Estou me complicando com CARLA, o nosso sentimento – muito além do sexo – está ficando sério demais. Ela vai viajar agora à tarde (sábado de Zé Pereira) para passar o carnaval na casa de praia com família e amigos e, mesmo assim, conseguimos nossa despedida pré-carnavalesca.
O marido de CARLA já está na casa de praia, foi na frente para arrumar algumas coisas, e minha querida iria hoje pela manhã, com o filho e a nora. Ocorre que o filho e a nora foram para a folia ontem à noite e chegariam (como chegaram) muito tarde e ficou acertado que todos só iriam no início da tarde de hoje, sendo isso o tempo que eu e CARLA queríamos para uma trepada (eu já acho que é fazer amor).
Sugeri que ela viesse ao meu apartamento, porém CARLA achou perigoso, o prédio estava movimentado demais com carnaval, então ela foi para o supermercado e eu passei por lá para pegá-la e fomos para um motel. Detalhe: eram 7:30 da manhã e CARLA já tinha feito as compras que precisava fazer, ela chegou lá pouco após as 6 da matina. Tínhamos até 9:30h, mais ou menos por aí.
Ficamos tão felizes dessa possibilidade de encontro! Ela estava linda demais, ainda que só estivesse com uma bermuda simples, uma blusa florida e um arranjo de cabelo. Mas estava maquiada e com um batom vermelho lindo demais. “Vou voltar descabelada e sem maquiagem, mas fiz tudo e me arrumei para você, meu amor”, ela disse.
Entramos aos beijos no quarto de motel, o batom já indo embora, nós abraçados. Fomos tirando a roupa e CARLA queria tomar um banho antes, pois tinha suado um pouco fazendo as compras. “O quê? Quer tirar o sabor original para botar sabonete? Tá louca?”, reclamei rindo enquanto ela se deitava já nua na cama e abria as pernas para mim. A buceta linda, cheirosa e aquele gostinho acentuado de leve suor, que para mim deixa o ponto exato para o tesão. “Bota um gelzinho, hoje, meu amor”, ela pediu.
Sim, até algumas pessoas me perguntam se uma mulher de mais de 60 anos não teria problemas de lubrificação; ela tem, mas muito pouco, normalmente após o período do que seria a menstruação, ela está naquela fase que não mais menstrua e ainda assim eventuais manifestações biológicas típicas da menstruação ainda vêm, e aí o gel funciona. Aliás, quando a rapidinha não teve preliminar (tipo conversa antes, um excitando o outro pelo telefone ou mandando fotos até o encontro real), usamos gel. Ela goza fácil e não somente uma vez, porém a penetração às vezes pede um gel. Dentro está um mar, nos grandes lábios nem sempre. Um pouco de gel é importante.
Chupei a buceta dela, passei gel no meu pau e na parte de fora da buceta dela e montei em papai e mamãe, nossa posição favorita. É meter devagar por conta da entrada, depois fica normal. CARLA gozou duas vezes antes de eu gozar na boca dela – quando ia gozar na xoxota, puxei o pau e ela bebeu meu leitinho todo. “Não quero viajar, quero ficar o carnaval com você, meu amor”, ela falou. “Eu também, CARLA, mas sabemos da nossa realidade”. No segundo round, ela quis me dar a bunda e eu até enfiei a rola, mas o relógio nos lembrava de algo que impediu aproveitarmos: tinha gente nos esperando. Tirei do cu, lavei o pau e gozei na xoxota dela, ainda que ela estivesse de quatro e eu enfiando o dedo no cu dela. A cena de CARLA de quatro na cama, empinando a bunda para levar rola, olhando de lado para se olhar no espelho, rindo e dizendo sandices é maravilhosa. “Vou com o cuzinho ardendo para me lembrar que é meu macho”, disse ela, após sairmos do sexo anal para a gozada na vagina de minha amada.
Após isso, ficamos deitados aos beijos e abraços, numa felicidade pelo encontro e um sentimento de tristeza porque não passaremos o carnaval juntos. Quando já estávamos saindo do quarto, olhei para CARLA e a achei mais linda e gostosa do que quando entrou. Ela não é aquele tipo de coroa sensacional, malhadona, barriga trincada, braços malhados, não, é uma mulher bonita para a idade, o rosto aparenta bem menos idade, a bunda não é fitness mas fica bonita de roupa (sem roupa ou de biquini se veem os defeitinhos mas é isso que me dá muito tesão nela), tem barriguinha sem ser “buchuda” e o olha dela me derrete. Ela me olha e tenho certeza que aquele brilho no olhar confirma que ela pensa o mesmo de mim.
Estou me controlando para pedir a ela que joguemos tudo para o alto e assumirmos nosso relacionamento. É o que eu estou querendo, mas sei das implicações difíceis disso e por enquanto vamos vivendo nosso romance no segredo.