Peguei Meu Pai Comendo Minha Irmã - 2

Um conto erótico de Mais Um Autor
Categoria: Lésbicas
Contém 1127 palavras
Data: 14/02/2026 12:58:43

Assim que ouvi o barulho do carro do pai saindo da garagem, meu coração disparou de novo. Eu tava deitada na cama ainda, com o corpo mole depois de ter me masturbado mais uma vez de manhã cedo só lembrando da cena da noite anterior. A calcinha tava úmida, grudada na buceta, e eu nem tinha trocado ainda.

A porta do meu quarto abriu devagar. Era a Laura. Ela entrou sem bater, como sempre fazia quando queria conversar sério. Vestia uma blusinha fina de alcinha que marcava os peitos enormes e um shortinho jeans curtinho que mostrava as coxas grossas. Fechou a porta atrás de si, trancou com cuidado e veio sentar na beira da minha cama.

— Aline… — ela começou, voz baixa, quase um sussurro. Passou a mão no meu cabelo devagar, como fazia quando eu era pequena e tinha pesadelo. — Precisamos conversar.

Eu sentei rápido, puxando o lençol pra cobrir as pernas. Meu rosto já tava queimando.

— Sobre… sobre ontem à noite? — minha voz saiu fina, tremendo.

Ela sorriu de lado. Aquele sorriso que era meio carinhoso, meio safado. O mesmo que ela dava quando me pegava roubando doce da cozinha.

— É. Eu te vi na porta. Você tava olhando… e se tocando.

Eu abaixei a cabeça, morrendo de vergonha. Queria sumir.

— Eu… eu ouvi gemidos. Achei que era alguma coisa errada. Fui ver e… — engoli em seco — …não consegui parar de olhar. Desculpa, Laura. Eu não queria invadir.

Ela continuou acariciando meu cabelo, sem raiva nenhuma na voz.

— Não precisa pedir desculpa, maninha. Eu sei como é. Você ficou excitada, né?

Eu só consegui acenar com a cabeça, sem olhar pra ela.

— Muito… — admiti baixinho. — Eu nunca tinha visto nada assim. E… meu Deus, eu fiquei molhada na hora. Não consegui me controlar.

Ela riu baixinho, um riso gostoso, sem julgamento.

— Tá tudo bem. Mas escuta aqui: você promete que nunca vai contar pra ninguém? Nem pra amiga, nem pra ninguém da família, nem pra ninguém no mundo. Isso é só nosso. Meu e do pai. E agora… seu também, se você quiser.

Meu coração deu um pulo forte.

— Prometo. Juro. Eu nunca contaria. Mas… — levantei os olhos pra ela, corajosa de repente — …agora me conta tudo. Como começou? Há quanto tempo vocês fazem isso?

Laura suspirou, deitou do meu lado na cama, de lado, olhando pra mim. A blusa dela escorregou um pouco e eu vi o contorno do seio quase saindo.

— Começou uns meses depois que a mãe morreu. Eu tinha dezessete na época. Você lembra como o pai ficou perdido? Ele não saía de casa, mal falava, só trabalhava e bebia cerveja no sofá. Eu sentia pena… e sentia falta de carinho. Uma noite eu entrei no quarto dele de madrugada, só pra dormir do lado dele, como quando era pequena. Ele tava dormindo de lado, de cueca. Eu me deitei atrás, abracei ele por trás. Meu corpo colado no dele.

Ela parou um segundo, como se estivesse revivendo.

— No começo era só isso. Mas eu comecei a me esfregar nele devagar. Sentia o pau dele endurecendo na cueca, roçando na minha calcinha. Ele acordava gemendo baixo, confuso. Uma noite eu desci a mão e segurei ele por cima da cueca. Ele abriu os olhos, me olhou… e não falou nada. Só gemeu. Aí eu tirei a cueca dele, segurei o pau duro na mão… e o resto aconteceu porque tinha que acontecer.

— Meu Deus… — eu sussurrei, sentindo a buceta pulsar só de ouvir.

— Ele é muito gostoso na cama, Aline. Faz de tudo pra me deixar louca. Sabe exatamente onde tocar, como chupar, como meter devagar pra eu sentir cada centímetro… É como se ele soubesse o que meu corpo quer antes de mim.

Eu mordi o lábio, imaginando tudo.

— E… você já queria ele desde pequena?

Ela riu de novo.

— Desde menina. Eu vi ele se masturbando uma vez no banheiro, com uma revista. O pau enorme, duro, a mão subindo e descendo… aquilo ficou na minha cabeça. Depois eu subia no colo dele de propósito, rebolava devagar, sentia ele ficando duro debaixo de mim. Ele dizia “vai brincar, filhota”, mas eu sabia que ele sentia. Só não fazia nada por causa da mãe.

Eu engoli em seco.

— Eu também… sentia uma coisa quando subia no colo dele. Uma dureza roçando. Eu achava que era normal, coisa de homem.

A conversa foi ficando mais íntima. Ela me puxou pra perto, nossos rostos quase colados.

— Lembra dos nossos banhos? — ela perguntou.

— Claro. Você me dava banho, lavava meu cabelo…

— E você sempre ficava olhando pros meus peitos, né? Ficava com inveja… pedia para tocar, eu achava muito engraçado.

Eu corei forte.

— É… você sempre teve peitos tão lindos… Posso ver eles mais uma vez?

Ela sorriu, puxou as alcinhas da blusa pra baixo devagar. Os seios pularam livres, mamilos rosados já meio duros. Eu toquei com as duas mãos, apertando de leve, sentindo o peso, a maciez. Depois me inclinei e levei um mamilo pra boca, chupando com vontade, como se estivesse descobrindo algo novo.

Ela gemeu baixinho, acariciou meu cabelo.

— Ai, Aline… você não mudou nada… continua gostando dos meus peitos.

Eu chupei mais forte, alternando um e outro. Ela arqueou as costas, respirando pesado. Nossos olhares se encontraram e ela me puxou pra um beijo. Primeiro leve, de irmãs. Depois a língua dela entrou na minha boca, devagar, me ensinando. Eu respondi, chupando a língua dela, gemendo na boca dela.

A excitação cresceu rápido. Eu tirei a regatinha, mostrei meus peitinhos pequenos, mamilos durinhos. Ela acariciou, chupou um de cada vez, elogiando baixinho:

— São tão sensíveis… tão bonitinhos…

A gente se deitou de lado, uma sobre a outra. Tiramos o resto da roupa. Ficamos nuas, pele na pele. As mãos desceram. Ela dedilhou minha bucetinha por trás, eu abri mais as pernas, gemendo. Eu enfiei dois dedos na buceta dela, sentindo como tava encharcada.

A gente se masturbou mutuamente, se beijando, gemendo na boca uma da outra. Depois ela desceu, abriu minhas pernas e chupou minha bucetinha. A língua dela era quente, experiente. Ela chupava o grelo, enfiava a língua dentro, me fazia tremer.

Eu gozei forte na boca dela, tremendo toda, esguichando um pouquinho pela primeira vez na vida. Ela lambeu tudo, subiu e me beijou, me fazendo provar meu próprio gosto.

Depois, fui entre as pernas dela, admirei a buceta peluda, o clitóris grande e inchado. Chupei com vontade, enfiei dois dedos, depois três. Ela empurrou a buceta no meu rosto, gozou gemendo alto, tremendo.

Ofegantes, abraçadas, ela perguntou:

— Você quer o pai, né?

— Quero tudo com ele… igual você. Quero sentir ele dentro de mim.

Ela sorriu.

— Então a gente precisa te preparar. Porque a primeira vez pode doer um pouco… mas eu te deixo prontinha.

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