Segredo de família PARTE 2

Um conto erótico de Megas
Categoria: Heterossexual
Contém 2433 palavras
Data: 15/02/2026 15:49:30

Segredo de família Parte 2

Alguns dias depois segui minha vida como o de costume Naquela manhã, voltei ao trabalho, e Laís ficaria sozinha com meu pai, e ficaria responsável por ajudar ele em todos os afazeres do dia,Até então, eu sempre havia sido responsável por dar banho em meu pai, mas hoje ela enfrentaria sozinha. Senti um frio na barriga, talvez pelo meu papel de observador ausente, imaginando como ela lidaria com aquilo.

Quando nos deitamos naquela noite, Laís parecia hesitar antes de começar a falar. Eu sabia que ela passara o dia ajudando o paciente na reabilitação, mas ela estava estranhamente silenciosa. Respirei fundo e a encorajei a falar, e ela começou, com a voz levemente trêmula:

- Hoje, foi um pouco diferente! Seu pai não estava num dia bom, seus movimentos estavam muito travados.

disse, desviando os olhos do meu rosto, como se parte do que ia contar fosse embaraçosa demais.

- Foi diferente, mas… tudo correu normalmente.

Dizia ela perdida em seus próprios pensamentos, percebi que ela estava controlando cada palavra, escondendo algo.

- Ele precisou de ajuda grande parte do dia, e sempre que fazia muito esforço, reclamava de dor.

Novamente ela se perdia em seus pensamentos escolhendo com sabedoria as palavras.

- Na hora do banho ele não conseguiu se despir, e eu me mantive totalmente profissional. Cada gesto, cada movimento, foi só para garantir que ele ficasse confortável.

Ela respirou fundo, segurando meu olhar por um instante, mas havia uma tensão estranha no ar, algo que não dizia.

- No final, quando terminou seu banho o ajudei a secar seu corpo. Percebi que ele até pareceu menos travado.

Ele Enquanto me contava, eu percebia uma faísca de embaraço em seu rosto, um leve rubor que parecia mais do que simples timidez. Eu sabia que algo estava sendo omitido, mas não pressionei. Ela continuou, tentando retomar a normalidade.

O silêncio se seguiu, e eu pude sentir que a história que ela contava era apenas a superfície. Na sua cabeça, os pensamentos eram outro mundo — fascínio, tensão, curiosidade que ela não compartilhava comigo. Mas a versão que eu recebia era impecavelmente neutra, profissional, quase inofensiva. E ainda assim, cada palavra deixava no ar aquela sensação elétrica, aquela tensão que eu não podia nomear, mas que sabia existir.

Os dias seguintes passaram de forma relativamente tranquila. A rotina da reabilitação seguia seu curso: exercícios, alongamentos, pequenas caminhadas dentro de casa. Meu pai começou a mostrar sinais de melhora. Seus movimentos estavam mais firmes, a respiração mais fácil, e a confiança dele crescia a cada dia. Laís permanecia meticulosa, atenta, dedicada — mas algo em seu comportamento começava a mudar, de um jeito sutil que eu não podia ignorar.

À noite, antes de dormir, ela me relatava cada detalhe do dia. Sempre com cuidado, sempre controlada, mas havia pequenas lacunas, hesitações no tom de voz, como se estivesse deliberadamente omitindo certas coisas. Eu escutava, absorvendo cada palavra, tentando entender o que ficava subentendido entre as linhas.

E então notei mudanças no jeito que ela se vestia, e como se diria ao meu pai. As roupas que antes eram discretas e funcionais agora pareciam levemente diferentes — um toque mais provocante nas blusas, o corte das calças que delineava mais sua silhueta. Não eram roupas exageradas, mas pequenas mudanças que chamavam minha atenção e me deixavam curioso.

Durante o dia, nada parecia fora do comum. Laís continuava profissional, atenta aos movimentos do paciente. Mas em certos momentos, havia algo no seu olhar ou na forma como ajustava a postura do meu pai que me fazia perceber: ela não era exatamente a mesma de alguns dias atrás.

- hoje ele conseguiu caminhar sozinho por uns minutos.

contou naquela noite, sentando-se ao meu lado. Eu sorri, contente pela melhora do meu pai, mas não pude deixar de notar o rubor leve em suas bochechas quando falava, algo que não havia ali antes.

- Foi incrível ver a evolução dele… me senti satisfeita por estar ajudando.

Havia na voz dela uma mistura de orgulho, alívio e… algo mais, um segredo que ela carregava consigo e que nunca deixava transparecer completamente. Eu percebia, em cada relato, que ela estava mudando — talvez não apenas por causa do trabalho, mas por tudo que acontecia nos pequenos detalhes do dia a dia

Certo dia cheguei em casa exausto, desejando apenas um banho para aliviar o peso do dia. Mas, ao abrir a porta do banheiro, algo me fez parar: estava mais bagunçado do que o normal. Toalhas largadas, marcas de água espalhadas pelo chão. Ao tirar as minhas roupas e me preparar para o banho minhas mãos tocaram em algo molhado dentro do cesto de roupas sujas, as peças da minha esposa ainda molhadas, como se tivessem sido colocadas às pressas. Entre elas, uma calcinha de renda encharcada, um sutiã ainda úmido e a blusa fina grudada em si mesma, denunciando que haviam sido tiradas há pouco tempo.

Fiquei parado por alguns segundos, observando aquilo. Meu peito acelerou — não apenas pelo cansaço do dia, mas pela estranha surpresa que aquelas peças representavam. O ambiente parecia carregar um silêncio pesado, quase como se o banheiro guardasse um segredo que eu ainda não sabia se estava pronto para descobrir.

No outro dia Acompanhei meu pai ao hospital para a avaliação de rotina. Já no caminho percebi que ele estava mais disposto, até animado com a saída. No consultório, o médico confirmou o que eu já notava: a melhora era incrível, surpreendente até. Ainda assim, recomendou alguns dias de repouso supervisionado, só para garantir que tudo continuasse no rumo certo. Saí de lá aliviado, com a sensação de que as coisas estavam finalmente voltando ao normal. Que grave engano.

Nos dias que se seguiam Laís continuou ajudando meu pai agora com pequenas coisas, como levar comida até o seu quarto ou organizar algumas coisas da casa. Parecia delicada, atenciosa, quase maternal. Mas por trás dessa calma, algo crescia: a sede dela por sexo tornava-se cada vez mais evidente, quase palpável. Mesmo quando eu gozava algumas vezes, ela continuava como se nada tivesse acontecido, como se aquela explosão de prazer não a satisfizesse. Eu já não conseguia saciar sua fome — sua necessidade de sexo estava diferente do comum, intensa e urgente, e era impossível ignorar, mesmo que ela mantivesse a fachada de normalidade.

Alguns dias se passaram, e o comportamento de Laís mudou de um jeito que me deixava ao mesmo tempo fascinado e inquieto. As roupas que antes eram apenas provocantes agora se tornavam abertamente excitantes, e cada gesto parecia calculado para atiçar algo dentro de mim, ou talvez não fosse pra mim. Durante jantares e conversas casuais, ela aparentava estar mais próxima do meu pai— seus olhares demorados, risadas discretas e toques sutis deixavam claro que havia uma intimidade crescente entre eles. Cada detalhe me consumia de ciúmes e desejo ao mesmo tempo, tornando impossível ignorar a tensão no ar.

No fundo da minha mente, uma preocupação persistente não me deixava relaxar. O acordo com a empresa dos Estados Unidos estava prestes a ser fechado, e uma viagem se aproximava rapidamente. Uma semana e meia longe de casa me parecia curta demais, mas suficiente para que minhas dúvidas e fantasias se misturassem de forma quase dolorosa. Cada flerte sutil que eu percebia entre Laís e o meu pai aumentava minha inquietação, e eu não conseguia evitar imaginar o que poderia acontecer enquanto eu estivesse ausente.

Foi essa tensão — entre o desejo por ela e a suspeita que me consumia — que me levou a instalar pequenas câmeras de vigilância com som em vários cantos da casa. Não era algo que eu quisesse fazer, mas a sensação de ter algum controle sobre a situação, de poder observar cada gesto e cada suspiro, me dava um estranho alívio.

A noite quando finalmente chegávamos ao quarto, o tesão de Laís me consumia de forma quase avassaladora. Seus olhos brilhavam de uma fome intensa, o corpo vibrando com cada passo que dávamos juntos. Cada toque, cada roçar de pele parecia pensado para me enlouquecer; ela me buscava com urgência, mordendo o lábio inferior, sussurrando meu nome de um jeito que fazia meu coração disparar.

Era impossível ignorar a intensidade de seu desejo — o calor que irradiava dela me dominava completamente. Eu tentava me concentrar nas responsabilidades e na viagem que se aproximava, mas meu corpo reagia sem controle, preso àquela urgência dela. Cada gesto, cada suspiro, cada arquejo me lembrava do poder que Laís exercia sobre mim, e eu me perdia entre ciúmes, desejo e uma excitação quase dolorosa, imaginando como aquela fome dela poderia se intensificar ainda mais durante minha ausência.

Certa noite, após fazermos amor, Laís, ainda nua e com a cabeça apoiada em meu peito, suspirou e começou a me contar algo surpreendente:

- Amor, hoje na academia encontrei a Mariana, fazia tempo que não a via e você não vai acreditar no que ela me contou.

- A Mariana, ex do Diego?

- Isso mesmo!! Você vai ficar chocado!

Laís agora estava de joelhos na cama, totalmente nua, o que me deixava excitado.

- O que foi? Por que tanta surpresa?

- Sabe a nossa festa de casamento?

- Sim, o que tem?

Perguntei curioso.

- Pois bem, seu pai transou com ela no banheiro masculino naquela noite.

- O QUÊ? COMO ASSIM?

Quase pulei da cama de tanto espanto.

- Foi a mesma reação que eu tive, mas me deixa te contar...

- Estou impressionado! Continue..

- Então naquela noite, ela estava um pouco embriagada e o Diego já tinha dado PT e estava dormindo no carro, lembra?

- Sim, e daí?

- Bom, ela me disse que seu pai sempre a paquerava e ela sempre desconfiou. Porém Naquela noite, ele foi bem direto.

Meu olhar era fixo em Laís, tão sexy nua na minha frente, com um brilho diferente nos olhos enquanto me revelava aqueles sórdidos segredos.

- Como assim, ele foi direto? - perguntei.

- Ele cochichou no ouvidod, dizendo que ela o deixava excitado e que seria seu num instante no banheiro masculino, se ela quisesse. Surpreendentemente, ela foi! Como se o risco de serem pegos a excitasse.

Eu ouvia atento, cada detalhe me deixando ainda mais curioso.

- Então, o que aconteceu quando se encontraram no banheiro? - perguntei, querendo saber mais.

- Assim que entraram, ele a pressionou contra a parede, beijando-a com uma fome e uma pegada que ela nunca sentiu. E acabou se deixando levar pelo tesão.

- Uau, isso é tão excitante! Conte mais! - pedi, ávido por saber de cada detalhe.

- Ele prendeu as mãos dela acima da cabeça, deslizando a outra mão por seu corpo, por dentro do vestido.

As palavras explícitas de Laís faziam minha excitação crescer a cada segundo. Eu quase podia sentir o calor do banheiro e ouvir os gemidos deles, como se estivesse lá.

- E aí, o que mais aconteceu ?

Laís então respirou fundo e disse

- Eles continuaram lá até ela abrir o zíper da calça e levar um susto ao ver o tamanho descomunal do pênis dele, ela disse que Ele era colossal - grosso e longo, uma verdadeira arma de fogo. Mas, ela disse que estava determinada a seguir com a aventura, ela se ajoelhou e engoliu tudo sentindo ele encher sua boca. Ela lambeu e chupou vorazmente, toda a extensão em sua boca. Ele gemia de prazer, puxando seu cabelo enquanto ela o degustava de todas as formas. Apesar do trabalho, ela estava excitada e decidida a transar com ele. Ela então se Levantou, ergueu seu vestido, revelando sua lingerie sexy e pele sedosa. Diz ela que ali ele ficou descontrolado de tesão, Ele acariciou seu clitóris por cima da calcinha uma última vez antes de jogar a calcinha pro lado e pressionar a cabeça descomunal de seu pau contra a entrada dela. Ela gemia alto e ofegava ao senti-lo abrindo caminho em sua bucета apertada, esticando suas paredes e a preenchendo completamente.

Ouvi tudo aquilo impressionado com a riqueza de detalhes. E como aquela história parecia ter mexido com Laís. Era nítido que ela estava cheia de tesão me contando tudo tão detalhadamente. E minha cabeça começou a dar voltas e a ligar pontos que não faziam sentido antes e que agora tudo se encaixava.

- você não vai me dizer que foi por conta dele que o casamento do Diego com a Mariana acabou ?

- Pode se dizer que sim. Após o casamento ela tentou se manter longe dele. Mas ela usou esta frase “ele é diferente” e que mesmo resistindo o máximo que podia. Bastava ele mandar uma mensagem e lá estava ela num motel transando com ele. Foram 2 anos de encontros até o momento que ela decidiu acabar com tudo com o Diego e “tentar” alguma coisa com seu pai. Mas ele não queria nada além de sexo com ela e que mesmo hoje eles ainda se encontram.

- Nossa senhora, muitas coisas fazem sentido, coitado do Diego ainda mais seu próprio tio eu estou surpreso.

- Sim eu fiquei pasma também cada detalhe que ela me falou me chocava mais e mais.

- Simmm mas eu só consigo pensar em como tudo isso acontecia em baixo do nosso nariz e ninguém percebia.

- Eu pensei a mesma coisa. Mas ela me falou que ele é um homem diferente de todos os outros. E que ela literalmente se viciou nele. Transavam por horas e era como se o mundo não existisse lá fora.

Lais dizia isso e eu percebia que a cada palavra quando se dirigia ao meu pai parecia que vinha uma imagem a sua cabeça. Uma nuvem negra tomava conta de sua mente e em seguida ela voltava.

- eu acho que ela só pode estar aumentando as coisas você não acha ?

- Amor eu não sei, só sei que antes dela ir embora ela me pediu pra eu tomar cuidado com seu pai

- Cuidado como assim ?

Perguntei descrente

- também não entendi porém ele é seu pai né nada haver ele é como um pai pra mim. E você é meu marido não tem porque isso acontecer

- Eu confio muito em você pode ficar tranquila mas isso me deixo com uma pulga atrás da orelha.

- Amor…

Laís saiu da posição de joelhos e veio ao meu encontro seus seios sobre o meu peito e me beijou um beijo quente e cheio de vontade, terminando ela me olhou e continuou a falar

- eu sou somente sua…

Nem terminou de falar e desceu em direção ao meu pau e começou a chupar ele. Eu senti que estava diferente do normal, como se a cada lambida a cada sugada ele desejasse mais. Logo ela o endireitou na entra de sua buceta e começou a quicar, sua buceta estava ensopada. Transamos por minutos a fio até gozarmos juntos

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