Capítulo 3: Carnaval em Cabo Frio: O Vício Secreto da Minha Tia em Dar o Cu

Um conto erótico de Bruno
Categoria: Heterossexual
Contém 2574 palavras
Data: 15/02/2026 16:31:48
Última revisão: 15/02/2026 16:39:13

O ar-condicionado de janela roncava alto, tentando manter o quarto no gelo enquanto o sol de Cabo Frio começava a castigar as telhas. Quando finalmente deitamos e olhei para o relógio na cabeceira, eram 6h30 da manhã. Adormecemos agarrados, mergulhados no cheiro um do outro, protegidos pela chave na fechadura e pelo lençol leve que a Letícia tinha jogado sobre nossos corpos nus.

O sono era pesado, daqueles que parecem que vão durar um dia inteiro, mas a realidade da casa de família não perdoa. Eram exatamente 8h00 quando o som das batidas na madeira me arrancou do transe.

— "Bruno? Letícia? Tá tudo bem aí? Por que essa porta está trancada, meu filho?" — A voz do Tio Jorge, vinda do corredor, soou como um tiro no silêncio do quarto.

Dei um pulo da cama, o coração martelando na garganta. Letícia nem se mexeu, entregue a um sono profundo e pesado por causa do cansaço e da tequila. Num movimento rápido e silencioso, tateei o chão até encontrar minha bermuda de tactel e a vesti às pressas. Me certifiquei de que o lençol cobria o corpo nu da Letícia até os ombros e abri a porta apenas uma fresta, coçando os olhos e forçando uma voz de quem estava no décimo sono.

— "Ih, mal aí, tio..." — sussurrei. — "Costume lá de casa, sabe? Acabei girando a chave sem nem perceber, força do hábito de dormir sempre de porta trancada no Rio. A gente chegou morto do bloco."

Jorge relaxou a postura, me dando um sorriso compreensivo. Ele espiou por cima do meu ombro, vendo a filha dormindo pacificamente sob o lençol, sem nem imaginar o que tínhamos aprontado no beco.

— "Ah, tá certo. Fiquei preocupado, queria saber se tinham chegado bem. A rua estava uma zona de madrugada." — Ele deu um tapinha no meu ombro. — "Podem voltar a dormir mais um pouco, vocês chegaram tarde e precisam descansar pra aproveitar o dia mais tarde. Juízo aí."

Fechei a porta devagar, mas dessa vez, sem girar a chave. O perigo tinha passado raspando, mas o meu sono tinha ido embora. Sentei na beira da cama e balancei a Letícia devagar até ela começar a despertar.

— "Ei, Leti... acorda. Seu pai acabou de vir aqui" — sussurrei. — "Levanta e coloca um biquíni ou um short agora. Não dá pra ficarmos pelados aqui com a porta destrancada, o risco é alto demais. Se alguém resolve entrar pra chamar de novo, a gente tá frito."

Ela resmungou, ainda zonza, mas obedeceu, vestindo uma calcinha e uma camiseta larga enquanto eu voltava a deitar. Por segurança, cada um ficou pro seu lado, respeitando o espaço do "primo protetor" caso alguém abrisse a porta sem avisar. Voltamos a dormir profundamente.

Acordei novamente por volta das 11h00. Letícia ainda estava entregue a um sono profundo, mas o meu corpo já estava em estado de alerta. Levantei devagar para ir ao banheiro e, ao passar pelo corredor, ouvi o burburinho de vozes vindo da mesa da varanda.

Meus pais e meus tios estavam todos reunidos, tomando um café da manhã tardio, cercados por pães frescos e o cheiro de café passado. Me juntei a eles, tentando disfarçar o cansaço.

— "Bom dia, garanhão! Sobreviveu ao bloco?" — meu pai brincou, enquanto eu puxava uma cadeira.

— "A Letícia ainda não acordou, filho?" — minha mãe, Helena, perguntou com aquele olhar atento de sempre.

— "Nada. Tá capotada lá, o sono tá pesado" — respondi, pegando um pedaço de queijo.

— "Ah, eu já conheço a peça," — Valéria interveio, soltando uma risadinha maliciosa enquanto me secava com os olhos por cima da xícara. — "Letícia tem esse hábito de acordar super tarde, imagina depois de uma madrugada de farra no Carnaval. Só acorda quando o sol estiver batendo na nuca."

O papo seguiu leve. Me perguntaram como foi a noite, o clima do bloco, e meu tio Jorge, com um sorriso de canto, soltou a pergunta de praxe:

— "E aí, Bruno? Pegou muita mulher lá no meio daquela confusão? Deve ter feito um estrago com a fama de surfista do Recreio, né?"

— "Que nada, tio... Acabei não pegando ninguém ontem. O bloco estava muito cheio, acabei ficando só na tequila mesmo" — respondi, mantendo o cinismo.

Isso gerou uma onda de gargalhadas e brincadeiras na mesa. "O Bruno tá perdendo o jeito!", dizia meu pai entre risos. Eu apenas sorria, sabendo que a "mulher" que eu tinha pegado estava dormindo no meu quarto, e a que eu queria pegar agora estava sentada bem na minha frente, me provocando com o olhar.

Depois do café, fui para o banho. Deixei a água gelada tirar o resto do cansaço, mas quando saí do banheiro com a toalha na cintura, vi o movimento de saída. Meu pai, minha mãe e o Tio Jorge já estavam pegando as chaves do carro e as bolsas.

— "Bruno, estamos indo ao mercado grande no centro" — avisou meu pai. — "Precisamos de sal grosso, carvão e mais umas caixas de gelo. No ritmo que a cidade tá, vamos demorar pelo menos uma hora e meia para voltar. A Valéria vai ficar aqui adiantando as coisas do churrasco e você fica para dar um suporte pra ela, já que a Letícia ainda tá no décimo sono. Cuida da casa aí!"

Ouvi o portão eletrônico bater e o carro se afastar. O silêncio que se seguiu na casa era quase ensurdecedor, quebrado apenas pelo som das ondas lá fora e pelo barulho de alguém mexendo em talheres na cozinha.

Eu sabia que a hora tinha chegado. Coloquei apenas uma bermuda leve e desci as escadas. Valéria estava na cozinha, de costas para mim, terminando de organizar a tábua de carne. Ela usava um short jeans desfiado que realçava cada curva daquela bunda monumental e a parte de cima do biquíni de oncinha.

— "Ficamos só nós dois, Bruno..." — ela disse, sem se virar, mas eu percebi o tom de voz mudando. — "E agora não tem mar pra nos atrapalhar, e nem o Jorge pra vigiar o sobrinho 'comportado' dele."

Ela se virou devagar, encostando a cintura na pia e me encarando com um desafio nos olhos. O jogo de máscaras tinha caído.

Eu dei um passo para trás, sentindo o peso daquela situação. Por mais desenrolado que eu fosse no Recreio, ali a parada era diferente. Era a mulher do meu tio de sangue. Tentei manter a pose de sobrinho, mas a voz saiu meio vacilante.

— "Tia... a gente tá sozinho, mas o Tio Jorge pode esquecer algo e voltar, e a Letícia tá lá em cima..."

Valéria soltou uma gargalhada curta e seca, caminhando na minha direção com o quadril balançando de um jeito que me deixava tonto. Ela parou a milímetros de mim, com o cheiro de pecado exalando da pele dela.

— "Ué, Bruno? Tá com medo da sua tia agora? Engraçado que ontem à noite você não parecia estar com medo de comer sua prima pelos cantos. Acha que eu não sei? Acha que eu não vi o fogo de vocês na praia, nos corredores da casa? Acha que eu não ouvi vocês se esfolando naquele quarto?" — Ela encostou o dedo no meu peito, me empurrando levemente. — "Eu ouvi cada gemido da Letícia, ouvi o barulho daquela cama batendo na parede... sorte que meu marido é um bêbado que apaga e não percebeu nada, se não vocês estariam fritos agora."

O sangue subiu para o meu rosto. Eu estava desarmado. Ela sabia de tudo e estava usando isso como combustível. Antes que eu pudesse gaguejar qualquer desculpa, ela avançou, agarrando o volume por cima da minha bermuda com uma força que me fez perder o fôlego.

— "Agora eu quero saber por que minha filha gosta tanto dessa piroca... Quero ver se o sobrinho é tão brabo quanto os gemidos da Letícia diziam."

Ela abaixou minha bermuda de uma vez, e meu pau saltou, pulsando, apontando direto para o rosto dela. Valéria soltou um suspiro pesado, os olhos brilhando: "Puta que pariu, Bruno... que caralho enorme e gostoso". Ela se ajoelhou ali mesmo, no piso frio da cozinha, e abocanhou a cabeça do meu pau de uma vez. O boquete era profissional; ela usava a garganta profunda, fazendo um vácuo que parecia sugar minha alma, enquanto me olhava fixo, desafiadora.

Quando senti que ia descarregar ali mesmo, a puxei pelos cabelos loiros e a joguei em cima da mesa de madeira. Arranquei o biquíni de oncinha, revelando peitos fartos com bicos escuros e excitados. Abri as pernas dela com brutalidade e enterrei meu pau de uma vez na boceta dela. Estava encharcada.

— "Isso, Bruno... me fode como um animal! Esfolar sua tia é melhor que a prima, não é?" — ela gemia alto, sem pudor algum, enquanto eu a socava com ódio, sentindo o calor apertado da boceta dela sugar cada centímetro do meu pau. O estalo dos nossos corpos se chocando ecoava pela cozinha.

Troquei de posição, virando aquela bunda monumental de costas para mim. Eu a segurei pela cintura, sentindo a carne firme da bunda dela, e comecei a dar tapas estalados que deixavam a marca dos meus dedos na pele dourada. Foi quando ela olhou para trás, o rosto transfigurado de luxúria:

— "Esquece a frente, seu garanhão... Come meu cu! Come meu cu agora, enterra esse pau no buraco que seu tio não aguenta!

Eu não esperava por aquilo, mas a luxúria nos olhos dela não deixava dúvidas: a minha tia era viciada em dar o cu. Mirei naquela entrada escura e apertada e enterrei a cabeça do pau. Valéria deu um urro, arqueando as costas, mas não recuou. Empurrei com força até o talo, sentindo o aperto absurdo e seco do cu dela me esmagando. Comecei um movimento rítmico e violento, arregaçando a tia sem dó.

— "Puta que pariu, Bruno... que cu gostoso você tem, tia safada!" — eu rosnava no ouvido dela, puxando o cabelo dela com força. — "Diz quem manda nessa bunda, diz!"

— "É você, Bruno! Você é o meu macho, acaba com o cu da sua tia!" — ela gritava frases imundas, completamente entregue à pegada agressiva.

O prazer era tanto que eu já via tudo turvo. Puxei o corpo dela mais para perto, sentindo o suor de nós dois misturado, e comecei as estocadas finais, rápidas e profundas, sentindo o cu dela pulsar em volta do meu caralho. No limite da explosão, eu a prendi com força e descarreguei tudo. Foram jatos grossos, quentes e intermináveis de porra sendo vomitados direto no fundo do cu dela.

Ela soltou um gemido longo, trêmulo, e desabou sobre a mesa enquanto eu continuava pulsando lá dentro. Retirei o pau devagar, vendo um pouco do meu leite escorrer daquela entrada agora dilatada e vermelha.

— "Isso, sobrinho... deixa sua marca aí dentro" — ela sussurrou, a voz completamente rouca e satisfeita. — "Agora limpa essa bagunça e sobe pro banho. Temos um churrasco pra fazer e sua prima não pode desconfiar que a mãe dela tem um apetite muito maior que o dela."

Subi as escadas com as pernas pesadas, sentindo cada músculo do corpo vibrar. Entrei no chuveiro e deixei a água gelada bater na nuca, tentando colocar os pensamentos no lugar. Minha cabeça era um turbilhão; eu, o garanhão do Recreio, estava atordoado. Não conseguia acreditar que tinha acabado de esfolar minha própria tia na mesa da cozinha. O que mais me chocava não era nem o ato em si, mas a descoberta do vício dela: Valéria era uma viciada em dar o cu, uma mulher madura e insaciável que escondia uma perversão que nem nos meus melhores sonhos eu imaginei. O aperto daquela entrada, o jeito que ela implorava pela minha porra lá dentro... aquilo ia me perseguir por muito tempo.

Ouvi o som do chuveiro da suíte ao lado. Valéria também estava se limpando. Saí do banho, vesti uma bermuda limpa e desci. Dez minutos depois, ela apareceu na cozinha, com um vestido de praia leve, agindo com uma neutralidade assustadora, como se nada tivesse acontecido. Eu estava meio sem graça, evitando contato visual, enquanto ela cortava os tomates com uma calma de dar inveja.

— "Pode ir acendendo o carvão, Bruno. Daqui a pouco o pessoal chega" — ela disse, sem emoção na voz, mas me deu uma piscada rápida quando ouviu passos na escada.

Era Letícia. Ela desceu com o rosto amassado de sono, perguntando se ainda tinha café. Tomou um banho rápido para despertar e logo se juntou a nós. Ficamos os três ali, arrumando a mesa e os acompanhamentos. Era bizarro ver a dinâmica: eu, a prima que eu tinha possuído na noite anterior e a tia que eu tinha acabado de arrombar, todos dividindo o mesmo espaço em um silêncio carregado.

Poucos minutos depois, o portão abriu. Meus pais e meu tio Jorge chegaram carregados de sacolas, gelo e caixas de cerveja. O churrasco começou oficialmente. O som das marchinhas de carnaval inundou a casa, intercalado por piadas altas do meu pai e do meu tio. Passamos a tarde inteira naquela rotina de família: mergulhos na piscina, rodadas de caipirinha e jogos de baralho.

Mas por baixo daquela diversão inocente, o clima estava pegando fogo. Eu trocava olhares secretos com Letícia quando passávamos um pelo outro, mas o que realmente me dava calafrios era o olhar de Valéria. Ela bebia seu gin, ria das piadas do marido, mas toda vez que seus olhos cruzavam os meus, eu via a promessa de mais.

A noite caiu e o cansaço do álcool e do sol começou a cobrar o preço. Meu pai e minha mãe foram para o quarto por volta das 22h. Meu tio Jorge, completamente bêbado, mal conseguia se manter em pé. Valéria o ajudou a subir para a suíte, enquanto Letícia disse que ia dar um último mergulho na piscina antes de dormir.

Eu estava na área de serviço, guardando as sobras de carne na geladeira extra, quando senti uma mão firme no meu ombro. Era Valéria. Ela estava com o rosto corado pelo álcool e os olhos brilhando de luxúria. Ela me empurrou para o canto escuro, entre a parede e o freezer, e sussurrou com uma urgência que me fez o pau endurecer na hora:

— "O Jorge apagou... e eu não consigo parar de pensar no que você fez hoje cedo. Eu preciso do seu pau no meu cu agora, meu sobrinho. Me esfola de novo ou eu vou enlouquecer."

Não houve tempo para pensar. Eu a virei de costas ali mesmo, puxando o vestido dela para cima. Não houve preliminares. Abri minha bermuda e mirei no alvo que já estava dilatado e pronto. Enterrei o pau com toda a minha força, sentindo o cu dela me prender com um vácuo desesperado. Comecei a esfolar a tia com uma selvageria animal, o som da carne batendo e os gemidos abafados dela preenchendo o cubículo. Eu a possuía com ódio e desejo, sentindo que tinha o controle total daquela mulher madura.

— "Isso... me arromba, Bruno... fode o cu da sua tia!" — ela gemia baixo, apertando as mãos contra a parede.

Eu estava no ápice, pronto para descarregar tudo lá dentro de novo, quando um estalo de luz nos cegou.

— "Mãe? Bruno?"

A voz de Letícia veio como um balde de água gelada. Ela estava parada na porta da área de serviço, com a toalha na mão, os olhos arregalados de puro horror e traição ao ver o primo enterrado até o talo no cu da própria mãe.

O silêncio que se seguiu foi o som da nossa destruição.

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