Brotheragem com meu parceiro hetero

Um conto erótico de Alex19cm
Categoria: Gay
Contém 601 palavras
Data: 14/02/2026 13:24:21

Meu nome é Alex. Sou alto, 1,83, tenho um corpo musculoso (em desenvolvimento), treino musculação e tenho um pau de 19 cm, bem grosso.

Vou contar como foi minha primeira brotheragem. Eu tenho meu parceiro Kauan (nome fictício pra não expor ele). Ele é hétero. Treinamos juntos, então ele é quase igual a mim, só que mais baixo. Eu e o Kauan sempre gostamos de zoar, sair pra festas, pegar mina e, de vez em quando, ficávamos na minha casa jogando no PC.

Nessa época, o Kauan tinha acabado de terminar com a namorada, por isso ele estava lá em casa, pra não ficar sozinho na mágoa. Ele só falava nela e em como gostava dela. Então eu falei:

— Na moral, mano, esquece essa mina. Corre pra outra, tem tanta mina gostosa por aí.

Eu já tava cansando daquela história, então resolvi colocar um pornô pra gente assistir. Sentei do lado dele na cama e comecei a mexer no meu pau por cima da calça. Aí ele falou:

— Isso é viadagem, mano.

— Que viadagem, mano? Só uma punheta de leve. Fica de boa.

Nessa hora ele relaxou mais e começou a mexer no pau também. Eu nunca tinha visto o pau do Kauan, só de cueca no vestiário da academia. O tesão começou a falar mais alto, saquei o pau pra fora e comecei a bater sem vergonha. Nessa hora ele também colocou o pau pra fora. Era médio, devia ter uns 16 cm, cabeça rosa, mas comparado ao meu não tinha nem comparação.

Percebi que o Kauan não tirava o olho do meu pau, então falei:

— Qual foi, mano? Nunca viu um assim, não?

Ele respondeu:

— Pô, mano, que lapa de piroca. Tu arromba qualquer uma com isso aí.

Fiquei com tesão quando ele falou isso. Afinal, que homem não gosta de ter o pau elogiado?

— Kkkkk, que nada.

Teve uma hora que ele tava mais olhando pra minha pica do que pro pornô.

— Quer pegar? — falei.

— Não, mano, sou viado não. Se alguém souber, eu tô lascado — falou todo com medo.

— Que nada, mano. Ninguém vai saber, não. Fica tranquilo. Bate uma pra mim aqui, depois eu bato uma pra tu também.

Aquele papo, né. Nessa hora ele não resistiu e pegou na minha rola, começou a bater uma pra mim.

PUTA QUE PARIU, que delícia.

Não demorou muito pra eu pedir pra ele mamar.

— Pô, mano, coloca essa boca na minha pica logo. Que delícia.

Eu não aguentava mais de tanto tesão, e ele também tava. Ele não tirava o olho da minha pica.

— Mas não conta pra ninguém, beleza?

Eu só balancei a cabeça afirmando. Peguei a cabeça dele e forcei contra minha pica. Vai se fuder, que mamada do caralho. Melhor que muita mina por aí. Sem querer fiz ele se engasgar várias vezes.

— Pô, mano, teu pau é grande pra caralho. Vai com calma aí, vai fuder minha garganta.

— Foi mal, mano. Que boquinha que tu tem. Tem certeza que é tua primeira vez mamando um piru? — falei zoando.

— Vai se fuder.

Quando ele tirou meu pau da boca pra falar, dei uma surra de rola na cara da vagabunda e, antes que ele falasse alguma coisa, forcei a cabeça dele contra a pica, fazendo ele engolir tudo até o talo. Nessa hora eu não aguentei de tesão e gozei no fundo da garganta dele.

— Vai se fuder, viado!

Ele cuspiu tudo.

— Kkkkk foi mal, não aguentei.

Ele correu pro banheiro pra lavar a boca. Depois dessa, eu ainda consegui tirar o cabaço do cu dele, mas isso é conto pra outro dia.

Continua…

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