After Party #2 - Amizades do trabalho

Um conto erótico de Diabo
Categoria: Heterossexual
Contém 903 palavras
Data: 15/02/2026 03:19:23

Apesar das putarias com Jonas e Douglas no trabalho, era com Alex que Sol tinha mais afinidade, tinham muitos gostos em comum, e apesar dele também querer comê-la, era mais discreto e educado. Isso não os impediu de entrar em assuntos safados, e com o tempo, começaram a trocar nudes quase que por brincadeira e cumplicidade. Sol mostrava seu corpo exuberante, e ele, sua rola enorme. Era o cara mais mirrado dentre os homens no seu trabalho, em compensação tinha um pau enorme, fora do comum.

Dos seus colegas de trabalho, era o único que até então frequentava mais assiduamente nossa casa. Assistia filmes, comia com a gente, participava da nossa rotina quase como se fosse um morador da casa. Intimidades foram surgindo entre nós (mais entre eles) que poucas pessoas poderiam entender ou sequer admitir.

Na nossa sala havia um sofá de três lugares e muitas vezes deixávamos um colchão no chão pra caso enjoássemos de ficar no sofá. Em muitos momentos, sentávamos Alex e eu, cada uma numa ponta do sofá, e Sol se deitava, ora colocando a cabeça no meu colo, ora no colo dele, sempre recebendo cafuné de um e carinho nas pernas de outro. Às vezes, deitávamos os três no colchão para assistir, Sol sempre ficava no meio. De vez em quando, quando estava um pouco mais frio, nos cobríamos, com uma manta grande que tínhamos lá.

Certa vez estávamos os três no sofá e Sol disse:

–Vamos pra cama? Quero ficar mais confortável.

–Se vocês quiserem podem ir, vou ficar mais um pouco no sofá. - Falei.

–Mas vou levar coberta. - Disse rindo.

–Tudo bem, não tô com frio.

Desceram então Alex e Sol pro colchão no chão e seguimos assistindo o filme. Eu acabei cochilando no sofá. E, já por conta do “frio”, Sol puxou Alex pra ficar deitado de conchinha com ela. Nessa altura no campeonato, já éramos tão íntimos que não foi estranho pra nenhum de nós o convite, embora fosse inédito. No entanto, em pouco tempo naquela posição, Sol começou a sentir o pau enorme de Alex ficando duro na bunda dela, isso a deixou excitada e ela puxou a mão dele pra que apertasse seus peitos. Ele estava de shorts e camiseta, ela com uma camiseta minha que usava como se fosse vestido em casa e meias, sem calcinha. O corpo dela começou a esquentar rápido e ela arrancou a camiseta ficando só com as meias, ele a acompanhou tirando também sua roupa. Ainda na posição de conchinha Alex cochicha:

–Não vamos acordar o Marcelo?

–Não, ele tem o sono pesado. É só você colocar devagarinho.

Alex começou a dar pinceladas com a cabeça do pau na buceta dela e começou a empurrar o mastro dentro da vadia. Quando entrou tudo ela arregalou os olhos e os fechou em seguida e começou a tentar conter o gemido. Ela nunca tinha sentido um pau tão grande. Começou a bombar a pica na buceta apertada dela lentamente e ficou um bom tempo ali, curtindo o rabetão dela bater no seu quadril enquanto arrombava a putinha segurando e apertando o pescoço dela, pois já sabia que ela gostava de uma pegada forte e agressiva.

Ele, não contendo a empolgação, se ajoelhou pra socar com mais liberdade, ela ainda de ladinho levantou só uma das pernas, ele apertava com sua bunda e com a outra mão um de seus peitos. Ela procurava o lençol pra se agarrar, mordia os lábios, os gemidos já não podiam ser abafados. Alex deslumbrado com o corpo de Sol, especialmente com sua raba volumosa, grande, socava freneticamente sua pica, tentando já se conter pra não gozar, tamanha era sua realização naquele momento. Ela explodindo em seu deleite, o mandou se deitar, pois queria cavalgar aquela tora imensa. Virou de costas pra ele e começou a sentar. Ele tinha a visão mais do que privilegiada daquele quadril largo e daquela bunda imensa. Ela começou a sentar freneticamente, às vezes, olhava pra trás encarando o macho que a estava comendo igual uma cadelinha. Ver aquela bunda gostosa e abundante quicando no seu pau foi esgotando seu autocontrole, até que ele gozou a enchendo de porra. Ela continuou sentando sem dó e um minuto depois gozou também.

Pararam um pouco pra respirar, Alex foi ao banheiro pegar papel pra que se limpassem e se cobriram novamente. Mas o fogo ainda não tinha passado, uns dez minutos depois começaram a se beijar, suas línguas invadiam uma a boca do outro, ela novamente estava molhada e ele com o pau duro feito uma barra de ferro. Ele então se deitou sobre ela, alternavam entre beijos e encaradas, ela arreganhou as pernas num convite, ele encaixou o pau e a penetrou lento e firme, novamente o primeiro vislumbre de um delírio devasso a tomou ao sentir aquele membro duro e gigantesco arrombar sua buceta. Os gemidos que se seguiram revelavam a intensidade da dor no prazer e do prazer na dor de ser empalada. Ela o prendia com as pernas e ele bombava faminto de xota. Começou a segurar o gozo só esperando, quando veio o tremor do corpo dela acelerou e gozou junto fazendo-a dar gemidos escandalosos. Ele ainda permaneceu torando ela até extrair a loucura de sua mente inebriada de prazer.

Estava ainda levando pica quando abriu os olhos e meu viu assistindo tudo do sofá, olhava-a sério e com tesão, ela devolveu o mesmo olhar…

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