Contrato assinado

Da série Meu doce emprego
Um conto erótico de Soninha
Categoria: Heterossexual
Contém 1111 palavras
Data: 15/02/2026 15:31:13

O dia seguinte

Então, sai da empresa XYZ, sem calcinha, cheia do gozo de seu Mario, aquele grisalho cheiroso e atraente.

Chamei um uber e fui o caminho todo pensando no que tinha acontecido. Lembrei de uma frase dele:

“bem que o Roberto disse que você é boazinha”, será que o Dr Roberto falou que ele podia me comer? Não, ele não faria isso! Ou faria? Será que é esse meu trabalho? Servir os clientes dele? Melhor não pensar. Em casa, tomei um bom banho, mas não parava de pensar. Preparei minha comida, minha amiga ia dormir com o namorado. Jantei, assisti um pouco de TV, quando a campainha tocou. Fui atender era meu ex.

- Oi Carlos, aconteceu alguma coisa?

_ Oi Sônia, senti saudade, vim te ver.

- Eu tava indo dormir.

- Deixa eu entrar um pouco.

- Ok, entra. Senta.

- Obrigado.

- Você bebeu né? Por isso que terminamos.

- Ah Sônia, só 2 cervejas, não tô bêbado. Sinto sua falta. Se levantou e veio até mim.

- Não Carlos.

- Só um beijo Sônia, tô com saudade de você.

- Carlos eu gosto de você, mas você passou a beber muito, sem controle.

- Você tem razão, mas veja eu não to bêbado, to me controlando.

- Verdade, não está mesmo.

- Então, vamos voltar, sinto sua falta,

- Carlos, estou cansada, vou dormir, vem no sábado a gente conversa.

- Soninha, vamos namorar um pouquinho, to loco de vontade de você, vamos?

- Hum Carlos, não faz assim….

- Olha ai você também quer, te conheço.

- Carlos tô cansada, por favor vai embora.

- Ta bem, mas me dá só um beijo pra matar a saudade.

- Ok, mas só um beijo.

Me pegou forte, colou seu corpo ao meu, pude sentir seu volume e nos beijamos como antigamente. Viajei nos braços e no beijo dele.

- Minha delicia.

- Agora vai Carlos

- Volto no sábado pra fazermos tudo que temos direito, como nos velhos tempos.

Fechei a porta e fiquei encostada nela, pensando: nossa, mais um pouco e eu ia acabar cedendo. Fui dormir.

Acordei cedo me arrumei, tomei meu café e fui trabalhar.

Cheguei no escritório, cumprimentei todos e fui para minha sala, com o envelope com o contrato assinado.

- Bom dia Sônia!

- Bom dia Dr Walter!

- O Mario assinou o contrato?

- Assinou sim senhor, quer o envelope?

- Me leva na sala, junto com minha agenda de hoje por favor.

- Sim senhor.

- Com licença!

- Entre Sônia, sente-se. Cadê o contrato?

- Aqui está.

- Perfeito Sônia, este contrato salvou nossa empresa. Bom trabalho Sonia.

- Bom dia Walter, bom dia Sonia, e o contrato foi assinado?

- Bom dia Roberto, aqui esta assinadíssimo.

- Maravilha!!!! Bom trabalho Sônia. Mario te tratou bem? (um sorriso de canto da boca).

- Sim senhor, cheguei atrasada, por conta da chuva que caiu no caminho, ele me fez esperar bastante tempo mas assinou.

- Muito obrigado Sônia. Falei Walter, que ela ia conseguir.

- Com licença. Tem um portador que tem uma entrega, mas tem que entregar em suas mãos Dr. Roberto. Disse a recepcionista.

- Vamos lá então. E sai com ela para receber o pacote.

Voltou e disse.

- Um pacote enviado pelo Mário. Estranho, ele não é de dar nada pra ninguém.

- Abre amigo, abre logo.

Ao abrir o pacote, tira de a minha calcinha, com a qual ele limpou o pau. Quando vi, fiquei morrendo de vergonha, abaixei a cabeça, não sabia o que fazer.

- Tem um bilhete: Devolva para a dona por favor.

- Toma Sônia. Peguei calcinha sem olhar pra ele.

- Foi muito difícil o serviço Sônia, ele te tratou bem?

Fiquei calada, de cabeça baixa.

-Sônia não fique assim, você salvou nossa empresa. Disse o Dr Walter. Já Dr Roberto se aproximou de mim, alisou minha cabeça, pegou em meu queixo, erguendo e falou.

- Desculpe se não te disse nada antes, mas esse contrato é muito importante. Precisava dele assinado de qualquer jeito. Depois você falou que iria se esforçar, dar seu melhor. Então, precisei de seu esforço, do seu melhor.

- Olha, vamos te dar um prêmio já no seu primeiro salário ok? Disse Dr Walter.

- Isso Walter, boa ideia. Vem Sonia vamos pra minha sala, quero falar com você.

- Egoísta em Amigo?

Fomos pra sala dele, lá ele me abraçou, me beijou, colou seu corpo no meu.

- Hummmm Obrigado Sônia. Me beijou novamente, subindo minha saia, passando a mão na minha bunda.

- Espero que o Mário tenha te tratado bem. Me beijou novamente.

- Te quero agora Sônia, quero te agradecer um pouquinho, vem. A essa altura já estava cheia de tesão. Levantou minha saia, me sentou na mesa, abriu seu ziper, tirou seu pau já duro, afastou minha calcinha e me penetrou bem devagar, fui sentindo cada milimetro daquele pau que só minha boca conhecia. Depois que entro, começou um vai e vem gostoso, me levando a loucura.

- Ahhhhh Sônia que delicia de boceta ahhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhhhhh quero ela todo dia.

- Ahhhh ahhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhh dr Roberto que delicia.

- Delicia é então sente. Começo a estocar, metendo tudo.

- Toma ahhhhhhhhh ahhhhhh

- Ahhhhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhhhhhhh

- Ai Roberto, espertinho.

Ele parou com o pau dentro de mim e disse.

- Volta depois Walter, to ocupado.

- Tô vendo seu safado, mas também vou querer esse tratamento. Ele saiu.

- Desculpe por isso Sônia. Ahhhhhhhh Ahhhhhhhhhhhh

- Que delicia de boceta apertadinha.

Eu me deliciando naquele cacete.

- Posso gozar dentro Soninha, me beijava, línguas entrelaçadas e pau entrando e saindo.

- Pode Dr eu uso diu. Dito isso sinto ele ejacular todo seu sêmen dentro de mim, jato forte e quente, e continuou bombando seu pau em mim, até não aguentar mais.

Exausto, tirou o pau já, amolecido, me beijou loucamente.

- Obrigado minha Soninha. Quero você sempre.

- Todos os dias?

- Todos os dias que foder você. Você será minha, minha putinha. Me beijou. Vamos trabalhar.

Voltei para minha sala, ele foi para a sala do Dr Walter, chamaram as pessoas que iam dar andamento ao contrato.

No fim do dia dr Walter me chamou

- Pois não Dr

- Sônia, não quero que se sinta obrigada a fazer comigo o que faz com o Roberto. Ele é solteiro, eu sou casado, mas não tô morto. Mas se um dia você quiser me dar esse prazer vou ficar muito feliz.

- Nossa Dr Walter, to morrendo de vergonha.

- Vergonha é roubar. Prazer é muito bom, você não acha?

Sorri sem responder e ele insistiu, que um dia ele gostaria de me ter nos braços.

E os dias foram passando e dr Roberto e eu continuamos transando, no escritório, no motel, no carro e em um deles,fui informada que haveria uma reunião na baixada santista, onde dr Roberto me pediu pra reservar hotel, confirmar as presenças dele e do dr Walter.

Reservas feitas, reunião confirmada, chegou o dia e………

Fica pra próxima tá?

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