Doutor Granada era como ele era conhecido por aqui, um bom homem cristão advogado, pai de família, honesto e amigo de todos, lembro a primeira vez que eu o conheci, a escola mais próxima, uma escola forte, que não aceita qualquer aluno eu era uma felizarda e o filho dele o Roberto Jr também, ele dizia que eu era a coleguinha do filho dele, os olhos azuis, os cachos dourados, era o que ele mais elogiava.
Coleguinha…
Anos depois, coleguinha é a última coisa que alguém pensaria sobre nós dois, ainda vivíamos grudados, mas agora era diferente, como quando Roberto, descendo o escadão me tacou na parede, o vestidinho soltinho não foi páreo para suas mãos que removeram minha calcinha com experiência, quando seus dedos me deixaram molhada, suspirando, gemendo baixinho, ele me vira, de frente para a parede, as duas mãos apoiadas e me invade com força, com vontade, com tesão e me fode, como se não houvesse amanhã.
Ou quando estávamos no quarto do Roberto, noite, trinta graus, falando gracinhas entre estudos, eu arranquei minhas roupas, ele arrancou as dele eu joguei ele na cama e subi sobre ele, depois de uma mamada para ficar bem duro, sentei e cavalguei sobre ele com força, com desejo, com necessidade, empurrando o material de estudos do cursinho pré-vestibular para fora da cama, porque estava no nosso caminho enquanto transávamos com os pais dele na sala, vendo novela.
Definitivamente, tínhamos deixado de ser coleguinhas, muitos anos atrás… Mas, ainda era como o Dr. Granada me tratava e definitivamente não me importava, mas aí ocorreram duas coincidências que iriam mudar a visão dele de mim.
Primeira:
Eu estava em casa, meu vibrador de encontro a minha ppk, vibrando massageando, eu estava suspirando de prazer, minha mãe não se importava, ela sabia que sou um ser humano, meu padrasto nem imaginava e eu era super silenciosa, mas porra, eu queria meu macho, queria ouvir a voz dele, eu ligo para a casa dele, a mãe atende, “Eu queria falar com o Roberto.”, “Claro só um segundo…”, “Alô?”, “Roberto meu amor, estou com tanto fogo, eu queria tanto você me comendo agora, já, por favor diz que pode?”, “aaah… Eu… Vou chamar o Jr.”...
Eu quase morri de vergonha, eu quase tive um ataque cardíaco, a partir dali eu não era mais a coleguinha do Roberto Jr., eu era sua namoradinha, mais do que uma amiga, menos do que uma namorada, porque não era isso que eu era, ao menos era como os pais dele, conseguiram lidar com a situação, de que transávamos como dois coelhos mas sem um relacionamento específico.
Depois dessa situação do telefone, eu comecei a chamar o meu Roberto, o Jr de Robertinho ou Betinho, eu ficava vermelha e cabisbaixa sempre que lembrava, imaginando o quão vagabunda eu era na cabeça do pai dele, mas não sabia ainda o quanto, até essa segunda vez, acho que uma parede havia rachado, mas ainda estava de pé, a parede do homem que me viu crescer de menininha.
Segunda:
A parede caiu de vez na segunda… Eu havia acabado de transar loucamente com o Robertinho, tínhamos passado no vestibular, ele direito como o pai queria, eu veterinária, como era de meu desejo e minha mãe sempre respeitou, ele saiu para comprar bebida e lanche para a gente se recuperar, eu estava deitada nua na cama dele, de frente para a janela de costas para a porta.
“Juninho eu vim te dar os parabéns…”, suas palavras congelaram nos lábios ali de costas para ele, estava a loirinha namoradinha do filho, os cabelos cacheados longos espalhados pela cama, a bunda toda empinada para quem entra da porta, a ppk visível depiladinha as costas lisinhas, a cintura marcada, ele fica um tempo olhando e eu paralisada de vergonha não me movo, não me viro, ele vai embora achando que eu estava dormindo.
Assim modéstia a parte, eu tenho um corpo bastante bonito, o quadril largo, chamativo, as coxas grossas, uma bunda respeitável, pelo menos sempre faz os homens virarem a cabeça para olhar, seios médios e bastante bonitos e é claro as marquinhas de biquíni cultivada no sesc do belenzinho, hoje eu penso o quanto, o pequeno triângulo de marquinha de biquíni acima da minha linda bundinha, marcou a ferro a lembrança desse homem.
Isso arrombou qualquer parede que ele havia levantado de resistência sobre o fato de ter uma mulher jovem, bonita e carinhosa frequentando sua casa, eu percebi rápido como seus olhares mudaram, ele parecia fotografar cada peça de roupa quando me olhava, com atenção, com desejo, com intensidade, como se ainda pudesse fazer o raio x do meu corpo nu por trás de todas as minhas roupas.
… … … … … … … … …
Depois daquele dia, o Dr. Granada, advogado, cristão, começou a demonstrar estar nas minhas mãos, ele corava com meus bom dia carinhosos, que eu sempre fiz antes, mas ele me via diferente, eu pegava ele olhando um pouco mais para mim do que deveria, de uma forma que ele nunca olhou antes, ele me oferecia presentes e favores, que ele nunca fazia com ninguém, claro, tudo sempre era, “A gente conhece você desde criança, sei que você é uma boa garota.”... A mulher dele, parecia sempre cair nesse papinho.
Eu parecia ser a única pessoa que realmente reparava nas intenções dos presentes, ou talvez… Talvez, ele como homem mais experiente, com idade para ser meu pai, estivesse deixando somente eu perceber mesmo… Comecei a desconfiar disso e quer saber, isso me dava um tesão enorme, aquele homem poderoso, o DOUTOR GRANADA, respeitado por toda a rua, estava de quatro pela loirinha aqui.
Presentes vinham, pequenas ajudas, pequenos favores, sempre com um sorriso e um olhar safado, encontravam um sorriso afetivo, um jeito carinhoso de retribuir, lembro uma vez, que eu e o Robertinho estávamos assistindo um filme, o pai dele trabalhando no escritório, eu fiz café para nós dois, mas resolvi levar para o pai dele, “Dr Granado, eu fiz café quer um pouquinho.”, “Claro Camila quero sim.”, eu entrei e ele com o olhar intenso como se pudesse me despir.
Não que sobrasse muita coisa para a imaginação, shortinho curtinho com barra desfiada, mostrando a poupinha da minha bunda, uma camiseta que cobria, sim, mas era de um corte que seguia as minhas curvas ao invés de escondê-las, os cachos em um rabo de cavalo alto, eu entrego para ele e ele está olhando nos meus olhos, aquela troca de olhar dizia tudo, ‘quando quiser’, depois de deixar a xícara de café eu comecei a ir para a porta deixar ele trabalhar, dou uma olhadinha para trás, pego ele olhando minha bunda rebolando por todo o caminho até a porta.
Houveram outras situações, uma vez ele foi me buscar no shopping, estava atrasada pedi para o Robertinho, mas ele me falou que a moto estava na mecânica e falou com o pai, eu entrei no carro de minissaia jeans e blusinha de alcinha e o homem, só faltou engolir em seco, nunca vi nem um motorista prestar tanta atenção na troca de marcha, ou talvez fosse nas coxas logo ao lado…
Nesse dia conversamos sobre música, ele me deu conselhos, eu olhava para ele com admiração e fascinação pelo seu conhecimento da coisa, o que eu via, nos olhos, na linguagem corporal que fazia ele se sentir o máximo, o encanto da novinha sapeca que dava para o filho dele, pensando bem, já tinha um tempo que quando estava só eu e ele, nem a esposa ele mencionava mais ou o filho, todo o assunto era sobre mim ou ele, gostos, comidas, presentes…
Um dia ele me pegou na faculdade, eu estava saindo e vi ele lá, fiquei curiosa, ele disse que só estava passando… Eu aceitei… Ele me deu carona, mas não antes de passarmos em um restaurante caro, depois me levou para passear no Trianon, cantinhos escondidos, um parque silencioso, extremamente silencioso em plena Paulista, com cantos escondidos, trilhas próprias, “Você é bastante bonita Camila”, eu olho para ele, estava nesse dia de jeans, bem justinho e uma blusinha de alcinha batinha, valorizando os seios e folgadinha na barriga.
“Não sei é para tanto Dr. Granada.”, “Não precisa me chamar de Dr. Granada, te conheço praticamente desde neném, mulher, pode me chamar de Roberto.”, “Claro, Roberto.”, eu pronuncio o nome dele com extra carinho na voz, extra maciez, extra sedução e ele se aproxima de mim eu olho nos olhos dele, a respiração presa, ele me beija e puta que pariu que beijo, ele me desmonta com esse beijo, eu fico toda molinha, aquele homem sabia beijar como eu jamais tinha sido beijada.
Do beijo veio as carícias e beijos com carícias e sussurros de: “Menina gostosa.”, “Jeitinho de menina.”, ao mesmo tempo eu só conseguia responder com suspiros e gemidinhos de: “Nossa que delícia.”, ou “Está fazendo eu perder a cabeça.”, após ‘namorarmos’, bastante, finalmente ele me levou embora.
Mas depois veio a culpa… Dele…
Ele evitava olhar para mim no começo, principalmente na frente da mulher dele, eu percebi isso, mas não evitava de me dar presentes, tão pouco interveio quando o filho declarou que queria namorar comigo oficialmente, agora seria para valer, não seria mais só a amiga colorida, seria a namorada, nesse mundo seria tudo diferente…
Eu fiquei de dar a resposta em uma semana, a verdade é que para mim também representava uma mudança brusca, não sobre o pai dele, que eu já nem pensava quando ele começou a me evitar, mas ter um namorado sério, como universitária, eu estava curtindo minha vida, isso ia ser bastante diferente para mim, por outro lado, era o meu Betinho, acho que ele merecia.
A semana também era para me organizar, acabar com gracinhas, garantir que alguém levou o grande prêmio e que depois dessa semana, eu não estaria mais disponível para ninguém, claro que houve muito luto, kkkkkkk, não literal, mas eu estava fora da pista e isso era inevitável, deixei bem claro para todos, mas um dia eu estava saindo da faculdade e o Senhor Roberto estava lá outra carona surpresa.
Saímos de carro, “Você quer mesmo namorar o Júnior.”, “Quero.”, nesse dia eu estava de vestidinho tubinho o que fazia cada curva ficar evidente para ele, “Mas… Eu posso…”, “Você vai ser meu sogro Roberto, não posso ter dois namorados e a Dona Lurdes?”, meu questionamento não teve a convicção necessária e eu nem queria que tivesse.
“Eu conheço meu filho, posso ajudar você a conseguir um relacionamento aberto.”, eu dou risada, “Se você conseguir sou toda sua…”, “Não me basta…”, eu olho para ele confusa, esse homem casado me fazendo esse tipo de proposta, aliás, meu sogro me fazendo esse tipo de proposta, eu sinto meu corpo todo estremecer pelo homem mais respeitado da rua.
“Sou um advogado Camila, o pagamento é feito adiantado e o restante após a causa.”, eu dou risada, uma risada alta e olho para ele com o mesmo fascínio de sempre, ele não pergunta e eu não contesto quando o carro entra em um motel…
Ele para na garagem em baixo do quarto e eu desço do carro com as bochechas vermelhas, ele me guia até a escada, mas eu paro e faço sinal para ele esperar, vou até o carro abro a porta, com a porta entre nós, eu tiro minha calcinha, volto com uma corridinha e olho para ele…
“Agora estou pronta.”, eu subo a escada na frente dele, o vestido tubinho curtinho, levantado só cobrindo o quadril e nada por baixo, é a visão que eu presenteio ele, eu olho para trás e a boca aberta é exatamente o que quero ver, quando entramos na suíte um beijo explode na minha boca, me apalpando me agarrando, me arrancando gemidos de prazer, enquanto me guia para a cama redonda no meio do quarto.
Ele me deita na cama e começa a tirar minha roupa, “Você é uma delicinha Camila, puta que pariu.”, “Isso Sogrinho, faz sua norinha de puta, que delícia de HOMEM.”, ele invade com os dedos, enquanto arranca minha roupa, sua boca, suas mãos não sei como ele coordena isso para me enlouquecer tanto, para me deixar tão molhada, tão entregue, ele desce e mete a cara entre minhas pernas, me arrancando um gritinho de prazer me contorcendo nas mãos dele.
Ele me segurou pelo quadril e fez como o filho dele nunca fez, aliás como ninguém nunca fez, pau todo homem têm, mas um oral bem feito pra te fazer gozar de ficar mole… Isso é pra poucos… Eu dei gemidos altos e me contorci dando tapas no colchão, antes de gozar com um grito primal que veio do fundo do meu útero querendo esse homem pintando suas paredes de branco dentro de mim.
“Porra sogrinho me fode…”, eu peço completamente desavergonhada, meu corpo está gritando por uma pica, querendo essa pica em mim, eu olho para ele completamente fascinado pelo que conseguiu, ele conseguiu a novinha que ele vinha cobiçando nos últimos dois anos, ele me puxa para ele, “Antes quero sua boca de neném.”, eu faço que sim com a cabeça, ele coloca para fora e eu coloco para dentro…
Chupando, sugando, movendo a cabeça devagar, não só o vai e vem, mas também girando de leve, usando a pressão suave dos lábios e a massagem suave da língua para dar todas as sensações que ele quisesse, ele gemendo segurando meus cabelos, “Camilinha… Se seu pai nos visse agora garota…”, socando na garganta do vizinho e amigo, “Caralho amigão, desculpa, mas sua filha é gostosaaaa”, ele gozou na minha boca com força, engolir foi difícil, mas não fiz feio.
Toda molinha na cama, ele sobe se encaixando entre minhas pernas, mordo o lábio, quando ele me ajeita nos braços dele entre minhas pernas, resolvo ser ainda mais safada, faço minha voz mais de menininha para ele, “Vai sogrinho, seja meu ombro amigo, deixa eu apoiar as pernas nele.”, ele dá risada da safadeza, apoia minhas pernas no seu ombro e soca com vontade, me arrancando um grito.
“Isso minha menina grita para mim.” ele está me chamando tanto de menina e eu estou tão molhada e gostando tanto, que resolvo entrar no personagem provocando ainda mais sentindo ele pulsar dentro de mim de tão excitado, “Ai sogrinho… Está me abrindo toda… É muito grandão… Vai me deixar toda arregaçada sogrinho…”, ele estava revirando os olhos de tesão, completamente entregue ao poder da novinha nos seus braços, ou melhor espetada na sua pica, ele começou a falar coisas ainda mais absurdas me respondendo.
Ele estava me fodendo com muita força, me arrancando gemidos altos de dor e prazer, porque eu também não sou de borracha ou de ferro enquanto começou a falar, “Ai nada é isso que novinha putinha merece…”, eu gritei um ai mais alto, só para provocar depois dessa, “É maior do que o do corno do meu filho é?”, fiz que sim já tremendo toda quase gozando, “Vou deixar toda arregaçada sua PUTA…”, gozei… Gritando, tremendo, me contorcendo, em algum momento sinto ele gozando também, dentro fundo, me dando a sensação que eu queria, do esperma dele, me enchendo por dentro.
Depois dessa eu quis cavalgar o meu sogrinho, dizendo maldades, como “Olha só a garotinha cavalgando o Doutor Granada… Era isso que sempre imaginava quando olhava a menina crescer? Que um dia ia estar aqui com seu pau dentro de mim.”, ele delirava de prazer, pulsava com tanta força e às vezes até dava umas socadas de baixo para cima que me tirava o fôlego.
Depois disso fomos para o banho, eu estava no banho com ele, ambos se lavando sentindo minha pele escorregadia, “Você é um furacão na cama, sabia Camila?”, eu dou um risinho, “O Juninho dá mesmo conta de tudo isso?”, eu olho para trás, olho para ele, ainda estou toda fascinada com o meu poder sobre ele e a experiência dele me fazer gozar intensamente, “Não desse jeito.”, percebo o pau dele duro de novo na minha bunda.
“Está duro de novo Roberto?”, “Não dá com um tesão desses toda molhadinha assim.”, eu dou risada… Pego o pau dele, sem me virar, batendo uma para ele, de vagarinho com carinho, ouvindo seus gemidos nas minhas mãos escorregadias de sabão, batendo uma alisando ele de encontro a minha bunda, passando ele na minha bunda enquanto movo minha mão, ele dá um tranco repentino, que se minha mão não tivesse em volta, tinha aberto todo o caminho até a entrada proibida.
“Camila eu quero esse seu rabo.”, eu olho para trás sorrindo depois do susto, presa contra a parede, “Não, nem o Betinho nunca fez atrás.”, sinto ele pulsar na minha mão, “Ninguém nunca fez atrás.”, eu fico vermelha e faço que não com a cabeça, “Melhor ainda esse cuzinho passa a ser só meu.”, eu dou risada da loucura que seria isso, “Claro que não Roberto, como assim?”.
“Eu sempre fui bonzinho com você não fui?”, eu faço que sim com a cabeça, eu sabia que, não era bem sempre, é desde quando me viu nua, mas relevei, “Então se meu filho não aceitar o relacionamento aberto, eu vou continuar sendo bonzinho e até faço uma poupança no seu nome…”, eu olho começando a ficar interessada, “Mas se ele aceitar… Esse cuzinho é só meu até vocês se formarem na faculdade.”, eu olho para ele, pensativa, “Eu não sei esse acordo parece que eu ainda saio perdendo um pouco.”. ele dá risada.
Ele alisa meu corpo e sente como estou arrepiada e cheia de tesão que ainda quer ser aplacado, só a forma sendo o único tabu em debate, “Façamos o seguinte… Se eu te fazer gozar pela bunda, sem usar o pau, a gente fecha esse meu acordo.”, eu fico toda vermelha, “Mas então têm que ter um timer.”, “Ok… 20 minutos.”, “Vinte minutos é muito senhor Roberto.”, “Você é uma mulher, não é rápido assim… Principalmente por trás.”, eu respiro fundo me viro olhando para ele, “Trato.”, sorrio.
Ele me leva de volta para o quarto e me debruça sobre aquelas poltronas para sexo de motel, toda empinada com as pernas abertas, então ele coloca mãos a obra, ou melhor, cara… Ele mete a cara entre minhas pernas, lambendo e chupando, indo da minha ppk para o meu cuzinho e voltando, eu sinto meu corpo estremecendo, arrepiando em pouco tempo já estou gemendo na lingua dele, as mãos, acariciam, massageiam apertam, a língua dele, explora meu rabo todo e começa a se focar mais e mais e mais no meu cu.
Quando eu dou por mim eu já estou gemendo, o timer correndo sobre a cama, tremendo inteira, com a língua dele, causando ondas de prazer, a partir do meu cu, enquanto seus dedos brincam com a minha ppka me masturbando, eu até tentei protestar mas mão, não é pau… Advogados!!!!!.... Revirando os olhos na ponta do dedo e da língua dele, me sentindo toda estimulada, tremendo completamente, agarro mais a poltrona com a bunda empinada e ele ajoelhado atrás, “FILHO DA PUTA”, eu grito e gozo, tremendo toda, me contorcendo toda, quando tudo acaba e eu fico molinha na poltrona com a bunda toda empinada, escuto o despertador sobre a cama…
“Pronta para pagar sua divida.”, eu dou uma risadinha ainda na mesma posição, “Vai logo, me arranca as pregas, você ganhou isso.”... Agora é ele quem dá risada de que eu só me resignei que vou perder a minha virgindade anal assim, aqui, com uma aposta com o meu sogro, mais ainda, o cu vai ser só dele, se ele ainda convencer o filho disso… Sinto o gelzinho no meu cu, ele espalha com os dedos, enfia um dedo, me arrancando gemidos, depois espalha mais, depois mais gel, depois espalha mais, aí mais gel…
Ele finalmente se posiciona e começa a me arrebentar as pregas, meus gritinhos de “Ai Roberto, calma… Dói…”, eu já tinha dado gritinhos iguais com ele na minha ppk, então nem posso reclamar que ele não ligou enquanto me arrombava o cu, mas depois quando eu relaxei, ele me fez mudar de posição, para como estávamos no banheiro, com a mãozinha na parede, a mão dele pela frente do meu corpo me tocando, arrombando meu cu com vontade até eu gozar, muito forte, segundos antes dele também gozar e inundar meu intestino como havia feito com o meu útero.
Depois disso eu só queria dormir por algumas horas antes de ir para casa e fui atendida…
E foi assim, que meu sogro, se tornou meu patrono, ele pagou quase tudo para a minha faculdade, ele me garantiu presentes, através do filho dele também e eu sei que eu tenho uma poupança gordinha vai dar para ter um consultório só meu, já é o último semestre, quando finalmente pegar meu diploma, meu naorado Robertinho, terá o que até agora só foi do seu pai…
Essa é a história de como uma novinha, bonitinha e carinhosa, conseguiu tirar dos trilhos o todo poderoso Doutor Granada… Um homem acima de todas as expectativas, de moral, honestidade e dignidade.
=== === === … … … FIM … … … === === ===
Esse conto é para o Desafio Pirata 2 Música do Ryu.
Espero que todos gostem um bom carnaval para todos.
Por favor se poderiam votem e comentem.
