V. Os fetiches e fantasias de Becca

Um conto erótico de maxxxteels69
Categoria: Heterossexual
Contém 1079 palavras
Data: 14/02/2026 14:21:10

Becca ligou a TV e não encontrava nenhum canal funcionando. Todos os canais estavam fora do ar. Ela desligou o aparelho e respirou o ar entediado daquela casa. Ela estava meio enjoada de cheirar a mesma terra molhada; desde que chegou à casa do pai, não parou de chover.

— Becca, chegou o dinheiro do nosso conto! Fez o maior sucesso. Até pediram para fazer mais contos daquele tipo.

— Nossa, sério, pai? Então vendeu tanto assim?

— Foi o conto mais lido da editora. Toma, a sua parte.

Becca pegou algumas notas de dinheiro.

— O que é isso, pai?

— Ora, a sua parte por ter me ajudado a fazer o conto.

— Ah, pai, não precisava...

— Precisa, sim. Você tem talento para escrever, Becca. Você devia explorar mais essas suas fantasias e fetiches nos contos. Eu até tive uma ideia: podia me ajudar como coautora. E então, aceita trabalhar com o pai?

Becca pensou um pouco.

— Pode ser! — disse ela, guardando o dinheiro.

*

"Eu estava tomando café da manhã. Meu pai tinha chegado em casa com um balde cheio de leite que tinha acabado de tirar da vaca. Ele encheu o meu copo e, em seguida, sentou-se do outro lado da mesa; tomamos o café juntos.

Mal consigo sentar direito por causa do castigo no porão. Minha bunda ainda estava dolorida. Peguei um pedaço de pão e comi com o leite. De repente, o leite vazou da minha boca, caindo no meu decote.

— Nossa, me melei toda — falei, tentando limpar o leite em meu corpo.

Quando olhei, vi meu pai observando. Eu dei outro gole no leite de vaca e, dessa vez, derramei propositalmente mais um pouco em meu corpo. Respirei fundo, passando a mão entre os meus seios, e comecei a acariciar os mamilos cobertos de leite.

De repente, meu pai pôs a mão dentro da calça, tirou o membro para fora e começou a se masturbar enquanto eu me lambuzava toda com o leite de vaca..."

Becca tinha acabado de digitar. Parou a máquina de escrever, leu novamente e pediu a opinião do pai.

— E então, ficou bom?

— Ficou ótimo, Becca. Isso mostra que a personagem Melissa é bastante safada. Achei criativo o modo como usou o leite em um contexto erótico.

— É que eu vi um filme em que a personagem derramava leite no corpo e sensualizava...

— Ficou muito bom, filha. Só explore mais esse conto.

— Sim, pai — disse Becca, colocando um novo papel na máquina.

Aproveitou que estava cheia de criatividade e passou o dia todo escrevendo e lapidando melhor aquele conto.

Becca parou de digitar por um instante e foi tomar café. Ela ficou parada na janela vendo que o céu continuava nublado mas neblinava levemente lá fora. Foi então que ela viu o seu pai sem camisa segurando algumas lenhas pra lareira. Ele estava sem camisa, e seu peitoral peludo todo molhado pela chuva.

Ela ficou observando, hipnotizada, o modo como os bíceps dele saltavam enquanto ele jogava as toras de madeira ao lado da lareira. Frank passou a mão pelo rosto, jogando o cabelo molhado para trás, sem notar que estava observado.

Becca deu um ultimo gole no café e correu pra dentro de casa. la se virou para a máquina, colocou uma folha limpa e as teclas começaram a metralhar o papel:

"O inverno lá fora não era nada comparado ao incêndio que Baltazar provocava em Melissa apenas por existir. Ela o observou cruzar a porta, um bicho bruto carregando o combustível para o fogo. O corpo dele estava brilhando, encharcado, exalando um cheiro de testosterona e terra molhada. Melissa sentiu sua xota latejar na hora. Ela imaginou aquelas mãos grossas, que carregavam lenha com tanta facilidade, apertando o seu pescoço enquanto ele a possuía em cima daquelas mesmas toras de madeira áspera.

— Pai... você está todo molhado — disse Melissa, aproximando-se com uma toalha, mas sem intenção nenhuma de secá-lo. Ela queria era sentir aquele calor humano contra sua pele fria. Ela queria que ele a jogasse no chão, entre os gravetos, e a usasse como se ela fosse apenas mais uma peça de madeira para ele queimar e destruir no seu desejo doentio..."

Becca parou, mordendo o lábio inferior. Ela olhou para o Frank real, que agora estava de costas, tentando acender o fogo.

— Pai...

— chamou ela, com a voz meio rouca.

— Oi, Becca. O que foi? Já acabou o capítulo?

— Quase.

— Hum, gostei desse conto. A filha fica tarada pelo pai lenhador. Depois irei dar a minha visão desse conto. Da perfeito Becca. Continuar com essa criatividade que o dinheiro vai vim no fim de semana.

Frank saiu com orgulho de sua filha escritora. Agora que ela dá escrevendo Frank tinha bastante tempo livre.

*

"Melissa dava morrendo de sede, e implorava ao pai:

— Por favor, matar a minha sede, eu dou ponta pra isso...

Baltazar parou na frente dela, a calça jeans desabotoada, olhando-a de cima como se ela fosse nada mais que um bicho de estimação esperando por ordens.

Melissa olhou para cima, ofegante. Ele tirou o membro para fora, pulsante e autoritário, e o posicionou logo acima do rosto dela. Melissa fechou os olhos, mas sentiu o jato quente atingir sua testa e escorrer pelas bochechas, misturando-se às suas lágrimas de excitação.

O cheiro forte e o calor do líquido do pai banhando sua pele eram a humilhação final. Ela abriu a boca, aceitando o batismo impuro que Baltazar oferecia. O xixi escorria pelo seu pescoço, molhando seus seios.

Ela se sentia pequena, suja e completamente entregue. O fetiche de ser urinada pelo homem que a criou era a fronteira final que ela acabara de cruzar. Melissa não era mais uma filha; era um mictório humano para os desejos mais baixos de Baltazar, e o prazer que sentia com aquela degradação a fazia ter orgasmos sucessivos, tremendo nas correntes enquanto o líquido quente continuava a lavá-la de qualquer resto de dignidade..."*

Becca não parava de se masturbar ao ler novamente o conto que tinha escrito. Deu um gemido alto e bateu o punho na messa derrubando alguns papeis. Ela dar um suspiro, tirando a mão dentro da calcinha molhada.

— Meu Deus do céu... dou precisando de uma ar puro.

Becca saiu ficando na varanda tentando esquecer por algumas horas aqueles contos que parecia que te dava afetando.

— O que foi filha, não vai escrever?

— Ja terminei pai. Ali dentro da fazendo bastante calor e decidi tomar um ar.

— A jantar da na mesa, vem comer.

— Ja dou indo. - disse ela.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive maxxxteels69 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários