Mark era um jovem tímido de 18 anos, moreno claro, com cabelo curto e uma tatuagem de dragão na costela que ele exibia orgulhoso nas raras vezes em que tirava a camisa. Levemente forte, graças a treinos esporádicos na academia, ele não era o tipo de cara que chamava atenção em festas ou baladas. Tinha perdido a virgindade com uma prima safadinha anos antes, em uma transa rápida e desajeitada durante uma reunião familiar, mas suas experiências sexuais se resumiam a poucas outras vezes – nada memorável. Seu pau não era pequeno: uns 17 centímetros, grosso e reto, mas a falta de prática o deixava inseguro, sempre se questionando se estava "fazendo direito".
Certo dia, na faculdade, ele conheceu Sabrina, uma menina que o encantou com seu sorriso tímido e olhos verdes penetrantes. Ela também tinha 18 anos, mas era branquinha, ruiva e magrinha, com uma aparência delicada que a fazia parecer ter 12 anos – corpo esguio, seios pequenos e firmes, e uma inocência no rosto que contrastava com sua personalidade mais ousada. Eles faziam algumas matérias juntos, apesar de fazerem cursos diferentes. Mark reuniu toda a coragem que tinha e a chavecou, conquistando-a após algumas saídas para sorvete e cinema. Após um mês de namoro, cheio de beijos roubados e carinhos tímidos, eles finalmente transaram. Foi gostoso e surpreendente para Mark: ele a penetrou devagar no quarto dela, sentindo a boceta apertadinha e cabeludinha (não excessivamente, só o suficiente para ser natural e linda) envolvê-lo como um abraço quente e úmido. Mesmo inexperiente, Mark durou bastante, movendo os quadris em um ritmo constante, e Sabrina gozou mais de uma vez, gemendo baixinho e cravando as unhas em suas costas. "Você é incrível, amor", ela sussurrou depois, deixando Mark satisfeito e com o ego inflado.
Num fim de semana, animado com o relacionamento, Mark resolveu apresentar Sabrina aos pais. Adelaide, a mãe, era uma mulher de 40 anos, negra e bem formosa, com curvas generosas que ainda chamavam atenção: seios grandes e pesados, uma cintura definida apesar de uma barriga um pouco saliente, e quadris largos que balançavam quando ela andava. Hugo, o pai, era branco, magro mas atlético, com 42 anos e bem mais alto que Mark – um homem de presença imponente, com músculos definidos de anos jogando futebol amador. Eles se deram super bem com Sabrina desde o primeiro momento: Adelaide a abraçou como uma filha, elogiando sua beleza "de bonequinha", e Hugo contou piadas leves que a fizeram rir. O clima foi tão bom que, no final do jantar, eles convidaram Sabrina para um fim de semana na casa de praia da família. "Vai ser divertido, nora! Sol, mar e churrasco", disse Adelaide com um sorriso caloroso. Sabrina aceitou na hora, animada com a ideia de se integrar à família.
Na semana seguinte, ela chegou cedo na casa deles, arrumada com um vestidinho floral leve que realçava sua magreza e uma pequena mala – seria só um fim de semana curto. No carro, o clima era descontraído: Hugo dirigia o SUV espaçoso, Adelaide no banco do passageiro tagarelando sobre receitas de praia, e Mark e Sabrina no banco de trás, de mãos dadas. Mark, como sempre, acabou adormecendo com o balanço do carro após meia hora de estrada, encostado na janela, o corpo relaxado pelo cansaço da semana.
Ele acordou devagar com risadas baixas, ainda grogue, os olhos semicerrados. Ouviu a voz da mãe, Adelaide, em um tom conspiratório: "Delícia, meu filho tem pau gostoso assim?" Mark piscou internamente, confuso, mas algo o fez fingir que ainda dormia – talvez a curiosidade misturada com um pressentimento estranho. Sabrina riu baixinho, respondendo algo inaudível, e Adelaide continuou: "Você é uma safadinha, hein? Conta mais sobre essa surpresa pro Mark." Sabrina, com a voz animada mas sussurrada: "É sério, é surpresa pra ele. Deixei raspadinha e lisinha… pra ele ficar louco."
Adelaide riu de novo, e Mark ouviu um barulho sutil – como tecido se movendo, talvez Sabrina ajustando a saia do vestido. "Caramba, tá lisinha mesmo, amor, e já tá molhadinha", disse Adelaide, com uma voz rouca de excitação e admiração. Mark sentiu um arrepio gelado na espinha, o coração acelerando. O que diabos estava acontecendo? Seu pai, Hugo, sorriu brevemente, a voz grave e divertida: "Adelaide, sossega aí, ela é nossa nora. Não assuste a menina." As duas riram baixinho, cúmplices. Sabrina murmurou algo que Mark não entendeu, talvez um "Não tem problema." ou algo do tipo. Do nada, um barulho inconfundível: um beijo molhado, durando segundos – lábios se encontrando, um suspiro abafado. "Amei minha norinha", disse Adelaide, com um tom afetuoso e malicioso. Sabrina respondeu: "Também estou amando conhecer a mãe do meu lindo namorado." Hugo sorriu e repetiu: "Sossegam, vocês duas, senão eu paro o carro."
Então, outro barulho: um zíper abrindo devagar, seguido de um suspiro de Hugo. "Olha como é grande", murmurou Adelaide, como se exibisse um troféu. "Do Mark é igual, maior ou menor? Faz anos que não vejo." Sabrina hesitou, rindo nervosa: "Não sei dizer ao certo, mas deve ser próximo… um pouco menor, talvez. Mas o do Mark é gostoso, e mais grosso." Mark ouviu um som inconfundível: chop, chop, chup… Alguém – provavelmente Adelaide – estava chupando o pau do pai, os movimentos ritmados ecoando baixinho no carro. Seu estômago revirou de choque e confusão. Antes que ele pudesse processar, Sabrina disse: "Chupa aí que eu chupo cá quando ele acordar." e riu, a voz excitada. O barulho para e Adelaide responde: "Duvido Mark aceitar isso." e riu. E o barulho de chop chop volta. "Vocês estão me deixando doida. Vou chupar muito e foder muito com o Mark esse fim de semana." Todos riram baixinho – menos Mark, que estava extremamente ressabiado, mas a determinação de Sabrina para ter prazer com ele, de certa forma o deixava um pouco mais tranquilo. Mas a maneira como sua mãe estava tratando Sabrina o deixava encucado. E ela estava levando nua boa, demonstrando gostar. Estaria sua mãe talvez tocando nela? E ela deixando? Fora o barulho de beijo… seria entre seus pais? Ou entre Adelaide e Sabrina? A ideia o deixou com um misto de raiva, ciúme e uma excitação involuntária que ele odiava admitir.
Mark não aguentou mais e "acordou" de repente, fingindo bocejar e se espreguiçando. "Chegamos?" O carro ficou em silêncio por um segundo tenso, depois todos riram como se nada tivesse acontecido, dissipando a tensão. "Quase lá, filho", disse Hugo, ajustando o zíper discretamente com uma mão no volante. Sabrina se inclinou e beijou a bochecha de Mark, mas ele notou que sua mão estava tremendo de leve. Nervosismo? O resto da viagem foi normal, com conversas leves sobre o mar, mas Mark não conseguia tirar a conversa do carro da cabeça, replayando cada palavra em looping.
Chegando à casa de praia – uma casinha aconchegante à beira-mar, com varanda e piscina pequena –, o dia foi descontraído: churrasco no almoço, com Hugo grelhando carnes e Adelaide preparando saladas, todos rindo e contando histórias. Sabrina se integrou perfeitamente, ajudando na cozinha e jogando vôlei de praia com Mark, que tentava ignorar o desconforto. À tarde, eles foram à praia, e Mark notou olhares sutis: Adelaide elogiando o corpo "perfeito" de Sabrina em seu biquíni minúsculo, e Hugo piscando para a nora de forma brincalhona. Mas nada demais aconteceu, e Mark começou a se questionar se não havia imaginado coisas no carro ou entendi algo errado.
À noite, após o jantar, Mark e Sabrina se retiraram para o quarto de hóspedes – um espaço simples com cama de casal e vista para o mar. Sozinhos, Mark a beijou com mais intensidade do que o usual, querendo provar algo, talvez reconquistar o controle. "Você é linda, amor", murmurou ele, as mãos tremendo de leve enquanto tirava o vestidinho dela. Sabrina sorriu, nua agora, revelando a surpresa: sua boceta estava raspadinha e lisinha, os lábios rosados e inchados de excitação, sem um fio de cabelo. "Pra você, pra te deixar louco", disse ela, guiando a mão dele para tocar. Mark sentiu a maciez, os dedos escorregando na umidade que já se formava. "Caramba, que delícia", ele sussurrou, o pau endurecendo instantaneamente em sua calça.
Eles se jogaram na cama, Mark beijando seu pescoço, descendo para os seios pequenos e firmes, sugando os mamilos rosados até ela gemer. Sabrina o ajudou a se despir, admirando a tatuagem de dragão e passando as unhas leves em seu peito levemente forte. "Me come, amor", pediu ela, abrindo as pernas. Mark, ainda tímido mas excitado, posicionou seu pau grosso na entrada lisa, penetrando devagar. A sensação era incrível – mais apertada e suave sem os pelos, como se a boceta dela o sugasse para dentro. Ele começou a se mover, estocadas ritmadas, durando mais do que esperava, sentindo-a gozar pela primeira vez quando ele acelerou, roçando o clitóris com o polegar. "Ah, Mark… sim!", ela gemeu alto, o corpo magrinho tremendo, as unhas cravando em suas costas. Ele continuou, variando o ritmo – devagar e profundo, depois mais rápido –, fazendo-a gozar de novo, os sucos escorrendo pela cama. Finalmente, Mark gozou dentro dela, gemendo rouco, o corpo suado colado ao dela. Exaustos, eles se abraçaram, e Mark adormeceu satisfeito, mas com um resquício de dúvida do carro pairando.
No meio da noite, porém, Mark acordou sozinho na cama. Sabrina não estava lá. Curioso e com o pressentimento voltando, ele saiu do quarto na ponta dos pés, ouvindo vozes baixas e gemidos abafados vindos da sala. Espiando pela fresta da porta, viu uma cena que o deixou paralisado: Adelaide e Hugo estavam nus no sofá, com Sabrina ao lado de Adelaide, completamente nua. A mãe chupava o pau grande do pai – maior que o de Mark, como ela havia insinuado no carro –, enquanto Sabrina acariciava e por fim chupava os seios volumosos de Adelaide, sugando os mamilos escuros e duros. "Safadinha, você é uma delícia", murmurou Adelaide, enfiando os dedos na boceta lisa de Sabrina, que gemia alto. Hugo ria: "Vem cá, nora, chupa o sogro como prometi deixar no carro." Sabrina obedeceu, alternando entre chupar o pau de Hugo com Adelaide e beijá-la na boca, as línguas se entrelaçando em um beijo molhado e profundo…
Mark ficou paralidado com a situação completamente inesperada e inimaginável....