Era o fim, tudo acabado! Depois de 2 anos de namoro e 4 de casamento, tudo desmoronou! Viviane descobriu que seu agora ex tinha uma vida dupla, se por um lado não deixava faltar nada do ponto de vista financeiro em casa, por outro ela descobriu uma série de traições de aquele que ela amava e pior, foi trocada por uma bem mais nova! Essa é a história que contarei, de como me apaixonei, ouvi, fodi intensamente, dominei psicologicamente e ajudei Viviane a fazer do fim do relacionamento uma oportunidade.
Meu nome é Gustavo, psicólogo com abordagem comportamental, leitor voraz de Freud, Lacan, Young e principalmente um estudante de várias áreas do conhecimento. Tenho 37 anos, moro em uma pequena cidade do interior do Paraná, aonde atuo em minha clínica como psicólogo , sempre com muito respeito e descrição. Jamais me envolvo com uma paciente e tinha certa que isso jamais iria acontecer, até conhecer Viviane...
Fisicamente, sou um homem de 1m86, com barba, óculos, cabelos castanhos, olhos extremamente verdes dos quais me orgulho e um físico de quem adora academia, sim sou apaixonado por cuidar do corpo e da mente, costumo me vestir sempre de camisa e calça de alfaiataria no meu dia a dia, moro sozinho e nunca me casei. Agora que você já me conhece um pouco, vamos ao contexto.
Era uma segunda feira, chuva fina, a secretária me avisa que é a última paciente, seria sua primeira consulta, nunca sei o que me espera ao abrir a porta, eis que entra uma mulher que de cara, me desarmou e fez eu sair de mim por milésimos de segundo, Viviane! Não, não era uma mocinha com decote, bunda enorme louca para foder como lemos nos contos, era uma mulher diferenciada!
Viviane tinha cerca de 1m65, cabelos negros lisos, pele branca, olhos verdes, maquiada, cerca de 65kgs, usando uma saia longa de sarja Cinca, coturno, cabelo com rabo de cavalo, óculos de grau e um perfume deslumbrante, que só vou revelar futuramente. Porém, seu olhar era triste, olheiras, segurando lágrimas, e assim senti inédito medo, um inédito frio na barriga ao começar a conversa:
- boa tarde, me chamo Gustavo, hoje é nossa primeira conversa, nesses 45 minutos gostaria de saber o que te trouxe até aqui, fale um pouco da sua vida.
- olá Gustavo, sou Viviane, ou era porque nem sei mais quem sou, perdi a alegria e motivação de viver, tenho a mesma idade sua, 45 anos, sou bancária, sem filhos e recém separada, meu casamento terminou depois que descobri que meu marido me traia e foi morar com uma menina de 20 anos, sua amante e funcionária há mais de 2 anos, estou devastada, perdi tempo, dinheiro e principalmente planos e projetos.
- entendi, lamento você ter passado por isso, é uma situação muito comum, mas estamos aqui para tentar entender e ajudar você a recomeçar e principalmente não se culpar, você compreende?.
- eu me culpo, o que eu fiz de errado? O que eu poderia ter feito diferente? Sou uma mulher inteligente, culta, madura, bem resolvida, nunca faltou um sorriso, um apoio e ele me apunhala, eu não mereço isso.
- O que aconteceu diz mais sobre ele que sobre você, como era a convivência? Você se sentia amada, protegida, desejada?
- não mais, no último ano ele evitava contato físico alegando estar cansado, me trocava por bebida e amigos que depois descobri se a amante, enquanto eu me preocupava ele me traia.
- por isso eu deixo claro que diz mais sobre ele que sobre você, devo dizer, como todo respeito que poucas vezes na vida me dei conta logo de cara de una mulher tão bonita, interessante e principalmente com esse perfume que um dia você vai me dizer o nome. (Ela sorriu)
- acho que eu não sorria assim desde o ocorrido, aliás muita coisa eu perdi a noção, sexo? Há mais de 6 meses sem nem me masturbar que dirá transar, ele me fez e fazia eu me sentir feia.
- SEXO preciso de desejo, imaginação, fantasia, fetiche, provocação,.o sexo no casamento e vida fora dele envolve mais que a penetração, tem relação com poder, dominação, entrega e principalmente o desejo máximo ao longo do de um dia inteiro até o gozo final depois.
- eu nunca tive isso, ele gozava em 30 segundos, mas virava para o lado e dormia, nunca fez oral ou posições diferentes que dirá fetiches eu tenho assim como qualquer mulher.
- e todo homem, todos temos, aliás, nem vi o tempo passar, são 19h, a secretária já saiu, vou te acompanhar até o seu carro.
- ah sim, obrigada! Está chovendo e não trouxe guarda chuva, agradeço se me emprestar um.
- claro, te levo até a porta do seu carro.
A chuva estava forte, barulhenta, descemos o elevador e ao chegar na porta do prédio do meu consultório, ela disse
- você falou do meu perfume, mas convenhamos que o seu é muito bom, com todo respeito.
- obrigado, nossa a chuva está absurda! Vamos esperar um pouco aqui na porta.
- poxa vida, Gustavo, primeira consulta e já tem tempestade e notei que esqueci meu óculos na sua mesa enquanto enxugava as lágrimas, nao precisa voltar buscar, ele é apenas para descanso e estética.
- me passa seu número que eu te mando uma mensagem e deixo em seu endereço sem problema.
- obrigada, gentil da sua parte, não existe mais homens a moda antiga, aliás a chuvas está passando.
A abracei, fim de noite embaixo do mesmo guarda chuva, a levei ao carro como um casal, eu não queria que aqueles 30 segundos acabassem nunca,.o perfume, a chuva, o clima, a voz rouca e doce, o proibido, o tesão, ela encostou em mim e meu pau ficou visivelmente duro na calça, chegamos ao carro, ela foi saindo do guarda chuvas entrando e voltou... Me olhou e disse
- vai me achar maluca, se é que já não acha, deixa pra lá...
- maluco por maluca todos são um pouco, ou você iria me achar maluco.
Ela saiu do banco do carro, voltou para debaixo do guarda chuva e de súbito o maior e mais longo e cheio de tesão beijo da minha vida aconteceu, um homem e uma mulher com idade para saber o que querem agindo por impulso, foram quase 5 minutos de beijo, gemidos, que evoluíram para um casal sobre a chuva encostada no carro molhando sua roupa sentindo a buceta latejar e o volume do meu pau esfregando, ambos não conseguiam parar de se esfregar, passava carro, ônibus, e ambos nem aí como adolescentes querendo se comer e só pensando em si. A mente não pensava em mais nada a não ser não para de beijar e penetrar, chegar, mamar no seu seio, arregaçar sua buceta e cuzinho, tratar como putinha e ao mesmo tempo olhar, admirar, conversar até se recuperar e foder mais. A peguei pelo braço, fechei o guarda chuva e voltamos para minha sala, molhados da chuva, no sofá era o psicólogo querendo foder uma mulher que acabou de conhecer, tirei sua calcinha, saia e direto chupei sua buceta, ela gemia, senti aqueles lábios grandes envoltos em minha língua melando de tesão enquanto ela segurava meu cabelo gemendo implorando para não parar, depois passei a beijar sua boca sentindo seu gosto de buceta enquanto a masturbava dizendo que ela era minha até sentir uma, duas gozadas em meus dedos enquanto eu olhava no fundo dos seus olhos.
Ela sorria, olhava no fundo dos meus olhos, gemia, queria mais, até que não resisti, coloquei de quatro e segurando seu rabo de cavalo, fui enfiando lentamente, pincelando a cabeça rosada e grande do pau sem colocar mandando ela rebolar e puxando o cabelo até ela sentir entrando até a metade e tirando, mais um pouco e enfiei tudo de uma vez socando violentamente sem dó, ela gemia, dizia que há muito tempo não era fodida assim ,dizendo não para, e eu socava mais, mais, fazendo ela de puta, de cadela, enquanto socava, quando ela gozou novamente segurei, esperei mas quando contraiu sua buceta com meu pau dentro, não resisti e fui gozando tirando melando a entrada e escorrendo na calcinha e saia ao lado.
Que loucura! O barulho da chuva, os trovões e dois estranhos até então fazendo isso? O incrível é que parecis um casal de meses, anos, o encaixe e sintonia foi real. Passado o gozo, ficamos abracados e ela pode sentir uma proteção que nunca teve, a solidão foi embora, a culpa desapareceu só restou o tesão e vontade de ser fodida, e cuidada, o misto de ser tratada como puta e com afeto, ser uma mulher admirava como aconteceu quando olhei para seus olhos pela primeira vez.
Fim
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