sei — enrolei.
— Por que você não apalpa eles — ela disse. — A gente sabe que você quer. — Ela chegou mais perto. — Aqui, experimenta os meus primeiro.
Coloquei as mãos neles. Eram firmes e encaixavam bem, transbordando só um tantinho voluptuoso por cima dos polegares. Levantei eles e pressionei juntos.
— Vale bonito — eu disse. Passei os dedos nos mamilos e eles começaram a crescer.
A Cris puxou um ar longo.
— Mmm, Beto, você tem mãos boas.
A Linda estava ficando com ciúmes.
— Vamos, Beto, experimenta os meus. — Experimentei. Eram quase tão firmes quanto os da Cris. Dei uns tapinhas nas laterais pra fazer eles tremerem e aí dei uma beliscada nos mamilos. A Linda gritou de brincadeira. — Que gostoso, Beto. Você obviamente já teve prática.
— Então, temos um vencedor ainda? — a Cris perguntou.
— Ainda não sei — eu disse, deslizando as mãos pela cintura da Linda e pelos quadris gostosos. — Talvez se eu fizer isso — eu disse, me abaixando e colocando os lábios em volta do mamilo direito da Linda. Ele ficou ereto na hora.
Ela soltou um gemido surpreso e passou a mão pelo meu cabelo.
— Ai, Beto, não sabia que você ia... — Tracei a auréola com a língua. Depois de alguns minutos mudei pro outro peito.
— Parece que ele sabe o que tá fazendo — a Cris disse. — Tá gostoso, Linda?
— Mmm-hum.
— Vem aqui e chupa meus peitos agora, Beto.
Fiz o que ela pediu. Os mamilos dela estavam duros tipo pedra antes mesmo de eu chegar neles. Ela embalou minha mão nas mãos dela e me guiou pra cada teta. Chupei forte neles e ela choramingou de prazer. Isso tava ficando bom. Alcancei e apalpei a bunda dela por cima da saia. Tipo os peitos, era cheia e firme.
Ela soltou um suspiro cheio de tesão e se encostou em mim. O umbigo dela pressionou contra meu pau duro e ela ofegou.
— Ai, meu Deus, Beto — ela disse, a mão rapidamente apalpando meu pau grande e comprido através do jeans. — Seu pau é enorme! Olha isso, Linda!
— Eu te disse, Cris — ela disse. — Eu vi através da sunga dele algumas semanas atrás. Ele tem pelo menos uns vinte centímetros.
— Vinte e cinco — eu disse, apertando os peitos da Cris.
— Vinte e cinco? — elas disseram em uníssono.
— Ai, meu Deus, tenho que chupar. Vou chupar seu pauzão, Beto — a Linda disse, desapertando meu cinto. Ela abriu o zíper do jeans e puxou até os tornozelos. Aí arrancou minha cueca e meu mastro latejante saltou pra fora. Olhei pra baixo com orgulho. Estava escuro e grosso e apontando num ângulo de 45 graus. A cabeça estava quase roxa.
— Jesus Cristo, Beto — a Linda disse, enrolando a mão nele. Aí ela começou a chupar. Só conseguiu botar a cabeça e mais uns três centímetros na boca. Ela rodou a língua em volta da cabeça e estalou os lábios nas laterais largas.
— Ai, isso, Linda, chupa — eu disse.
A Cris olhou pra baixo.
— Não acredito como seu pau é enorme. Você já comeu muitas meninas?
— Algumas.
— Já comeu alguma mulher de verdade?
— Uma.
— Aposto que sim.
A Linda chupou forte no meu pau e quase engasgou nele. A Cris alcançou e enrolou a mão na base.
— Porra, Beto — ela disse no meu ouvido. Virei meu rosto pro dela e a gente se beijou. Foi lento e selvagem. A língua dela entrou na minha boca e foi onde quis. A gente separou e olhou pra baixo de novo.
— Mmm — gemi.
— Ai, Linda, consigo chupar o pau dele melhor que isso. Sai. — Elas trocaram de lugar e a Cris cumpriu a promessa. Os barulhos obscenos de engolir dela ecoaram nas superfícies duras da cozinha enquanto ela escancarava a mandíbula e senti a ponta do meu pau deslizar pela garganta macia.
— Pelo menos sua bocona é boa pra alguma coisa, Cris — a Linda disse. — E aí, Beto, tá mais perto de uma decisão?
— Infelizmente não.
— Imaginei.
— Sabe — eu disse, segurando os melões enormes dela nas mãos —, peitos são só parte de uma criação linda. Talvez se eu ver a coisa toda na beleza, vou saber melhor.
— Você tá dizendo que quer ver a gente pelada.
— Isso.
Ela alcançou e abriu o zíper da saia. Caiu nos joelhos. Empurrou a calcinha azul clara pelos quadris e então jogou as duas peças pros pés. Os quadris eram cheios e lisos e a buceta era da mesma cor loira escura sexy do cabelo da cabeça. Passei a mão pela bunda nua. Era um pouco mais larga que a da Cris. Apertei os globos.
— Mmm — ela suspirou.
A Cris se levantou e tirou o jeans enquanto meu pauzão, brilhante com a saliva das duas mulheres, balançava obscenamente entre elas. Pelada, a Cris passou as mãos pelos quadris e cintura e segurou em concha debaixo dos globos grandes. Ela olhou pra mim e lambeu os lábios.
— O que você acha, amor?
— Acho que a gente ficaria mais confortável na sala.
Logo depois, a Linda estava sentada no braço da poltrona verde e eu estava bombeando meu pauzão pra cima e pra baixo entre os peitos dela enquanto ela segurava eles juntos. Minhas roupas formavam uma pilha perto da mesinha de centro e a Cris estava montada atrás de mim com os braços em volta do meu peito. Dava pra sentir a aspereza seca da buceta dela contra minha bunda e, logo abaixo, a umidade macia de chiclete da buceta dela.
— Ui, isso, fode os peitos dela com seu pauzão — ela disse, olhando por cima do meu ombro enquanto eu batia a cabeça do meu pau nos mamilos da Linda. A cada poucos segundos, a Linda pegava meu mastro na mão e dava uma chupada rápida e gananciosa. Coloquei de volta entre os peitos dela e deslizei a cabeça até o queixo.
— Jesus Cristo — ela disse.
— Deus do céu, Beto, seu pau é tão grande — a Cris disse. Ela alcançou e acariciou com uma pegada forte. Aí a Linda se abaixou e a Cris guiou a cabeça pelo rosto dela. Meu pau esfregou as bochechas e nariz e queixo, até os olhos.
— Ui, isso, tudo nela, esfrega seu pau no rosto dela todo — a Cris sussurrou, pressionando os peitões nas minhas costas.
Aí ela alcançou e segurou minhas bolas.
— Jesus, Beto, você até tem um saco grande. Tá cheio de porra?
— Ah, tá.
— Ai, Beto, tô tão cheia de tesão — ela disse. — Me fode com seu pauzão.
A Linda ouviu isso e olhou pra cima.
— Ah, não, eu queria que você me comesse primeiro, Beto.
— Desculpa, mana, eu pedi primeiro — a Cris disse enquanto me levava pro sofá. — Mas você pode assistir a gente. — Ela deitou de costas e os peitões se alargaram e balançaram no peito. Abriu as pernas. A buceta era um triângulo loiro largo e a boceta inchada era tipo carne rosa embaixo. A Linda veio e se ajoelhou na frente do sofá.
Me ajoelhei entre as pernas da Cris e me preparei pra dar nela. Ela apoiou a cabeça numa almofada e olhou pra baixo. Bom, pensei, as irmãs da mamãe são tão voyeuristas quanto ela. Olhei pra baixo também. Meu pau latejante pairava sobre ela, grosso e rígido tipo cano de espingarda.
— Me fode, Beto. Enfia seu pauzão na minha buceta e me come.
— Sim, senhora. — Alcancei meu pau, mas a mão da Linda chegou lá antes. Ela acariciou algumas vezes e então me guiou pro buraco da Cris. Empurrei a cabeça e a Cris rangeu os dentes.
— Ai, amor, vai devagar com esse negócio grande.
— Tá bom, gata. — Centímetro por centímetro, coloquei nela.
— Ugh! — a Cris gritou, olhando pra baixo. — Isso vai ser fantástico!
Meu pau alcançou o limite da buceta dela quando ainda tinha uns cinco centímetros pra ir. Comecei a deslizar devagar pra dentro e pra fora dela. Ela estava apertada, quase muscularmente apertada, e os lábios chupavam gananciosamente no meu mastro toda vez que eu puxava pra fora.
— Mmm, assim mesmo — a Cris gemeu. — Isso, me fode, Beto, me fode. Que gostoso, amor.
— Ai, isso, come ela, Beto — a Linda disse. — Fode a buceta da minha irmã com seu pau grande e comprido.
Aquele pau grande e comprido meu estava deslizando pra dentro e pra fora dela gostoso, então acelerei o ritmo pra um trote constante. Os melões da Cris começaram a girar e bater barulhento um no outro. Ela agarrou meus ombros e ofegou no ritmo das minhas estocadas. Meu pau estava fazendo um barulho molhado na buceta dela e a bunda tava ficando molhada com o mel enquanto minhas bolas batiam nela.
— Ui, amor, me fode — ela disse, olhando pra baixo de novo pra ver meu pauzão bombear a buceta dela tipo poço de petróleo. — Ai, Beto! AI! Isso, satisfaz minha buceta com seu cacete grande. Ai, você tá me dando uma trepada tão boa. Que delícia. Mmm, estocadas longas e boas, tudo pra dentro e pra fora.
A Linda estava dedando o clitóris da Cris com uma mão e o próprio com a outra. Me inclinei e chupei um dos peitos dela.
— Ai, Beto — ela gemeu —, não consigo tirar os olhos da visão do seu pau fodendo a buceta dela. Nunca vi nada igual.
— E nunca senti nada igual! — a Cris gritou quando dei uns socões pélvicos rápidos.
— Você tem uma vista melhor se lamber minhas bolas — eu disse pra Linda. Alguns segundos depois senti a língua dela no meu saco pistonando.
— Isso, lambe as bolas grandes dele enquanto ele me fode, Linda — a Cris disse, assistindo a irmã. — Devem tá cheias de porra. Tô tomando pílula, Beto, então pode gozar dentro de mim.
— Ah, nem pensar, Cris — a Linda reclamou. — Ele não vai gozar até me comer também.
— Gente, consigo gozar várias vezes — me gabei.
— A gente tá contando com isso, amor — a Linda disse —, mas quero um pouco de você na primeira rodada.
— Não escuta ela, Beto. Quero que você jorre uma carga enorme de porra na minha buceta. Esvazia suas bolas dentro de mim.
— Ele não vai fazer nada disso — veio uma voz familiar atrás de nós.
Parei no meio da estocada e olhei por cima do ombro.
A mamãe estava parada ali com o sorrisinho divertido mais fraco nos lábios.
***
VI
— Ah, merda! — a Cris gritou.
— Gisele! — a Linda disse ao mesmo tempo.
— Oi, mãe — eu disse, olhando pra ela. Ela estava usando um suéter folgado de tricô que pendurava nos peitões enormes tipo cortina de teatro. Encarei a parte de cima do peito e imaginei o vale massivo, os globos firmes e gostosos apertados juntos num sutiã sexy. Meu pau latejou de novo.
— A gente achou que você ia ficar fora o dia todo — a Linda disse.
— Dá pra ver. Devia ter desconfiado quando contei pra vocês duas taradas sobre eu e o Beto. Sabia que iam querer um pedaço da ação.
— Ele é tão bom quanto você disse — a Cris ofereceu.
— Ah, eu sei. Tô aqui assistindo vocês três desde que começaram a transar. Foi tipo filme pornô ao vivo. Agora tô cheia de tesão — ela disse, jogando a bolsa numa cadeira e tirando as sandálias. Aí abriu o zíper do short e começou a empurrar pelos quadris largos.
— Ai, meu Deus, Gisele, você vai participar?
— Vou. Vocês duas são boas, mas ninguém consegue satisfazer o Beto tipo eu.
Ela estava certa nisso.
— Então aproveita as últimas estocadas, Cris, porque assim que eu tirar a roupa, o Beto vai me foder e vocês vão assistir.
— Ai, Deus, Beto, rápido — a Cris disse. — Me dá, amor. — Ela saltou o quadril pra cima e pra baixo freneticamente e martelei a buceta dela com meu mastro grande. — Isso, me come quente e rápido!
Olhei pra mamãe. Ela estava só de sutiã e calcinha. O sutiã era de cetim dourado que ficava baixo e elástico nos melões e deixava eles balançarem a cada passo. Era um dos meus favoritos. A calcinha era do mesmo material. A pele estava bronzeada de tomar sol no dia anterior e as pernas longas e gostosas eram lisas tipo gelo derretendo. Ela era tipo modelo da Hope—só que com um peitoral gigantesco.
— Rápido, Beto, vou gozar — a Cris gritou. — Ai, isso, continua. Mais rápido, amor. Ugh, isso. Tô gozando. Tô gozando. Fode minha buceta. Tô gozando!
Ela fechou os olhos com força e soquei ela nas almofadas do sofá. Ela berrou e arranhou meus braços. O quadril entrou em espasmo e arqueei as costas pra enfiar meu pau até o fundo. Finalmente, os gritos diminuíram.
A Linda tinha empalidecido.
— Jesus, Cris, você tá bem?
— Tô — a Cris ofegou. — Mas vou estar dolorida amanhã.
— Ai, Beto — a mamãe chamou num tom cantado.
Ainda em cima da Cris com meu pau nela, olhei pra direita e meu rosto quase bateu nos melões enormes da mamãe. Ela estava pelada e ajoelhada do lado da Linda. A diferença no tamanho dos peitos era impressionante.
Os da Linda eram grandes, muito grandes. Qualquer mulher adoraria ter eles, mesmo com implante. Mas os da mamãe eram mais que o dobro—e com formato mais lindo. Eram do tamanho de melões mas arqueavam do peito tipo bananas viradas pra cima. Eram a oitava e nona maravilhas do mundo. Beijei e chupei os dois e os mamilos grandes se levantaram e disseram oi.
— Vem aqui pra eu botar meu pau em você — eu disse pra ela.
Mamãe olhou pra Cris, que estava recuperando o fôlego debaixo de mim.
— Tá bom, sai daí, irmãzinha — ela disse. — Eu e meu filho vamos mostrar pra vocês como é uma trepada séria de verdade.
Tirei meu pau da Cris e ela rolou pra fora do sofá. Mamãe tomou o lugar dela e esticou o pescoço pra me dar um beijo longo e profundo de oi.
— Ai, meu Deus — ouvi a Linda dizer. — Não acredito. Ele vai mesmo foder a própria mãe dele.
Mamãe levantou a cabeça pra olhar pra baixo pro meu mastro grande, que estava deitado rígido tipo submarino na barriga chapada dela.
— Ai, Beto, bota seu pau na minha buceta e me come bem. — Ela flexionou o quadril um pouco pra me dar um ângulo bom e dar uma vista legal pros dois.
Peguei meu pau numa mão e guiei pra entrada dela. Massageei o clitóris dela com a cabeça. Ela gritou de prazer.
— Ai, Beto! Para de me provocar, amor. Enfia seu pauzão em mim e começa a bombear. Quero que você me foda e goze em mim toda bem na frente das minhas irmãs.
Fiz o que a dama pediu. Ela soltou um gemido longo e satisfeito enquanto meu mastro grande encheu a buceta dela e minhas bolas se aconchegaram na bunda. Aí comecei a dar nela com estocadas longas e rápidas, levantando a bunda bem alto no ar a cada subida. Mamãe passou as mãos pelas minhas costas e ofegou.
— Bomba mais rápido — ela comandou. — Ui, isso. Bomba seu grandão pra dentro e pra fora de mim. Ai, Beto! — Ela estava muito, muito cheia de tesão.
Era a primeira vez que a gente transava no sofá da sala, e era mais resiliente do que eu esperava. O quadril dela saltava pra encontrar minhas estocadas enquanto eu via meu pauzão, brilhante com os fluidos de três mulheres diferentes, perfurar pra dentro e pra fora da buceta dela.
Ela olhou lá embaixo também.
— Ai, meu anjinho, me fode com seu pauzão. Mmm, isso, assim mesmo. Adoro ver ele deslizando pra dentro e pra fora. Mais forte, amor. Me soca. Ai, Beto, querido! AI! BETO! UGH! SIM! SIM! — Os peitos estavam balançando pra cima e pra baixo e batendo um no outro tipo duas células tentando se fundir.
Dei nela daquele jeito por mais alguns minutos enquanto os gritos diminuíam e cresciam. Olhei pras gêmeas. Elas pareciam que estavam vendo o primeiro filme pornô da vida.
— Ai, meu Deus — a Cris disse. — Ai, meu Deus. Eles tão transando. Ele tá com o pau nela e eles tão transando. A Gisele tá realmente fodendo o próprio filho.
— Eu disse que tava — a mamãe disse.
— Eu sei, mas ouvir sobre isso é uma coisa — a Cris disse.
— Me come de quatro — a mamãe disse pra mim.
Vi os melões grandes balançarem enquanto ela se dobrou por cima do encosto do sofá com a bunda larga em formato de coração empinada pra fora. Montei atrás dela e deslizei meu instrumento nela. Comecei a bombear e ela começou a gritar.
— Me fode, Beto! Me fode!
Enquanto a gente metia, a Linda veio e sentou do nosso lado no sofá, se dedando freneticamente. Ela abriu as pernas bem abertas e apalpou os peitos com uma mão. Os olhos, quando abertos, ficavam colados na visão do meu pau desaparecendo na mamãe.
— Ai, merda, isso é tão quente — a Linda disse. O dedo estava se movendo tão rápido no clitóris que a mão era um borrão. — Ai, vou gozar! Vou gozar só de assistir vocês dois!
Olhei pra baixo pras costas lindas da mamãe e senti o ritmo dela. Ela não estava à beira do orgasmo, e eu também não. Uma paradinha rápida era necessária. Me inclinei e sussurrei no ouvido dela:
— Volto num minuto. — Aí tirei meu pau dela e ela choramingou protestando.
Dei um passo de lado na direção da Linda.
— Vou gozar! — ela disse.
— Vai gozar mesmo — eu disse. — Vai gozar com meu pauzão na sua buceta!
A Linda abriu os olhos e um sorriso iluminou o rosto.
— Ai, Beto! Vai me comer?
— Vou. Agora. — Parado na frente dela, dobrei as coxas dela até o peito e ela pôs os tornozelos nos meus ombros. Aí peguei meu pau na mão e enfiei nela com uma estocada safada. Ela estava apertada e grossa.
— Aie! Espera, amor — ela disse, tipo alguém que acabou de mudar de ideia sobre ir na montanha-russa mais alta do parque. — Seu pau é tão grande. Vai devagar.
— Devagar é o caralho — eu disse. — Vou te foder até você desmaiar. Você sabe que quer.
Bati a pélvis na bunda virada dela com estocadas curtas e rápidas. Ela pulou pra cima e pra baixo na almofada do sofá e os peitos sacudiram atrás dos joelhos.
— Ai, Deus, isso, me soca, Beto, bomba minha buceta com seu mastro grande. Ui. UI. Ugh! Então é assim que 25 centímetros parece!
A Cris veio e sentou no braço do sofá.
— Mmm, olha esse pauzão fazendo a dele. Deus, consigo ouvir ele deslizando pra dentro e pra fora. Ele não é ótimo, Linda? Parece um taco de beisebol na sua buceta, né?
— Parece — a Linda ofegou entre choramingos e gritos. — Vou gozar, Beto! Me fode! Me fode até eu desmaiar!
Respirando tipo corredor, dei nela o mais forte que consegui. Minhas bolas bateram na bunda dela tipo saco de bolinhas de gude.
— Sua buceta vai ficar tão dolorida! — eu disse.
— Não me importo! Ai, tô gozando! Tô gozando, Beto! Me come com seu pau enorme! TÔ GOZANDO! OHHHH! — A buceta dela convulsionou em volta do meu pau enquanto dei umas últimas bombadas lentas.
— Uau, que espetáculo — a mamãe disse, massageando o clitóris. — Agora volta aqui e me finaliza. — Tirei meu pau da Linda e me movi pra ela. — Aliás — a mamãe disse —, me come igual a Linda. — Ela dobrou os joelhos contra os peitos e pôs as panturrilhas nos meus ombros. Peguei meu pau na mão.
— Me dá, Beto. Rápido, amor, enfia. ME FODE.
Fodi ela. Meu pauzão reluzente entrou e saiu dela. Ela gemeu e gritou; as gêmeas fizeram uns "ui" e "ai" de admiração.
— Jesus, Beto, onde você aprendeu a satisfazer uma mulher assim? — a Cris perguntou.
— A mãe me ensinou — eu disse enquanto socava a bunda da mamãe no chão. Ela estava ocupada demais gritando pra responder pra Cris. Aí virei a esquina e senti o aperto dela nos meus bíceps. A gente ia ter outro daqueles orgasmos simultâneos que estouravam os ouvidos e abalavam a terra.
— Ai, Beto, você vai gozar, né? Consigo sentir nas suas bolas grandes. Tira e jorra seu leite em mim toda! Espirra no meu rosto!
— Vou te cobrir com ele!
Os globos grandes dela estavam subindo e descendo tipo vulcões bronzeados.
— Beto, amor, tô gozando. Tô gozando! Me fode! Estocadas longas, amor! Isso! Tô gozando! TÔ GOZANDO! ME FOOOOODE!
Minhas bolas estavam fervendo. Ela berrou com o próprio orgasmo enquanto tirei meu pauzão da buceta dela e trouxe até o rosto dela bem quando o primeiro jato massivo de porra arqueou pra fora e espirrouespirrou no nariz e bochecha esquerda. Ia ser uma carga grande e grossa. Gemi e grunhi selvagemente. O próximo jato aterrissou nos lábios e queixo e pendurou do rosto num cordão branco gosmento. Ela abriu a boca e botou a língua pra fora e dei um bem nela.
— Mmmmmm — ela disse, engolindo.
— Jesus Cristo! — a Linda disse.
Eu não tinha terminado. Meu pau ainda estava pegando fogo e jorrou rio após rio de sêmen quente nela. Uma linha longa caiu na testa e outro voou lá pra trás no cabelo. Aí ela rolou a cabeça pra trás em êxtase e dei um colar de pérolas nela—um grande. As bochechas estavam cobertas. Ela pegou meu pau em espasmo na boca, e a língua massageou a glande enquanto senti os últimos jatos grandes jorrarem na garganta dela. Ela engoliu mas não conseguiu acompanhar meu jorro. Gemendo, vi meu leite escorrendo pelo queixo e pingando nos peitões enormes. Incrível.
— Puta merda, Gisele — a Cris disse. — Nunca vi nem ouvi nada igual.
— E nunca vi um pau jorrar tanta porra — a Linda disse. — Deus, Beto, você faz isso toda vez?
— Quando fodo a mãe, faço.
A mamãe ainda estava engolindo e lambendo os lábios.
— Ele é sempre assim de bom — ela disse, esfregando a porra nos peitos tipo creme. — Ele me fode assim toda noite quando o Carlos está viajando.
— Então você é a garota mais sortuda do mundo — a Linda disse.
Beijei a mamãe e provei minha porra salgada nos lábios dela.
— Sua buceta ficou satisfeita? — perguntei.
— Ai, sim, amor. Foi fantástico. — Ela olhou pras gêmeas, que ainda estavam boquiabertas de admiração. — Então, sob que pretexto raso vocês seduziram meu filho?
— Bom, a gente queria que ele... — a Linda deixou morrer.
— Sim?
— A gente achou que ele ia dizer qual de nós tem os peitos melhores.
A mamãe deu uma olhada pros melões enormes dela e sorriu.
— Posso responder isso pra vocês.
— É, é, Gisele, a gente não consegue competir com suas melancias — a Cris disse. — Deus, você é tipo a Gisele Bündchen só que com peitões gigantes.
Ninguém discordou disso. Me abaixei e chupei a montanha direita da mamãe.
— Mmm — ela gemeu.
— Mas acabei de pensar numa competição nova que a gente pode ter — a Cris disse, os olhos brilhando com maldade sexual. — Um concurso de 'buceta mais apertada'!