Segredos de família Parte 3
Dias se passaram, a normalidade se instalou na casa, meu pai já não necessitava tanto da ajuda de Laís, mas ainda continuavam a fazer seus exercícios físicos diariamente. Com isso a eminente viagem chegou. Com um beijo na boca me despedi de Laís e com um abraço dei um adeus ao meu pai. Eu sabia que lá no fundo eles se comportariam bem sem mim, e que tudo iria sair perfeito, são apenas 7 dias, nada poderia dar errado certo? como eu gostaria de estar enganado…
Após um longo voo sem escalas, e longas horas em um táxi, cheguei ao hotel em Nova York. A vista da janela de meu quarto era impressionante, com a silhueta da cidade se estendendo aos seus pés. Enquanto desfazia as malas, minha mente vagava, uma sensação de desconforto crescia em meu peito.
Ao terminar de guardar minhas roupas, a tentativa de não verificar as câmeras escondidas em casa era forte. Porém, a insegurança começou a tomar conta. E se algo aconteceu enquanto ele estava fora? Mas só se passaram 12 horas, não tem com oque me preocupar, ou tem? Oque a Mariana queria dizer quando falou para Laís tomar cuidado?.
Estás e tantas outras perguntas me destruíam por dentro. E ali sozinho naquele quarto, com a vista mas bela que alguém poderia querer, eu percebi que esta semana seria mais longa do que eu esperava.
Após lutar contra mim mesmo por alguns minutos, eu peguei o celular e liguei para minha esposa. Foi uma conversa agradável, falamos sobre a viagem, como foi cansativo o voo, mas também como ficou visível a grandiosidade e a energia de Nova York. E que havia passado por lugares que queria visitar, as experiências que esperava ter. Ela riu, fez piadas sobre eu não me perder naquele quebra-cabeças de ruas e avenidas.
Ao encerrar a ligação, eu sentiu um nó no estômago. Eu poderia ter contado a ela sobre meu pequeno inferno particular, sobre a batalha que estava travando dentro de mim mesmo. Mas não o fiz. Em vez disso, fui até o notebook, abri o aplicativo de monitoramento e comecei a vasculhar nas câmeras em busca de qualquer denúncia de anormalidade. E nada encontrei, apenas o silêncio da casa cada um em seus quartos. Meu pai assistia a algum jogo enquanto Laís estava no banheiro de nosso quarto. Enquanto observava Laís através do aplicativo de câmeras escondidas, eu a via saindo do banho, com apenas uma toalha enrolada em sua cabeça. Seu corpo nu brilhava com gotas d'água, realçando suas curvas sinuosas. Laís começou sua rotina noturna, espalhando creme corporal de forma meticulosa. Eu, hipnotizado pela beleza de sua pele macia e acetinada, não conseguia desviar o olhar.
De repente, um barulho alto vindo do andar de baixo, seguido de um grito de socorro, quebrou o silêncio. Rapidamente, Laís vestiu um roupão de seda que moldava seu corpo perfeitamente e correu para verificar o que havia acontecido. Nervoso, acessei a câmera do quarto do meu pai e o vi caído no chão. Meu coração gelou.
Laís chegou e, com preocupação na voz, perguntou:
- Meu Deus, Sr. Carlos, o que aconteceu?
Com a voz um pouco fraca, meu pai respondeu:
- Acho que eu devo ter tropeçado e caído ao chão.
- Você se machucou? Está sentindo alguma coisa? - Laís quis saber, ajoelhando-se ao lado dele.
- Não estou, só um pouco tonto. E olha ali, quebrei a decoração do quarto.
- Quem liga pra decoração do quarto? Vem aqui, vou te ajudar a levantar.
Colocando um dos braços do meu pai em seu ombro, Laís o posicionou sentado na cama.
- Obrigado - agradeceu Carlos.
- Você tem certeza que está tudo bem? Se machucou? Está sentindo alguma coisa? - Laís insistiu.
- Estou bem, só levemente tonto, mas estou sentindo sim...
Antes que ele pudesse terminar a frase, Laís interrompeu:
- Sentindo o quê?
- o cheiro desse seu perfume maravilhoso - meu pai concluiu, com um sorriso brincalhão no rosto.
Laís ficou vermelha. Ela tentou disfarçar o embaraço, cruzando os braços sobre o peito para esconder o decote do roupão.
- Estou falando sério, Sr. Carlos, não é hora para brincadeiras - ela disse, com a voz um pouco trêmula.
- Quem está brincando? Eu estou bem, foi só um tombo. Mas este seu perfume é maravilhoso - ele insistiu, com um olhar que passeava discretamente pelo corpo de Laís.
Ela desviou o olhar, sentindo-se exposta sob o roupão que, de repente, parecia fino demais. A tensão entre eles era palpável, vibrando no ar como eletricidade. Laís pigarreou, tentando quebrar o feitiço.
- Vou pegar um analgésico para você, sr. Carlos. Fique aqui e tente descansar um pouco.
Ela se virou, ansiosa para se afastar do olhar intenso do meu pai. Mas, ao mesmo tempo, havia algo elétrico na forma como ele a olhava, algo que a deixava ao mesmo tempo desconfortável e intrigada. Laís saiu do quarto, com o coração acelerado e as bochechas coradas. Enquanto buscava o analgésico na cozinha, ela tentava não pensar na forma como o corpo do meu pai tinha se sentido contra o dela. Aquele olhar penetrante, a maneira como seus olhos percorreram suas curvas... ela sentiu um arrepio percorrer sua espinha.
Ao retornar ao quarto, Laís encontrou meu pai deitado na cama. Ele havia tirado a camisa, revelando um peito musculoso. Ela parou à porta, incapaz de desviar o olhar.
- Aqui está o seu analgésico - ela disse, com a voz um pouco rouca, entregando-lhe a água e o comprimido.
Meu pai agradeceu, sua mão roçando na dela ao pegar o remédio. Seus olhos se encontraram e, por um momento, o tempo pareceu parar. A eletricidade entre eles era tão intensa que parecia quase visível, um fio de alta tensão ligando seus corpos.
- Laís - ele começou
- Você poderia fazer uma massagem nas minhas costas? - perguntou meu pai.
Laís, com um pouco de desconforto, respondeu:
- Okay, mas não espere grandes coisas de mim. Não sou boa com massagens, sou péssima.
- Tranquilo, será rápido - ele a tranquilizou.
Ele se virou de costas, esperando por ela.
- Mas cadê o creme? Sem creme não dá para fazer? - ela questionou.
- Não sei onde tem creme aqui no quarto!
- Peraí, vou dar uma olhada.
Ao se levantar com pressa, Laís não percebeu que um dos lados do roupão estava embaixo do corpo do meu pai e, por conta disso, o roupão foi puxado, revelando-a totalmente nua. Ela ficou paralisada, seu corpo agora exposto.
- Meu Deus! - disse Laís, tentando se desculpar.
Meu pai, com um sorriso sacana no rosto, analisou o corpo de Laís. Seus seios eram fartos e redondos, com mamilos rosados e eretos. Sua barriga, tonificada num tanquinho, levava até suas pernas torneadas e musculosas. E no topo dessas coxas, a cereja do bolo: sua bucetinha completamente depilada e convidativa, com os lábios rosados levemente abertos. A toalha na cabeça apenas a deixava ainda mais sexy, emoldurando suas feições delicadas e o rubor em suas bochechas.
Ele a observou detalhadamente, apreciando cada curva, cada detalhe. Finalmente, meu pai quebrou o silêncio:
- Você é linda - ele disse, sua voz rouca de desejo.
Laís, incapaz de responder, apenas balançou a cabeça, uma mistura de vergonha e excitação tomando conta dela. Eles se olharam por mais um instante. Laís se moveu rapidamente, catou seu roupão e, visivelmente abalada, gaguejou:
- Me desculpe!
Ela saiu do quarto correndo, ainda completamente nua. Minutos depois, com o roupão agora vestido e a toalha desamarrada do cabelo, Laís entrou no próprio quarto e fechou a porta. Encostou-se nela, ofegante. Seu rosto era um emaranhado de emoções: vergonha, curiosidade, desejo, tudo misturado.
- Meu Deus, o que eu fiz? - ela sussurrou, ainda chocada com sua exposição.
Atirou-se na cama, cobrindo o rosto com as mãos, perdida em pensamentos:
- Meu Deus, o que eu fiz?! - repetiu, sem acreditar na situação em que se encontravaMeu Deus, o que acabou de acontecer?
Eu disse perplexo de frente para o meu computador sentado em uma cadeira. Minha mente estava sendo alimentada por uma sensação estranha que eu não sabia bem como interpretar. A frase "Você é linda!" ecoava em meus pensamentos. Como assim? Um turbilhão de sentimentos me afligia, deixando-me desorientado sobre o que pensar ou fazer em seguida. Sem rumo, apenas me levantei e deitei na cama, a mente ainda a mil, incapaz de desligar. No entanto, sem perceber, acabei caindo no sono, abraçado pela inconsciência.
No outro dia eu liguei para Laís. A tela iluminou-se com o seu rosto e, por alguns segundos, esqueci da distância, do fuso, do cansaço da viagem, e eu tentava mascarar a falta que ela já me fazia. A conserva sobre coisas triviais foi curta De repente, no fundo da ligação, uma voz masculina, frágil mas decidida, se fez ouvir:
— Laís… pode me ajudar a levantar? Hoje quero tentar tomar banho sozinho.
Meu corpo inteiro enrijeceu. O som pareceu rasgar o espaço entre nós.
Laís desviou os olhos da câmera por um instante, e percebi que respirava fundo, como quem se preparava para administrar duas presenças ao mesmo tempo: a minha, distante, e a do sogro, ali, pedindo por algo tão simples e ao mesmo tempo tão íntimo.
— Espera um pouquinho, amor… já volto — disse, tentando soar leve, mas a hesitação em sua voz não me passou despercebida.
Enquanto a imagem congelava na tela, senti um turbilhão me tomar. O ciúme latejava, misturado a um estranho sentimento de invasão — como se aquela casa, nosso refúgio, estivesse de repente compartilhada demais.
Fiquei olhando para o reflexo da minha própria face na tela preta, perguntando-me até que ponto conseguiria suportar a ausência, o desejo e, agora, essa inesperada prova de confiança.
Os minutos passaram lentos demais. O silêncio na chamada, a tela escura, a ausência de Laís… tudo me corroía por dentro. Algo em mim gritava para confiar, mas outra parte, mais selvagem, exigia respostas.
Peguei o notebook. As câmeras da casa estavam configuradas, discretas, quase esquecidas em meio à rotina — mas agora se tornavam meu único elo com o que realmente acontecia lá dentro.
Acessei o sistema. As imagens surgiram em mosaico, granulosas pela iluminação da tarde. O coração disparou.
Na sala, Laís não estava. Girei para a visão do corredor. O som abafado da água ligando ecoou através do microfone na câmera dentro do banheiro.
Acessei câmera do banheiro Então os vi.
Laís se inclinava para trás dele, ajudando a desabotoar a camisa. Pela câmera: braços se movendo, o contorno do corpo dele, o tecido deslizando devagar. Cada gesto, mesmo que mínimo, parecia carregado de uma intimidade que me queimava por dentro.
Ele murmurou algo sobre não conseguir se movimentar rápido, e ela apenas ficou ali, atenta, respondendo com um sorriso silencioso, apoiando-o com delicadeza. A lente captava apenas todos os movimentos. Cada frase, cada toque.
Em seguida ela começou a ajudá-lo a tirar a sua bermuda, e logo a cueca, inclinando-se ligeiramente, um longo momento de silêncio se impõe sobre o banheiro até a voz dela atravessar o espaço
— Sr. Carlos… eu não… consigo me acostumar… — cada palavra carregava surpresa, como se estivesse tentando se conter diante do que via.
— Sempre que vejo… eu fico… — o tom dela denunciava admiração e uma fascinação que era difícil de disfarçar.
— É… tão… diferente do Júnior… — e no último suspiro veio a comparação. Como uma facada fui atingido.
Na imagem era nítido aquele pedaço de carne a pendurado em meio a suas pernas. Os olhos de Laís agora fixos nele por segundos a fio me causaram embrulhos no estômago.
Sr. Carlos nada disse. O ar dele, no reflexo do espelho, parecia carregado de algo insolente, quase provocativo — ou seria impressão minha? Eu não conseguia decifrar se era charme, arrogância ou pura malícia, mas a sensação que emanava dele me deixava inquieto.
Laís permaneceu sentada por um instante, aparentemente observando-o tomar banho. Eu não conseguia ver seu rosto diretamente — apenas o reflexo nítido dele no espelho. Cada movimento, cada gesto de relaxamento ou tensão de seu corpo refletido na água caindo sobre ele.
Na cozinha, a nossa ligação de vídeo continuava ativa. Ela, em outro cômodo, provavelmente havia se esquecido. distraída demais para notar. Minutos se arrastaram. Então, de repente, um leve escorregamento de Sr. Carlos fez meu coração saltar. Ele perdeu o equilíbrio, e foi ao chão e o reflexo no espelho mostrou um instante de vulnerabilidade que me fez prender a respiração.
Sem hesitar, Laís se levantou e entrou no chuveiro com ele. Pela câmera, não consegui vê-la diretamente; só sabia pelo reflexo dele: o movimento dela se aproximando, o toque dela ajudando a estabilizá-lo, o corpo dela entrando embaixo da água sua proximidade para com ele de forma quase silenciosa, carregada de intimidade. Cada gesto refletido na superfície do espelho.
Laís agora estava toda molhada, os cabelos grudados nas costas, a roupa encharcada colando levemente ao corpo. Pelo reflexo do espelho, eu podia ver cada movimento dela com clareza suficiente para sentir o calor subir. O vapor do chuveiro embaçava levemente a câmera e o reflexo no vidro, transformando tudo em sombras sensuais que meu olhar precisava decifrar.
Meu pai permanecia ali, um leve sorriso sacana nos lábios, agradecendo com a voz baixa e carregada de insolência:
— Obrigado… não sei o que faria sem você.
Laís, inclinando-se ainda mais, a respiração acelerada e a mão firme para apoiá-lo, falou quase num sussurro:
— Meu Deus… você se machucou? Precisa que eu fique aqui? Precisa da minha ajuda?
Cada palavra dela parecia carregar uma tensão.
Ele apenas sorriu de novo, deixando transparecer algo entre malícia e prazer silencioso.
Sr. Carlos, ainda sorrindo com aquela insolência que me deixava tonto, falou:
— Aconteceu exatamente como naquele dia… novamente eu caí e você vem me ajudar. E olha só o seu estado… todo molhada por minha culpa.
Laís hesitou por um instante, talvez percebendo pela primeira vez o quanto a água tinha colado a roupa ao corpo. Pelo reflexo do espelho, eu vi sua camiseta branca agora mais apertada, delineando os contornos dos seios, os quais estavam marcados principalmente pelos bicos arrebitados sem a proteção de um sutiã, o cabelo grudado levemente nas costas, e o tecido encharcado da legging preta agora mais justo insinuava cada curva. Meu peito se contraiu; a tensão se tornava quase insuportável.
Ela baixou os olhos por um momento, como se tentasse se recompor, era nítido que seus olhos foram em direção ao pau dele, que já apresentava uma leve ereção, mas continuou a frente dele, o clima parecia carregar uma carga que ia além da ajuda física: havia proximidade, calor, uma intimidade que a câmera não podia capturar completamente, mas que minha mente preenchia sem esforço.
Meu pai deu um passo levemente para trás, apoiando-se na parede, e olhou para ela com aquele sorriso sacana novamente. Mas agora era nítido que ele analisava a roupa colada em seu corpo e o estado em que ela se encontrava.
— Você realmente não precisa se preocupar tanto… mas… — ele fez uma pausa, suficiente para que eu sentisse a tensão aumentar — se quiser ficar, não vou reclamar.
Meu pai parecia perceber a tensão no ar, e percebia a confusão que tinha causado na mente dela, e agora o ar insolente ainda mais marcado no reflexo: o sorriso sacana, o olhar que não precisava se encontrar com o dela para transmitir desafio e provocação. Ele deu um passo levemente para frente, aproximando-se sem tocá-la, apenas o suficiente para que o vapor e os reflexos tornassem cada centímetro entre eles eletrizante. Então ele repetiu:
— Você realmente não precisa se preocupar tanto… — murmurou, a voz baixa, carregada de provocação — mas se quiser ficar… eu não vou reclamar. Repetiu
Laís permaneceu ali, molhada, respirando fundo, e pela primeira vez percebi que ela não recuava. Cada gesto dela parecia hesitante e ao mesmo tempo tentado, como se estivesse dividida entre cuidado e fascínio pelo corpo dele refletido diante dela. Seus olhos agora estavam fixos no pênis dele, que agora demonstrava todo seu vigor. O pau do meu pai era realmente gigante, um monstro de carne latejante que parecia pulsar com o desejo. Suas veias saltadas percorriam toda a extensão do tronco, que era coroada por uma cabeça bulbosa Laís parecia hipnotizada pela visão, incapaz de desviar o olhar.
O silêncio entre eles era pesado, carregado de expectativa, e o simples gesto de Laís permanecer ali, parada, molhada, com a roupa colada ao corpo, transformava o ambiente inteiro em algo elétrico, quase impossível de ignorar.
Papai, ainda com aquele sorriso provocante no rosto, estendeu a mão e tocou de leve o rosto de Laís. No reflexo do espelho, pude ver o susto inicial dela: um ligeiro recuo, os olhos e o rosto se desviando por um segundo, o corpo retesando-se por um instante.
- nós não podemos. disse Laís com uma voz manhosa, tentando manter uma aparência de recato.
- Eu sei, mas seu corpo está dizendo outra coisa - respondeu meu pai, a mão ainda acariciando de forma tentadora sua bochecha.
- Mas e seu filho? - Laís questionou, mencionando a minha existência numa tentativa de trazer um pouco de sanidade à situação.
- Ele não está aqui agora, está? - Papai rebateu, notando o quão vazio estava a casa além deles.
- Não podemos - insistiu Laís, mas agora sua voz estava tingida com uma indefinição, um traço de dúvida que não estava lá antes.
- Se não podemos, por que você não fala isso enquanto olha na minha cara? -desafiou meu pai. - Ou será que você está vicado demais em olhar para o meu pau?
Essas palavras pareceram atingi-la como um balde de água fria, e finalmente Laís levantou os olhos, encontrando o olhar ousado dele. Por um momento, eles ficaram assim, presos num impasse silencioso, a eletricidade crepitando entre eles.
- Talvez eu esteja - ela finalmente admitiu, a voz um pouco mais que um sussurro rouco.
E com isso, o último vestígio de resistência pareceu se dissipar entre eles. Meu pai avançou, e então eles se chocaram num beijo tímido e que aos poucos foi ficando selvagem, faminto, as mãos agarrando, puxando, desesperadas por contato. Cada movimento deles parecia amplificar a tensão dentro de mim; a câmera mostrava todos os detalhes explícitos, cada gesto,cada inclinação, cada toque sugerido preenchia minha mente de imagens que queimavam.
As mãos do meu pai deslizaram suavemente pelo corpo dela, percorrendo os ombros, as costas, os braços, explorando cada curva com cuidado e provocação. Pelo reflexo, parecia que ele descobria cada detalhe com fascínio silencioso, e Laís não resistia: os ombros relaxavam, o corpo se inclinava, e ela correspondia ao toque.
Fora do banheiro, a casa mergulhava em um silêncio quase absoluto. Só o som fraco do chuveiro preenchia o espaço, cada gota caindo ecoando de forma irregular. E, junto a isso, os sussurros deles — baixos, carregados de desejo contido — vibravam pelo ar, audíveis apenas para mim, ampliando cada sensação de voyeurismo.
Meu pai quebrou o silêncio com uma voz baixa, provocante:
- Por que você não tira essa roupa?
ele sussurrou roucamente, o hálito quente contra sua pele sensível. Laís estremeceu, hesitante por apenas um instante. Mas o brilho faminto nos olhos dele a incendiou por dentro. Em silêncio e com um aceno da cabeça ela obedeceu.
Através do reflexo nebuloso do espelho embaçado, eu assistiu, hipnotizado, enquanto ela lentamente tirava a camiseta colada. A água escorria de seu corpo tonificado, a pele cor de mel brilhava sob a luz tênue. Ela se contorceu sinuosamente, alçando o tecido molhado sobre a cabeça, revelando centímetro por centímetro de carne macia e convidativa. Seu abdômen definido agora exposto, gotas de água escorriam por sua pele. Seus seios grandes e pesados agora a mostra. O bico de cada um ereto demonstrando o tesão que a mesma sentia. Aquele striptease sedutor era ao mesmo tempo lento e intencional, cada movimento planejado para incitar e enlouquecer.
Ela então arqueou as costas enquanto se curvava para abaixar a legging. Ficando apenas de calcinha um fio vermelho dividia Seu traseiro redondo e carnudo, As nádegas brilhavam, lustrosas de umidade, ondulando de um lado para o outro como um convite pecaminoso.
Ele observou, quase sem respirar, mal ousando piscar, enquanto as peças de roupa caíam uma a uma. Camiseta, calça e por fim Calcinha. Até que ela finalmente estava nua, seus seios dois melões pesados e maduros, as coxas grossas e a bunda empinada e sua bucetinha completamente depilada totalmente expostos.
Meu pai a estudou com um sorriso predatório, os olhos percorrendo cada curva hipnótica. Ela era perfeita. Vulgar. Pornograficamente indecente. Tão obscena quanto ele desejava secretamente.
- meu Deus, você não é só linda, você é uma delícia. Disse provocante.
Ela se aproximou devagar, oscilando os quadris de uma maneira que fazia seu coração disparar em ritmo desenfreado. Quando ela finalmente parou diante dele, tão perto que podia sentir o calor irradiando de sua pele nua, ele estendeu a mão trêmula e a tocou. Apenas uma carícia delicada. Dedos roçando ombro abaixo, sobre a curva de seus seios. Ela estremeceu sob o toque leve. Ele então olhando dentro dos olhos dela disse:
- eu vou te foder como ninguém nunca fodeu.
Sem dar espaço para fala ele a beijou novamente enquanto seus dedos buscavam sua bucetaFala galera postei as 3 partes só para dar um gostinho pra vocês dependendo do engajamento, posto o restante. Espero que gostem da minha triste história 😂