Minha Mãe, Uma Dondoca Na Favela - Parte 4

Um conto erótico de Roberto
Categoria: Heterossexual
Contém 4874 palavras
Data: 02/02/2026 10:16:22
Última revisão: 02/02/2026 10:32:19

Olá a todos os leitores, a pedidos aí vai a quarta parte do conto, desculpem a demora!

Aquele dia lá no bar foi bem estranho, eu fiquei até sem jeito, ver minha mãe junta com o Edgar e todos aqueles caras a “secando”, foi realmente difícil, mas tudo isso era um fato, ela realmente chamava atenção e assim como outras mulheres despertavam minha libido, ela pairava na imaginação mais mundana daqueles homens, difícil era, mas eu já começava a de certa forma aceitar, até porque eu nada poderia fazer, contudo senti uma baita vergonha dos meus amigos, os quais também não conseguiam esconder a animação diante da gostosa que se tornou Dona Rita.

Eu tentava levar minha vida na mais perfeita normalidade, via minha mãe esporadicamente, meu tempo era escasso, pois trabalhava bastante e ela certamente com seus afazeres de dona de casa, como também cuidando de seu maridinho, mas em meio a isso, certo dia fiquei sabendo que o filho do Edgar havia chegado da Paraíba e estava lá morando com os dois, já a algum tempo. Porra, gente, isso me deixou puto e com um sentimento terrível de traição, não sei se vocês me entendem, mas o fato é que o meu pai talvez estivesse no exterior com sua nova família, como rolou alguns boatos e agora minha mãe vivendo com seu novo companheiro e também com o seu enteado, havia também de certa forma formado sua nova família, enquanto isso eu ralando pra caramba e morando sozinho em um barraco prestes a cair.

O tempo ia passando e cada vez eu via menos minha mãe, pelo visto as coisas estavam muito boas na nova família, até fiquei sabendo que agora aos finais de semana rolava umas resenhas lá na casa dele, por isso dificilmente os via lá no Portuga, o curioso era que nunca me chamavam, isso ia me deixando cada vez mais triste, então passei a beber bastante, as vezes chorava lembrando da família perfeita que outrora eu tinha.

Certo dia houve um temporal na cidade e para completar a chuva levou meu barraco, ainda bem que estava no trabalho e nada sofri, com isso fui passar uns dias na casa do André ele morava com os pais, chatos para caramba, por sinal, lógico que não deu certo.

Eu não queria pedir ajuda a minha mãe, mas foi o jeito, ela se mostrou bem solidária, mas esbarrava na aceitação do marido dela, que com muita peleja resolveu aceitar que eu fosse morar com eles, não entendi o por que, pois quando ela se juntou com ele me convidaram no ato para morar lá, não havia problemas e agora havia essa resistência.

Eu fiquei bem triste, mas engoli o orgulho e por conta das circunstancias fui morar com eles. Me instalaram no quarto do filho do Edgar, que se chama Natan, ele era um pouco mais velho do que eu e assim como o pai era negro, não tinha o mesmo físico parrudo do pai, era até bem magro e esguio, mas o fato é que a principio não fomos um com a cara do outro, certamente ele estava com medo de perder espaço para mim, esse sentimento eu até que entendia, afinal de contas eu que estava invadindo o espaço deles, no meu caso também ficaria de bronca.

Os primeiros dias foram bem comuns, mamãe passara a ser uma dona de casa ainda mais prendada do que lá em casa, notava ela bem feliz com minha presença, bem diferente do Edgar que deixava transparecer que eu estava atrapalhando alguma coisa.

Gente, foi bem complicado de ver minha mãe naquela casa, tratando aquele sujeito e seu filho, como sua família, eu confesso que sentia muito ciúme, não sei se algum de vocês já passou por isso, mas é estranho e cerca de 3 dias depois as coisas ainda ficaram pior.

Certo dia acordei em meio a noite e começo a ouvir gemidos abafados, olho para o lado e vejo o Natan em sua cama com um sorriso sádico no rosto, nisso já caiu a ficha, era o pai dele comendo minha mãe, fiquei sem ter onde botar a cara de vergonha, mas era óbvio que isso iria acontecer em algum momento, mamãe agora era a mulher do cara.

Minha mãe gemia bastante, mesmo tentando abafar o barulho, era inevitável, pois a parede era bem fina e certamente aquele malandro sabia mesmo como pegar ela de jeito, como relatei em outro conto, eu já havia visto o Edgar traçar minha mãe em sua oficina e eu já havia até superado, mas estava acontecendo tudo de novo e no quarto ao lado.

O Natan continuava rindo da situação, isso era o que me dava mais raiva, até que ele sem dar uma palavra se levanta e vai em direção a parede esquerda do quarto, retira um quadro e parece observar algo, o safado havia feito um buraco na parede para escondido observar quando o seu pai fodia minha mãe, eu lógico fiquei puto de raiva, ainda mais quando ele me pergunta se eu não queria dar uma olhadinha, eu então fui para cima dele e o arranquei da parede o jogando no chão, mas o infeliz continuava rindo, ele me pede calma, mas não havia como eu ter calma com aquilo, afinal de contas era a minha mãe, mas o safado era muito cara de pau e disse que não havia mal nenhum apenas olhar e que quando seu pai vivia com a mãe dele, ele também já chegou assistir escondido algumas das transas, eu não quis olhar, mas da minha cama era inevitável ouvir aquela foda e até a cama deles batendo na parede, eu tentava abafar o barulho com o travesseiro, era um sentimento terrível, e o infeliz do Natan se divertindo bastante.

No outro dia eu não quis falar com ninguém, mamãe enquanto preparava o café da manhã para nós, tentava puxar algum assunto comigo, mas eu estava bem sucinto, certamente ela ainda devia estar com o cheiro daquele homem em seu corpo, apesar de banho tomado, eles transaram por quase toda a madrugada, não sei como ela já estava de pé tão cedo e ainda bem disposta, o Edgard era que parecia cansado, levantou bem mais tarde e assim que chegou na cozinha agarrou minha mãe por trás e deu-lhe um beijo no pescoço, aí fala que estava atrasado e que ela fosse deixar seu café na oficina, mamãe parecia bem subserviente para com ele, até mais de que quando vivia com o meu pai, a qual tinha certas frescuras e manias, mamãe então sorri para o cara e diz: “Tá bem amor, já já eu levo!”. O Edgar então dá um tapa da cabeça do filho e diz: “Bora, moleque, trabalhar!”. Essa foi a deixa para eu também me retirar e seguir para o meu trampo. Vi que aquele sujeito havia mesmo domado minha mãe.

Eu estava totalmente deslocado naquele lugar, mas no momento era impossível sair de lá, e comecei a observar que o casalzinho tinha uma vida sexual bem ativa, não havia como não notar, na maioria das noites o quarto deles fervia, bem diferente de quando meus pais viviam juntos, o Edgar era quase um tarado e minha mãe estava sempre disposta a servi-lo. Aquele safado parecia ter acendido um fogo adormecido em minha mãe, que certamente nem mesmo ela acreditasse existir e assim como uma adolescente estava se descobrindo ao lado daquele malandro. Creio que realmente ela estava com aquele sujeito por necessidade económica, bem é o que eu queria acreditar, mas a cada dia que passava, parecia que ela estava mesmo era gostando.

No final de semana iria haver uma das tais resenhas de que falei, seria na lage. A casa do Edgar tem 3 pavimentos, além da oficina vizinha, sendo na lage a área de lazer, já estava tudo armado: bebidas, comidas e petiscos, era a primeira vez que eu iria participar e não tinha ideia de como seria.

Cheguei do trabalho ao meio dia e meia e a galera já estava lá curtindo, o pancadão rolando solto e bebida para todo lado, a nata da malandragem estava toda por lá, os caras riam e contavam histórias, enquanto isso as garotas tomavam sol próximo da mini piscina que havia lá, era um espetáculo, nunca vi tanta bunda junta ao vivo, as garotas usavam biquinis super provocantes, estranhei pois não vi minha mãe ali, catei logo uma gela e comecei a me refrescar, olho para o outro lado e lá está o André e o Natan abastecendo o congelador, depois começamos a conversar, eram os únicos alí que eu realmente conhecia, ficamos jogando conversa fora, até que trazendo alguns petiscos aparecem minha mãe e a Patrícia, tomei um susto, estavam também com biquinis super provocantes, minha mãe ao me ver logo coloca uma canga e acena para mim, ela parecia um pouco envergonhada de que eu a visse naqueles trajes, agora a safada da Paty, quando percebe, logo puxa a canga deixando o corpão de mamãe praticamente todo exposto, depois diz : “Se solta mulher!”, minha mãe então vai em direção a mesa dos caras e entrega os petiscos, o safado do Edgar logo a puxa para seu colo e com as mão em suas coxas desnudas, tasca-lhe um beijo daqueles, ela fica pouco tempo a mesa, depois se retira e vai em direção as outras garotas exibindo aquele seu rebolado natural e provocante.

De todas as garotas ali, dona Rita era sem duvida uma das que chamava mais a atenção e isso estava evidente nos olhares dos meus amigos e nos amigos do Edgar, minha coroa parecia uma molecota, ainda mais vestida naquele maiô fio dental que mal cobria suas partes, deixando seu leve bronzeado todo a mostra e praticamente só cobria o capô de fusca e os seios, a bunda ficava toda a mostra, com a tirinha de pano toda socada em seu rabão. Ela então se deita em meio as outras e começa tomar um pouco de sol e a jogarem conversa fora, elas riam bastante, sabe-se lá sobre o que conversavam.

Sob aquele sol, era um festival de bundas para deixar qualquer um maluco, parecia até cena de filme pornô, os quais sempre assistia escondido de meus pais, em nossa antiga casa.

Aquilo parecia um sonho, e vendo tanto rabo de mulher, meu pau logo se animou, eu tentava disfarçar e tirando minha mãe, claro, a vontade era de meter em cada uma daquelas putas, em especial a Patrícia, mas ao contrário de mim, percebi que meus amigos não tiravam os olhos do bundão de minha mãe.

Em certo momento minha mãe inventa de ir pra piscina, aquele rebolado dela andando, era mesmo coisa de maluco, ela fica alguns minutos se refrescando e brincando de jogar água nas colegas, estava uma resenha bem animada delas, um clima bem descontraído e mamãe já parecia ter quebrado o gelo da minha presença, ela já estava mais descontraída, talvez também pelo efeito do álcool.

Eu estava me divertindo pra caramba, até que minha mãe então sai da piscina, devido ao maiô dela ser branco e pouco fino, deu para perceber que ela não estava totalmente depilada, aquele triangulo de pelinhos negros da xoxota transpareciam naquele maiô, não era nada exagerado pois estava bem desenhada e cuidada, mas dava para notar, aquilo parecia surreal para mim, acho que ela não havia percebido, certamente teria mais cuidado, mas ela meio que “desfila” despreocupada em meio a todos, até que uma das garotas a alerta, ela então percebe e dá meio que um empurrão na Patrícia, só podia ser coisa daquela safada, mamãe então corre desesperada para dentro de casa com os peitos e aquele bundão balançando, enquanto isso as outras garotas riam da situação e a Patrícia ainda mais, certamente ela havia trolado minha mãe, que apesar de ser a mais velha das garotas, era bem mais ingénua. Gente, tirando o fato de ser minha mãe, foi realmente bem engraçado a cena.

Algum tempo depois mamãe volta com um outro biquini, mais comportado, mas nem tanto, era uma tanguinha fio, vermelha de cortininha na frente e lacinho nas laterais, muito provocante também, mas pelo menos esse cobria toda a xereca.

Mamãe parece chateada com sua melhor amiga, mas logo todas as garotas vão animá-la, a puxam e então começam a sambar ao som daquela batucada, eram 5 gostosas praticamente semi-nuas rebolando naquela laje, pôxa, aqueles malandros sabiam mesmo como se divertir: cerveja, samba e raparigas, era a resenha perfeita, mas o ruim era que cada uma ali tinha seu macho, inclusive minha mãe, então o Natan, o André e eu, não tinhamos chance alguma, ficavamos somente secando as gostosas, mas eu ainda acalentava a sorte de alguma forma comer a safada da Patrícia, melhor amiga de minha mãe.

Creio que durante os relatos já descrevi minha mãe, mas é salutar a essa altura descreve-la novamente: Pele bem branca, agora nem tanto, com leve marquinhas de biquini, seios médios levemente caídos, com aureolas rosadas e bicudas, a cintura relativamente fina contrasta com suas ancas largas de mulher parideira, não sei por que ela só teve a mim, não sei se o problema era com ela, ou com meu pai, nunca perguntei, mas com ela agora vivendo com o Edgar, corria-se um grande risco de ficarmos sabendo, não é verdade?, como já falei o forte dela é a bunda, relativamente grande e bem desenhada, pouquíssima celulite e sem estria, Dona Rita não tem um padrão definido de cabelo, as vezes está loira, as vezes morena, assim como a buceta, as vezes lisinha, as vezes peludinha, certa vez escondido, ouvi ela conversando com a sua amiga, entre os assuntos deu a entender que o Edgar gostava de mamãe peludinha, curioso que também é minha preferência nas mulheres, bem essa é a minha mãe, agora irei descrever a Patrícia, a safada que virou a cabeça da minha mãe e que eu sempre quis comer, talvez até como forma de vingança, ela tem por volta de 30 anos, é morena com marquinhas de biquini também, cabelos cacheados, seios médios, assim como os de minha mãe, porém mais durinhos, ela deve ter por volta de 1,60 tem a bunda média para grande, bem empinadinha, uma boca que deve chupar que é uma beleza, com certeza um dia irei descobrir, a buceta ainda não vi, mas dá para perceber que é meio grêluda e o capozão de fusca é de dar água na boca.

Pois bem, essas são as estrelas desse relato, mas voltemos ao conto:

As beldades dançavam e nós 3 assistindo aquele espetáculo com água na boca, elas já um pouco altas da bebida brincavam umas com as outras, era tudo bem engraçado e sensual, estava estampado a alegria no rosto de minha mãe e isso para mim bastava, lembrava de como ela ficou quando meu pai nos deixou, apesar de eu ainda acalentar o desejo de meu pai voltar e nós voltarmos a ser a família de antes, mas acho que isso era apenas uma utopia e a realidade agora era aquela.

Em um determinado momento algo inusitado aconteceu, uma das garotas olha para nós e nos chama, ficamos surpresos, os parceiros delas estavam todos lá e ficamos com medo, até que eu dou um tapa na cabeça do Natan e digo para irmos lá, como já estávamos meio bêbados corremos pra dentro e começamos a mais ou menos dançar com elas, pensava que os namorados delas achariam ruim, mas eles continuavam tocando.

A brincadeira estava boa, até que de repente os caras param de tocar e colocam um forró na caixinha, depois chegam até nós e mandam a gente chegar pra lá, cada um cata sua mulher e começam a dançar, era tipo quando a gente está jogando bola no terrão aí chega os caras mais velhos e acaba o jogo da molecada. Pois é, ficamos só observando e diga-se de passagem os malandros mandavam muito bem, com exceção do Edgar que apesar de ser Nordestino era o que mandava menos, parecia mais que ele estava sarrando mamãe do que dançando, ela que por sinal também não manja lá muito bem tornava a dança um negócio estranho, sei lá, eu fiquei um pouco constrangido, mas meus amigos estavam adorando.

O forró rolava solto, mas a essa altura mamãe já tinha pedido para o Edgar parar e então voltaram para mesa, onde ficaram observando os outros casais dançarem, foi aí que que as coisas ficaram feias e quase que termina em tragédia.

Mamãe estava de boa com o Edgar, até que o Marcelo vai até ela e a convida para dançar, ela a princípio não aceita, mas o cara insiste e ela resolve aceitar não vendo problema em uma simples dança, o cara então leva minha mãe até o meio da laje e os dois começam a dançar, o Marcelo realmente sabia dançar e conduzia minha mãe muito bem, eu olhava para o Edgar e dava para notar que ele não estava nada confortável, realmente ver sua mulher em um biquini daqueles dançando com outro cara era mesmo complicado, até para aquele safado, mas o estopim foi quando o Marcelo em tom de brincadeira disse: “Aí Edgar, aprende aí como é que faz mano!”, o Edgar que já não estava muito de boas de repente saca uma arma e manda um tiro pro ar, todo mundo se assustou, outros também sacaram, mas mamãe logo correu até o Edgar e o acalmou, porra, parecia uma cena de filme.

O Edgar não estava normal, não sabia que ele tinha ciúmes de minha mãe, transpareceu alí que o cara gostava bastante dela, tanto que somente ela conseguiu acalma-lo, achava que ele apenas a queria para o sexo e como sua empregada, mas o que parece é que eu estava bem enganado. Mamãe então encerra a festa e felizmente todos foram para suas casas em paz.

O Natan e eu fomos até o portão e nos despedimos dos convidados, pedimos desculpas e ao chegarmos de volta a sala o Edgar discutia sério com minha mãe, em uma das falas ele diz para ela: “Porra, Rita, você é só minha, só minha, entendeu!”, mamãe o tranquiliza dizendo: “Sim meu bem, se acalme, você sabe que eu sou somente sua!”, estava um clima chato, mas eu e o Natan observava-mos toda aquela briga de casal, até para que nada saísse do controle e houvesse alguma agressão, os dois então se aproximam e o Edgar certamente vendo a burrada que havia feito pede desculpas, depois os dois dão um longo beijo de língua, mamãe então olha para nós e nos manda irmos dormir, nesse momento o Edgar não aguentando mais cata minha mãe nos braços e a leva para o quarto deles, pelo visto toda aquela discussão seria resolvida na cama, o Natan então olha pra mim e diz: “Eita, porra, hoje o bicho vai pegar!”, ele disse isso com um sorrisinho amarelo no rosto, com certeza ironizando o fato de que seu pai iria mais uma vez comer minha mãe.

Ninguém precisava dizer nada, era óbvio que o cara havia ficado puto de ciúmes dela, e com o ego que aquele malandro tinha, ferido, iria sem dúvidas querer exercer seu domínio sobre minha mãe, mostrando pra ela quem era que mandava, apesar do “sangue nos olhos do safado”, eu duvidava que ele fosse muito “longe”, por ter tomado tanta cachaça.

Quando subiram as escadas, o Natan já olhou para mim, eu balancei a cabeça com gesto de negativa, mas ele mandou aquele papo furado para me convencer, eu ainda me fiz de indignado, não queria dar moral, mas meu coração estava batendo forte, não sei o que me deu, mas eu liguei o foda-se e disse a ele: “bora lá, então!”, até porque se eu não fosse, ele estaria lá de qualquer forma, assistindo a parada.

O Natan ficou felizão e já correu pro quarto, quando lá cheguei ele já estava de olho, não sei bem o que estava a ver, mas parecia ser algo muito bom, eu a principio não quis olhar, mas o semblante dele era de euforia, certamente seu pai já estava dando um pega na minha coroa. De repente subiu um fogo em mim e fui correndo em direção ao buraco, o Natan não queria sair, então o arranquei de lá e logo vi minha mãe de cocoras mamando o pau do Edgar, ele fazia pressão na cabeça dela em direção ao seu pau, ainda dava uns tapas no rosto dela dizendo que ela era a sua puta, a fazia chupar seu pau com vontade, por não ser muito grande, mamãe chegava a engolir toda a piroca do cara com o saco batendo em seu queixo, depois ela se levanta e sobe na cama de frente para o sujeito e de costas para onde nós estávamos, mamãe então agacha lentamente aquele bundão e o pau do cara começa a sumir dentro de sua xoxota, ela começa a rebolar e logo fica quicando na pica do Edgar.

Como o quarto deles não era tão grande, de onde estávamos, dava para ver perfeitamente o rabão rosado de minha mãe engolindo toda a caceta preta daquele sujeito e com o sobe desce dela, o talo chegava a entrar todo na xoxota, apenas o saco preto do cara ficava de fora, o safado ainda mandava muitos tapas no bundão de minha mãe que já começava a ficar meio avermelhado, ainda nessa posição ela chegava a deitar sobre o peito dele, de tal forma que o cuzinho rosado e apertadinho dela ficava bem amostra.

Mamãe é do tipo de mulher sensível e seus gemidos eram inevitáveis, quando o Edgar a deitou de frente na posição frango assado e passou a bombar sem dó no priquito dela, foi que ela passou a gemer ainda mais alto, eu ficava preocupado com a vizinhança, mas para eles naquele momento de êxtase, certamente o resto do mundo não existia.

Apesar de já ter visto uma vez o Edgar comer minha mãe na sua oficina, estava sendo novamente bem difícil para mim vê-la alí de pernas abertas e aquele sujeito em cima metendo a vara nela, de certo que ele hoje está “marido” dela, mas eu ainda tinha muita saudade da nossa família, éramos muito felizes até meu pai ter feito o que fez, mas como já falei, eu já começava a assimilar melhor essa nova realidade e confesso que assim como o Natan, eu já estava sentindo um puta tesão, era uma sensação meio estranha, sei lá, difícil de explicar, talvez por ser minha mãe, mas eu tentava desviar o foco e focar somente na putaria.

O Edgar não saia de cima de minha mãe, já havia um bom tempo que ele a comia naquela posição, o safado metia com raiva e mamãe gemia ofegante até que ela prende suas pernas nas costas peludas do sujeito e começa a azunha-las, era evidente que nesse momento ela estava era tendo um puta orgasmo.

Do meu lado o Natan já estava ficando maluco e a todo momento pedia para ver também a foda, com isso estava difícil assistir de boa, então eu saí e deixei o cara se divertir também, afinal de contas ele que teve a ideia daquele observatório.

Ele estava bem animado e a todo momento “elogiava” minha mãe: “Aí, Roberto, na boa....essa tua mãe é gostosa pra caralho!!.... Que mulher da porra, é disparada a melhor que meu pai já teve!!!, dessa vez meu velho mandou bem demais !!! que delícia, mano !!!”, fiquei com certa raiva quando ele desferiu esses adjetivos à minha mãe, mas depois nem liguei, mamãe era realmente uma gostosa e o pai dele se tornara de fato no macho dela, os dois já viviam juntos a quase um ano, fazer o quê?!.

A foda rolava solta e nós nos reversava-mos no observatório, estava tudo de boa, mas em certo momento eu quis dar uma zoada no Natan, debochando do “pintinho” do pai dele, que era pequeno e torto, mano, foi uma péssima idéia, o carinha de novo se saiu bem pra caramba, esculachando: “Olha o que o pintinho do meu pai está fazendo com a tua mãe, rsrsrsrsr, meu velho está arregaçando a xereca dela!...rsrsrsrsrss”, porra velho, tive que engolir em seco, pois era verdade, o pai dele com aquela piroquinha de nada, estava dando uma surra de rôla em minha mãe, estava a deixando nas nuvens.

Era inacreditável mesmo, o pai do Natan depois de toda a cachaça que havia tomado já tinha feito minha mãe gozar umas duas vezes e continuava com o pau envernizado e mandando ver, o pau torto dele chegava latejar de tesão, com certeza o Edgar havia tomado um tadala ou algo do tipo, não era possível, o cara não gozava.

Mamãe já parecia cansada, mas o Edgar não sossegava, colocou então ela de quatro e se posicionou atrás, abrindo bem aquele bundão, deu umas boas sacolejadas tirando muita onda e depois enfiou a cara no rabão dela, começou a lamber cu e xoxota, ela estava ficando maluca de prazer, logo em seguida cuspiu no pau e meteu no cuzinho dela, que deu um leve grito, o safado segurou na cintura de minha mãe e foi pirocada até umas horas, ela chegou até a gritar assim que ele meteu, pois como falei em outro relato, mamãe havia sido recém iniciada no sexo anal pelo próprio Edgar, o cuzinho dela era praticamente virgem e apesar de ter uma geba pequena, era bem grossa a rôla do safado e isso deveria trazer algum desconforto a minha coroa.

Meus pais eram ultra conservadores e anal entre outras modalidades do sexo estavam fora de cogitação, acho que era só um papai e mamãe uma vez por semana e olhe lá, mas o infeliz do Edgar era quem estava realmente aproveitando e ensinando praticamente tudo a minha mãe e pelo visto ela havia se tornado uma boa aluna.

O cara já tinha usado e abusado de minha mãe a noite quase toda, era visto que ela não aguentava mais, estava muito cansada, muito suada e o Edgar ainda atracado na bunda dela, foi aí que finalmente o infeliz anunciou que iria gozar, nesse momento era o Natan que estava assistindo e viu quando seu pai tirou a rôla do cu dela e se punhetando esporrou tudo em cima do bundão de mamãe, que alí mesmo ficou estirada, quase que sem nenhuma reação, com o rabo todo lambuzado do esperma daquele safado, que nesse momento também demonstrou finalmente um puta cansaço e apenas a beijou na boca e também meio que desmaiou abraçado a minha mãe, nesse momento o Natan goza em sua mão e sai correndo para se limpar, assumi então o posto de observador e vi o Edgar deitado ao lado de mamãe, com os dois inteiramente nus e muito suados, o safado com aquele braço negro e aquela pulseira de prata no pulso abraçado a cintura de minha mãe e contrastando com aquele bundão rosado dela, virado para cima, todo esporrado e vermelho dos tapas do safado o qual reluzia todo o prazer daquela foda, eu também não era de ferro e alí também bati uma e fui dormir.

No dia seguinte acordei pensando ter tido um pesadelo, mas foi tudo real e em casa, quase que ninguém se levanta, estávamos todos exaustos de certa forma, além do dia bem corrido que tivemos, a noite foi sem igual, foi putaria da boa a madrugada quase toda.

Apenas as 9 hrs que o Edgar se levanta e vai direto para a oficina sem fazer barulho, eu então me levantei e passando no corredor vejo o Natan parado a porta do quarto dos nossos pais, me aproximo e ainda deitada sobre a cama estava minha mãe com uma das pernas meio arqueadas trajando apenas uma minúscula calcinha rosa totalmente atochada naquele rabão e o safado do Natan apreciando todo desconfiado o parquinho de diversão do seu pai, ao me ver o Natan toma um baita susto, dou-lhe um pescoção e o tiro de lá. Fecho a porta e deixo minha mãe descansar mais um pouco, afinal de contas ela merecia.

O tempo foi passando e tudo dentro dessa pseudo normalidade, eu comecei a ver pelo lado positivo, apesar de ela não estar mais com meu pai, o que seria o melhor, mas como nem tudo é exatamente como a gente quer, pelo menos ela tinha encontrado no Edgar um novo companheiro, um parceiro fixo, diferente de outras que saem por aí virando marmita de um e outro, o cara aparentemente gostava muito dela, apesar de ser um puta safado ele poderia pegar mais leve com minha mãe, mas talvez ela estivesse adorando ser puta daquele sujeito.

Certo dia chego em casa para almoçar, quando encontro a oficina fechada e ao entrar em casa estava minha mãe aos prantos, logo me assustei e perguntando a ela tive a surpresa de que a polícia havia levado o Edgar, ninguém entendeu nada, o cara estava limpo a muitos anos.

Bem, esse é o final da quarta parte. O que acharam do conto? Tem muita coisa ainda por vir.

Comentários e Sugestões são bem vindas.

Continua ?????

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive hombre a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários