Verão no Sítio (Capítulo 16)

Da série Verão no Sítio
Um conto erótico de Hot♡
Categoria: Homossexual
Contém 807 palavras
Data: 15/02/2026 13:43:57
Assuntos: Gay, Homossexual

“Paixão”

A chuva de fevereiro já tinha virado rotina. O telhado batia gotas grossas e constantes, criando um ruído branco que embalava a casa inteira. Era uma noite de quinta-feira, o relógio marcava pouco depois das dez. A cozinha já estava limpa, as luzes da sala apagadas. Só o quarto principal tinha a luz suave do abajur aceso, criando um círculo âmbar na cama grande.

Tiago estava deitado de lado, nu, lençol embolado na cintura. Daniel deitou atrás dele, também nu, corpo quente colado nas costas dele. O pau grosso já estava meio duro, pressionando devagar entre as nádegas macias de Tiago. Daniel passou o braço forte ao redor da cintura dele, mão aberta na barriga macia, dedos traçando círculos preguiçosos ao redor do umbigo.

— Tá cansado? — Daniel murmurou no ouvido, voz baixa e rouca.

Tiago virou o rosto um pouco, sorrindo pequeno.

— Não. Só… gostando de ficar assim. Sentindo tu colado em mim.

Daniel beijou a nuca devagar, depois mordiscou a pele sensível do ombro. A mão desceu mais, envolvendo o pau de Tiago com gentileza. Não masturbou ainda — só segurou, sentindo ele crescer na palma quente. Tiago suspirou, quadris se movendo de leve para trás, esfregando a bunda no pau de Daniel.

— Quero te foder assim hoje — Daniel sussurrou. — De conchinha. Devagar. Até tu gozar na minha mão. Tu também quer isso, né?

Tiago assentiu, ofegante.

— Quero.

Daniel pegou o lubrificante na mesinha de cabeceira, espalhou nos dedos e depois no próprio pau. Levou dois dedos à entrada de Tiago, circulando devagar, entrando com calma. Tiago relaxou, gemendo baixo quando os dedos massagearam a próstata de leve. Daniel preparou tudo com paciência, sentindo o anel se abrir, o corpo de Tiago se entregar.

Quando achou que estava pronto, Daniel segurou o próprio pau na base e encostou a cabeça na entrada. Empurrou devagar. A glande entrou, esticando. Tiago gemeu rouco, mão apertando o braço de Daniel que o envolvia.

— Devagar… assim… — murmurou Daniel, beijando a nuca.

Entrou centímetro por centímetro, sentindo o calor apertado envolver tudo. Quando os quadris colaram na bunda de Tiago, os dois gemeram juntos. Daniel ficou parado por longos segundos, só respirando, sentindo as pulsações ao redor do pau.

Depois começou a mexer. Estocadas lentas, longas, saindo quase todo e entrando fundo de novo. A mão direita envolveu o pau de Tiago, masturbando no mesmo ritmo das estocadas — devagar, firme, polegar roçando a cabeça sensível a cada subida.

Tiago gemia baixo, contínuo, corpo tremendo de leve a cada movimento. A posição era íntima: Daniel atrás, peito colado nas costas, queixo no ombro, respirando quente na orelha dele. As estocadas acertavam a próstata com precisão, enquanto a mão masturbava o pau com carinho.

— Tá gostando, amor? — Daniel perguntou, voz rouca.

— Tô… porra… não para…

Daniel acelerou um pouco a mão, mas manteve as estocadas lentas e profundas. Beijava a nuca, o ombro, mordiscava a orelha. Tiago empurrava os quadris para trás, querendo mais, depois para frente, fodendo a mão de Daniel.

O prazer subia devagar, acumulando. Tiago sentia o orgasmo se aproximando como uma onda lenta, mas inevitável. O pau pulsava na mão de Daniel, a próstata sendo acertada sem parar.

— Daniel… eu… vou gozar…

— Goza, vai… goza na minha mão enquanto eu te fodo…

Tiago gozou forte. Jatos quentes espirraram na palma de Daniel, escorrendo pelos dedos, pingando no lençol. O corpo dele tremeu inteiro, cu se contraindo ao redor do pau de Daniel em espasmos ritmados. Daniel gemeu rouco, sentindo o aperto, e continuou estocando devagar, acompanhando os tremores.

Quando Tiago relaxou, ofegante, Daniel acelerou um pouco as estocadas. Mão ainda suja de sêmen envolvendo a cintura dele, segurando firme.

— Agora eu… — murmurou Daniel, voz tremendo.

Estocou fundo mais algumas vezes, gemendo grave contra a nuca de Tiago. Gozou dentro, jatos quentes enchendo o cu, pulsando forte. Daniel continuou mexendo devagar, espremendo os últimos pingos, até o pau amolecer dentro dele.

Eles ficaram assim por longos minutos. Daniel ainda dentro, braço envolvendo Tiago, mão suja de sêmen agora na barriga dele, espalhando devagar. Beijava a nuca, o ombro, sussurrando palavras baixas.

— Tu é tudo pra mim…

Tiago virou o rosto o suficiente para beijar Daniel devagar, língua entrando com calma.

— Tu também.

Daniel saiu devagar, sêmen escorrendo pela coxa de Tiago. Pegou a toalha na cabeceira, limpou os dois com carinho — primeiro o pau de Tiago, depois a própria mão, depois a entrada sensível. Depois puxou Tiago de volta para o peito, cobrindo os dois com o lençol.

— Dorme assim — murmurou. — Colado em mim.

Tiago sorriu, já sonolento, aninhando-se mais.

— Sempre.

A chuva continuava caindo lá fora, mas dentro do quarto só havia o som das respirações sincronizadas, o calor dos corpos colados, o cheiro de sexo e intimidade.

Eles adormeceram assim.

De conchinha.

Como se o mundo inteiro pudesse esperar.

Porque, para eles, o tempo já tinha parado.

Continua…

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