Uma Competição Entre Vadias - Parte 2

Um conto erótico de Gihh
Categoria: Heterossexual
Contém 2878 palavras
Data: 14/02/2026 21:34:47

Júlia ainda tava dormindo quando eu acordei.

Por um momento eu fiquei quieta ouvindo o ar condicionado, minha cabeça pesada da noite anterior de caipirinhas e dança. Eu não tava de ressaca, mas tinha bebido o suficiente pra luz da manhã espiando pelas bordas das cortinas blackout parecer uma invasão do nosso santuário. Júlia parecia menos incomodada, a respiração dela quieta e irregular vindo da pilha de cobertores na outra cama. Eu virei de lado e chequei meu celular.

Eram pouco depois das seis da manhã.

Apesar do peso persistente nos meus membros, meu corpo tava inquieto, arrepiado com a lembrança da Júlia recontando o papo dela com o cara da piscina. *Ah, é, ele é gente fina demais. Super gentil e meio nerd. Pena que eu cheguei nele primeiro, né?*

Ela mudou de posição no sono como se soubesse que eu tava pensando nela, ajustando o cobertor pra revelar uma calcinha minúscula torcida nos quadris, o rosto pressionado no travesseiro, cabelo espalhado ao redor.

Até assim, ela parecia uma deusa.

Que irritante.

A aptidão da Júlia pra dormir era imbatível, e a experiência me dizia que ela ia ficar apagada por pelo menos mais uma hora, então eu saí da cama com cuidado e peguei meu biquíni, ainda úmido e cheirando levemente a cloro. Eu vesti, peguei uma toalha, amarrei meu cabelo, e fui pra porta.

Fora do quarto, o corredor tava vazio, e além de algumas pessoas saindo pra passeios do dia, a maioria não ia estar acordada ainda. Era isso que eu gostava de ser matutina; sem crianças gritando, sem música alta do bar, ninguém brigando pelas espreguiçadeiras com toalhas e olhares passivo-agressivos.

Só a luz da manhã cedo e os cantos dos pássaros locais.

O elevador já tava no nosso andar. Eu apertei o botão e entrei. As portas fecharam com um clique suave, e eu vi os números dos andares diminuindo conforme eu me apoiava na grade de metal, fria contra minhas costas. No espelho, eu me observei pressionando meus peitos juntos, o tecido do biquíni esticando pra segurá-los. Talvez eu ainda tivesse meio bêbada da noite passada, mas eu comecei a pensar que a Júlia tava certa; ter peitos grandes não era a pior coisa do mundo.

Eu saí do elevador, me dizendo que eu não tava descendo cedo pra achar ele, me dizendo que eu não tava já planejando o que eu ia dizer, me dizendo que–

"Ai!"

"Ah, porra–ai meu Deus, desculpa! Você tá bem?"

"Eu–merda, eu não vi você aí!"

"Cara, derramou tudo em você…"

Ele tava vindo pela esquina, celular numa mão, copo plástico de água na outra. Eu tava indo pro outro lado, olhando pra esquerda, pensando em qual restaurante eu ia almoçar. A gente colidiu, forte o suficiente pra ele ter amassado o copo de água e mandado ela cascateando pelo meu peito, onde fluiu em riachos pela minha decotagem e pelos meus bicos.

Eu olhei pra cima pra ele, nossos olhos se encontrando de verdade pela primeira vez. Ele era alto, muito mais alto do que parecia do outro lado da piscina. Ele desviou o olhar, balançando a cabeça com vergonha.

"Porra. Te deixei toda molhada."

Os olhos dele se arregalaram em pânico quando ele percebeu o que tinha dito.

"Merda, quer dizer–"

Eu ri. "Tá tranquilo. Aqui."

Eu entreguei minha toalha pra ele. Ele olhou pra baixo pra camiseta, um respingo de água com uma marca fraca de onde meus peitos tinham pressionado contra ele.

"Valeu." Ele pegou a toalha e secou o peito.

"De boa," eu disse. "É culpa minha, eu não tava olhando pra onde tava indo."

"Não, sério, eu não achei que teria alguém acordado nesse horário. Eu devia ter olhado. Você tá hospedada no hotel também?"

"Seria esquisito se eu não tivesse," eu sorri.

Os olhos dele brilharam pra minha decotagem ainda reluzente. Ele riu nervosamente. "Desculpa. Pergunta idiota, eu acho."

Eu dei de ombros, pegando a toalha conforme ele devolveu pra mim. Eu sequei meu peito. "Então, você conheceu minha amiga Júlia ontem?"

Os olhos dele se arregalaram. "Não acredito? Ela é sua amiga?"

"Aham," eu inclinei a cabeça levemente. "A gente tá aqui junto. Eu tava na verdade sentada do outro lado da piscina quando ela foi falar com você. Você parecia meio nervoso."

Ele gemeu. "Ah meu Deus. Você viu aquilo? Eu juro, ela tipo…*apareceu*. Num minuto eu tô lendo e no próximo minuto ela tá em pé em cima de mim perguntando se eu tô sozinho."

Eu ri. "Sutil como sempre."

"Como assim?"

"Deixa pra lá," eu sorri. "O que você tá fazendo agora?"

"Tentando achar café. Eu não consegui dormir então desisti e levantei."

"Igual aqui. Jet lag sempre mexe comigo quando eu viajo." Eu acenei. "Então, que tal você me pagar um café pra compensar?" Eu olhei pra baixo pro meu peito, ainda brilhando. "Pode ser a segunda bebida que você compartilha comigo essa manhã."

Ele riu nervosamente, coçando a nuca.

"Acho que é justo. Desculpa de novo por isso."

Eu dei de ombros. "Eu sou a Sara, aliás."

"Mateus," ele respondeu. "Prazer em te conhecer."

"Prazer em te conhecer também."

Eu sorri, empurrando meus peitos juntos levemente enquanto apertava a mão dele, sutil o suficiente pra ser negável, mas óbvio o suficiente que o tecido formou uma tenda levemente sobre meus bicos conforme eles incharam.

Acho que a Júlia tava certa; *era* divertido ser um pouco safada.

Eu olhei pra cima pra ele.

"Bora pegar esse café."

***

Eu ouvi os passos dela antes de vê-la, atravessando a beira da piscina com salto alto e cabelo bagunçado, óculos escuros empoleirados no topo da cabeça. Ela tava usando o biquíni mais minúsculo–o azul que ela disse que provavelmente não ia servir–e ela tava linda. Os olhos dela saltaram de mim pro Mateus e depois pro espaço entre a gente. Ela não franziu a testa nem caranchou, mas eu conhecia ela tempo suficiente pra ler a irritação no rosto.

Eu dei um sorriso pra ela.

"Bom dia," ela disse levemente conforme andava até a gente, puxando a frente do topo do biquíni, forçando a decotagem mais alta, o tecido mal cobrindo os bicos. "Então, vocês se conheceram, né?"

Eu acenei serenamente, olhando pra superfície da água e curtindo o esforço dela pra não parecer irritada. Mateus se endireitou na espreguiçadeira, desconcertado.

"Oi, Júlia. Bom te ver de novo."

Ela sorriu docemente. "Posso me juntar a vocês?"

"Claro!"

Ela acenou, mas em vez de ir pra espreguiçadeira do meu lado, ela foi pra do lado dele. Com um sorrisinho na minha direção, ela colocou a toalha e se deitou do lado dele, esticando o corpo como se oferecesse ela mesma pra ele, a espreguiçadeira mal reagindo à forma suave e delicada.

"Então," ela disse, arqueando as costas levemente conforme se acomodava na posição. "Me atualiza. O que eu perdi?"

"Nada demais," eu disse. "Só curtindo o sol. Certo, Mateus?"

"Basicamente," ele concordou. E era verdade. Depois que o Mateus me pagou uma xícara de café, a gente se deitou do lado um do outro nas espreguiçadeiras, sem dizer muito; só duas pessoas tímidas esticadas lado a lado, respirando o mesmo ar quente. Foi legal. Relaxante, até.

Ou pelo menos, foi, até a Júlia chegar.

"Ah, parece chato." Ela fez biquinho com os lábios vermelho cereja, olhando pro Mateus com uma fome que ela não se deu ao trabalho de esconder. "Então. Você tá aqui sozinho?"

Mateus hesitou.

"É," ele disse. "Sozinho."

"Legal," Júlia disse, não sensível ao tom de tristeza que eu ouvi na resposta. "Isso é maneiro demais que você tá só…fazendo tudo sozinho..."

"É…acho que sim." Ele olhou pra baixo pros joelhos. "Na verdade, eu ia vir aqui com minha namorada."

*Ahh*, eu pensei. *É por isso a tristeza.*

"Ah é?" Júlia disse, provocando ele pra falar mais.

"É." Ele soltou uma respiração curta. "A gente terminou."

"Ah merda," eu me sentei um pouco. "Recentemente?"

"Duas semanas atrás." Ele pressionou o polegar contra a sobrancelha, como se tivesse suavizando uma dor de cabeça. "Eu descobri que ela tava saindo com outra pessoa. Alguém do trabalho dela."

Eu e a Júlia trocamos um olhar de compaixão compartilhada, nosso jogo temporariamente suspenso por simpatia genuína.

"Que pesado." Júlia disse.

"É, isso é muito merda," eu concordei. "Sinto muito que isso aconteceu com você."

"É," ele disse. "É só…sei lá…sabe?"

Júlia e eu trocamos outro olhar, as duas entendendo que não era 'sei lá'. É uma merda.

"Aí eu tentei pegar um reembolso mas era tarde demais, acho. E eu não queria ficar em casa olhando pro meu celular a semana toda então decidi vir."

"É," eu disse. "Faz sentido."

"Sim," Júlia concordou. Ela se sentou, dobrando as pernas embaixo. "Isso é foda que aconteceu com você. A boa notícia é que você não precisa passar o resto dessas férias sozinho. Na verdade, você acabou de ganhar duas *gatas* pra passar o resto da semana, e a gente vai tirar um monte de fotos juntos e garantir que aquela vadia saiba exatamente o que ela perdeu!"

Ele riu. "Valeu, mas eu não quero atrapalhar vocês. Vocês tão de férias."

"Não seja bobo!" ela disse. "A gente decidiu. Certo, Sara?"

Eu olhei pra ela por um momento. Depois pra ele. Uma semana inteira de provocação e flerte e tentando superar uma a outra? Eu não tinha certeza se era isso que eu tinha em mente quando a gente reservou as férias, mas agora que tava aqui…

"Com certeza," eu disse. "A gente tá aqui pra você."

Ele deu uma risada curta. "Por quê?"

"Porque levar chifre é o pior, e você precisa de companhia," Júlia disse simplesmente. "E a gente é boa companhia!" Júlia puxou os óculos escuros alguns centímetros, dando pra ele seus melhores olhinhos de cachorrinho e biquinho. "A menos que você tenha alguma outra coisa que prefira fazer?"

"Não," ele disse. "Eu não tenho."

"Ótimo," ela disse. "Então você tá com a gente. E adivinha?"

"O quê?"

"A gente vai fazer essas serem as suas melhores férias de todas."

***

A areia tava quente contra a sola dos meus pés e o sol tinha um calor denso e branco que pressionava no topo dos meus ombros. As ondas quebravam com um chiado constante, alto o suficiente que eu tinha que me inclinar mais perto do Mateus sempre que a gente conversava. Considerando que ele cheirava a sândalo e ficava vermelho toda vez que meus peitos pressionavam contra o ombro dele, eu tava mais do que feliz com o arranjo.

"Acho que é aqui…" Júlia disse, olhando pra trás pra gente com um sorriso. Ela tinha liderado o caminho por um tempinho agora, movendo a bunda com aquele balanço lento dos quadris que eu conhecia tão bem. Ela tinha usado a parte de baixo do biquíni mais minúscula de novo, a bunda completamente só…*ali*; sem vergonha e em exibição. Eu peguei o Mateus dando umas espiadelas mais de uma vez. E pra ser honesta, eu tava olhando também. "Alguém fala espanhol?" ela perguntou, olhando pra placa à frente. Tava escrito:

*ESTA SECCIÓN DE LA PLAYA ES DE ROPA OPCIONAL.*

Atrás da placa de madeira esculpida que levava a mensagem, um caminho pelas pedras levava pra uma nova seção da praia. Júlia não esperou pela nossa resposta, desaparecendo entre as pedras. Eu fiquei um momento a mais com o Mateus na placa.

"Você sabe o que é isso, né?"

"Nem ideia," Mateus disse, olhando da placa pras pedras. "Devo ficar preocupado? Vocês vão tirar meus órgãos?"

Eu ri. "Nada disso. É só que eu conheço a Júlia, e–"

"Gente!" ela gritou. "Rapidinho! Eu preciso trabalhar em acabar com minhas marquinhas de bronze!"

Eu levantei as sobrancelhas, dando pro Mateus um olhar que dizia *agora você entende?* Ele me olhou confuso, ainda não compreendendo o que eu tinha percebido no momento que a Júlia disse que queria ir pra uma *praia especial* que ela tinha lido sobre. Eu não precisava ler espanhol pra saber que tipo de praia era…

Quando a gente alcançou ela, ela já tinha achado uma área perto da curva das pedras. A areia aqui era um pouco mais grossa que a praia principal, e além de algumas pessoas à distância, a gente era as únicas pessoas aqui. Júlia colocou a toalha na areia com um movimento dramático do pulso e se curvou nos quadris pra alisar as pontas, momentaneamente empurrando a bunda pra fora o suficiente que eu podia ver a forma suave da calcinha do biquíni por trás. Quando ela virou pra gente, ela já tava desamarrando os lacinhos do topo.

Eu tentei desviar o olhar, mas não consegui.

Mateus parecia estar tendo o mesmo problema.

Ela não se apressou, e não mostrou sinal de vergonha. Ela só soltou o laço e deixou o tecido cair nas mãos como se tivesse esperado a manhã toda pra tirar. Os peitos se acomodaram naturalmente conforme o biquíni afrouxou, um leve pulo conforme ela mudou o peso, sem esforço e confiante. A luz acariciou a pele cor de mel, e ela abriu a boca um pouco, o lábio inferior molhado com saliva. Se ela tava ciente do nosso olhar ou não, ela se ajoelhou na toalha, e os peitos–agora completamente expostos–pularam de novo com o movimento, os bicos duros apesar do calor do dia.

"Pronto," ela disse, virando pra mim com um sorriso, algumas mechas de cabelo caindo pelo rosto. "Isso é melhor. Tão libertador."

Eu acenei. Menos de vinte e quatro horas dentro da nossa competiçãozinha e ela já tava com os peitos pra fora.

Clássico da Júlia.

"Você não vai se juntar a mim?" ela perguntou.

Eu balancei a cabeça e coloquei minhas mãos na parte de cima do peito, puxando a pele o suficiente pra fazer meus peitos subirem levemente. "Eu gosto das minhas marquinhas. Acho elas gostosas."

Ela revirou os olhos e me deu um olhar que dizia *problema seu* e então se deitou de costas, os peitos se acomodando no peito conforme ela fechou os olhos e abriu as pernas levemente. Ela tava incrível, mas eu tinha meu próprio plano.

Eu espalhei minha toalha do lado da dela e me ajoelhei, ajustando meu cabelo, rolando meus ombros pra que o topo do meu biquíni apertasse em volta da curva pesada dos meus próprios peitos, empurrando juntos, fazendo incharem no tecido. Eu olhei pra cima pro Mateus da minha posição de joelhos, meu rosto momentaneamente a centímetros do pau, minha decotagem tremendo mas meus peitos ainda cobertos, sabendo que às vezes a provocação era a parte mais divertida.

"Você pode sentar também, sabe," eu provoquei.

"É, claro," ele riu. "Desculpa, eu só tava admirando a vista." Ele largou a toalha e então percebeu o que tinha dito. "Eu quis dizer a vista do oceano!"

"A gente sabe o que você quis dizer," Júlia disse com um sorriso, os peitos ainda pra fora. Ela pescou uma garrafa de protetor da bolsa e deixou escorrer pra palma da mão. "É realmente um cantinho perfeito, não é?"

Mateus acenou, olhando pro horizonte, utilizando cada músculo do corpo pra não olhar pra Júlia conforme ela trabalhava o creme nos peitos, alisando as palmas pra cima, pressionando a carne, e então deixando pularem de volta pra posição. Ela suspirou levemente conforme fazia isso, arqueando as costas, mordendo o lábio–basicamente tudo que ela podia pensar sem enfiar a mão embaixo da calcinha do biquíni e se tocar.

Que vadia.

(Ela tava incrível.)

Mas ela tava dando demais cedo demais, eu tinha certeza disso, então eu me recostei na minha toalha de praia e fechei os olhos, deixando o sol me lavar conforme eu tentava não pensar na última vez que eu fui comida…

*Foi aquele cara na convenção de games, não foi? Ele elogiou sua cosplay e você elogiou ele de volta e então vocês acharam um cantinho onde você mostrou pra ele como você fez a fantasia ter acesso fácil a certas áreas e então ele–*

"Sara?" Júlia disse. "Você me ouviu?"

"Ah, ã, o quê?" Eu perguntei, me sentando um pouco e balançando a cabeça, tentando limpar a memória. Pro meu constrangimento, meus bicos tavam duros, visíveis através do tecido fino do biquíni. Eu considerei cobrir, mas só teria tornado mais óbvio.

Júlia revirou os olhos. "Eu disse 'o que a gente vai fazer hoje à noite?' A gente prometeu mostrar pro Mateus um tempo bom, lembra?"

Eu olhei pra ele. Ele tava sentado com os cotovelos nos joelhos, ombros levemente curvados, olhando pra água com concentração. Ele se mexeu na toalha sob meu olhar, puxando o tecido uma fração mais perto.

"Claro que eu lembro. Acho que ele tá tendo um tempo bom agora de qualquer jeito, certo? Sentado na praia cercado por duas mulheres meio nuas." Eu ri. "Tipo…você não tá bravo com isso, né?"

Ele acenou. "É, não tô bravo nem um pouco."

"Viu?" Eu sorri, mudando levemente e curtindo o recuo lento dos meus peitos. "O que mais a gente precisa?"

Júlia virou de bruços, balançando a bunda de um lado pro outro levemente. "Eu consigo pensar em algumas coisas…"

[Espero que vocês ainda estejam curtindo ouvir sobre isso, eu certamente tô curtindo reviver…mais vindo se vocês ainda quiserem…]

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Foto de perfil de contradio contradio Contos: 147Seguidores: 224Seguindo: 18Mensagem Sou só um cara comum que escreve contos eróticos por hobby, nos intervalos entre o trabalho de verdade e a vida real. Não sou nenhum daqueles ‘grandes autores’ que se acham donos da sabedoria universal, corrigindo o mundo com lições de vida disfarçadas de sacanagem repetida até enjoar. Escrevo porque gosto do tesão de imaginar cenas quentes, de brincar com palavras que fazem o sangue ferver, sem pretensão de mudar o mundo ou salvar o gênero. Meus textos são o que são: diversão crua, sem aula moral no final, sem aquela pose de quem descobriu a fórmula mágica do prazer e agora desce do pedestal pra ensinar os mortais equivocados. Leio, gozo, escrevo, rio — e pronto. Se alguém curte, ótimo. Se não, vida que segue. Só um amador feliz da vida, sem ego inflado.

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