Parte 9.
Logo na entrada da sauna, eu perguntei:
— Ficou com tesão, corninho?
Ele fez que sim. Eu quis saber:
— Está com vontade de aprender mais com o seu pai e com o tio?
Giles olhou para o pai e para o tio, que estavam de pau duro também, e disse em voz baixa:
— Eu quero. Só fico ainda com um pouco de ciúme de ver como eles tem tesão em você. E você também tem muito tesão em dar para os dois.
— Mas isso é porque eu sou gostosa, amor. Seu pai e seu tio são machos com muito tesão. Sorte sua de ter namorada gostosa. É natural isso. E eu gosto muito de aprender com eles. – Respondi.
Ele continuou falando em voz baixa:
— Mas, você fica dando para eles toda hora. Parece que você gosta muito de dar para eles. Vi você gozando com o meu pai e senti um pouco de ciúme.
Eu abracei o Giles, dei um beijinho no pescoço dele e disse baixinho no ouvido:
— Amor, eu sou sua namorada. E você é meu corninho. Amo você. Isso está acontecendo, porque eu estou aprendendo com eles para ser a sua putinha. Tenho que aproveitar hoje. Amanhã não tem mais. Você terá tempo depois, para aproveitar e aprender comigo. Não precisa de ter ciúme, eu gosto de foder com eles, porque eles sabem muito, me dão muito prazer também, mesmo tendo esses pintões, fazem de um jeito muito gostoso. Mas, já disse, eu amo é você.
Dei uma respirada, olhando nos olhos dele, e falei:
— Entenda… eles são experientes, sabem foder bem gostoso e me ensinam a gozar muito. Eu nunca tinha gozado assim. Você ainda não sabe fazer. Eu gosto de dar para eles sim, gostei de aprender, e preciso aprender mais. Não tenho como aprender com outros. Você não vai saber ensinar. Tenho que aproveitar com eles aqui. Estou adorando tudo, para depois a gente fazer também.
O Giles deu um sorriso, mais relaxado, indicando que a minha resposta era convincente. Ele falou:
— Gosto de você porque é sincera. Não esconde o que sente e o que pensa. Diz o que deseja, não disfarça, assume o que faz, e isso é bom. Mas eu ainda não deixo de ter um pouco de ciúme quando vejo você gostando tanto de dar para eles. Mas, vou me acostumar.
O Lírio ouviu e explicou:
— Filho, todo corninho sente um pouco de ciúme. Isso é bom, porque mostra que você gosta muito da sua putinha. Mas, com seu pai e seu tio você não precisa disso. Estamos aqui para mostrar como se faz. Não vamos tomar a sua namorada. Queremos o melhor para os dois E seremos sempre pessoas em quem vocês podem confiar. Vocês vão ficar sozinhos, e vão ter que continuar aprendendo. Quando a gente vier, se vier, a gente pode ensinar mais. Mas hoje, falta pouco para irmos embora.
Giles concordou com um aceno de cabeça. O pai perguntou:
— Quer aprender mais? Quer me ver fodendo a sua putinha de novo?
Giles me olhou como se quisesse saber a minha opinião. Ele estava excitado mas não quis falar sem me ouvir. Eu falei:
— O seu pai me fez gozar muito gostoso lá na água. Meteu por trás. Você não viu. Você precisa ver como ele faz.
— Eu quero sim. Quero ver, e aprender. – O Giles disse.
O Lírio me puxou pelo braço e se sentou no banco de madeira. O ambiente já estava ficando aquecido. Ele segurou o pau duro e pediu:
— Vem, putinha. Vem se sentar de costas no meu cacete, e deixa o corninho ver como a sua bocetinha baba de tesão na minha rola.
Eu fui para a frente do Lírio, de pé, de costas para ele, e abri as pernas deixando os joelhos dele entre as minhas coxas. Empinei a bunda. Ele me pegou pela cintura e eu pedi:
— Ajuda corninho, coloca o pau do seu pai na minha bocetinha. Igual fez com o tio.
Dessa vez o Giles não hesitou. Quando ele se abaixou na minha frente, reparou na minha xaninha babada, e falou:
— Nossa, sua pepeka está enorme, bem inchada e vermelha.
O Gatito respondeu:
— É que ela já levou muita pica hoje. É assim que fica a boceta da putinha quando leva umas boas metidas de rola grossa. Hoje ela já deu bastante e aprendeu muito. E a safada ainda quer mais. Mas podemos meter que ela aguenta muito mais.
Giles ficou olhando minha bocetinha vermelha e inchada, e depois me olhou nos olhos. Parecia em dúvida. Eu falei:
— Está vermelha e inchada, mas foi gostoso, amor. Estou adorando aprender. Quando eles metem na minha bocetinha eu ficou cheia de tesão. Eu fico cada vez mais tarada com isso.
O Giles acabou exclamando:.
— Nossa! Como você gosta! É muito safada, amor.
O Lírio pediu:
—Vai, corninho, pega no meu pau e coloca na bocetinha dela.
Giles esticou a mão e segurou no pau duro do pai. O Lírio falou:
— Sente o meu pau dando pulsos de tesão?
— Sinto. Está repuxando, pai. – Disse o Giles.
— Não precisa ter vergonha, é o meu pau, o pau do seu pai. Passa a cabeça da rola na bocetinha da Sérvia e desperta nela o desejo de dar. – Pediu o Lírio.
O Giles fez o que o pai mandou e eu suspirei. A cabeça do pau entre meus grandes lábios da xoxota estava deslizando no melado. Vi que o pau dele também dava pulos de tão duro. Eu perguntei:
— Também está de pau duro né corninho? Fica com tesão de me ajudar, a dar gostoso para o seu pai, amor?
Giles tinha a voz embargada pela excitação quando respondeu:
— Nossa! Fi...co mui...to ta..rado. Vo..cê é mês...mo muito safada.
— É tesão de corno - falou o Gatito. — Seu pai ficava assim mesmo quando eu ensinei a sua mãe. Eu comia a Lourdes e ele morria de tesão, de ver a sua mãe sentando na minha rola.
Com a respiração bem ofegante, o Giles esfregava a cabeça da pica do pai na minha xaninha. Vi que ele estava adorando aquilo. Eu gemi como uma gata no cio:
— Ah, corninho, que gostoso que você está fazendo. Me ajudando para foder com seu pai. Assim é muito bom. Cumplicidade total.
No embalo, eu percebi que o Lírio me deixava descer sobre a pica que foi encaixando na xoxota. Ele pediu:
— Vai, corninho, antes de eu meter, lambe a bocetinha da Sérvia. Molha de saliva para a rola entrar deslizando.
O Giles me olhava, admirado, na dúvida se devia obedecer. Eu pedi:
— Vem, corninho, lambe e chupa gostoso a minha bocetinha. Aprende como ele está ensinando.
O Gatito se ajoelhou na nossa frente, ao lado do Giles e falou:
— Vou fazer para você aprender.
Ele deu uma lambida na minha xoxota e passou a língua pelo grelinho. Eu soltei um gemido, completamente arrepiada. Depois ele falou:
— Faz assim, corninho. Aprende sem medo. Pode lamber com a rola ali. Não tem problema.
Ele se afastou um pouco e o Giles veio lamber a minha bocetinha. Lambeu minha xana algumas vezes com a pica enfiada no meio. No início estava mais tímido, mas o Lírio exclamou:
— Isso mesmo, corninho. Está fazendo certinho. Lambe e molha bem de saliva.
Giles foi perdendo a timidez e deu mais umas lambidas na minha xoxota. Eu estava tão tarada que meu mel do desejo escorria farto. Então eu pedi:
— Isso, amor, agora eu vou me afundar nessa pica. Estou cheia de tesão, vou dar bem gostoso.
Giles segurou no pau, lambeu meu grelinho e eu fui descendo sobre a rola, fazendo com que se enterrasse lentamente. Eu soltei um gemido e ofeguei:
— Ahhh, isso, olha minha bocetinha arregaçada, veja como está entrando. Fico todinha atolada de pica, amor.
Giles estava abaixado vendo a rola se enfiar na minha boceta e eu comecei a rebolar muito tarada. Ele exclamou:
— Nossa, parecia mesmo que não ia caber. Esticou tudo. E está entrando inteira.
Eu agarrei nos cabelos dele, e puxei para que ele chupasse meu grelinho. Pedi:
— Chupa o grelinho, amor. Está muito bom! Veja como seu pai me fode gostoso!
Comecei a subir e descer na pica, rebolando, e já tomada por uma volúpia alucinada, exclamei:
— Aiii, corninho, aprendi com eles. A sua namorada já é uma putinha safada! Você gosta? Estou dando gostoso para o seu pai e com você me ajudando. Aprende isso, amor, como é bom. Vou gozar nessa piroca grande do meu sogro.
Giles foi tomado por um tesão enorme também e sugava meu grelinho com vontade, o que acelerou meu gozo.
— Ahhh... ahhh, isso! Chupa forte corninho! Vou gozaaar de noooovo!
O Lírio, fodendo e muito tarado, exclamou:
— Ah, que delícia de bocetinha mais quente! Essa putinha é um tesão! Ainda está apertadinha.
Eu quicava na piroca e gemia deliciada. Estremeci e gozei toda arrepiada. Olhei para o Giles e vi que ele estava também com uma expressão de tarado. Eu o puxei pelos cabelos, fiz que se aproximasse do meu rosto e dei um beijo na boca, sugando a língua dele, depois respirei fundo e exclamei:
— Ah, amor! Que tesão que é isso. Seu pai fode muito gostoso! O pau dele vai bem no meu útero. Gozei muito nessa rola grossa, de novo.
Naquele momento o Gatito se sentou no banco, ao lado do Lírio. O pau duro empinado e pediu:
— Agora, vem aqui, putinha, para eu meter na sua bocetinha também. É a minha vez de mostrar a você como se faz.
Giles me olhava novamente admirado com a minha disposição. Perguntou:
— Já vai dar de novo?
Eu respondi:
— Vem amor. Temos que aproveitar e aprender com eles.
O Lírio falou:
— Assim, você fica sabendo como é que tem que fazer com a sua putinha.
Peguei na mão do Giles e me ajoelhei na frente do Gatito. O Giles se ajoelhou ao meu lado e eu peguei no cacete do tio e disse a ele:
— Vou chupar como aprendi, corninho. Vou mostrar. Deixo o pau bem molhado que eu quero me sentar nesta pica do tio.
O Giles me observou dar uma lambida na rola, depois coloquei a cabeça da pica na boca e dei uma chupada. Dei mais umas chupadas. Ele olhou mirado, me vendo com o pau do tio dentro da boca. Eu, parei, sorri e falei:
— Você está gostando dessas lições né meu corninho? Já aprendi a chupar muito bem uma rola. Vou ficando safadinha!
Ele estava muito tarado mesmo, fez que sim com a cabeça. Eu já chupava o pau do tio com vontade. Dei uma parada e pediu um beijo.
O Giles me beijou e sentiu o gosto e o cheiro do sexo. Eu sussurrei:
— O cheio do sexo, de pica e boceta é provocante, não é?
Meu namoradinho só concordava, ofegante. Eu falei no ouvido dele:
— Pensa, corninho, que eu vou sentir essa rola grossa na minha bocetinha de novo.
Na mesma hora o Giles soltou um gemido e falou:
— Estou muito excitado, amor. Você é mesmo uma tarada. Dá logo para o tio, que eu também quero meter na sua bocetinha.
Eu me levantei imediatamente e já montei de frente no colo do tio. Ergui a bunda e pedi:
— Agora, corninho, coloca o pau do tio na minha bocetinha. Me ajuda a dar para esse macho gostoso.
Giles segurava na rola do tio e esfregava na entrada da minha vagina, como havia aprendido. Eu rebolava e o Gatito exclamou:
— Dessa vez eu quero gozar gostoso com essa putinha. Vou dar um banho de porra nesta safada.
Eu disse:
— Vem tio, mostra para o corninho, como vai me comer gostoso bem na frente dele, e vai gozar na minha bocetinha. Eu também vou gozar como louca. Estamos aprendendo muita safadeza juntos.
Eu passei a rebolar mais, procurando fazer com que a pica se enfiasse toda, mas a posição em que eu estava dificultava um pouco a penetração. O Giles estava vendo a cabeça forçando a xoxota, e exclamou:
— É muito grossa! Assim não vai entrar.
O Gatito me suspendeu um pouco pela cintura, com facilidade, e ajeitou a pica. Ele falou:
— Já fodi esta bocetinha gulosa da sua putinha mais de uma vez hoje, corninho. Relaxa que ela vai aguentar tudo. A safada adora. E vai gemer de tão gostoso.
Bastou ele dizer aquilo, e me erguer um pouco que a cabeça da pica abriu caminho dilatando minha vagina ao máximo. Eu ofeguei:
— Ahhh, isso, mete tio! Está entrando, bem apertado.
Comecei a rebolar e o pau foi abrindo caminho. Se enterrando lentamente. Exclamei:
— Aiii, que gostoso! Adoro dar para o tio! Esse pauzão é uma delícia!
O tio deu dois tapas na minha bunda exclamando:
— Isso, mostra para o corninho, como você já adora se sentar na minha rola.
Comecei a quicar, subindo e descendo, novamente tomada pela volúpia, e exclamava:
— Ah tio, assim, fode, me fode forte, me faz gozar de novo. Quero ser sua putinha! Eu adoroooo!
Olhei de lado e vi que o Giles estava novamente bem tarado, assistindo aquilo. Eu disse:
— Meu corninho adora me ver tarada, gozando gostoso na pica do tio, né, amor?
Giles estava sem voz. Respirava ofegante e suava copiosamente. O Lírio percebeu que a sala estava já muito quente, e desligou a chave elétrica do aquecimento. Em seguida, ele pegou o pau duro e pediu:
— Vai, meu filho, lambe a bundinha dela, lambuza bem de saliva que eu vou ensinar como comer o cuzinho da sua namorada.
Vi que o Giles arregalou os olhos e ficou olhando para o pai, em dúvida se aceitava ou não. Mas o Lírio insistiu:
— Vai Giles, falta pouco para você mostrar o que aprendeu com a gente. Vai, dá uma bela lambida e chupada no cuzinho da Sérvia. Deixa meladinho que eu vou meter.
O Giles se abaixou atrás de mim, ajoelhado no chão, e abrindo as minhas nádegas, deu umas lambidas bem no cuzinho. O Lírio disse:
— Coloca a língua na entrada do cuzinho. Deixa essa putinha louca de tesão.
Giles finalmente colocou a boca no meu rego e começou a lamber e depois beijar o cuzinho, enquanto eu ficava fazendo um boquete para o pai dele. Meu cuzinho piscava de vontade. Eu continuava me sacolejando, subindo e descendo na pica do Gatito. E soltava gemidos a cada enfiada:
— Isso! Fode!... ahhh, isso!... Fundo, aaiii, que tesão! Fode forte tio!
O Gatito dava palmadas nas minhas nádegas. O Giles lambeu meu cuzinho por quase meio minuto, até que o pai pediu:
— Agora, lambuza de saliva. Molha bem para eu meter sem doer.
Giles meio embaraçado perguntou:
— Você vai enfiar essa pica no cuzinho dela? Não vai doer?
O Lírio negou, respondendo:
— Não, não dói. Eu já meti no cuzinho dela hoje, lá dentro do lago, para ela se acostumar. Ela já aguentou com a minha rola inteira no furico. A safada adora pica.
Giles parecia incrédulo, me olhou com expressão intrigada. Eu falei:
— Eu disse que eles estavam me ensinando, amor. Eu estou aprendendo. Estou adorando. Vem, aprende com o seu pai a meter no meu cuzinho.
Ao ouvir aquilo o Giles parecia ter levado um choque elétrico. Estremeceu inteiro, e ficou ali assistindo. Eu suspendi um pouco a bunda, me inclinei sobre o peito do Gatito, empinando a rabeta o máximo que podia. Lírio estava de pé no degrau de baixo, atrás de mim. Senti a pica dele se encostar bem quente e molhada no meu rego, e sobre minhas pregas. Minha boceta estava totalmente invadida pela rola do Gatito e meu ânus estava projetado para fora como se fosse uma rosquinha. Lírio elogiou o Giles e disse:
— Isso mesmo, corninho. Está indo bem. Você vai ver a sua putinha levar uma dupla penetração. O que uma mulher tesuda adora. Uma rola na boceta e outra no cuzinho. A aula mais importante de hoje.
O Giles ficou olhando admirado para o pai. Ele falou:
— Vai meter nesse cuzinho apertadinho? Será que ela aguenta?
Eu resolvi provocar e perguntei:
— Você quer ver, amor? Está com tesão de ver sua namorada dar a boceta e o cuzinho ao mesmo tempo?
Giles, meio nervoso, fez que sim com a cabeça, mas não conseguia falar, de tão excitado e tenso. Eu falei com voz de desejo:
— Pede para o seu pai meter aqui, corninho. Vai ver como eu aguento. Eu gosto.
O Lírio se posicionou melhor atrás da minha bunda de pé com pernas do Gatito entre as dele. Eu empinei a rabeta com as pernas meio abertas. Pedi:
— Vem, mete agora, sogrinho!
Senti a cabeça do caralho do Lírio se encostar no meu cuzinho. O Giles finalmente falou:
— Nossa! Vai, pai, mas faz com calma. Me mostra como você faz.
O Lírio perguntou:
— O que você quer?
— Mete no cuzinho dela. – Falou o Giles com voz rouca de tesão.
Exclamei:
— Meu corninho está tarado de ver isso.
O Lírio foi forçando a pica no meu rabo, e eu com a tora do Gatito na boceta, estava totalmente imprensada entre os dois. Comecei a rebolar e gemer.
— Ahhh, que caralho! Vai me arrombando!
No começo, havia muita resistência pois a rola forçava as pregas e parecia não passar. Mas eu relaxei a forcei o cuzinho para fora, ajudando a cabeça a passar pelo esfíncter. Ardia bastante na hora de entrada, mas eu já havia dado meu cuzinho várias vezes, com meu primeiro namorado, e naquele dia também tinha recebido aquela pica. O Lírio sabia ter paciência. Fiquei quieta com a pica enterrada e pouco a pouco a musculatura toda do ânus se descontraiu e eu comecei a sentir que os dois homens faziam movimentos mais suaves metendo compassados.
O Lirio gemia:
— Orrggh, Ahhhhhh. Cacete! Que cuzinho mais apertado! Mas dá muito gosto ver como esse cu engole uma rola!
O Gatito também gemia deliciado com as socadas na minha boceta. O Lírio exclamou:
— Aaah, está muito bom, eu vou gozar fundo nesse cu!
Eu, desesperada de vontade de gozar:
— Goza seu puto, goza no meu cu, sogrinho tarado. Goza que eu quero sentir você gozando aqui dentro.
Continua na parte 10 - Meu e-mail: leonmedrado@gmail.com
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